fev 28 2015

EDUCAÇÃO: ENTRE A FICÇÃO E A REALIDADE

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EDUCAÇÃO: ENTRE A FICÇÃO E A REALIDADE

A propaganda na tv sobre a educação é linda, tudo funciona, mas entre a propaganda e a realidade o caminho é longo. A população está revoltada. É só ouvir as emissoras de rádio, e ver as redes sociais na Internet: muita reclamação, crianças sem escola para estudar, escolas sem professores, funcionários de apoio, sem merenda, etc. Um caos total. A mídia amiga, também chamada de mídia agachada está deixando o povo começar a falar. Por que será?

MARKETING FURADO

O marketing político do “governo sereníssimo” comete o mesmo erro quando tentou mostrar que a Saúde em Cabo Frio era de 1º Mundo. Agora mete propaganda na área de Educação, tentando vender sabão grosso como Phebo. Todo mundo sabe que a política educacional da prefeitura de Cabo Frio é autoritária, atrasada e desrespeita quase sempre os profissionais da educação e hostiliza o sindicato (Sepe Lagos), que os representa.

EDUCAÇÃO: QUADRO TRISTE

Falta de professores, obras inacabadas, falta de respeito a ordem judicial. Este é o quadro triste da educação em Cabo Frio, no “Governo Sereníssimo”. Esta é a realidade que a propaganda do governo tenta escamotear, mas que a população conhece muito bem e demonstra sua insatisfação sempre que a “mídia agachada” permite alguma brecha. Será que a “mídia agachada” tem filhos na rede pública municipal?

FAZENDO E ESCREVENDO O QUE NÃO DEVE

Alguns assessores do Doutor Prefeito Alair Francisco (PP) estão bastante incomodados com as constantes intervenções do prefeito nas redes sociais da internet. Não se sabe exatamente se é o próprio prefeito que escreve ou se determina a missão a algum assessor especial, mas no “frigir dos ovos” só tem arrumado problemas para o governo. O “Sereníssimo” sempre falou demais e em tom de bravata, atacando os adversários, que considera como inimigos e assim por diante. Só que agora com as redes sociais, na Internet, as repercussões das suas manifestações de intolerância crescem geometricamente e isso tem prejudicado ainda mais sua administração.

UM POLÍTICO DAS ANTIGAS

Como o Doutor Prefeito Alair Francisco (PP) é um político das antigas, digamos assim, a sua relação com a mídia vem de outros tempos. Em outras oportunidades, antes de existir a internet, o Doutor Prefeito tinha o monopólio da mídia e foi assim, com a conivência da chamada “mídia amiga ou agachada”, que construiu muito de sua fama. Não havia contestação e a menor manifestação de descontentamento a pessoa era isolada e não tinha mais espaço para se defender das acusações. A Internet mudou tudo, a “mídia amiga” perdeu muito do seu poder e qualquer inverdade dita pelo governo pode ser contestada imediatamente nas redes sociais. O mundo mudou e o prefeito ainda não se deu conta.

É MUITA GRANA!

R$ 698. 040 (Seiscentos e noventa e oito mil e quarenta reais) por ano para pagar empresas que fornecem agentes de portaria nas UPAs do Parque Burle e Tamoios é muita grana, nem parece que o governo anuncia que está em crise. Afinal, pagar um dinheirão desse pelo fornecimento de agentes de portaria é coisa de governo, que está nadando em dinheiro. Será que é o caso?

CONVES

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fev 27 2015

BAZAR BENEFICENTE

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ANIMAIS

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fev 27 2015

CONTRATOS CAROS PRA FAZER A MESMA COISA

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Novo caso semelhante as “Privadas de Ouro”?

CONTRATOS CAROS PRA FAZER A MESMA COISA

O jornal onde a prefeitura de Cabo Frio publica seus atos oficiais trouxe dois contratos muito interessantes:

1º) Contrato de nº 064/2014 entre a prefeitura e a empresa Liliandre Prestadora de Serviços e Zeladora Patrimonial Ltda-ME para prestação de serviços de agente de portaria em regime de plantão diurno e noturno, nas UPAs dos bairros Tamoios e Parque Burle, na cidade de Cabo Frio. Valor: R$ 279.240,00 (duzentos e setenta e nove mil e duzentos e quarenta reais). Prazo: 12 meses.

2º) Contrato nº 065/2014 entre a prefeitura e a empresa V.S. Mendes Segurança e Eventos ME para prestação de serviços de agente de portaria em regime de plantão diurno e noturno nas UPAs dos bairros Tamoios e Parque Burle, na cidade de Cabo Frio. Valor: R$ 418.800,00 (quatrocentos e dezoito mil e oitocentos reais). Prazo: 12 meses.

Observação: São dois contratos, com empresas diferentes, para fazer a mesma coisa (fornecer agente de portaria para as UPAs de Tamoios e Parque Burle) e totalizando a expressiva quantia de R$ 698.040 (seiscentos e noventa e oito mil e quarenta reais).

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fev 27 2015

QUANTA DIGNIDADE!

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QUANTA DIGNIDADE!

Os usuários do transporte coletivo em Cabo Frio ficam sempre aguardando qual a “novidade” que o “governo sereníssimo” e a empresa que tem o monopólio do transporte coletivo vão aprontar. Primeiro o congelamento da inscrição no “cartão dignidade”, depois a notícia que o usuário do “cartão dignidade” teria que pagar o triplo nos ônibus com ar refrigerado. Agora, em função da “crise” na prefeitura de Cabo Frio teme-se que o fluxo de ônibus de 50 centavos vá diminuindo até acabar.

 

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fev 27 2015

REFRESCO – 1

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fev 27 2015

QUE RECATO!

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QUE RECATO!

O “Caso das Privadas de Ouro” alcançou grande notoriedade. Está em todas as redes sociais da Internet e até mesmo a TV Record deu destaque ao escândalo, no seu jornalismo. O prefeito tenta calar de todas as maneiras as manifestações de inconformidade da população, que não aguenta mais o descaso com o dinheiro público. Logo o “governo sereníssimo”, que sempre alardeou o seu recato no trato com o dinheiro público.

 

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fev 27 2015

6 FAMÍLIAS CONTROLAM 70% DA IMPRENSA NO BRASIL

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IMPRENSA

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fev 27 2015

ABSURDO!

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ABSURDO!

O trabalhador em Cabo Frio, que desejar assistir as sessões da câmara terá que faltar ao trabalho, pois as sessões serão agora às 9 horas da manhã, sem transmissão e reprise pela televisão. A “casa do povo” é cada vez mais a “câmara do silêncio”, ou melhor, a “casa do prefeito”. Quando no legislativo não existe oposição, a democracia sai perdendo e o conjunto da sociedade não se sente representada.

 

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fev 27 2015

SEPE LAGOS – ASSEMBLEIA TERÇA-FEIRA, ÀS 18 HORAS

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fev 27 2015

IRRESPONSABILIDADE

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TREVO

IRRESPONSABILIDADE

Em 10 de fevereiro, o Jornal do Totonho denunciou e alertou sobre o perigo do trevo improvisado feito pela prefeitura na Avenida América Central, na Praia do Siqueira, desafiando a determinação do D.E.R. Hoje dois acidentes com vítimas aconteceram no local, envolvendo vários carros, por sorte não teve mortes. Quanta irresponsabilidade desse prefeito, que só se preocupa com propaganda enganosa, com futebol, com carnaval e fica o tempo todo no Facebook, atacando seus adversários políticos, ao invés de trabalhar.

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fev 27 2015

PASTORAL DA SOBRIEDADE

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fev 27 2015

“SERENÍSSIMO” NÃO ACERTA UMA

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“SERENÍSSIMO” NÃO ACERTA UMA

O que a população do bairro Guarany temia está acontecendo, as obras estão em ritmo muito lento, algumas até paradas. A prefeitura destruiu muitas calçadas boas e está “refazendo” as calçadas. Os bueiros, que já estavam entupidos, agora muitos deles foram fechados, por essas obras. Se chover forte, vai encher de lama e água quase todo o bairro. O “governo sereníssimo” não acerta uma.

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fev 27 2015

NÃO ENGAIOLE VIDAS

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fev 27 2015

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fev 27 2015

PELADEIROS DO GREIT.

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PELADEIROS DO GREIT.

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Um dos grupos de futebol mais antigos e organizados de Tamoios, Segundo Distrito de Cabo Frio, tinha que virar filme.  O Grêmio Recreativo e Esportivo Independente de Tamoios – GREIT -  que é formado, em sua grande maioria de associados, por aposentados que mudaram-se do Rio de Janeiro para a Região dos Lagos, fugindo da violência e em busca de uma melhor qualidade de vida!

Essa qualidade de vida que faz os peladeiros do GREIT reunirem-se todo sábado no Sitio Maria Helena, cujo o proprietário também é associado do Grupo.  A atividade começa por volta das 6 horas da madruga, com um café da manhã de  frutas, sanduiches variados e muita encarnação no bate-papo entre os sócios. Depois do café, os times são separados criteriosamente pela ordem de chegada ao local. Por volta das 8 e 9 horas começa o momento mais aguardado do dia – o futebol.

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Engana-se quem pense que o dia termina aí. Ao término dos jogos, que são de 11 para cada lado e com tempos iguais de 45 minutos, vem o chamado social.  Regado a muita cerveja gelada, o papo adentra até o fim de tarde com almoços e tira-gostos dos mais variados possíveis: peixe frito, churrasco, frango assado com macarrão, bacalhoada, caldos etc. E, por incrível que pareça, tudo isso incluso na mensalidade de cada associado, que ainda pode levar esposas e filhos para a confraternização.

Como os próprios associados afirmam com orgulho – O GREIT é uma grande família!

O Independente de Tamoios ainda realiza excursões e jogos contra adversários de outras cidades do Estado do Rio de Janeiro, que são visitados e depois recebidos de braços abertos nas dependências do Grupo.

São mais de 18 anos de história, comemorados religiosamente com uma grande festa que ocorre  em outubro, mês de aniversario do GREIT.  Com mais de 70 associados o Independente de Tamoios tem em seu Estatuto a garantia de uma conduta exemplar por parte de seus membros, coordenação ordenada e muita democracia para manter a união e fraternidade em seu caminhar.

Como o GREIT se formou? Quais campos de Tamoios já foram sede do Grupo? Dificuldades inicias. Quem são os fundadores? Como os associados chegam ao Grupo, encarnações (buling não existe no GREIT!) e muitas outras historias serão contadas através de inúmeros depoimentos dos sócios.

O roteiro do documentário vai narrar a historia de vida do GREIT do ponto de vista das pessoas que integram e são os pilares do Grupo.

O filme PELADEIROS DO GREIT está sendo produzido pela Código Solar Produções, com a direção do cineasta Marcelo de Paula, que também vem a ser associado do Grupo há dois anos, tempo em que se mudou para Cabo Frio e trouxe a sede da  Produtora a reboque.

A Codigo Solar é uma Produtora independente, Registrada na ANCINE, cujos sócios são o cineasta Marcelo de Paula e sua esposa e Editora Carla Mendes.  Do currículo da Produtora destaca-se: o Documentário “O Mico-leão-dourado de Cabo Frio” – Prêmio de Melhor Filme Produzido na Região no VIII Festival de Cinema Curta Cabo Frio, edição 2014; produção da série de TV – “Pantanal – Um Tesouro do Planeta” – série de quatro capítulos exibida junto ao Jornal da Noite do SBT, a qual recebeu dois prêmios cinematográficos de Melhor Série de TV do Festival de Cinema do Ceará e do Festival Brasileiro de Filme de Aventura, Turismo e Sustentabilidade 2010.

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Séries “Pantanal Patrimônio Natural Mundial” e “Expedição Karajá”  – duas séries de mais de 10 capítulos cada, exibidas junto ao Canal Cine Brasil TV. “Karajá – O Filme” – série de cinco capítulos exibida no Programa Domingo Espetacular da Record e a Série “Expedição Rota Austral” de mais de 10 episódios no Programa Fantástico da Rede Globo.

E mais três prêmios em festivais de cinema: Documentário “Navio Veleiro Cisne Branco – Uma Embaixada Flutuante” – Melhor Fotografia do Festival Brasileiro de  Filme de Aventura, Turismo e Sustentabilidade 2009;  filme “Bonito e Pantanal – O Brasil no seu Melhor” – Melhor Filme de Turismo e Ecologia do Festival Internacional de Filme de Turismo de Barcelos – Portugal 2010 e com o Documentário “Aventuras a Bordo do Veleiro Papa-Léguas” – Melhor Filme Lusófono do Festival Internacional de Filme de Turismo de Barcelos – Portugal 2013.

As filmagens do PELADEIROS DO GREIT iniciaram em dezembro de 2014 e somam mais de 15 horas de gravações em Full HD. O Documentário está sendo produzido de forma independente e com linguagem cinematográfica, embora seu principal foco de exibição seja a TV.

A Código Solar e o GREIT estão buscando patrocinadores e apoiadores para o filme.  Atualmente o documentário conta com os seguintes Apoiadores:

Damascena’s Assessoria Jurídica e Imobiliária, Unamar, Tamoios, Cabo Frio

Tel.: (22) 2630-7666  /  www.damascenasimoveis.com.br

Mercado Reis

Rua T, 27, Unamar, Tamoios, Cabo Frio, Tel.:(22) 99720-0228

Contatos da Produtora Código Solar Produções:

www.codigosolar.com.br

Tel.: (22) 2630-587

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fev 27 2015

À ESPERA DE UM MILAGRE – Fernando Chagas

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Fernando Chagas

À espera de um milagre.

Cabo Frio cidade violentada
sem pai… sem pai…
filhos atordoados, entorpecidos
crianças sem suas escolas
suas ruas, prateleiras de matérias nuas
suas ruas, cama de corpos fuzilados

o mar bravio
a lagoa rio
a moça bonita
a gaivota branca
as dunas brandas
o sol dourado

aqui expomos o que há de melhor
está tudo à venda
quer pagar quanto?
o trono é de ouro
a embalagem já avisa
contém glúteos

paraíso sem fiscais…

o rei já se foi?
a salvar a moça?
ainda há o príncipe?
Reino de fazer contas…

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fev 26 2015

JANIO RECEBE O VEREADOR GUGU DE NAIR

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O deputado Jânio Mendes (PDT) recebeu em seu gabinete o vereador Gugu de Nair, que fez reivindicações nas áreas de segurança e educação. O deputado encaminhou ao secretário de segurança solicitação de aumento do número de policiais em Búzios e pediu ao governador Luiz Fernando Pezão a construção de escola de ensino médio, no município.

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fev 26 2015

AUDIÊNCIA PÚBLICA, NA CÂMARA MUNICIPAL DE BÚZIOS

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fev 26 2015

ESCONDENDO O JOGO

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ESCONDENDO O JOGO

O presidente da câmara municipal, vereador Marcello Corrêa (PP), filho do prefeito de Cabo Frio, Alair Corrêa (PP), quer passar as sessões da câmara para as 9 horas da manhã. Alegando falta de grana, a transmissão pela Jovem TV também está ameaçada. O prefeito e a bancada governista não querem que a população tome consciência do trabalho pífio do legislativo municipal, que a população apelidou de “câmara do silêncio”.

ESCONDER O QUE?

O que será que os vereadores querem esconder? Ora, o princípio da transparência é condição para o exercício da democracia contemporânea. Nesse sentido a transmissão pela TV, rádio e internet deve ser obrigação do poder legislativo. Os vereadores, eleitos pelo povo, tem que prestar esclarecimentos e dar à população toda a oportunidade de acompanhar os trabalhos da câmara. É o mínimo que podem fazer.

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fev 26 2015

H.M. REFORMA & CONSTRUÇÃO

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fev 26 2015

CASO DAS “PRIVADAS DE OURO”

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CASO DAS “PRIVADAS DE OURO”

Em sua resposta a denúncia da TV Record sobre o “Caso das Privadas de Ouro” o Doutor Prefeito de Cabo Frio disse que a empresa não faz só a manutenção dos banheiros dos quiosques, mas a publicação no jornal oficial está bem clara, é só conservação e manutenção dos banheiros. A publicação oficial está errada? Como dizer que a empresa faz manutenção dos elevadores se eles nunca funcionaram, mantendo o que, eles parados? O Doutor Prefeito diz que a empresa trabalha há dois anos nessa manutenção, como? Os quiosques têm só 14 meses de inaugurados, e a empresa nem dois anos tem de fundada.

FORA-DA-TOMADA

SEM CONEXÃO COM A REALIDADE

As pessoas que tem lido o que o Doutor Prefeito escreve tem encontrado dificuldade para descobrir onde o governo municipal construiu 80 banheiros para servir os 15 quiosques. Até o momento não conseguiram descobrir onde esses banheiros estão. A impressão que dá é que não é o prefeito que escreve todas essas coisas, pois elas não têm nenhuma conexão com a realidade. Se realmente o prefeito tem uma pessoa que escreve para ele, essa pessoa é no mínimo desinformada.

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fev 26 2015

FALTA MUITO BANHEIRO

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FALTA MUITO BANHEIRO

Não custa nada lembrar que o Doutor Prefeito Alair Francisco (PP) durante a campanha eleitoral prometeu construir cerca de 40 mil banheiros para a população mais pobre. Ora, quantos banheiros para a população pobre a prefeitura de Cabo Frio construiu? Se têm notícia de apenas dois banheiros, o que é uma pena, pois demonstra que o prefeito também não cumpriu essa promessa de campanha dentre tantas que fez.

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fev 26 2015

REFRESCO – 1

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fev 26 2015

RESTAURANTE TIO PATYNHO

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fev 26 2015

REFRESCO – 2

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fev 26 2015

“CRISE” É FRUTO DA INCOMPETÊNCIA

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“CRISE” É FRUTO DA INCOMPETÊNCIA

A situação pré-falimentar da prefeitura, como afirma o prefeito, não está acontecendo pela diminuição temporária dos repasses dos royalties, como quer fazer parecer. Essa situação se deve principalmente pelo fato da prefeitura ter gasto em 2013 e 2014, muito mais do que arrecadou. Nesses dois anos os royalties bateram recordes de repasses, e mesmo assim o prefeito contraiu empréstimos milionários para cobrirem o “rombo” da sua desastrosa

administração.

GASTA MUITO MAIS DO QUE ARRECADA

A prefeitura de Cabo Frio gastou quase 50 milhões na faraônica e desnecessária obra da orla dos quiosques, na Praia do Forte. No final de 2014, contraiu mais 30 milhões de reais de empréstimos, junto ao Banco do Brasil, para poder pagar a folha. Dizem os mais próximos do governo, ora vejam só se com a arrecadação nas alturas, ele gasta mais do que arrecada, agora com essa diminuição temporária dos royalties e tendo que pagar os empréstimos, a situação financeira do município é a pior possível.

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fev 26 2015

PORTAL DA TRANSPARÊNCIA

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fev 26 2015

INSTITUTO ÊXITO DE ENSINO

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fev 26 2015

NÃO VALE UMA CPI?

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NÃO VALE UMA CPI?

Qualquer cidade que tenha uma câmara minimamente responsável, já teria sido instalada uma CPI, para apurar isso. A “crise” foi criada pela própria administração do prefeito, não adianta culpar o PCCR, o prefeito anterior e a queda do preço do petróleo. Não são eles os responsáveis pelas obras faraônicas, pelos gastos milionários com fogos e shows, pela distribuição de milhares de gordas portarias aos parentes e cabos eleitorais, a crise, a falência é do próprio e prefeito atual.

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fev 26 2015

PREPARADO?

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PREPARADO?

O vice-prefeito Silas Bento (PSDB), muito discretamente, tem declarado, que se sente preparado para assumir a prefeitura. O vice-prefeito tem manifestado sua preocupação com a área da Saúde e que já tem projetos para serem implantados, que reduzirão os gastos desnecessários da prefeitura.

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fev 26 2015

NÔMADE ARTES GRÁFICAS

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fev 26 2015

ATENÇÃO – ASSEMBLEIA DO SEPE LAGOS

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fev 26 2015

PERDEU A NOÇÃO

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PERDEU A NOÇÃO

Até para comemorar uma vitória da Cabofriense, o prefeito ataca seus “inimigos”: perdeu completamente a noção do cargo. Uma simples vitória em um jogo de futebol é motivo para que o prefeito agrida politicamente aqueles que ele considera “inimigos” e não apenas “adversários”, como em qualquer cidade civilizada. É lamentável, mas nada de especial ou que não se esperasse do prefeito

RINDO DE QUE?

O Doutor Prefeito afirma, no seu face, “estou aqui sorrindo”. Em denúncia do jornal “Extra”, das Organizações Globo, prefeito teria gasto muita grana com o futebol profissional. Enquanto isso, a cidade está um caos. O comércio em grande dificuldade e os fornecedores da prefeitura sem saber o que fazer.  Desemprego em massa, economia informal, turismo em baixa e de baixo nível. O prefeito sorrindo, só se esta sorrindo da cara da opinião pública.

 

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fev 26 2015

QUE FIM LEVOU?

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QUE FIM LEVOU?

Que fim levou o “espetacular” e “original” ônibus “londrino”, que apareceu para mostrar aos turistas as belezas históricas da cidade. O veículo sumiu de circulação? Afinal, qual o mistério? O ônibus foi comprado pela prefeitura? Era alugado pela Comsercaf? Quanto mistério. Só mesmo trazendo o Sherlock Holmes diretamente de Londres para resolver.

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fev 26 2015

CULTURA E CONTRACULTURA NA ATUALIDADE BRASILEIRA. – Carlos Sepúlveda

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Carlos Sepúlveda

CULTURA E CONTRACULTURA NA ATUALIDADE BRASILEIRA.

 

       Desejo expressar, de início, meus agradecimentos à Academia, na pessoa de meu amigo, Domício Proença, pelo convite. Também ao meu mestre, Eduardo Portella, pela oportunidade de interlocução e pelas fronteiras com que me orienta até hoje, por mais de 30 anos. Ao colega e amigo, Manuel Antonio de Castro, pelas quatro décadas de diálogo.

      

       A cultura tem razões que a própria razão desconhece. Mas a contracultura também,  por isso, de início, é preciso um certo cuidado no tratamento do tema, porque se trata de uma sutil armadilha. Não vamos nos encantar com a confortável dicotomia, preguiçosa, como diria Silviano Santiago, e deixar de lado a intensa e rica complexidade do tema, como demonstrou, com sua costumeira elegância, o professor Portella.

       Não nos conformemos com apenas opor duas concepções daquilo que bem pode ser uma artimanha do mesmo, do idêntico. Aprendi com Portella a evitar esse mal entendido. Como ele gosta de dizer, relações de produção não são, por suposto, produção de relações.

       Pensemos na palavra cultura. Trata-se da nomeação de um conceito complexo que o senso comum simplificou e que constitui, ainda hoje, um sentido quase universal. O senso comum entende por cultura apenas uma segmentação, como se fosse um privilégio de classe. Ter cultura ou não ter cultura, dentro deste senso comum, significa deter algum tipo de informação, supostamente sofisticada e que qualifica o detentor dessa informação a se imaginar um sujeito socialmente diferenciado, ciente de sua excepcionalidade intelectual, sofisticado e, não raro, porta-voz das chamadas classes dominantes, orgânico ou tradicional, como se pode dizer em outro diapasão. Estamos a repetir a vulgata da dialética da luta de classes.

       O conceito de cultura é significativamente ambíguo em seu uso comum. Costumeiramente, “ cultura” é representada como a soma total das atividades que possui a aura da intelectualidade, quer dizer: as artes e as ciências. Mas há outro sentido, igualmente significativo, nas ciências sociais, que define cultura como o conjunto de certas tradições intersubjetivas, significados, valores, instituições, costumes e atividades típicas, características, dentro de um espaço-tempo em dada formação social.

       É muito comum ouvirmos dizer que uma pessoa não tem cultura, ou tem cultura, porque ouve música erudita, ou porque se expressa com uma seleção vocabular pouco comum. No universo da classe média, é comum investir em viagens para “adquirir cultura”, visitando museus, ou simplesmente passeando pelos lugares que o turismo indica como culturais. É uma operação de débito e crédito, uma contabilidade que leva em conta o rendimento da economia simbólica: mais vale gastar em Paris, do que na Disney. No Brasil profundo e mais antigo, em face do padrão Ruibarboseano de modelo intelectual, não raro se confunde cultura com falar difícil.

       Sabemos, porém, que este conceito de cultura, que facilita sobremodo a emergência de uma contracultura, é apenas um aspecto do conceito, pois não existe apenas uma cultura erudita, clássica, existe a popular, existe a cultura de massas, existe a cultura proletária, e tantas outras que só a antropologia pode dar conta.

       Mas, como o título da palestra indica e provoca, o conceito de cultura, como manifestação de um poder, como acesso a estéticas mais ou menos elaboradas, é um preconceito. A cultura como propriedade de uma classe, como produto de uma prática enclausurada, num  ambiente elitizado, não autoriza  um julgamento de qualidade. Esse mito só vale num universo algo estreito e que hoje se encontra em confrontação, sobretudo numa cultura babelizada como acontece nas formações culturais urbanas, nas grandes cidades.

       Aliás, sem esta visão estereotipada de cultura, seria improvável a existência de uma contracultura, já que, como parte do movimento da dialética materialista, a contracultura existe como uma etapa da negação, dentro daquele famoso estágio de negação e negação da negação, de viés hegeliano, conforme a vulgata do marxismo.

       Seria, então, interessante olharmos com um pouco mais de cuidado a cultura para além do entretenimento e do senso comum que já apontamos.

       A definição de Ortega y Gasset pode nos ajudar, com a clareza de sua cortesia. Para ele, cultura é o repertório de soluções que encontramos para a vida.

       Dentro de sua perspectiva vitalista, como não poderia deixar de ser, Ortega já nos adianta uma imagem que a tradição do ocidente adotou, desde que Heráclito cunhou o aforismo Polemos pater panton – o conflito é a origem de todas as coisas.

       Pois começamos por entender que vida é luta, conflito, caos até, pois vida não se dá gratuitamente. Ele fala em soluções para resolver os conflitos humanos e nossa condição humana é sempre movida pela cultura, isto é, modos e estilos de vida. Então, cultura é um modo de morrer, de comer, de fazer amor, de conviver. É algo absolutamente único para o homem (Dasein, diria Heidegger) e muito de nossa história dependeu e depende da transmissão das soluções bem sucedidas que uma geração passa para a outra, sempre em busca da preservação da razão suficiente, isto é, uma explicação racional para o mundo, nem sempre fácil de ser percebida.

       Volto a Don Ortega y Gasset que explicou, naquele seu modo único e jocoso de se divertir com a complexidade dos conceitos: afinal, tudo o que, em uma sinfonia de Beethoven, não é tripa de cabra, nem madeira, nem metal, nem ar agitado, é cultura.

       Com isso, passamos da apreciação pura e simples da materialidade para o universo complexo e maravilhoso do imaginário. Também nossa imaginação depende de modos e estilos culturais.

       Quando fomos capazes de representar, metaforizar, traduzir em som, imagem, imagística, impressões sonoras, movimento de corpos, tudo isso representando um mundo que não é, mas poderia ter sido, damos margens ao verossímil e produzimos uma cultura monumental, sublime até. Fazemos arte, nos tornamos artistas, e descobrimos o que Cecília Meireles escreveu poeticamente: a vida só é possível reinventada. Ou, em diálogo com Camus, que escreveu: se o mundo fosse claro, a arte não existiria. Nem provavelmente o mundo, digo eu.

       Pois bem, é dessa cultura que aqui falamos. Da cultura, digamos, letrada, no sentido do logos, de nossa infinita capacidade de criar um mundo apenas de representações, simbólico, afinal, como disse Mallarmé, o mundo foi feito para acabar em livro. E é devastador o poder desta cultura que se abriga no sujeito, começa no sujeito, é subjetiva em sua essência, pois é lá, na profundidade da experiência do sujeito que a cultura começa, e a consciência é uma elaborada conversação entre um “eu” originário e um “tu” acidental, por isso o diálogo é uma presença, um logos.

       Assentamos, e aqui estamos nós debatendo, que a cultura ( e a contracultura) de que tratamos aqui é esta complexidade feita de mais de três mil anos de tradição e que nunca foi apenas um objeto de contemplação,mas de inquietação.

       Recordemos a narrativa da fuga de Eneas, lá na Eneida, carregando nas costas seu pai, Anquises, para fundarem Roma. E também a história de um homem que carrega sua tradição e memória nas costas, que se curva, por reverência ou por esforço, ao peso dos deuses que vão juntos naquela aventura de fundar o Império. Enéas é a geração que suporta nos ombros o passado de sua própria riqueza, que carrega o pai, no meio da destruição e do incêndio de Troia, para fundar um novo mundo.

       E se vamos escolher o percurso narrativo, aí então é que cultura e contracultura perdem a clivagem, aliás, falsa. Ou não é contracultura o discurso do velho do Restelo em Camões, a magistral paródia do Quixote, o monumental texto maneirista de Montaigne, pleno de crítica à modernidade, mal saída do forno, ou o teatro de Shakespeare, ou mesmo os poetas goliardos, na idade média?

       Temo que a oposição não subsista, pois há muita contracultura na cultura. Aliás, podemos dizer que há mais contracultura na cultura do que sonha nossa vã teoria literária. Tem sido, porém, no mundo da baixa modernidade que esta questão se radicalizou.

        Duas grandes influências: o marxismo, lido como teoria da cultura e não como legitimação de Estado, e a transmutação de todos os valores, de Nietzsche. Este último num desafio sobre-humano de promover a Grande Recusa, destruindo a metafísica clássica num salto de 2.500 anos com sua declaração cortante de que “Deus está morto, e nós o matamos”. No entanto, isso é também uma teologia.

       Datadamente, a Escola de Frankfurt foi muito importante, em face dos horrores do nazismo. Walter Benjamin pontificou numa lição magistral quando ensinou que: todo documento de cultura é, ao mesmo tempo, um documento de barbárie, desconstruindo o caráter salvífico da cultura em face do nazismo.

       Bem, meus amigos e amigas, a geração dos anos 1960, nesse nosso Brasil, descobriu os valores da crítica radical aos modos de vida modernos. Os jovens europeus saíram da reconstrução da Europa com a sensação de logro, pois os benefícios econômicos da vitória da democracia e do capitalismo tinham condenado à miséria boa parte do mundo dito civilizado, e como contraponto, o comunismo acendeu a chama da esperança juvenil, o que, naquelas circunstâncias, era compreensível. Anos depois, a desilusão.

       1968 assinala a radicalização da primeira geração do pós-guerra que se julgou traída, se julgou injustiçada pelo egoísmo e avareza. Exasperou os sentimentos e reputou errôneo e fracassado o percurso histórico do ocidente a partir da vitória do Cristianismo. Para aqueles jovens, foi preciso negar tudo o que em dois mil anos de tradição  tinha sido posto para, finalmente, construir um mundo de liberdade, igualdade e justiça. Por ironia, defendiam a essência da tradição iluminista, e encontraram em Karl Marx seu profeta.

       Quem, no entanto, aceita Marx como representante de uma razão universal, não aceita uma filosofia, no sentido da questão do ser, na verdade, assume uma práxis. Para aqueles jovens inquietos, filosofia rimava com ação, é um agir que funda verdades e não as pressupõem. Logo, torna-se papel da política e da economia desenhar o futuro da humanidade na idade da técnica. É este o fundamento do que se chamou contracultura, uma aplicação da 11ª tese contra Feuerbach segundo a qual não cabe contemplar o mundo, cabe transformá-lo.

       Aqueles jovens, que não mais se vestiam como seus pais, mas ao contrário, os pais é que se vestiam como os filhos, explodiram em 1968 com todo seu descontentamento. Nas praças, nas ruas, nas universidades, o é proibido proibir virou o lema e hino da contracultura. A revolta ecoou por aqui, no ano de 1968, o ano que Zuenir Ventura disse, muito apropriadamente, que não acabou.

       No entanto, para nossa tristeza, toda aquela energia criativa foi suplantada pelo medo. A guerra-fria ameaçava o fim do mundo com a primeira escatologia profana que o homem construiu. Sim, porque era perfeitamente possível destruir o planeta algumas vezes, com um artefato nuclear, feito pelo avanço científico e tecnológico, puro (ou impuro) produto de uma ciência sem consciência. Os deuses não eram mais necessários para a destruição do planeta, nós mesmos podemos fazê-lo. Vejam aonde foi parar Prometeu.

       1968. No entanto, para a nossa tristeza nacional, abriram-se as portas do inferno e uma ditadura nos levou de roldão. Aí, a contracultura só sobreviveu porque soube negociar sua própria sobrevivência, com muita coragem e idealismo e dores e horrores.

       Hoje, passadas já mais de três décadas, é hora de uma reavaliação crítica, não para que cultura e contracultura marchem para um duelo inútil, mas para que se reconheçam como intérpretes de um Brasil diferente, quem sabe renovado?

       Ou podemos achar que é um mero acaso o sucesso surpreendente do livro de Paulo Leminsk?

       Cultura e contracultura não são conceitos que se submetem ao jogo mecânico de uma dialética, mas são as marcas de um percurso de nossa cultura e só podem ser compreendidos em diálogo, de preferência construtivo.

       A contracultura é também um dos imperativos categóricos da juventude que cobra de nós, os mais velhos, uma existência autêntica, livre do paradoxo de Bossuet, que descreve uma situação na qual os homens censuram, publicamente, aquilo que permitem em particular. É o paradoxo de nossa cotidiana e atual esquizofrenia, condenamos as consequências, enquanto somos parte das causas. É isso que nos mostra a desigualdade cada vez mais presente em nossa sociedade. Por isso, os jovens foram às ruas e é provável que nem saibam disso.

       Mas alguns sabem.

       Encerro com uma pequena lembrança da poesia que não se importa em ser cultura ou contracultura. Um jovem de meu tempo de estudante , militante, preso político, sincero, deixa escrito, na parede da cela em que registrou aquele horror de cujo nome não quero lembrar-me, o seguinte verso: você me prende vivo, mas eu escapo morto.

       Hoje, distante dos tempos dos duros embates da contracultura e tudo o que nela representou sofrimento e medo, espero que as gerações atuais possam recolher a memória daquele tempo, para talvez compreender que a maior e mais bela lição da cultura e contracultura tem sido a esperança, a meninice do mundo, segundo Machado de Assis. Com ela é que me despeço.

       Encerro com Borges: meu coração se alegra com essa elegante esperança.

             Obrigado.

 

 

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fev 25 2015

ESTE É O CUIDADO DO “GOVERNO SERENÍSSIMO”

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O estado em que se encontram os brinquedos da Praça da Cidadania: sem comentários.

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fev 25 2015

JOGANDO PARA A PLATEIA

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JOGANDO PARA A PLATEIA

Os plantios da secretaria municipal de 1/3 do ambiente jogam para a plateia. Mudas sem tutores e pelo menos um gradil. Nas fotos aparecem as mudas sendo regadas. Um verdadeiro mimo, que em hipótese alguma garante a boa saúde das mudas e muito menos a saúde do projeto, se é que realmente existe algum. Além do mais, insiste em gastar água no plantio exótico na pseudo recuperação de dunas na Praia do Forte. Bem pertinho dali, em frente ao Hotel Malibu a natureza apresenta suas espécies.

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É PRECISO CUIDAR

É necessário também cuidar das poucas árvores frondosas, que existem na área urbana do município, para não entrar no efeito cai, cai como em São Paulo. É o caso destas duas belas espécies de Aroeira perto da Praça da Cidadania, que estão por falta de poda desequilibradas e prontas para tombar na primeira ventania.

 

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fev 25 2015

DESGASTE POLÍTICO

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DESGASTE POLÍTICO

As “paredes murmurantes” do Palácio Tiradentes, sede da prefeitura de Cabo Frio, reverberam que Demerval Soares está no salão azul, embora “agasalhado” está sem prestígio político. Segundo consta o desgaste ocorreu porque Demerval Soares contrariou interesses ligados ao vereador Vinícius Corrêa (PP), sobrinho do prefeito Alair Francisco (PP) e filho do secretário de fazenda.

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SOBRANDO OU FALTANDO “AGASALHOS”

Apesar de estar aparentemente fora do “governo sereníssimo”, o ex-secretário de desenvolvimento da cidade, o empresário Waldemir Mendes, tem circulado com muita desenvoltura na ultima semana, pelo departamento de recursos humanos da secretaria municipal de administração. As perguntas que não querem calar são: o que está acontecendo pra valer na secretaria? Sobrando ou faltando “agasalho”?

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fev 25 2015

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fev 25 2015

RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

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RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

Siricuticos

A condenação do prefeito de Cabo Frio por improbidade administrativa, pelo STJ, pela unanimidade dos desembargadores, provocou siricuticos em outros prefeitos da Região dos Lagos.

“Mídia agasalhada”

A “mídia agasalhada” primeiro aguardou o prefeito Alair Francisco dar a “desculpa esfarrapada” do dia e depois ao seu velho estilo passou a agressão, seguindo o estilo do “chefe”. A bajulação chega a este ponto.

“Privadas de ouro”

O “Caso das Privadas de Ouro”, no “governo sereníssimo” fez muita gente lembrar do “Escândalo do Banheiroduto”, na câmara de São Pedro da Aldeia, época em que governava Carlindo Filho.

Guerra da propaganda

Muitos “alairzistas” tem criticado a comunicação social do governo e a empresa de marketing contratada. Segundo esse “alairzistas roxos” o comunicação do governo está perdendo a guerra da propaganda para a oposição.

É ruim demais!

Os “alairzistas” esquecem que existe uma regra básica na propaganda “não se vende sabão grosso como Phebo”. O “governo sereníssimo” é muito ruim, o que é reconhecido até mesmo por integrantes do governo, com exceção é claro dos eternos puxa-sacos.

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fev 25 2015

REFRESCO – 2

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fev 25 2015

A ESCASSEZ DAS MENTES POLÍTICAS – Adriano Chagas

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Adriano Chagas (*)

A ESCASSEZ DAS MENTES POLÍTICAS

Todo o processo de extração tem como fim específico a retirada de recursos de um determinado local para suprir necessidades em outro, sendo assim tal procedimento apenas assola a origem em benefício do destino. Mas se no destino não souberem utilizar de maneira acurada tais recursos, a paisagem entre origem e destino não se diferenciará. Serão apenas assolações. As duas serão ruínas, a primeira porque de maneira descuidada não se cansa em mandar; e a segunda por sua ganância desmedida acreditando que as remessas não terão fim, segue apenas usando tais recursos e sem se preocupar com a manutenção não para de gastar.

Talvez por termos sido uma reserva extrativista durante longos séculos de Portugal, ainda hoje tenhamos a ideia de que só vale retirar e que a manutenção daquilo que dá não é necessária, haverá “para sempre”. Será?

A corte portuguesa sabia bem o que era gastar sem responsabilidade, incapaz de garantir mecanismos para a continuidade do luxo e da luxúria. Porém tudo tem um preço, que mesmo lançado na conta do povo, uma hora torna-se impossível de se pagar e aí as coisas dão o que dão.

Poder-se-á verificar, sem assombro, que os acontecimentos de hoje são como os de ontem, há 300 anos, nada mudou, o descaso e a falta de cuidado continuam a fazer parte da rotina daqueles que por obrigação da posição política que ocupam deveriam garantir o contínuo fluxo desses recursos, evitando a sua escassez.

A maior escassez que hoje nos atormenta é o político comprometido com o desenvolvimento de sua cidade, seja esta cidade a que fornece ou a que recebe recursos.

Nossas cidades vêm sofrendo há muitos anos com o descaso e o despreparo das gestões políticas, que “abrilhantaram e abrilhantam” as cadeiras de nossas repartições públicas.

Não bastassem, algumas destas cidades tem sido alvo de um crescimento alucinado e desmedido, fruto da incompreensão da gestão, que, preocupada com questões individuais, acaba por abandonar ações que visam melhorar a coletividade. Esse comportamento, fruto da precariedade intelectual, que deveria aproveitar as idas além continentes para agregar valor e inovação tecnológica à sua origem acaba por não ter efeito algum, é tratada como um mero passeio solo custeado pelos impostos.

Pode ser por conta disso que a infraestrutura urbana está cada vez mais maquiada, os recursos destinados para a pavimentação, água e saneamento, que, deveriam contemplar todas as áreas de uma determinada cidade, sobretudo a periferia, local este que sempre elegeu políticos de todos os “naipes”, acaba por chegar de maneira muito tímida a esses desafortunados, evidente, ora, se tudo estiver perfeitamente em ordem nas áreas periféricas o que poderá ser prometido no próximo pleito.

Bem diferente do que acontece no Velho Continente. A pavimentação na Europa parece coisa de outro planeta. Além de abrirem o chão, deixarem plano e batido, colocam, depois de todas as conexões instaladas, uma malha entrelaçada que receberá o concreto antes do asfalto final, ou seja, sabe quando que aquele asfalto vai quebrar? Quando Deus quiser! O gestor que lá realiza tal ação não está preocupado com seu rival ou se o mesmo vai fazer ou não, o importante é que suas obras fiquem para todo o sempre, e assim quase ficam. Economizam-se recursos.

A corrupção por lá, como aqui, tem níveis, não que se justifique, mas retirar da infraestrutura de sua cidade não é o forte deles. Onde também não o é na China, por lá o político corrupto é fuzilado.

E de nada adianta, em “ato de bravura”, sendo a intenção nobre, reduzir na própria folha, pois apesar da amnésia reinar na maioria das pessoas, os anos “dourados” foram suficientes para as gestões futuras poderem reinar sem nenhum centavo a ser recolhido, haja vista que na teoria já se acumulou o suficiente.

No entanto nunca é o suficiente, a Coroa era um ralo sem fim, de lá para cá pouca coisa mudou em nosso Brasil. Aqui se acredita que os recursos não vão acabar.

O petróleo teve seu repasse reduzido, no entanto seu passado foi tão soberbo que nada justifica culpá-lo por todos os cortes que se acreditam necessários. Coisa de político sevandija, amedrontado pelo diminuto cérebro.

O melhor político é aquele que sabe cuidar da origem dos recursos, para que o futuro, no seu destino, diferente de um estado de tristeza sombria, seja um conjunto de ações continuadas que visa o completo bem estar social, para que cada vez mais possa investir em desenvolvimento, ou seja, na educação, fonte fundamental de uma nação forte, para que tais cidades possam produzir intelectuais e cientistas que ficarão na história por seus contributos, gênios, inventos e Nobéis, somente assim poderemos nos orgulhar de nossos políticos, que serão nada mais que o reflexo de uma sociedade preparada, sem desconfiança, que só anda para frente, “pois para trás, nem para pegar impulso”.

Confio e mantenho a esperança de que homens descentes vão comandar a política e já vejo modestos lampejos de tais almas. Tomara que o futuro seja mais bem iluminado do que o presente, afinal não é a toa que “somos melhores que nossos antepassados”, trata-se de evolução natural.
“Espera-se, confiantemente, que esteja próximo o tempo em que o homem, por ignorância, não mais infligirá um sofrimento desnecessário sobre o homem; porque a maioria da humanidade se tornará esclarecida, e irá discernir claramente que ao agir assim inevitavelmente criará sofrimento a si própria.”
(Robert Owen, 1927)

E tenho certeza que a minha cidade, Cabo Frio, fará parte dessa história vencendo a escassez das mentes políticas.

(*) 18/02/2015.

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fev 24 2015

É HORA DE TER CORAGEM

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É HORA DE TER CORAGEM!

No “pacote” de medidas do prefeito de Cabo Frio faltaram coisas muito importantes, como: redução do número de portarias (cargos comissionados), rever a planilha de custos do lixo. Por que não fazer nova licitação? Por que ficar simplesmente renovando o contrato da empresa que hoje presta o serviço? Será que o “Sereníssimo” tão bravateiro, tem disposição e coragem pra tomar essas medidas?

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E A RETIRADA DE AREIA?

Para aumentar a arrecadação do município de Cabo Frio, o prefeito poderia cobrar e regulamentar a exploração de recursos minerais, como a retirada de areia do nosso município. Existem várias cidades no Brasil que tem uma grande arrecadação cobrando impostos desta atividade. Seria bem mais justo cobrar do grande empresário, que esfolar a população.

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fev 24 2015

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fev 24 2015

ECONOMIA DE GUERRA?

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ECONOMIA DE GUERRA?

O Doutor Prefeito de Cabo Frio pensa que pode dizer qualquer coisa e todo acredita. Que crise? O barril do petróleo está subindo e os analistas econômicos garantem, que vai se estabilizar e o dólar também está subindo. Portanto, não existe crise. É papo para esconder a incompetência de sua fracassada administração e pressionar os servidores públicos municipais. O prefeito precisa arrumar outra conversa, porque essa já cansou.

MUITO ENGRAÇADO

“… já determinei não pagar a qualquer funcionário sem que tenha o ponto deste sido enviado pelo setor competente”. (Alair Francisco)

Jornal do Totonho: Só agora? Rolava solto antes? É preciso explicar a população.

Conseguimos o que para alguns será impossível que foi fechar os ralos e as torneiras do desperdício e cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal” (Alair Francisco)

Jornal do Totonho: Ué já não tinha fechado o ralo do desperdício em setembro de 2013? Agora anuncia que vai fechar de novo?

FALTA SERIEDADE

Mais uma vez o prefeito de Cabo Frio trata de assunto sério, como a redução dos royalties, com propaganda enganosa, com falsos ajustes, como se fosse vítima. O momento exige que a cidade seja tratada com o mínimo de seriedade e competência. Ficar “jogando” para sua galera, sem fazer nada de concreto é a marca desse governo. Só acredita quem precisa receber portaria no final do mês.

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