jul 05 2015

MOBILIDADE URBANA – QUER DEBATER?

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Foto: Brasil Post.

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Iva Maria

Inaugurada em 28 de junho último, a faixa para bicicletas na principal Avenida de São Paulo, virou o símbolo maior dos grupos que pedem por uma mobilidade urbana mais inclusiva e humana. Está também na hora da imprensa abrir um acalorado debate sobre as políticas de Mobilidade Urbana na nossa Região, aliás, tema recorrente no “Programa Estação Notícias”. O que pensam os prefeitos da Região dos Lagos e Norte Fluminense sobre o assunto? A construção de ciclovias melhora a mobilidade na cidade? Vale a pena o investimento? Quem topa debater o tema comigo? Compartilhe!!!

 

 

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jul 04 2015

TRUBUTO A TOM JOBIM 2 – SUCESSO!

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SARA-DHY

O show Tributo a Tom Jobim – 2, realizado no Teatro Municipal Ináh de Azevedo Mureb, em Cabo Frio, foi um grande sucesso, reunindo a cantora Sarah Dhy e músicos tirando um som da maior qualidade, homenageando o maestro Tom Jobim. Cabo Frio está precisando de mais shows com este nível. Muito bom mesmo!

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jul 04 2015

ELEIÇÕES NO SEPE LAGOS: VITÓRIA DA CHAPA “AVANÇAR NA LUTA”

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SEPE-LAGOS-1

ELEIÇÕES NO SEPE LAGOS: VITÓRIA DA CHAPA “AVANÇAR NA LUTA”

As eleições para o Sepe – RJ e Sepe Lagos aconteceram nesse início de julho. Aqui no Sepe Lagos a vitória coube à chapa 4, “Avançar na Luta”, liderada pela professora Denise Teixeira, com 56,81% dos votos. Em seguida a chapa 6, com 36,09% e com 7,10%, a chapa 2. Segundo a organização política-administrativa do Sepe Lagos, todas as chapas vão compor a nova direção formada por 13 membros. A hegemonia vai caber à chapa “Avançar na Luta”, com 7, seguida pela “Chapa Quente” com 5 e “Por um “Sepe de Vitórias”, com 1.

 

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jul 04 2015

RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

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RABUGENTO-RINDO

O que vem por aí?

Em café no centro da cidade de Cabo Frio, Flávio Rosa, Franco e Chico Rangel uma animada conversa. Tema: sucessão de Alair Francisco (PP). O que vem por aí?

Cadê o dinheiro?

Prestadores de serviço da prefeitura de Cabo Frio, antes falando pelos cantos, agora pelos cotovelos, dizem que estão sem ver o “faz-me rir” desde o início do ano. Estão entrando na fase do desespero.

É muita chapa

As eleições no Sepe estão animadíssimas, com grande comparecimento. Para o Sepe-RJ estão concorrendo oito chapas e no Sepe Lagos, “apenas” quatro. É gente que não acaba mais.

Distância

A maior parte das chapas representam correntes político-partidárias, que usam os sindicatos para se fortalecerem dentro dos seus próprios partidos: cada vez mais distantes da grande massa dos professores.

CIRO

Ciro no PDT

O PDT vai receber a filiação de Ciro Gomes, festejada como grande conquista do partido. Muitos pedetistas namoram a volta do deputado Miro Teixeira, um dos mais importantes parlamentares do Congresso Nacional.

RJ

Na contramão

A propaganda eleitoral do PTB, controlado pela família do “mensaleiro” Roberto Jefferson, dá ânsia de vômito entre os brizolistas. O atual PTB contraria toda a herança Vargas, Brizola e Jango.

Implicância com o Jardim

O grande Jardim Esperança parece ser vítima de implicância do “alairzismo”: lixo por toda parte, Hospital Otime Cardoso dos Santos e o Ginásio Poliesportivo Vivaldo Barreto abandonados pela incúria administrativa.

Notícia & Análise

O jornalista Alessandro Teixeira e a professora de história Silvana Braga estão fazendo uma excelente dupla no blog www.alessandroteixeira.com.br: notícias quentes e boas análises políticas.

Disposição

O vereador Aquiles Barreto (SD) bem que tenta, mas não consegue ter cara da oposição em Cabo Frio: falta disposição para um embate mais forte no campo político. Para bater de frente com Alair Francisco (PP) tem que chegar junto.

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Líder do governo

Vinícius Corrêa (PP) cada vez se firma mais como líder de fato do “governo sereníssimo”, na “câmara do silêncio”. O vereador não recua dos embates com intestinos com Doutor Jasmin (PRB) e Alfredo Gonçalves (PV)

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jul 03 2015

RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

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RABUGENTO-RINDO

Sal & Luz

A Paróquia de Nossa Senhora da Assunção está relançando o jornal “Sal e Luz”, cuja periodicidade será mensal. O “Sal e Luz” traz na capa uma foto da Matriz Histórica de Nossa Senhora da Assunção, que está sendo restaurada.

JANIO-1

Subindo o tom

O deputado Janio Mendes (PDT) tem aumentado o tom de suas críticas ao governo do “Doutor” Alair Francisco (PP): o prefeito que não consegue dar certo. Não pega nem no tranco.

Sem controle

Os empreiteiros e prestadores de serviços à prefeitura de Cabo Frio estão preocupadíssimos. Não recebem faturas cuja longevidade é imensa e acreditam que o prefeito perdeu totalmente o controle sobre o governo.

Muita preocupação

Até mesmo os grandes empreiteiros, que não tinham motivos para se preocupar, estão nervosos, desesperançados com a falta de controle que verificam no governo: temem nunca mais ver a grana dos serviços prestados.

Que herança!

O próximo prefeito de Cabo Frio, seja ele quem for, vai enfrentar uma pedreira para administrar o município. A situação econômico-financeira está bastante deteriorada e a herança vai ser triste.

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jul 03 2015

A REJEIÇÃO É ENORME

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REJEITADO

Você teria dificuldade em identificar de quem são as seguintes afirmações?: “Nossos técnicos já estão trabalhando em projetos como a nova estação rodoviária, que será construída no bairro Manoel Corrêa, e também uma grande área no Guarani onde vamos construir prédios para instalar todas as secretarias”, e mais esta: “Vamos também construir 1.800 casas muito próximas à área onde será implantado o condomínio industrial e mais 900 casas em Tamoios. Ou seja, o morador terá mais emprego perto de casa. É outro momento de Cabo Frio, focado no desenvolvimento.” Sim, são frases cujos objetivos buscavam alcançar o efeito pirotécnico do momento. Embevecer os espectadores boquiabertos diante tanta onipotência. Mas o tempo é implacável e cobra de forma imperdoável a quem abusa de sua tolerância. Há pesquisa independente que aponta que o prefeito carro velho (há três anos é empurrado e não pega, e não tem como pegar mais) não chega hoje a 15% de aprovação da opinião pública. E a probabilidade é que a rejeição ao nome se mantenha solidificada.

 

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jul 03 2015

DE UM LADO…DE OUTRO

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Velho aliado do “Doutor” Alair Francisco (PP), o ex-prefeito de Arraial do Cabo e secretário de ordem pública de Cabo Frio, cumpre duas missões na cidade. De um lado, Renato Vianna (PR) procura aumentar a arrecadação, procurando beneficiar o amigo, que o agasalha com uma secretaria. De outro, se mantém por Cabo Frio, deixando o campo livre para o seu filho Renatinho Vianna, no Arraial do Cabo. Afinal, sua rejeição junto à opinião pública é muito grande e ele parece não querer atrapalhar politicamente a candidatura do seu filho a prefeito.

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jul 03 2015

BRIGA DE SECRETÁRIOS (mais uma)

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ALFREDO_RENATO

Para tentar defender o governo do “chefe” e também se defender, o secretário de esporte Alfredo Gonçalves, acusa o secretário de ordem pública, o cabista Renato Viana, de negligente, afirmando que a culpa pelo abandono e destruição do ginásio poliesportivo do Jardim Esperança é dele, é da guarda municipal, que não faz a vigilância do local. Porém promete que a prefeitura agora vai gastar mais de meio milhão de reais, dinheiro do contribuinte, lógico, para a recuperação do local.

 

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jul 03 2015

MARCELO NOGUEIRA DE ARAÚJO – ARQUITETO

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MARCELO_ARAUJO

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jul 03 2015

BUEIRO AFUNDADO

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BUEIRO

Ilustração

A falta de manutenção continua a ser o “calcanhar de Aquiles” do governo do “Doutor” Alair Francisco (PP). Na Rua das Pacas, no 2º Distrito de Tamoios, um bueiro afundado, que afunda cada vez mais em função da erosão, tem gerado muitos acidentes. Até agora a subprefeitura local, cuja eficiência é praticamente nenhuma, não deu o ar da graça, mas isso era esperado. Salve-se quem puder!

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jul 03 2015

TRIBUTO A TOM JOBIM

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TOM

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jul 03 2015

CASUÍSMO VERGONHOSO – Manoel Justino

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ARTIGOS_BORDO

MANOEL-JUSTINO-PENSATIVO

Manoel Justino

Lamento profundamente que os Deputados Federais, não levem em conta o pensamento dos cidadãos de sua região, de sua base política, para emitir o seu voto na Câmara Federal, sobre projetos polêmicos, e requer debates mais aprofundados.


Entendo que ao representar uma região, o deputado tem compromisso, não apenas com a opinião pública no cenário nacional, mas também o dever de consultar setores da sociedade civil de seu município sobre esses temas.


A manobra dos deputados favoráveis a redução da maior idade penal, em reverter o resultado uma votação contrária o que pensam sobre a matéria, usando um artifício regimental da Casa, configurando uma imposição, foi casuísmo, foi vergonhoso.

 

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jul 03 2015

PROFESSORA UNIVERSITÁRIA TROCA FÉRIAS POR DESAFIO ESPORTIVO INTERNACIONAL

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Lena Guimarães Ribeiro, de Arraial do Cabo, participa de um dos principais torneios mundiais de SUP, o M2O, no Havaí

Com o início das férias acadêmicas na Universidade Veiga de Almeida (UVA), a professora Lena Guimarães Ribeiro já comprou suas passagens para o Havaí. Mas ela não quer saber de descanso. Sua próxima missão inclui quatro provas em um dos principais torneios de Stand Up Paddle (SUP), a temporada havaiana de Downwind. A principal prova da competição, Molokai 2 Oahu Paddleboard World Championships, conhecida como M2O, acontecerá no dia 26, com a presença de cerca de 200 atletas do mundo inteiro.

Nos últimos meses, a rotina de aulas e provas nos cursos de Turismo e disciplinas da educação a distância da professora ganharam um ingrediente a mais: uma bateria de treinos variados, complementados por musculação e corrida. “O mais importante foi ficar remando por horas em um mar agitado, pois a prova principal deve durar cerca de 6 horas”, destaca Lena, que vive com a família em Arraial do Cabo. A atleta explica que a prova M2O consiste na travessia da ilha de Molokai para a ilha de Oahu, com 52 km de distância. “Nesse é o tipo de prova, o maior adversário é você mesmo. Fisicamente todos estão preparados, pois apenas atletas experientes participam; mas essa prova é mentalmente dura. Então, meu objetivo é completar a prova da melhor forma possível”, ressalta.

Disciplina

Assim como nos treinos, organização e disciplina fazem parte da rotina diária de Lena, que além de professora universitária e atleta, é mãe de dois garotos. “Acordo cedo, coloco meu filho mais velho para escola e vou treinar. Depois do treino, faço o dever de casa com o mais novo e levo ele para a natação. No período da tarde, preparo as aulas, trabalhos das disciplinas on line e outras demandas acadêmicas. À noite, sempre estou na Universidade”, resume. Quando não está à frente de uma turma, Lena – que é nutricionista, com mestrado em Nutrição Humana – assume o papel de aluna e senta-se ao lado dos colegas do curso de Educação Física, sua segunda graduação.

LENA

Das quadras para a água

Depois de muitos anos como atleta de handball, inclusive na seleção brasileira de juvenil, Lena descobriu o SUP e não parou mais. Desde 2012 participa de competições e já acumula importantes conquistas, entre elas: vice-campeã brasileira (2013 e 2014), campeã estadual, quinta colocada no Mundial pela Seleção Brasileira, bicampeã do Rei de Búzios e bicampeã do circuito Rei e Rainha do Mar.

A atleta acredita que patrocínio e mais oportunidades para modalidades que ainda não alcançaram a fama do futebol brasileiro são fundamentais para mudar o cenário esportivo nacional. “Temos atletas e equipes de ponta em outras modalidades, como surf, handebol de areia e canoagem, por exemplo, mas ninguém sabe”, pondera. Além do marido e treinador Américo Pinheiro, que também é atleta, Lena conta com o apoio de SIC Maui, Kialoa, A`Lua, CamelBak, WindHunter e Academia HC.

Informações: Acompanhe a rotina da atleta Lena Guimarães Ribeiro no Instagran “lenagribeiro” e no site www.americoelena.com

 

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jul 03 2015

NÔMADE ARTES GRÁFICAS

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jul 03 2015

VINTE ANOS DE ATRASO – Janio Mendes

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ARTIGOS_BORDO

JANIO-MENDES-5

Jânio Mendes

VINTE ANOS DE ATRASO.

Nos últimos dias, temos presenciado acontecimentos lamentáveis que mostram que a crise atinge à cidade de Cabo Frio de forma mais acentuada do que às outras cidades. Corte de energia, falta de medicamentos, atrasos de pagamentos, abandono de prédios e paralisação de obras e serviços públicos.

A crise de competência se evidencia quando comparamos com a realidade das cidades ao nosso redor. Em São Pedro da Aldeia, ao longo dos últimos anos, temos observado a chegada de grandes empresas como: Minas Rio, Havan, Atacadão, Renault e Forte Lar; além de se beneficiar da migração de empresas de Cabo Frio, tais como: Coca-Cola, Marbela, Boibom, Fiat e Prolagos.

Ou ainda, na declaração última do Prefeito de Macaé, publicada em artigo no jornal O Globo: “Nos primeiros quatro meses deste ano, nosso município teve superávit de R$ 20 milhões com recursos próprios. Perdeu R$ 80 milhões em royalties, como esperado, mas ganhou R$ 100 milhões em ISS, porque as empresas ligadas ao setor de petróleo vão permanecer na cidade. E outras virão. Nos últimos seis meses, Macaé atraiu quase R$ 1 bilhão em novos negócios.”

Ao contrário de tudo isso, o que vemos em Cabo Frio é o prefeito reclamar e culpar a tudo e a todos pela falência da cidade, sem ao menos ter a dignidade de reconhecer sua responsabilidade pelo fracassado projeto de 20 ANOS DE DOMINAÇÃO POLÍTICA – que, se lhes rendeu o monopólio do poder e enriquecimento pessoal, deixa o legado de fracasso político, administrativo e econômico para a cidade.

 

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jul 02 2015

RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

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RABUGENTO-RINDO

Canto do Forte abandonado

Conhecido por muita gente como o “Canto do Forte”, a área do Forte São Matheus e da Boca da Barra, está abandonada pela prefeitura de Cabo Frio: pichações, sujeira, bancos quebrados, de tudo um pouco. O descaso é geral.

CORRIMAO-1

Abandono é regra

É grande a insatisfação na área de turismo com o abandono em que se encontra a cidade, dificultando ainda mais o setor hoteleiro, que sofre com a crise na área de petróleo. O lixo não é mais privilégio dos bairros da periferia.

Tentando

A vitória dos servidores públicos municipais contra a administração do “Governo Sereníssimo” tem gosto especial: o prefeito de Cabo Frio tentou de todas as maneiras dividir as lideranças do funcionalismo. Não deu certo, mas ele continua tentando, tentando, tentando …..

É uma “brincadeira”

O pior nessa “brincadeira” toda é que tem gente, que ainda se dá ao trabalho de publicar as declarações do “Doutor” prefeito Alair Francisco (PP) como se elas tivessem algum contato, mesmo que extraterreno, com a realidade. É muita boa vontade!

Obscurantismo

O ex-prefeito Marquinho Mendes (PMDB) ontem, mais uma vez, votou com o seu líder (será espiritual) Eduardo Cunha (PMDB), na luta que o presidente da Câmara de Deputados Federais, trava contra os progressistas. É o mais puro obscurantismo.

Cafezinho frio

A popularidade do “prefeito sereníssimo” nas redes sociais da internet está literalmente caindo pelas tabelas. Basta ele publicar qualquer coisa, que os internautas caem de pau. O “prefeito sereníssimo” está enfrentando o “cafezinho frio” antes do tempo.

AUDIENCIA-PUBLICA

Segurança pública

O deputado Janio Mendes (PDT) participou na segunda-feira, 29, da Audiência Pública, na Câmara Municipal de Búzios, com a deputada Marta Rocha (PSD) e o comandante do 25º BPM, Rui França. A Audiência Pública, presidida pelo vereador Henrique Gomes (PP) tratou da questão da segurança pública, na cidade.

Que dupla!

O empresário Raminson Lopes e o ex-administrador do Forte São Matheus, em Cabo Frio, apareceram na prefeitura de Búzios. Querem ter um papo com o prefeito André Granado (PSC). O que estará acontecendo?

 

 

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jul 02 2015

NÔMADE ARTES GRÁFICAS

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jul 02 2015

ECUMENISMO EM DEFESA DA VIDA

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ARQUIDIOCESE

O Cardeal Dom Orani Tempesta, da Arquidiocese do Rio de Janeiro Dom Orani Tempesta recebeu em audiência os deputados Janio Mendes, Thiago Pampolha, Luis Paulo, Marcio Pacheco e Farid Abrãao. A pauta da reunião foi a defesa da vida e da família. Acompanharam a audiência o Pastor Zenóbio (Igreja Batista de Lagoinha – Niterói ) e Zezé (Movimento Pro-vida).

 

 

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jul 02 2015

TRIBUTO A TOM JOBIM

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TOM

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jul 02 2015

JORNAL NÁUTICO CONVÉS

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NAUTICO

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jul 02 2015

PLENÁRIA PREPARATÓRIA PARA PARTICIPAÇÃO NO FORUM DE CULTURA DE CABO FRIO

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MOVIMENTO-NEGRO

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jul 02 2015

INÉRCIA – Carlos Sepúlveda

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ARTIGOS_BORDO

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INÉRCIA.

 

       Não se pode afirmar, pelo menos até o presente momento, que a crise econômica atual seja a mais grave de nossa história. Não é — ainda.

Quem viveu a travessia dos anos 1985 até o surgimento do plano real teve de enfrentar  11 planos econômicos, um deles com direito a confisco de contas correntes, um abuso inimaginável mesmo para os padrões brasileiros. No entanto, sobrevivemos.

       Até a Grécia,  hoje vivendo momentos dramáticos, ainda não experimentou o que nos vivemos naqueles vinte anos. Nós, os maiores de 50 anos.

       Bem ou mal, sobrevivemos. Graças a um raro encontro entre as competências de um grupo de economistas brilhantes e o apoio da sociedade civil que percebeu os limites do perigo. Tudo isso, com a sintonia de políticos como Itamar Franco que, após o impedimento de Fernando Collor, teve a prudência de governar com modéstia e raro senso de oportunidade. Tudo isso é reconhecido por quem quer que estude aquele período.

       Lamentavelmente, por incompetência dos dois últimos governos, estamos em uma situação indesejável, embora muito distante do desastre daqueles vinte anos.

       Temos uma crise econômica severa mas não incurável. Estamos atravessando problemas de caixa, uma crise fiscal e uma correção de rumos. O ajuste ainda pode resultar em algo positivo, mas há que se cuidar de uma regra: a política.

       Numa democracia como a nossa, o Congresso é que decide, em última instância, o rumo da correção. Se não houver minimamente um consenso, o problema pode efetivamente se agravar.

       Há já uma luta, nem tão surda assim, pelo poder em 2018. Candidatos já se alinham e buscam afirmar lideranças. Lula, Aecio Neves e José Serra, este pelo PMDB(?), já não disfarçam suas posições. Dentro do Congresso, continuam votando leis que oneram as despesas que põem em cheque os rumos do ajuste.

       Agora mesmo, aproveitando-se de ausência da presidenta, o incansável Lula tratou de agir como se presidente fosse, sem a menor cerimônia. Falou demais, vociferou e não disse nada.

       De todo modo, se não houver um acordo mínimo entre os partidos, uma agenda mínima, vamos ficar muito parecidos com a Grécia, onde ninguém sabe exatamente o papel de joga na complexidade da crise, por isso não parece haver saídas.

       O Brasil precisa sair da inércia, precisa superar o tema da corrupção, prender quem delinquiu, e tocar o barco para frente.

       É preciso forçar um pouco o ambiente e isso só o povo na rua será capaz de fazer.

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jul 01 2015

ESTÁ NA HORA DE MUDAR!

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jul 01 2015

UM DIA INESQUECÍVEL

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ALAIR-SOZINHO

Alair, na Câmara de Deputados, discursando para ninguém.

25 de novembro de 2013 foi um dia inesquecível para o então deputado federal Paulo César. Ele levou a Brasília seu líder, o prefeito campeão (artilheiro do campeonato estadual dos condenados e processados pelo TJ), para que fosse homenageado na Câmara Federal. Naquela manhã, ao lado do prefeito campeão desfraldou a bandeira de Cabo Frio diante de um plenário vazio. Mas o que ele queria mesmo era registrar suas palavras para a história e declarou textualmente que seu líder “é um exemplo de figura pública e por isso foi eleito prefeito pela quarta vez e será, pela quinta vez, sem dúvida.” Veio 2014, perdeu a reeleição para a Câmara dos deputados, e agora quem está na dúvida é ele: o que fazer?, pois caiu na armadilha alairzista e não tem para onde ir, a não ser honrar sua palavra registrada nos anais da Câmara e pedir a benção todo o dia ao seu líder.

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jul 01 2015

CRÔNICAS DE UMA CIDADE (22)

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CRÔNICAS DE UMA CIDADE (22)

 

       Definitivamente,  FELIZÓPOLIS não se sente bem no inverno. Apesar da luminosidade e do azul profundo, o cidadão de nossa mui leal cidade se encolhe. Tudo por causa do frio.

       E assim, encolhida e melancólica, a cidade espera pelo verão, quando a vida volta intensa para o festival de praia, sol, multidão e sufoco, muito sufoco.

       No fundo, nossa população vive desta pulsação: inverno, vazio e triste; verão, eufórico e quentíssimo. Por isso, os estudiosos de nosso comportamento costumam dizer que vivemos numa cidade maníaco-depressiva. Na fase maníaca, muita euforia; na fase depressiva, uma tristeza sem razão.

       Como estamos agora no inverno, apesar do sol e do mar azul, estamos, também, tecnicamente, na fase depressiva, porque é inverno. É nessa hora que nosso povo começa a desconfiar de que há uma tristeza com razão. E a razão da tristeza todos já o sabemos: é a crise que se abateu sobre nós, crise cuja origem ninguém mais duvida: é a incapacidade dos nossos administradores em lidar com ela.

       Nesta altura dos acontecimentos, e pelo tempo em que a crise ronda nosso cotidiano, não parece haver outro juízo senão o da teimosia. Nosso Soberano Alcaide teima em tentar resolveu os problemas sem pedir a opinião de ninguém. Infelizmente, ele se julga o heroi solitário, o cara, o dono da bola, o bãbãbã.

       Apesar do enorme desgaste que este comportamento provoca, o responsável pelas soluções que o momento exige não ouve ninguém. Vai decidindo por conta e risco, sem buscar algum tipo de segunda opinião ou de algum conselho.

       Embora demonstre alguma coragem pessoal, não é disto que a cidade precisa. Não será com bravatas e com impropérios que se vai resolver uma crise como a que FELIZÓPOLIS vive. É com solidariedade, com humildade, com prudência e, sobretudo, com uma infinita boa vontade com que um verdadeiro líder age.

       Neste inverno, propício à reflexão e à busca do conhecimento, é que nossa gente desperta para o drama que vivemos.

       Quem sabe o Soberano Alcaide, do altíssimo de seu gigantesco ego, não baixa a bola e trabalha em conjunto?

       Há exemplos de outras cidades que se uniram em torno de uma liderança e conseguiram dar a volta por cima. Assim como há exemplos de fracasso, sobretudo quando não se buscam soluções consensuais, em que todos se sentem responsáveis.

       FELIZÓPOLIS não merece ser administrada pela teimosia e pelo rancor.

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jun 29 2015

PROCISSÃO MARÍTIMA DE SÃO PEDRO

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PROCISSAO-2

PROCISSAO

Organizada pela Colônia de Pesca de Cabo Frio, a procissão do padroeiro dos pescadores, São Pedro, coloriu o Canal do Itajuru neste domingo. Mesmo com a friaca, várias embarcações compareceram com sua bandeiras coloridas e grande animação. Um evento que poderia agregar valor ao turismo do município. O poder público não chegou nem de caíco para que o evento acontecesse. Salvo o “botinho” da guarda marítima com efetivo de dois tripulantes.

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jun 29 2015

RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

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RABUGENTO-RINDO

Sempre à míngua

A área de Cultura em Cabo Frio está sempre à míngua, especialmente de merrecas, mas não faltam vaidades feridas, textos inspirados em Paulo Coelho nas redes sociais e múltiplas homenagens a si próprios.

Novos rounds

O embate entre os grupos do teatrólogo José Facury, atual secretário de cultura e do cineasta e ex-secretário Milton Alencar, promete novos rounds, no cenário cultural de Cabo Frio. Chega a ser engraçado.

Pérolas

A “câmara do silêncio” em Cabo Frio está cada vez mais silenciosa e com posturas ainda mais conservadoras. Sua grande tarefa tem sido as moções de aplausos, colocação de quebra molas e outras pérolas do gênero.

Grande oportunidade

Muito bom o espaço que o deputado Marquinho Mendes (PMDB) tem na mídia cabofriense. Está aí uma excelente oportunidade para o deputado explicar os seus votos, acompanhando o deputado Eduardo Cunha (PMDB).

Só “Beijo no Coração”?

O deputado precisa explicar qual o rumo político que dá ao seu mandato. Não dá para ficar se escondendo dos temas que preocupam a população, em particular os trabalhadores. Esse papo de “beijo no coração” é muito raso. É preciso mais. Muito mais!

Representação do Psol

O Psol de Búzios anuncia através do blog da jornalista Beth Prata, que vai representar junto à justiça eleitoral contra o vereador Felipe Lopes e o jornal Primeira Hora. Motivo: o vereador teria se colocado na capa do jornal como candidato a prefeito.

Os pastores e as portarias

A ‘Marcha da Família’ não teve o impacto de outras oportunidades. Ao final da marcha especulava-se quantos pastores tinham cargos comissionados (portarias) na prefeitura de Cabo Frio. Tem muita gente na ‘Sala de Orações’ do Palácio Tiradentes.

Massa de manobra

Demonstração de força política para depois pressionar por gordas portarias e outras vantagens na estrutura de poder. Esse é o principal objetivo da ‘Marcha da Família’. As famílias propriamente ditas e os fiéis de um modo geral são apenas massa de manobra.

Reinauguração

O majestoso Parque Aquático de São Jacintho (com h é bem mais chique) foi reinaugurado mais uma vez. O seu proprietário poderia aproveitar a oportunidade para esclarecer a opinião pública se todas as licenças de funcionamento estão em dia. Afinal ……

Não abre mão

Apesar da crise de gestão do “Governo Sereníssimo”, o “Doutor” Alair não abre mão das bravatas e muito menos dos milhares de cargos comissionados, com os quais agasalha os parentes (portarias mais gordas) e os amigos do peito.

 

 

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jun 29 2015

GREVE DE ADVERTÊNCIA – 29 DE JUNHO

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UNIFICADA

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jun 29 2015

DOIS PESOS – DUAS MEDIDAS

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BABADE  ALAIR_12

O professor José Américo Trindade (Babade) tenta se aposentar, como tantos outros servidores públicos municipais de Cabo Frio, mas não consegue. O que intriga o professor e os outros servidores é que o “Doutor” Alair, o prefeito, foi aposentado pelo Ibascaf em apenas 24 horas, aposentadoria depois revogada pela justiça. O prefeito tentava se aposentar como advogado e servidor público e por incrível que pareça não era nem uma coisa, nem outra. Esse é o prefeito de Cabo Frio.

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jun 29 2015

DE OLHOS BEM ABERTOS

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OLHOS

DE OLHOS BEM ABERTOS

Ficou para esta segunda-feira, 29, durante a paralisação, a decisão dos servidores públicos municipais a respeito da proposta de 8,13% feita pela prefeitura de Cabo Frio. De uma hora para outra, o prefeito que havia dito, que não poderia melhorar a proposta do seu governo, mudou de ideia e deu aquela alisada no ego dos servidores, embora não tenha chegado a 13%. Agora, é ficar de olhos bem abertos para que o governo não deixe de pagar o retroativo desde abril e não divida a representação sindical, coisa que o prefeito vem tentando seguidamente, como é do seu estilo.

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jun 29 2015

TRIBUTO A TOM JOBIM – 03 DE JULHO – TEATRO MUNICIPAL INAH DE AZEVEDO MUREB

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TOM

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jun 29 2015

O CONTRA-SENSO COMUM – Boaventura de Sousa Santos

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boaventura

Boaventura de Sousa Santos

Vejamos 10 convicções que se vão tornando senso comum e que, por serem ilusórias e absurdas, constituem o novo contra-senso comum.

Em 1926, o poeta irlandês W.B. Yeats lamentava: “Falta convicção aos melhores enquanto os piores estão cheios de apaixonada intensidade”. Esta afirmação é mais verdadeira hoje que então. Admitamos por hipótese que os melhores no plano pessoal, moral, social e político são a maioria da população e que os piores são uma minoria. Como vivemos em democracia, não nos devia preocupar o fato de os piores estarem cheios de convicções que, precisamente por serem adotadas pelos piores, tenderão a ser perigosas ou prejudiciais para o bem-estar da sociedade. Afinal, em democracia são as maiorias que governam. A verdade é que hoje se vai generalizando a ideia de que as convicções que dominam na sociedade são as apaixonadamente subscritas pelos piores, e que isso é a causa ou a consequência de serem os piores que governam. A conclusão de que a democracia está sequestrada por minorias poderosas parece inescapável. Mas se aos melhores falta convicção, provavelmente também eles não estão convictos de que esta conclusão seja verdadeira, e por isso ser-lhes-á difícil mobilizarem-se contra tal sequestro da democracia. Torna-se, pois, urgente averiguar donde vem no nosso tempo a falta de convicção dos melhores.

A falta de convicção é a manifestação superficial de um mal-estar difuso e profundo. Decorre da suspeita de que o que se difunde como verdadeiro, evidente, e sem alternativa, de facto, não o é. Dada a intensidade da difusão, torna-se quase impossível ao cidadão comum confirmar a suspeita e, na ausência de confirmação, os melhores ficam paralisados na dúvida honesta. A força desta dúvida manifesta-se como aparente falta de convicção. Para confirmar a suspeita teria o cidadão comum de recorrer a conhecimentos a que não tem acesso e que não vê divulgados na opinião publicada, porque também esta está ao serviço dos piores. Vejamos algumas das convicções que se vão tornando senso comum e que, por serem ilusórias e absurdas, constituem o novo contra-senso comum:

A desigualdade social é o outro lado da autonomia individual. Pelo contrário, para além de certos limites a desigualdade social permite aos que estão nos escalões mais altos alterar as regras de jogo de modo a controlar as opções de vida dos que estão nos escalões mais baixos. Só é autónomo quem tem condições para o ser. Para o desempregado sem subsídio de desemprego, o pensionista empobrecido, o trabalhador precário, o jovem obrigado a emigrar, a autonomia é um insulto cruel.

O Estado é por natureza mau administrador. Muitos Estados (europeus, por exemplo) dos últimos cinquenta anos provam o contrário. Se o Estado fosse por natureza mau administrador não seria tantas vezes chamado a resolver as crises econômicas e financeiras provocadas pela má gestão privada da economia e da sociedade. O Estado é considerado mau administrador sempre que pretende administrar sectores da vida social onde o capital vê oportunidades de lucro. O Estado só é verdadeiramente mau administrador quando os que o controlam conseguem impunemente pô-lo ao serviço dos seus interesses particulares por via do fanatismo ideológico, da corrupção e do abuso de poder.

As privatizações permitem eficiência que se traduz em vantagens para os consumidores. As privatizações podem ou não gerar eficiência, sendo sempre de questionar o que se entende por eficiência, que relação deve ter com outros valores e a quem serve. As privatizações dos serviços 3 públicos quase sempre se traduzem em aumentos de tarifas, seja dos transportes, da água ou da eletricidade. As privatizações de serviços essenciais (saúde, educação, previdência social) traduzem-se na exclusão social dos cidadãos que não podem pagar os serviços. Se o privado fosse mais eficiente, as parcerias público-privadas ter-se-iam traduzido em ganhos para o interesse público, o contrário do que tem acontecido. O ludíbrio da proclamada excelência do sector privado em comparação com o sector público atinge o paroxismo quando uma empresa do sector público de um dado Estado é vendida a uma entidade pública de um outro Estado, como aconteceu recentemente em Portugal no sector da eletricidade, vendido a uma empresa pública chinesa, ou quando a aquisição de um bem público estratégico por um investidor de um país estrangeiro pode ser financiada por um banco estatal desse país, como acontece no caso da venda em curso da companhia aérea, TAP, com o possível financiamento da compra do investidor brasileiro por parte do banco estatal brasileiro BNDES.

A liberalização do comércio permite criar riqueza, aumentar o emprego e beneficiar os consumidores. Tal como tem vindo a ser negociada, a liberalização do comércio concentra a riqueza que cria (quando cria) numa pequeníssima minoria enquanto os trabalhadores perdem emprego, sobretudo o emprego decentemente remunerado e com direitos sociais. Nas grandes empresas norte-americanas que promovem a liberalização os diretores executivos, CEOs, ganham 300 vezes o salário medio dos trabalhadores da empresa. Por outro lado, as leis nacionais que protegem consumidores, saúde pública e meio ambiente serão consideradas obstáculos ao comércio e, nessa base, postas em causa e provavelmente eliminadas. Estão em curso três grandes tratados de livre comércio: a Parceria Trans-Pacífico (TPP, na sigla em inglês), Acordo de Comércio de Serviços (TiSA), Pareceria Trans-Atlântica de Comércio e Investimento 4 (TTIP). Pelas razões acima, cresce nos EUA (e na Europa, no caso do TTIP) a oposição a estes tratados.

A distinção entre esquerda e direita já não faz sentido porque os imperativos globais da governação são incontornáveis e porque a alternativa a eles é o caos social. Enquanto houver desigualdade injusta e discriminação social (e uma e outra têm vindo a aumentar nas últimas décadas), a distinção faz todo o sentido. Quando se diz que a distinção não faz sentido só a existência da esquerda é posta em causa, nunca a da direita. Sectores importantes da esquerda (partidos socialistas) caíram na armadilha deste contra-senso comum, e é urgente que se libertem dela. Os “imperativos globais” só não permitem alternativas até serem obrigados a isso pela resistência organizada dos cidadãos.

A política de austeridade visa sanear a economia, diminuir a dívida e pôr o país a crescer. Nos últimos trinta anos, nenhum país sujeito ao ajustamento estrutural conseguiu tais objetivos. Os resgates têm sido feitos no exclusivo interesse dos credores, muitos deles especuladores sem escrúpulos. É por isso que os ministros que aplicam “com êxito” as políticas de austeridade são frequentemente contratados pelos grandes agentes financeiros e pelas instituições ao seu serviço (FMI e Banco Mundial) quando abandonam as funções de governo.

Portugal é um caso de sucesso; não é a Grécia. Este é o maior insulto aos melhores (a grande maioria dos portugueses). Basta ler os relatórios do FMI para saber o que está reservado a Portugal depois de a Grécia ser saqueada. Mais cortes nas pensões, mais redução de salários e mais precarização do emprego serão exigidos e nunca serão suficientes. Os “cofres cheios” apregoados pelo atual governo conservador português são para esvaziar ao primeiro espirro especulativo. 5

Portugal é um país desenvolvido. Não é verdade. Portugal é um país de desenvolvimento intermédio no sistema mundial, uma condição que dura há séculos. Foi essa condição que fez com que Portugal fosse simultaneamente o centro de um vasto império e uma colônia informal da Inglaterra. Devido à mesma condição, as colônias e ex-colônias têm por vezes desempenhado um papel decisivo no resgate da metrópole. Tal como o Brasil resgatou a independência portuguesa no tempo das invasões napoleónicas, o investimento de uma ex-colónia (Angola) vai hoje tomando conta de sectores estratégicos da economia da ex-metrópole. Nos últimos trinta anos, a integração na UE criou a ilusão de que Portugal (e a Espanha e a Grécia) podia ultrapassar essa condição semi-periférica. O modo como a atual crise financeira e económica está a ser “resolvida” mostra que a ilusão se desfez. Portugal está ser tratado como um país que se deve resignar à sua condição subalterna. Os portugueses devem contribuir para o bem-estar dos turistas do Norte, mas devem contentar-se com o mal-estar do trabalho sem direitos, da crescente desigualdade social, das pensões públicas desvalorizadas e sujeitas a constante incerteza, e da educação e saúde públicas reduzidas à condição de programas pobres para pobres. O objetivo principal da intervenção da troika foi o de baixar o patamar de proteção social para criar as condições para um novo ciclo de acumulação de capital mais rentável, ou seja, um ciclo em que os trabalhadores ganharão menos que antes e os grandes empresários (não os pequenos) ganharão mais que antes.

A democracia é o governo das maiorias. Esse é o ideal mas na prática quase nunca foi assim. Primeiro, impediu-se que a maioria tivesse direito de voto (restrições ao sufrágio). Depois, procurou-se por vários mecanismos que a maioria não votasse (restrições fácticas ao exercício do voto: voto em dia de trabalho, intimidação para não votar, custos dos transportes para exercer direito de voto, etc.) ou votasse contra os seus 6 interesses (propaganda enganosa, manipulação mediática, indução de medo face às consequências do voto, sondagens enviesadas, compra de votos, interferência externa). Nos últimos trinta anos, o poder do dinheiro passou a condicionar decisivamente o processo democrático, nomeadamente através do financiamento dos partidos e da corrupção endêmica. Nalguns países a democracia tem vindo a ser sequestrada por plutocratas e cleptocratas. O caso paradigmático são os EUA. E alguém pode afirmar de boa fé que o atual congresso brasileiro representa os interesses da maioria dos brasileiros?

A Europa é o continente da paz, da democracia e da solidariedade. Nos últimos cento e cinquenta anos, a Europa foi o continente mais violento e aquele em que os conflitos causaram mais mortes: duas guerras mundiais, ambas causadas pela prepotência alemã, o holocausto, e os genocídios e massacres cometidos nas colónias de África e da Ásia. O preconceito colonial com que a Europa continua a olhar o mundo não europeu (incluindo as outras Europas dentro da Europa) torna impossíveis os diálogos verdadeiramente interculturais, esses sim, geradores de paz, democracia e solidariedade. Os valores europeus do cristianismo, da democracia e da solidariedade são em teoria generosos (mesmo se etnocêntricos), mas têm sido frequentemente usados para justificar agressões imperialistas, xenofobia, racismo e islamofobia. O modo como a crise financeira da Europa do Sul tem sido “resolvida”, o vasto cemitério líquido em que se transformou o Mediterrâneo, o crescimento da extrema-direita em vários países da Europa são o desmentido dos valores europeus. Na Europa, como no mundo em geral, a paz, a democracia e a solidariedade, quando são apenas um discurso de valores, visam ocultar as realidades que os contradizem. Para serem vivências e formas de sociabilidade e de política concretas têm de ser 7 conquistadas por via de lutas sociais contra os inimigos da paz, da democracia e da solidariedade.

 

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jun 29 2015

BAHIA – Gilberto Freyre

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CRO_E_POE_VERDE

GILBERTO-FREYRE

Gilberto Freyre (*)

BAHIA
Bahia de todos os santos (e de quase todos os pecados)
casas trepadas umas por cima das outras
como um grupo de gente se espremendo
p’ra sair num retrato de revista ou jornal
igrejas gordas (as de Pernambuco são mais magras)
toda a Bahia é uma maternal cidade gorda
como se dos ventres empinados dos seus montes
dos quais saíram tantas cidades do Brasil
inda outras estivessem p’ra sair.

ar mole oleoso com cheiro de comida
automóveis a 30$ a hora
e um “Ford” todo osso sobe qualquer ladeira
saltando, pulando, tilintando
p’ra depois escorrer sobre o asfalto novo
que branqueja como dentadura postiça
entre as casas velhas

gente da Bahia!
preta, parda, roxa, morena
cor de bons jacarandás de engenho
do Brasil
(madeira que cupim não rói)
sem caras cor de fiambre
nem rostos cor de peru frio
sem borrões de manteiga francesa
(cabelo ruivo de inglês e de alemão)
Bahia ardendo de cores quentes
carnes mornas gostos picantes

eu detesto teus oradores, Bahia de todos os santos,
teus ruys barbosas teus otávios mangabeiras
mas gosto dos teus angus e das tuas mulatas
tabuleiros flores de papel candieirinhos
tudo à sombra das tuas igrejas
todas cheias de anjos bochechudos
sãojoões, sãojosés, meninozinhos-Deus
e com senhoras gordas se confessando
a frades mais magros do que eu
(o padre reprimido que há em mim
se exalta diante de ti, Bahia
e perdoa suas superstições
teu comércio de medidas de Nossa Senhora
e de Nossos Senhores do Bonfim)
negras velhas da Bahia
vendendo mingau e vendendo angu
negras velhas de xale encarnado
e de mole peito caído
mães das mulatas mais quentes do Brasil
mulatas do gordo peito em bico
como p’ra dar de mamar
a tudo quanto é menino do Brasil
Bahia de quase todos os pecados
escorrediça lama de carne
ranger de camas de lona
sob corpos ardendo, suando de gozo
moquecas da preta Eva
caruru vatapá azeite de dendê
cachos de gordas bananas
balaios de enormes laranjas
bacharéis de pince-nês
gênios de Sergipe
bonecas de pano
mulatos de fraque
estudantes de medicina
chapéus do Chile
botinas de elástico
mulatinhos de fala fina
literatos que tomam a sério Mário Pinto Serva
requintados que lêem Guilherme de Almeida e Menotti del Picchia

patriotas que dão viva ao sr. Pedro Lago
chegado do Rio pelo Ruy Barbosa
e outros com saudade do doutor Seabra

Bahia
um dia voltarei com vagar ao teu seio brasileiro
ao teu quente seio brasileiro
às tuas igrejas cheirando a incenso
aos teus tabuleiros escancarados em X
(esse X é o futuro do Brasil)
e cheirando a mingau e a angu.

 (*) Projeto Releituras.

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jun 29 2015

JORNAL NÁUTICO CONVÉS

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NAUTICO

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jun 29 2015

PLENÁRIA PREPARATÓRIA PARA PARTICIPAÇÃO NO FÓRUM DE CULTURA DE CABO FRIO.

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MOVIMENTO-NEGRO

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jun 27 2015

RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

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RABUGENTO-RINDO

Baixo nível

Muita gente reclama do baixo nível, dos bajuladores do “alairzismo”, nas redes sociais da internet, especialmente no Facebook. Ora, é uma reclamação inócua, afinal, esperar o que do “alairzismo”?

Na cartilha …

Os setores conservadores e até mesmo reacionários, na Região dos Lagos, não podem estar descontentes com o deputado Marquinho Mendes (PMDB). Ele vota certinho dentro da cartilha conservadora e entreguista do deputado Eduardo Cunha (PMDB).

Assanhamento

Será que em algum momento o governo do “Doutor” Alair vai discutir a questão do lixo, em Cabo Frio? Como? Tem condições? A mesma pergunta tem que ser feita aos amigos de Marquinho Mendes, que costumam se assanhar nesta hora.

Lixo & Desinformação

Os dois, Alair e Marquinho não mexem substancialmente na questão do lixo: os compromissos são muitos. A sociedade, desinformada, não se interessa pelo assunto: quer apenas que o lixo saia da porta de sua casa.

Saúde: Alair não entende nada

A “câmara do silêncio” continua sem dar conta de nada na cidade. O caos na área de saúde pública, agravado pela administração do prefeito, que nada entende do assunto, não comove os vereadores. O prefeito sabe com quem trata.

 

 

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jun 27 2015

GREVE DE ADVERTÊNCIA

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UNIFICADA

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jun 27 2015

PARA NÃO PASSAR EM BRANCO

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CORAL

Os 400 anos da cidade de Cabo Frio vão sendo comemorados de forma rarefeita, mesmo esquálida, sem qualquer criatividade e também sem orçamento. Portanto, quando acontece um evento tem que se colocar “as mãos para céu”. O maestro Rui Capdeville com os corais “Rainha Assunta” e “Cantavento” dá a sua colaboração para que os 400 anos não passem absolutamente em branco. Será que até o final do ano a prefeitura vai recuperar pelos um monumento histórico da cidade?

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jun 27 2015

VELHA GUARDA

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VELHA-GUARDA

O prefeito de Cabo Frio é da velha guarda mesmo, pois é com ações pra lá de antigas e por si só manjadas, tenta dividir o movimento dos servidores públicos municipais. O prefeito, que vive momento de grande impopularidade, tenta de todas as maneiras evitar nova paralisação dos servidores, o que aumenta ainda mais o seu desgaste. Mesmo na “câmara do silêncio” começa a se ouvir murmúrios de descontentamento com o “Governo Sereníssimo”.

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jun 27 2015

TRIBUTO A TOM JOBIM – 03 DE JULHO

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TOM

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jun 27 2015

TOUR PELA JOAQUIM NOGUEIRA

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GUINESS

O cidadão precisa fazer um tour pela Avenida Joaquim Nogueira e constatar a qualidade da obra que o prefeito paraguayo realizou. É para entrar para o Guiness Book da Farra com o Dinheiro Público. Uma obra que levou dois anos para ser concluída (mas que não foi concluída), deixou asfalto quebrado com a entrada das ruas pelo lado direito na terra (antes tinham asfalto ou paralelo), e ao custo – veja só, cidadão – de R$ 10 milhões. Assim, pode-se calcular que cada vaga de carro criada no centro da pista da Avenida ficou pela bagatela equivalente ao preço de um carro popular. Se o prefeito paraguayo dá a sua assinatura naquela obra da Avenida Joaquim Nogueira, que é para todo mundo ver, que monstrengos não serão produzidos quando ele assina o que gente não vê.

 

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jun 27 2015

O ASSASSINO E O PROFETA – Guillaume Prévost

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DICAS_VERDE

LIVRO-1

Jerusalém, ano 6 d.C. As legiões romanas estão na Cidade Santa. Sacrilégio para os judeus… Enquanto os dirigentes religiosos divergem sobre a conduta a adotar diante do invasor, o chefe dos fariseus é assassinado a sete dias da Páscoa. Costurado em sua boca, um estranho pergaminho anuncia uma terrível punição divina contra Israel. Os principais suspeitos são os saduceus, seus rivais por mais de um século.

Algumas horas depois, o chefe dos saduceus, o sumo sacerdote do Templo, também é assassinado. Em sua boca, a continuação da profecia: a vinda do Salvador ou o caos. Nem fariseu nem saduceu: quem é o assassino? De onde vem essa perturbadora profecia?

Fílon de Alexandria, jovem filósofo judeu, lança-se nos rastros do misterioso assassino. Ele tem apenas sete dias para impedir o impensável: um crime que poderia mudar a História.

Das suntuosas cerimônias do Templo às infames masmorras da legião romana, um thriller de tirar o fôlego no coração de uma Palestina ardente e atormentada.

Do mesmo autor de Os sete crimes de Roma.

 

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jun 27 2015

BÚZIOS: DEBATE SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA

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A questão da segurança pública é cada vez mais uma preocupação de todas as áreas urbanas do país, independente do tamanho da cidade. Os recentes acontecimentos em Búzios apressaram e aprofundaram a necessidade de realizar esse debate, daí a Audiência Pública articulada pelo presidente da Câmara, Henrique Gomes (PP). A Audiência Pública acontece na próxima segunda-feira, 29, a partir das 18 horas, no plenário da Câmara e deve contar com a presença multipartidária dos deputados Janio Mendes, Marta Rocha e Júlio Lopes.

 

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jun 27 2015

O PERIGO DA INTOLERÂNCIA – Carlos Sepúlveda

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ARTIGOS_VERDE

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Carlos Sepúlveda

O PERIGO DA INTOLERÂNCIA.

 

Não bastam os exemplos de intolerância racial nos Estados Unidos ou a intolerância social contra as centenas de milhares de refugiados na Europa, cujo sonho é quase um direito: eles querem tornar-se imigrantes humanizados.

       Desgraçadamente, desde a queda o muro de Berlim, símbolo do fim das utopias, parece não haver mais o menor pudor em se declarar reacionário e assumir as mais nocivas pautas com que se mortificam as minorias. A direita fascista ( não é um oximoro) não costuma perdoar.

       Uma das razões para o fenômeno é que tem havido um deslocamento radical entre os preceitos da tolerância e o exercício infame do conservadorismo radical e feroz.

       Estas constatações não são ignoradas por ninguém que tenha estudado o mundo no século XX. O maior símbolo do século foi o Estado Nazifascista, verdadeiro império da violência, momento em que a civilizada Europa escreveu sua História da Infâmia.

       E assim seguimos, desde então, a sugerir políticas segregacionistas mais ou menos disfarçadas. Houve momentos, como o fim da Segunda Guerra, por força do testemunho do extermínio de judeus e outras etnias, em que um leve e tênue rubor aparecia no rosto de um ou outro cidadão ao referir-se ao fato, No entanto, como demonstram certos filmes e romances, houve quem dissesse, em alto e bom som, de Praga a Paris,  que “ aqueles judeus imundos não precisavam voltar para  casa”.

       É que, no fundo, a vergonha pela tragédia foi antes expressa pela geração que não fez a guerra, e não pelos velhos combatentes sem qualquer glória, que não só fizeram a guerra como também patrocinaram as carnificinas..

       É hoje muito difícil, se o leitor vive naqueles países que praticaram a banalidade do mal, ver alguém sinceramente magoado com sua própria história. A lei do silêncio funcionou adequadamente. Raros foram os intelectuais, como Sarte, por exemplo, que ousaram contestar a hipocrisia de quem pretendeu fazer do esquecimento uma bandeira patriótica.

       Em meio a este contraste, o Brasil conseguiu se tornar um país com fama de tolerante, em parte graças ao arco-íris multicultural com que aprendemos a conviver.

       No entanto, ao estimar as manifestações de rua e, sobretudo, as ofensas nas redes sociais, nossa tolerância não passou de um ralo perfume de humanidade.

       Estamos assistindo a um vergonhoso espetáculo de exclusões, de violência simbólica e, até mesmo, de intolerância religiosa, como foi recentemente divulgado pela mídia.

       Quem se dedica ao estudo dessas manifestações já vem dizendo que nossa tolerância só acontece entre iguais, entre os que coabitam a mesma classe social. Na língua do povo, continuamos a afirmar que “ manda quem pode e obedece quem tem juízo”, “quem nasceu para lagartixa nunca chega a jacaré”, “eles que são brancos que se entendam”, etc. Acredito que se possa editar um pequeno manual de sobrevivência para uma sociedade intolerante.

       As últimas eleições, infelizmente, despertaram o monstro da violência entre irmãos. A disputa PT x PSDB é hoje o paradigma da intolerância que pode custar muito ao país.

       Não vamos sair dessa crise sem a tolerância e a capacidade de superar interesses menores e reconquistar a Utopia que Lula declarou faltar ao PT.

       Não posso avaliar os níveis de sinceridade de suas recentes declarações, mas posso fazer coro com os que se sentiram aliviados com elas, na medida em que soam como uma trégua.

       Quem sabe?

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jun 26 2015

SILAS, O HABILIDOSO BAIXOU A BOLA

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SILAS, O HABILIDOSO

Conhecido como político habilidoso, capaz de costurar alianças, das mais improváveis, para atingir seus objetivos, o vice-prefeito de Cabo Frio, Silas Bento (PSDB) anda de olho apurado nas pesquisas quantitativas e qualitativas, que rolam pela cidade. Não é por acaso, portanto, que anda ressabiado com o governo do qual faz parte, do qual apesar das juras de amor eterno pode se afastar. O deputado Eduardo Cunha (PMDB) não é nome de viaduto, mas pode ser a ponte, que leve o vice para outras esferas políticas e eleitorais.

O HABILIDOSO BAIXOU A BOLA

O vice-prefeito de Cabo Frio, Silas Bento (PSDB) alardeou “mundos e fundos” antes das eleições para a Assembleia Legislativa, como se a eleição já estivesse no papo. Conseguiu o adiposo, mas nefasto apoio do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), mas o resultado das eleições não lhe deu o número de votos necessários para chegar a Alerj, deixando-o meio descadeirado politicamente. Antes e durante as eleições queixava-se demais do prefeito Alair Francisco (PP), mas como os resultados não foram exatamente os esperados, o vice-prefeito aquietou-se. Com a proximidade das eleições municipais tudo deve voltar a remexer.

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