dez 05 2016

QUEM FISCALIZA O QUÊ?

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EDITORIAL

QUEM FISCALIZA O QUÊ?

Tamanha é a tristeza nesses dias de anomia e anencefalia, que tomaram conta de Cabo Frio, que ao nosso pequeno espaço só resta saldar a vida com poemas de Ferreira Gullar e João Cabral de Mello Neto, que desvendaram a cor das palavras brasileiras. Aqui na mistura do vermelho, com o azul turquesa das águas da nossa Praia do Forte, cabe o lamento, o choro, a indignação e a pergunta, que faz o título desse pequeno e pobre texto incapaz de expressar esses tempos: quem fiscaliza o quê?


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dez 05 2016

CANÇÃO DE PREFERÊNCIA – Ferreira Gullar

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CRÔNICA E POESIA VERMELHO

F1

CANÇÃO DE PREFERÊNCIA

Ferreira Gullar

Não quero teus seios túmidos

de desejos maternais.
Se teus seios são redondos,
há muitos outros iguais.

Não quero teus lábios úmidos
(beijos, carícias, corais).
Se teus lábios são vermelhos,
existem lábios iguais.

Não desejo teus cabelos
– lembranças de vendavais –
Se teus cabelos são belos,
sei de cabelos iguais.

Não, não desejo teu corpo
de contornos sugestivos,
de braços, de tudo o mais…

Só quero teus olhos – teus
olhos sem adjetivos
– teus olhos originais!

 


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dez 05 2016

AS ANTAS

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ANTA

AS ANTAS

Meia dúzia de gatos pingados se concentrou na Praça Porto Rocha, em Cabo Frio, no Dia de Combate a Corrupção, patrocinado pelos Irmãos Marinho, através das Organizações Globo. Ah! Não esqueceram de vestir as camisas amarelas da corrupta CBF, de Marins e Marco Polo Del Moro. Segundo fontes fidedignas os manifestantes pretendem escolher um animal da fauna brasileira como símbolo do movimento. Ganha disparado a ANTA.


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dez 05 2016

PASSAGEM – André Luiz Campos.

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ANDRE-LUIZ-CAMPOS


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dez 05 2016

CADERNO DE POLÍTICA

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POLITICA

Como aconteceu?

Como aconteceu? O Sepe Lagos está conversando, em separado, com a possível secretária municipal de educação, a professora Laura Barreto, que, obviamente representa política e administrativamente o possível futuro prefeito, deputado ortopedista Marcos da Rocha Mendes (PMDB). O “possível” ainda aguarda a decisão oficial do TSE e por enquanto não é prefeito de Cabo Frio. Após a iniciativa do Sepe Lagos, como ficam o Sindicaf e o Sindmed e ainda a associação municipal dos servidores aposentados?

Cobertura grotesca e melodramática.

A Globo não perdeu a oportunidade e fez uma cobertura grotesca, melodramática, buscando as lágrimas, os detalhes sórdidos para alavancar a audiência. Não se discutiu um mísero ponto do fato dos jogadores terem sido transportados como gado e o acidente ter sido resultado dessa gritante irresponsabilidade.

MOACIR_CABRAL3

O Garoto de São Fidélis.

Serelepe e saltitante o editor sênior da Folha dos Lagos, o sempre inquieto Cabral, o Moacir, também chamado de “Garoto de São Fidélis” está contando os dias para o  réveillon e adora os presentes que recebe todas as manhãs: beijos no coração!

FREUD

Só Freud explica – 1

Grande parte do pessoal, que, nas redes sociais da Internet pede até mesmo a prisão do prefeito Alair Francisco Corrêa (PP) é constituída de gente que votou nele. Pelos dados a disposição sabia que era uma tragédia anunciada, mas mesmo assim os eleitores deram ao “sereníssimo” 18 mil votos de frente. Ora, do que se trata? Síndrome de São Tomé? Masoquismo?

Só Freud explica – 2

Em sua grande maioria, esse mesmo pessoal votou em Marcos da Rocha Mendes (PMDB) que, junto com o “sereníssimo” é responsável pelos 20 anos de desperdício dos royalties do petróleo e a degradação da cultura, meio ambiente e da qualidade de vida no município. Vontade continuada de sofrer?

 DIRLEI_PEREIRA_6

Dirlei Pereira em Casimiro de Abreu

O ex-vereador e secretário do “governo sereníssimo”, o multifacetado Dirlei Pereira deve ocupar cadeira no secretariado de Paulo Dames (PSB), no vizinho município de Casimiro de Abreu. Dirlei conta com o apoio de conhecido empresário da região, que contribui para impedir que entre areia nos sonhos do político cabofriense. Dirlei está agasalhado!

MANOEL-JUSTINO-0

Escondendo o jogo

Na tarde de sábado, o ex-vereador Manoel Justino passou rapidamente pelo “Parada Obrigatória”, na Praça Porto Rocha. O ex-vereador apoiou a candidatura do deputado Marquinho Mendes (PMDB), mas se recusou a revelar o nome do seu voto para vereador entre os citados na mesa: Vinícius Corrêa, Jefferson Vidal e Miguel Alencar. Há quem diga que a coluna “Caderno de Política” deu a dica.

Briga de foice

O ex-vereador Manoel Justino divide com Margareth Ferreira os tradicionais espaços políticos dentro do Movimento Negro, em Cabo Frio. Como Marcos da Rocha Mendes (PMDB) diz que não aceita nomear ninguém sem o respaldo das instituições do Movimento Negro, a questão ainda está pendente. Resta saber quais as forças políticas hegemônicas dentro do movimento e como vai se dar o seu encaixe na estrutura política do próximo prefeito do município. João Félix é alternativa?

LIVRO-ROTEIRO-HISTORICO-CABO-FRIO

Roteiro Histórico da Cidade de Cabo Frio.

No Charitas acontece nos dias 6 e 9, às 14h e 18h, respectivamente, o lançamento do livro “Roteiro Histórico da Cidade de Cabo Frio” de Acioli Júnior.

 MARLIN

Marlin de ouro.

O Marlin de Ouro viajou durante 4 anos por todas as correntes do Atlântico e está de volta ao mar de Cabo Frio. O Marlin de Ouro aguarda na boca da barra o 1º de janeiro, com a posse do novo prefeito, para nadar de braçadas no Canal do Itajuru. Quer voltar ao Boulevard Canal.

LUIZ-CLAUDIO-1

Foto: Fábio Neves.

Sentou e ficou!

Lenda viva cabofriense, do comércio de jornais e revistas, Luiz Cláudio assustado com a onda de furtos dos bancos nas praças da cidade, sentou e ameaça não sair mais do lugar. Está tomando conta e acaba virando estátua.


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dez 05 2016

SEPARADOS …..NA MATERNIDADE

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dez 05 2016

REFLEXÕES DE FIDEL

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ARTIGO VERMELHO

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F

REFLEXÕES DE FIDEL

Mandela morreu. Por que ocultar a verdade sobre o apartheid?

TALVEZ o império acreditou que nosso povo não honraria sua palavra quando, em dias incertos do passado século, afirmamos que se inclusive a URSS desaparecesse Cuba continuaria lutando.

A Segunda Guerra Mundial estourou quando, em 1o. de setembro de 1939, o nazi-fascismo invadiu a Polônia e caiu como um raio sobre o povo heróico da URSS, que deu 27 milhões de vidas para preservar a humanidade daquela brutal chacina que pôs fim à vida de mais de 50 milhões de pessoas.

A guerra é, por outro lado, a única atividade ao longo da história que o gênero humano nunca foi capaz de evitar; o que levou a Einstein a responder que não sabia como seria a Terceira Guerra Mundial, mas a Quarta seria com paus e pedras.

Somados os meios disponíveis pelas duas potências mais poderosas, os Estados Unidos e a Rússia, dispõem de mais de 20.000 — vinte mil — ogivas nucleares. A humanidade deveria conhecer bem que, três dias após a posse de John F. Kennedy na presidência de seu país, em 20 de janeiro de 1961, um bombardeiro B-52 dos Estados Unidos, em voo de rotina, que transportava duas bombas atômicas com uma capacidade destruidora 260 vezes superior à utilizada em Hiroshima, sofreu um acidente que fez com que o aparelho se espatifasse no solo. Em tais casos, equipamentos automáticos sofisticados aplicam medidas que impedem o estouro das bombas. A primeira caiu a terra sem risco algum; a segunda, dos quatro mecanismos, três falharam, e o quarto, em estado crítico, apenas funcionou; a bomba por puro azar não estourou.

Nenhum acontecimento presente ou passado que eu lembre ou tenha ouvido mencionar, como a morte de Mandela, impactou tanto a opinião pública mundial; e não por suas riquezas, senão pela qualidade humana e a nobreza de seus sentimentos e ideias.

Ao longo da história, até há apenas um século e meio e antes de que as máquinas e robôs, a um custo mínimo de energias, tomassem conta de nossas modestas tarefas, não existiam nenhum dos fenômenos que hoje comovem à humanidade e regem inexoravelmente cada uma das pessoas: homens ou mulheres, crianças e idosos, jovens e adultos, agricultores e operários de usinas, manuais e intelectuais. A tendência dominante é a de instalar-se nas cidades, onde a criação de empregos, transporte e condições elementares de vida, demandam enormes investimentos em detrimento da produção de alimentos e outras formas de vida mais razoáveis.

Três potências fizeram pousar artefatos na Lua de nosso planeta. No mesmo dia em que Nelson Mandela, envolvido na bandeira de sua pátria, foi inumado no pátio da humilde casa, onde nasceu há 95 anos, um módulo sofisticado da República Popular da China pousava num espaço iluminado de nossa Lua. A coincidência de ambos os fatos foi absolutamente casual.

Milhões de cientistas pesquisam matérias e radiações na Terra e no espaço; por eles se conhece que Titã, uma das luas de Saturno, acumulou 40 — quarenta — vezes mais petróleo que o existente em nosso planeta quando começou a exploração deste, há apenas 125 anos, e o ritmo atual de consumo durará apenas mais um século.

Os fraternais sentimentos de irmandade profunda entre o povo cubano e a pátria de Nelson Mandela nasceram dum fato que nem sequer foi mencionado, e do qual não tínhamos dito uma palavra ao longo de muitos anos; Mandela, porque era um apóstolo da paz e não desejava lastimar ninguém. Cuba, porque jamais realizou ação alguma em busca de glória ou prestígio.

Quando triunfou a Revolução em Cuba fomos solidários com as colônias portuguesas na África, desde os primeiros anos; os movimentos de libertação nesse continente punham em xeque o colonialismo e o imperialismo, depois da Segunda Guerra Mundial e a libertação da República Popular da China — o país mais povoado do mundo —, após o triunfo glorioso da Revolução Socialista Russa.

As revoluções sociais abalavam os alicerces da velha ordem. Os povoadores do planeta, em 1960, atingiam já os três bilhões de habitantes. Analogamente cresceu o poder das grandes empresas multinacionais, quase todas nas mãos dos Estados Unidos, cuja moeda, apoiada no monopólio do ouro e na indústria intata pela distância dos fronts de batalha, apropriou-se da economia mundial. Richard Nixon derrogou unilateralmente o respaldo de sua moeda em ouro, e as empresas de seu país se apropriaram dos principais recursos e matérias-primas do planeta, que adquiriram com papéis.

Até aqui não há nada que não se conheça.

Mas, por que se pretende ocultar que o regime do apartheid, que tanto fez sofrer a África e indignou a maioria das nações do mundo, era fruto da Europa colonial e foi convertido em potência nuclear pelos Estados Unidos e Israel, o qual Cuba, um país que apoiava as colônias portuguesas na África que lutavam por sua independência, condenou abertamente?

Nosso povo, que tinha sido cedido pela Espanha aos Estados Unidos após a heróica luta durante mais de 30 anos, nunca se resignou ao regime escravista que lhe impuseram durante quase 500 anos.

Da Namíbia, ocupada pela África do Sul, partiram em 1975 as tropas racistas apoiadas por tanques leves com canhões de 90 milímetros que penetraram mais de mil quilômetros até as proximidades de Luanda, onde um batalhão de tropas especiais cubanas — enviadas por ar — e várias tripulações também cubanas de tanques soviéticos que estavam ali sem pessoal, pôde contê-las. Isso ocorreu em novembro de 1976, 13 anos antes da batalha de Cuito Cuanavale.

Já disse que nada fazíamos em busca de prestígio ou benefício algum. Mas constitui um fato muito real que Mandela foi um homem íntegro, revolucionário profundo e radicalmente socialista, que com grande estoicismo suportou 27 anos de prisão solitária. Eu não deixava de admirar sua honradez, sua modéstia e seu enorme mérito.

Cuba cumpria seus deveres internacionalistas rigorosamente. Defendia pontos chaves e treinava a cada ano milhares de combatentes angolanos no manejo das armas. A URSS fornecia o armamento. Contudo, naquela época, não partilhávamos a ideia do assessor principal por parte dos fornecedores do equipamento militar. Milhares de angolanos, jovens e saudáveis ingressavam constantemente nas unidades de seu incipiente exército. O assessor principal não era, porém, um Zhukov, Rokossovsky, Malinovsky ou muitos outros que encheram de glória a estratégia militar soviética. Sua ideia obsessiva era enviar brigadas angolanas, com as melhores armas, ao território onde supostamente residia o governo tribal de Savimbi, um mercenário ao serviço dos Estados Unidos e da África do Sul, que era como enviar as forças que combatiam em Stalingrado à fronteira da Espanha falangista, que tinha enviado mais de cem mil soldados a lutar contra a URSS. Naquele ano se estava produzindo uma operação dessa classe.

O inimigo avançava trás as forças de várias brigadas angolanas, golpeadas nas proximidades do alvo aonde eram enviadas, a aproximadamente 1.500 quilômetros de Luanda. Dali vinham perseguidas pelas forças sul-africanas em direção a Cuito Cuanavale, antiga base militar da OTAN, a uns 100 quilômetros da primeira brigada de tanques cubana.

Naquele instante crítico o presidente de Angola pediu o apoio das tropas cubanas. O chefe de nossas forças no Sul, general Leopoldo Cintra Frías, nos comunicou o pedido, algo que costumava ser habitual. Nossa resposta firme foi que prestaríamos esse apoio se todas as forças e equipamentos angolanos desse front se subordinavam ao comando cubano no Sul de Angola. Todo o mundo compreendia que nosso pedido era um requisito para converter a antiga base no campo ideal para golpear as forças racistas da África do Sul.

Em menos de 24 horas chegou de Angola a resposta positiva.

Decidiu-se o envio imediato duma brigada de tanques cubana a esse ponto. Várias mais estavam na mesma linha ao Oeste. O obstáculo principal era a lama e a umidade da terra, em época de chuva, que havia que revisar metro a metro para protegermo-nos das minas antipessoais. A Cuito foi enviado, igualmente, o pessoal para operar os tanques sem tripulação e os canhões que careciam delas.

A base estava separada do território que se situa ao leste pelo caudaloso e rápido rio Cuito, acima do qual se sustentava uma sólida ponte. O exército racista o atacava desesperadamente; conseguiram impactar um avião teleguiado de explosivos acima da ponte e inutilizaram-na. Os tanques angolanos em retirada que podiam mover-se cruzaram o rio por um ponto mais ao Norte. Os que não estavam em condições adequadas foram enterrados, com suas armas apontando ao Leste; uma densa faixa de minas antipessoais e antitanques converteu a linha numa mortal armadilha ao outro lado do rio. Quando as forças racistas reiniciaram o avanço e bateram contra aquela muralha, todas as peças de artilharia e os tanques das brigadas revolucionárias disparavam de seus pontos de localização na zona de Cuito.

Um papel especial se reservou para os caças Mig-23 que, à velocidade próxima dos mil quilômetros por hora e a 100 — cem — metros de altura, eram capazes de distinguir se o pessoal artilheiro era negro ou branco, e disparavam incessantemente contra eles.

Quando o inimigo desgastado e imobilizado iniciou a retirada, as forças revolucionárias se prepararam para os combates finais.

Inúmeras brigadas angolanas e cubanas se moveram a ritmo rápido e a distância adequada ao Oeste, onde estavam as únicas vias amplas por onde sempre os sul-africanos iniciavam suas ações contra Angola. O aeroporto, contudo, estava aproximadamente a 300 — trezentos — quilômetros da fronteira com a Namíbia, ocupada totalmente pelo exército do Apartheid.

Enquanto as tropas se reorganizavam e reequipavam se decidiu com toda urgência construir uma pista de pouso e decolagem para os Mig-23. Nossos pilotos estavam utilizando os equipamentos aéreos entregados pela URSS a Angola, cujos pilotos não tinham disposto do tempo necessário para sua adequada instrução. Vários equipamentos aéreos estavam descontados por baixas que, às vezes, eram ocasionadas por nossos próprios artilheiros ou operadores de meios antiaéreos. Os sul-africanos ainda ocupavam uma parte da estrada principal que conduz da beira do planalto angolano à Namíbia. Nas pontes sobre o caudaloso rio Cunene, entre o Sul de Angola e o Norte da Namíbia, começaram nesse lapso com o jogo de seus disparos com canhões de 140 milímetros que dava a seus projéteis um alcance próximo dos 40 quilômetros. O problema principal radicava no fato de que os racistas sul-africanos possuíam, segundo nossos cálculos, entre 10 e 12 armas nucleares. Inclusive, tinham realizado testes nos mares ou nas áreas congeladas do Sul. O presidente Ronald Reagan tinha autorizado isso, e entre os equipamentos entregues por Israel estava o dispositivo necessário para fazer explodir uma bomba nuclear. Nossa resposta foi organizar o pessoal em grupos de combate de não mais de 1 000 — mil — homens, que deviam marchar de noite numa ampla extensão de terreno e dotados de carros de combates antiaéreos.

As armas nucleares da África do Sul, segundo relatórios fidedignos, não podiam ser carregadas por aviões Mirage, necessitavam bombardeiros pesados do tipo Canberra. Mas em qualquer caso a defesa antiaérea de nossas forças dispunha de inúmeras classes de foguetes que podiam golpear e destruir objetivos aéreos até dezenas de quilômetros de nossas tropas. Adicionalmente, uma barragem de 80 milhões de metros cúbicos de água situada em território angolano tinha sido ocupada e minada por combatentes cubanos e angolanos. O estouro daquela barragem teria sido equivalente a várias armas nucleares.

Contudo, uma hidrelétrica que usava as fortes correntes do rio Cunene, antes de chegar à fronteira com a Namíbia, estava sendo utilizada por um destacamento do exército sul-africano.

Quando no novo teatro de operações os racistas começaram a disparar os canhões de 140 milímetros, os Mig-23 golpearam fortemente aquele destacamento de soldados brancos, e os sobreviventes abandonaram o lugar deixando inclusive alguns cartazes críticos contra seu próprio comando. Tal era a situação quando as forças cubanas e angolanas avançavam até as linhas inimigas.

Soube que Katiuska Blanco, autora de vários relatos históricos, junto a outros jornalistas e repórteres gráficos, estavam ali. A situação era tensa, mas ninguém perdeu a calma.

Foi então que chegaram notícias de que o inimigo estava disposto a negociar. Tinham conseguido pôr fim à aventura imperialista e racista; num continente que em 30 anos terá uma população superior à da China e da Índia juntas.

O papel da delegação de Cuba, por ocasião da morte de nosso irmão e amigo Nelson Mandela, será inesquecível.

Felicito ao companheiro Raúl por seu brilhante desempenho e, especialmente, pela firmeza e dignidade quando com gesto amável mas firme cumprimentou o chefe do governo dos Estados Unidos e disse-lhe em inglês: “Senhor presidente, eu sou Castro”.

Quando minha própria saúde limitou minha capacidade física, não hesitei um minuto em expressar meu critério sobre quem, na minha opinião, podia assumir a responsabilidade. Uma vida é um minuto na história dos povos, e penso que quem assuma hoje tal responsabilidade requer da experiência e da autoridade necessárias para optar perante um número crescente, quase infinito, de variantes.

O imperialismo sempre reservará várias cartas para submeter nossa Ilha, ainda que tenha que despovoá-la, privando-a de homens e mulheres jovens, oferecendo-lhe migalhas dos bens e recursos naturais que saqueia ao mundo.

Que falem agora os porta-vozes do império sobre como e por que surgiu o apartheid.

 ASSINATURA-FIDEL


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dez 05 2016

EUA OU CUBA?

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dez 05 2016

A EDUCAÇÃO PELA PEDRA – João Cabral de Melo Neto.

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CRÔNICA E POESIA VERMELHO

JOAO1

A EDUCAÇÃO PELA PEDRA

João Cabral de Melo Neto

Uma educação pela pedra: por lições;

Para aprender da pedra, frequentá-la;

Captar sua voz inenfática, impessoal

(pela de dicção ela começa as aulas).

A lição de moral, sua resistência fria

Ao que flui e a fluir, a ser maleada;

A de poética, sua carnadura concreta;

A de economia, seu adensar-se compacta:

Lições da pedra (de fora para dentro,

Cartilha muda), para quem soletrá-la.

 

Outra educação pela pedra: no Sertão

(de dentro para fora, e pré-didática).

No Sertão a pedra não sabe lecionar,

E se lecionasse, não ensinaria nada;

Lá não se aprende a pedra: lá a pedra,

Uma pedra de nascença, entranha a alma.

 


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dez 05 2016

QUEBRANTO – Cavi Borges & José Sette

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QUEBRANTO


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dez 03 2016

FALTA DE GRANA NÃO EXPLICA TUDO.

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EDITORIAL

FALTA DE GRANA NÃO EXPLICA TUDO.

A sensação de abandono se espalhou por toda Cabo Frio. Em todos os lugares, em maior ou menor grau lixo acumulado, galhos de árvores, pedaços de armários, restos de obras, ou seja, toda sorte de entulhos. Praças abandonadas, imundas, brinquedos quebrados, mendigos devidamente instalados e absolutamente nenhuma fiscalização. Nada! De qualquer espécie. A impressão que dá é de um cenário de degradação e destruição de gente que não nutre a menor responsabilidade e odeia a cidade, principalmente o que ela tem de melhor, de mais bonito. Só a falta de dinheiro não explicaria tamanha destruição.


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dez 03 2016

A DESIGUALDADE!

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dez 03 2016

CADERNO DE POLÍTICA

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POLITICA

“Bebê Johnson”

Até o momento parece definida a presidência da câmara municipal de Cabo Frio, na próxima legislatura. O acordão entre Aquiles Barreto (Solidariedade) e Luis Geraldo Azevedo (PRB) prevê que nos próximos dois anos a mais macia e confortável das poltronas vai caber a Aquiles, mais conhecido como “Bebê Johnson”. Afinal, tem disputa para vaga na Assembleia Legislativa, em 2018.

G

Falta combinar com os russos

Para o biênio 2019/2020, se tudo correr “dentro dos conformes” para o grupo que está chegando ao poder, o presidente da câmara será o vereador Luis Geraldo de Azevedo (PRB). Não por acaso, afinal 2020 é ano de eleição municipal e o rapaz está de olho em mais um mandato, mas precisa primeiro “combinar os russos”, já dizia o grande Manoel Francisco dos Santos, mais conhecido como Garrincha.

Roubados 12 bancos em Cabo Frio.

Um velho, perspicaz e gozador, amigo do Jornal do Totonho e fã de carteirinha” da coluna Caderno de Política sugeriu grande título para chamada de capa: “na madrugada, foram roubados 12 bancos, em Cabo Frio”. Quase chega a rivalizar com a célebre manchete da Luta Democrática”, de Tenório Cavalcanti – “Cachorro fez mal a moça”.

Nem sempre a melhor resposta é a mais óbvia.

A respeito dos roubos, inclusive de bancos na Praia do Forte, que tem ocorrido nas madrugadas frias de Cabo Frio, um velho conhecido da política da cidade não se furtou a observar: “nem sempre a melhor linha de investigação é a mais óbvia”. Segundo ele, o óbvio pode nos levar em direção oposta a verdade.

Jogaram 10 no veado e se mandaram.

Alguns membros ilustres, outros nem tanto, do governo do grande e inenarrável “sereníssimo” estão desaparecidos. Observadores da política local registram que boa parte da turma, que antes andava de nariz empinado ou em carros importados de vidro “fumê”, escafedeu-se, ou seja, se mandou, deu no pé, sem dizer até logo.

Paciência & Prudência

Enquanto isso, a turma que quer entrar está com pressa, quase arrombando a porta. Pensa reviver com fausto, os momentos áureos dos gastos sem fim. Importante lembrar a essa turma tão distinta que os bilhões dos royalties, nos últimos vinte anos, foram torrados e não voltam mais. Um pouco mais de paciência e prudência não seria de todo mal, inclusive, porque o TSE ainda não deu sua palavra oficial e final.

COQUINHOS

Vão catar coquinhos!

As brigas entre Alair Francisco Corrêa (PP) e Marcos da Rocha Mendes (PMDB) são para incautos e otários de plantão se deliciarem e poderem espargir nas redes sociais suas almas de videotas. É bravata pra xingamento pra lá, mas não passa disso. Qual a auditoria nas contas públicas feitas por um dos dois? As bancadas governistas, inclusive a dos “puros” da “não política” investigaram alguma coisa? Montaram alguma CPI, mas de verdade, pegando o governo dos dois? Não? Ah! Então mocinhos vão catar coquinhos, por favor!

Chega de prepostos do governo!

O IBASCAF não é o instituto dos servidores municipais de Cabo Frio? Ora, por que então um governo que se diz tão democrático não entrega as entidades dos servidores a administração dos sindicatos, que os representam? Por que continuar com prepostos, que todos sabemos vão representar o governo e não os trabalhadores? Tem medo de auditoria feita pelos próprios servidores?


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dez 03 2016

BRD34 – COLETIVA

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dez 03 2016

FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO

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FUNDAMENTALISMO


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dez 03 2016

A VIDA É UM SOPRO – Sérgio Quissak

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A-VIDA-E-UM-SOPRO


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dez 03 2016

DE ALMA LAVADA – Francisco Costa.

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ARTIGO VERMELHO

MORO

DE ALMA LAVADA
Francisco Costa (*)

Terminou agorinha mesmo um interessante debate, no Senado, sobre a Lei Anticorrupção e de Abuso de Autoridade. Na mesa, o Juiz Federal Silvio Rocha; Gilmar Mendes, Ministro do STF e Presidente do TSE; Renan Calheiros, presidente do Senado; Roberto Requião, Senador, relator do PL sobre o assunto e o Juiz Federal Sérgio Fernando Moro, do Paraná. Silvio Rocha, progressista, muito preocupado com o abuso de autoridade nos bairros pobres.
Se eu não conhecesse o histórico de Gilmar Mendes, a sua biografia e os seus feitos golpistas, diria que é de esquerda, tal as posições externadas, muito pelas diferenças que tem com Moro.
Renan Calheiros, embora conservador, corrupto e oportunista, nesta questão em pauta, tem posição progressista, até por advocacia própria.
Roberto Requião, sem comentários, um corajoso e independente Senador.
E Moro… Coitado.
Espertamente, pela ordem, Renan deu a palavra, primeiro, ao Silvio, depois ao Gilmar, que sentaram o cacete em Moro, vermelho como camarão na sauna.
Passada a palavra ao Führer de Curitiba, o sujeito não tinha o que dizer, com todo o seu arrazoado desmontado pelos dois que o antecederam.
Seguiu-se Requião, que sentou a porrada no autoritarismo, no abuso de autoridade, chegando a dizer que era fascismo.
Abriu-se para os debates, para as perguntas, e pensando que Moro iria passear, como faz em Curitiba, o primeiro que estava inscrito era o seu amigo pessoal Álvaro Dias, sem condições de defendê-lo, limitando-se a pedir mo adiamento da votação do PL.
Caiado tentou balbuciar qualquer coisa antipetista, mas só conseguiu também pedir o adiamento da votação do PL.
O momento alto ficou por conta de Lindbergh Farias, que cobrou, um a um, os abusos de autoridade cometidos contra Lula, com dados: circunstâncias, horários, depoimentos de juristas (citou até Rui Barbosa), despachos pesados de instâncias superiores contra Moro, em outros processos, inclusive de Gilmar, o chamando de irresponsável e dono da justiça, culminando com a afirmação “o senhor cita muito os Estados Unidos. O senhor consegue imaginar um juiz de primeira instância, lá do Texas (fez cara de pouco caso, sacaneando Curitiba, no sentido de poder político) gravando uma conversa telefônica entre Bill Clinton e Obama? O senhor gravou conversas da dona Marisa com os filhos, com a nora, conversas íntimas, de família, e jogou na mídia. Isto não é abuso de autoridade, covardia? O senhor gravou telefonemas entre advogados e clientes, o que é inadmissível em qualquer país do mundo. O Presidente Lula vive da sua imagem internacional, que o senhor conspurcou e não provou nada. Como compensar isso, como indenizar isso?”… Com Moro cabisbaixo, mais vermelho que a camisa do Internacional (houve um momento em que pensei que ele fosse chorar).
Para lacrar, Renan devolveu a palavra a Gilmar, que contou um encontro seu com um amigo, um dos maiores juristas do mundo, português, que se mostrou surpreendido com a legislação brasileira, que permite o vazamento de telefonemas grampeados e depoimentos que ocorrem em segredo de justiça, com Gilmar respondendo a ele: “a legislação não permite isso. Isso é coisa de um juiz brasileiro.”
Devolvida a palavra a Moro, mais constrangido que virgem na noite de núpcias, peladinha, ele alegou que “tudo isso é uma questão de interpretação da lei, não se pode punir um juiz por questão de interpretação da lei”.
Seguiu-se o Senador Humberto Costa: “se está escrito que a prisão preventiva é de dez dias, o juiz pode até transformar esses dez dias em horas, mas somando-se todas as horas o resultado será dez dias, não é uma questão de interpretação mas de cumprimento puro e simples. Se a lei diz que a condução coercitiva só pode se dar quando um intimado não comparece diante do juiz, sem um motivo relevante, é a mesma coisa, questão de cumprimento, não de interpretação. Isso é abuso de autoridade”, e Moro com carinha de fundo de bacia, mais vermelho que absorvente usado.
Terminado o debate, Moro ficou isolado, de pé, sem saber o que fazer, desnorteado, até que Requião coraçãozão foi até ele, apertou-lhe a mão e o levou para fora do recinto.
Em quase meio século de magistério nunca dei um esporro tão bonito num aluno safado.
Estou com a alma lavada.
(*) Rio, 01/12/2016.


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dez 03 2016

DESIGNER DE SOBRANCELHAS E UNHAS.

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BLOG-CAMILA-SILVA

Atendimento a domicílio – (022) 999240573.


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dez 03 2016

JORNAL DO TOTONHO

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dez 02 2016

TUDO SOME!

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EDITORIAL

TUDO SOME!

Tudo parou de funcionar em Cabo Frio menos a máquina de furtos, que alcança velocidade frenética durante as madrugadas. Tudo desaparece como por encanto, sem que ninguém perceba. Ninguém dá conta dos bustos de personalidades históricas do município, das placas de homenagens e até mesmo as indicativas. As tampas de bueiros não ficam atrás e tomam chá de sumiço, enquanto os buracos nas ruas ganham o espaço sideral. Em Cabo Frio tudo some até mesmo bilhões de reais em royalties do petróleo, enquanto a sociedade apalermada se encanta com algumas migalhas, que caem no chão.


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dez 02 2016

O PREÇO DO GOLPE

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dez 02 2016

CADERNO DE POLÍTICA

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POLITICA

Dois legumes

As tentativas de aproximação entre os grupos de Adriano Moreno (REDE) e Janio Mendes (PDT) guardam problemas. O grupo de Janio é uma verdadeira salada ideológica: de sociais democratas a conservadores, passando pelo próprio deputado, um democrata cristão. O grupo do vereador Adriano Moreno está bem mais a direita do cenário político brasileiro, por lá não existe salada, no máximo são dois legumes.

Qual o caminho a seguir?

O vereador Adriano Moreno (REDE) voltará para a iniciativa privada a partir de 1º de janeiro ou vai se manter em áreas do serviço público através de algum cargo comissionado? Caso o TSE atrapalhe os sonhos e planos de Marcos da Rocha Mendes (PMDB) e determine novas eleições municipais, Adriano, o “Homem de Itaperuna”, eventualmente poderá ser novamente candidato a prefeito de Cabo Frio.

Ao sol e a chuva!

Qual será então o caminho político de Adriano Moreno (REDE) e seu grupo político caso Marcos da Rocha Mendes (PMDB) seja empossado prefeito, em 1º de janeiro de 2017? Seria então uma composição da “não política” com o prefeito? Seria possível? Para o grupo poderia ser a saída para não ficar 4 anos sob “sol e chuva”, numa época em que o país vive grave crise econômico-financeira. Como então lidar com o desgaste?

PS

ANAUE

Anauê pra vocês!

As práticas da “não política” tão disseminadas no Brasil de hoje, em meio a crise que o país atravessa, foram devidamente experimentadas e comprovadas nas décadas de 30 e 40, do século 20, tanto na Europa, quanto na América Latina. Por aqui, inclusive, tinha gente como Plínio Salgado e Belmiro Valverde, acompanhados por muita gente das florescentes camadas médias urbanas.

OURO

Dê ouro para o bem do Brasil

Foi essa turma que tempos depois apoiou o golpe civil-militar de 1964 com discursos imbecis muito parecidos com os de 30 e 40, hoje repetidos pelos videotas com camisas da corrupta CBF de Marins e Marco Polo Del Nero. Em 64 um dos ramos da campanha (olha como é semelhante) dizia que o país estava falido e era preciso salvá-lo. O nome da campanha era “Doe ouro para salvar o Brasil”. Alianças de casamento, colares, anéis formaram toneladas de ouro. Resultado: o ouro sumiu. Foi roubado!

Ouro & Sangue

Em plena ditadura civil-militar o ouro doado pelos otários e idiotas das camadas médias urbanas (sempre elas), simplesmente escafedeu-se. A falta de democracia não foi capaz de eliminar a corrupção e muito menos desenvolver o país, apesar do efêmero “milagre brasileiro”, no sanguinário governo de Emílio Médici.

Ponto Morto!

Nada mais ridícula que aquela “célebre” concentração na Praça Porto Rocha, com “passeata contra a corrupção” em direção à orla da Praia do Forte, em Cabo Frio. Os personagens da sociedade e da política do município, que lideravam o evento e estavam presentes eram de matar um de rir. Só gente de primeira, mas no “ponto morto”.

AQUILES_BARRETO   LUIS_GERALDO_3

Aquiles e Luis Geraldo

A eleição para presidente da câmara de vereadores de Cabo Frio está praticamente definida em favor de Aquiles Barreto (Solidariedade), que deve ser mais uma vez candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa, em 2018. Faltam apenas acertos de natureza política com o vereador Luis Geraldo (PRB), também da bancada governista, que já foi presidente do legislativo.

MARQUINHO_MENDES11

Explica, por favor.

No final de 2012, o desgaste de Marquinho Mendes e do seu secretariado era imenso. A rejeição e impopularidade do prefeito foram elementos importantes para a eleição de Alair Corrêa para prefeito. Não é possível que esse fato tenha sido esquecido com tanta rapidez pela mídia local. Por que então essa mesma mídia festeja em suas páginas o secretariado anunciado por Marquinho Mendes se ele é praticamente o mesmo de 2012, só que 4 anos mais velho?


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dez 02 2016

JORNAL DO TOTONHO

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dez 01 2016

BRINCAR DE GENTE GRANDE

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EDITORIAL

BRINCAR DE GENTE GRANDE

Por que escrever? Por que incomodar com aquilo que a ninguém incomoda? Por que gritar quando não há quem queira ouvir? Por que insistir em falar no que acredita, se ninguém lhe dá atenção? Por que, chegando ao final da trilha, se indignar? Quem sabe para elas, as crianças? Essas sim, capazes de perceber o mundo em sua integridade. Todos os sons, cenas e movimentos ao redor e dentro de si, numa aquarela, que faz a beleza do mundo e de viver. É para elas, então? Para todas as crianças, que temos dentro de nós e que ainda nos permitem brincar de ser gente grande.


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dez 01 2016

O TRATAMENTO QUE É DADO AO PROFESSOR.

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dez 01 2016

CADERNO DE POLÍTICA

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POLITICA

Lobo mau!

O prefeito Alair Corrêa (PP) assumiu definitivamente o papel de “lobo mau” da política cabofriense. É consciente! Ao fazer isso dá ao “aluno” e sucessor a extensão do prazo, que ele precisa para poder governar com medidas amargas contrárias as milhares de promessas que fez. Alair é o mau! Marquinhos, o bom! Tudo combinado!

Questão de sobrevivência!

Alair e Marquinhos tem suas divergências, algumas grosseiras, mas na maior parte dos casos se acertam direitinho, porque sabem que a sobrevivência de um depende do outro. Foram 20 anos sem CPI’s e qualquer investigação mais profunda, para isso contando com a conivência da câmara. A hostilidade entre os dois é apenas para “cabofriense ver”.

Sem investigação ou CPI’s

As histórias da Procaf, Secaf e Comsercaf estão aí para mostrar que “quando um não quer dois não brigam”. Lembram das ameaças de investigação e de levar a justiça, que os dois fizeram? Pura bravata! Nada aconteceu! Será que o que aconteceu no Ibascaf será investigado? E na secretaria de saúde?

São Pedro: crescimento econômico.

Apesar de receber parcela ínfima dos royalties do petróleo, o município de São Pedro da Aldeia foi o que mais cresceu economicamente, na Região dos Lagos. A continuar assim em uma década rouba de Cabo Frio o título de “Capital da Região dos Lagos”.

Tartaruga ou Coelho?

No final do governo de Alair Corrêa (PP), em Cabo Frio, acontecem ações semelhantes as que ocorreram, em Arraial do Cabo, no governo de Andinho. O Ministério Público Estadual (MPE) é mais lento que qualquer cágado ou tartaruga, mas no final do governo corre igual a coelho.

Bem feito?

Não dá para dizer “bem feito”, porque não se pode desejar mal a ninguém, mas não havia qualquer dúvida que o governo de Alair Corrêa seria a confirmação da tragédia antes anunciada. Mais uma vez a cidade não acreditou, embora as evidências fossem nítidas. Está aí o resultado: o caos!

Cangalha!

Qualquer pessoa com o mínimo de capacidade de observação e inteligência percebe o significado das “empresas”, que vão financiar o réveillon, em Cabo Frio. A conta mais uma vez vai cair nas costas do povo cabofriense, que já anda caminhando com bastante dificuldade, mas parece ainda não ter compreendido o tamanho da “cangalha”.

Tudo é mercado?

Tem coisas que só acontecem em Cabo Frio, talvez pela excessiva passividade e cumplicidade da população, que tudo vê, mas nada enxerga. Uma empresa, qualquer empresa busca o mercado, o lucro. É da natureza do capitalismo! Quando uma empresa que cuida do tratamento do câncer faz propaganda e patrocina até mesmo jornais televisivos ela está buscando o que? O mercado, não? Os cancerosos? Como acreditar numa sociedade, que assiste um absurdo dessa natureza e fica calada?

Vale tudo!

Qual a ética que pode reger uma empresa jornalística, que recebe patrocínio de outra empresa, que cuida de pacientes com câncer? Essa empresa de medicina privada pode fazer propaganda como se fosse de sabonete ou detergente? Qual o papel dessa empresa jornalística? Fechar os olhos para isso e tocar em frente?


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dez 01 2016

AS REFORMAS DE TEMER.

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dez 01 2016

CADERNO DE BÚZIOS

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BB

O vice sumiu

O vice prefeito Carlos Alberto Muniz, raramente é encontrado nas ruas. Depois de todos aqueles micos querendo assumir, de qualquer jeito o executivo municipal, o moço deu uma desaparecida, largou o ativismo ambiental e não vai a prefeitura nem para pegar o contra cheque, mas o salário continua chegando na conta.

Oportunismo

No finalzinho do mandato como vereador e presidente da Câmara, Henrique Gomes está preparando resolução para extinguir 30 cargos no legislativo. Os vereadores eleitos não ficaram nada satisfeitos, pois acham eles que vão ficar, mais ainda, dependentes do executivo municipal. Fica a pergunta: Porque não fez antes?

Boquinha

Se pudesse, o vereador Gugu de Nair dava uma medalha de honra ao mérito a Henrique Gomes. Diz para os amigos mais chegados que aprendeu e quer aprender muito mais com o companheiro.

Mistério

Chamado para uma reunião sobre eleição para presidente da câmara referente só ao próximo mandato, Felipe Lopes disse que não iria se meter, pois não queria “atrapalhar os meninos” (os vereadores eleitos). O blog não entendeu muito bem o que seria esse “atrapalhar os meninos”. Vamos esperar e, atentamente, observar.

Bocão

Depois de não conseguir se reeleger, o vereador Lorram não esconde de ninguém que seu sonho dourado é assumir a Secretaria de Serviços públicos. DJ, uma das “eminências pardas” do governo, tem dito que não há a mínima possibilidade de isso vir a acontecer, pois Geraldinho, segundo ele, tem atendido às expectativas e interesses dele.

Protegido

Estranhamente os puxadinhos que Miguel Guerreiro fez no Shopping Porto Bello, não sofreram fiscalização do poder público. O Secretário Humberto Alves tentou embargar, mas, ao que parece, faltou pulso firme ou não deram a mínima à lei.

Alegria, alegria

O prefeito André Granado tem 500 razões para comemorar a decisão, a seu favor, da Ministra, amiga de Garotinho, no TSE.

Tudo em casa

No último final de semana, o blogueiro encontrou em Geribá um nativo buziano que disse ter assistido, num restaurante no dia da eleição, Ruy Borba e Marcelo Haddad, torcendo fervorosamente pela vitória de André.

O Poderoso

Quando perguntado a respeito do corte de cargos de confiança no legislativo municipal, o presidente Henrique Gomes usa a Bíblia e, numa infeliz comparação, usa uma frase de Jesus Cristo em João 7-37: ” Se alguém tem sede, venha a mim e beba”

Diplomação

Alexandre Martins tem trabalhado com afinco para André Granado não ser diplomado. Acabou de entrar com ação na 1ª instância, nesse sentido. Razão ele tem de sobra, vamos ver a importância que a justiça vai dar a essas razões.

 


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dez 01 2016

O JUDICIÁRIO E O MPF NÃO SÃO INTOCÁVEIS – Jefferson Buitrago.

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Jefferson Buitrago (*)

O JUDICIÁRIO E O MPF NÃO SÃO INTOCÁVEIS.

O Judiciário não é um poder acima do Executivo e do Legislativo. O Congresso fará um bem a sociedade se estabelecer limites e responsabilidades aos membros do Judiciário. Quem pune os juízes e promotores por suas presepadas? Não me diga que existe o Conselho Nacional de Justiça. O CNJ é um marketing corporativo, um jogo de compadres, nada, além disto. O Brasil precisa de um Judiciário eficiente. O combate à corrupção precisa continuar de forma implacável! É o que a sociedade clama neste momento. No entanto, o apoio da população não pode se transformar em carta branca para solidificar privilégios de membros do Judiciário. Privilégios que já não são poucos. Não faz bem para a Democracia permitir que juízes e promotores em nome do combate a corrupção ajam como seres superiores, intocáveis.

Os procuradores que atuam na Lava Jato ameaçam renunciar caso Temer sancione a nova Lei anticorrupção. O judiciário acha que só os outros poderes devem cumprir a lei. Na sua sanha absolutista quer legislar ocupando espaço que é constitucionalmente destinado ao Parlamento. Os membros do Judiciário tem se colocado na condição de “justiceiros”. Agora tentam colocar os outros poderes da República de cócoras. Os procuradores e juízes querem impor ao país a lei que querem cumprir. Isto não costuma acabar bem!

(*) Empresário e Professor de História.


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dez 01 2016

JORNAL DO TOTONHO

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nov 30 2016

SEM SURPRESAS!

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EDITORIAL

SEM SURPRESAS!

O momento político que Cabo Frio vive é duro, sofrido, mas não traz surpresas, quisera ensinamentos, para quem conhece as entranhas da sociedade local. O agravamento da crise de gestão, nos estertores do Pacto 20 Anos, era esperado, repetindo como farsa a crise de 1988, último ano do primeiro mandato do “sereníssimo” como prefeito. Também previsível os sucessivos siricuticos de “puxa-saquismo”, no provável futuro prefeito e sua Corte. Não apenas pela conhecida sabujice da sociedade acrescida da grave deteriorização da economia e finanças municipais. Se você está chegando agora na cidade saiba, que Cabo Frio é assim mesmo.


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nov 30 2016

CADERNO DE POLÍTICA

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POLITICA

Homem forte?

A secretaria municipal de cultura possivelmente renascerá caso Marcos da Rocha Mendes (PMDB) volte a sentar na macia poltrona do Palácio Tiradentes. O “homem forte” da pasta será o cineasta Milton Alencar Jr, com a supervisão de Carlos Victor e com a atuação de frente de “Chopinho”.

Triste realidade!

O “beijo no coração”, insumo básico da propaganda de Marcos da Rocha Mendes, resume bem a leitura, que os homens do marketing político fazem da sociedade cabofriense, em especial do chamado “centrão” (da Passagem a Vila do Sol), maior contingente eleitoral do município. Triste realidade!

Nenhuma novidade!

Com a devida licença aos bajuladores de plantão, até mesmo os muito apressados, os diferentes escalões do anunciado “novo” governo, são de uma mesmice e mediocridade constrangedoras. Representam o mesmo grupo que direta e indiretamente, por incompetência, dilapidou bilhões de reais de dinheiro público durante o Pacto 20 Anos. Nenhuma novidade!

MM-SC

Perguntar não tira pedaço.

Até agora a imprensa cabofriense não fez algumas perguntas, que revelariam a postura política e ideológica do deputado Marcos da Rocha Mendes (PMDB):

1) Por que o deputado votou as “pautas bombas”, sob a liderança de Eduardo Cunha (PMDB) mesmo sabendo que elas traziam graves prejuízos aos trabalhadores?

2) Por que mesmo a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff foi substituído por outro deputado do PMDB? Falta de confiança?

3) O deputado revelou ser a favor da aprovação da PEC 241, hoje PEC 55, e compareceu ao banquete oferecido por Temer, em Brasília. Depois não apareceu para votar. Por quê?

4) Qual a sua relação com o ex-governador Sérgio Cabral Filho (PMDB). Não vale a clássica frase, que não quer dizer nada: “se errou tem que pagar”.

João de Barro

As “andorinhas” do vereador Adriano Moreno (REDE) andam circulando bastante em diferentes rodas políticas de Cabo Frio: continuam voando. Estão mais para “João de Barro”, que para “andorinhas”.

Hegemonia conservadora.

Exceção de São Pedro da Aldeia, as eleições de 2 de outubro, na Região dos Lagos, deram a vitória aos setores mais conservadores da sociedade e da vida política. Todas as cidades onde predominam as áreas econômicas vinculadas à prestação de serviços.

Voto: de progressista para conservador.

Arraial do Cabo é exemplo claro de mudança de patamar econômico. Tinha na época da Cia. Nacional de Álcalis, indústria de base, com predominância operária e migrou para uma cidade de serviços e para trabalhadores do setor terciário. Resultado da nova realidade: o voto migrou do setor progressista para o conservador.

Noviços.

Somente os noviços da política cabista poderiam ter acreditado e além disso disseminarem a ideia que Renato Vianna não iria ter voz ativa na administração do seu filho, Renatinho. O papai já é presidente do Porto do Forno. Será que está mandando?

O resultado é esse.

Qual a diferença essencial entre Alair Francisco Corrêa (PP) e Marcos da Rocha Mendes (PMDB), prefeitos que governaram Cabo Frio, sem intervalo, nos últimos vinte anos? O resultado do trabalho dos dois está aí para qualquer um observar e tirar conclusões.


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nov 30 2016

DEUS NÃO É HOMEM – Katyuscia Chaparral

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DEUS NÃO É HOMEM

Katyuscia Chaparral (*)

Quem foi que disse que Deus é homem? Sinceramente… Não sei de onde foi tirada essa ideia, mas, acredito que a mesma foi construída através de séculos consecutivos de ensinamentos ortodoxos. Afinal, se Deus é uma força do universo, “criadora” de todas as coisas, a mesma não possui um sexo, ou quem sabe, mediante os debates dos tempos atuais, uma identidade de gênero. Mas, então, o que ou quem é Deus? Certamente, essa é uma resposta difícil – pois, cada qual “idealiza” Deus da forma que quiser – no entanto, em diversos momentos de nossas vidas, mais importante do que as respostas que procuramos, com certeza, são as perguntas que fazemos, afinal, muitas das vezes elas nos dizem muito mais que muitas respostas. Enfim, há alguns anos li que apenas começamos a procurar por Deus quando, na verdade, já o encontramos. Porém, é fato que cada ser humano “compreende” Deus da maneira que mais se encaixa na formação religiosa que obteve, ou então, baseado na sua própria concepção de divino. Entretanto, independente de opiniões diversas, ser um “ser” espiritual é infinitamente mais importante do que ser um “ser” religioso. Afinal, Deus não tem nada haver com religião – embora seja de extrema relevância o trabalho social realizado por muitas dessas instituições. Pois é, Deus não é homem! Mas, Deus também não é mulher, e também não é humano. Sendo assim, Deus não é vingativo, punitivo, ciumento ou possessivo – características humanas – como foi construída a sua imagem no antigo testamento e, amplamente, divulgada no decorrer dos milênios até, praticamente, os dias atuais – embora a “figura” de Deus no novo testamento seja mais benevolente. Entretanto, até hoje, muitos ainda creem em um “Deus” punitivo. No entanto, o pensamento é livre, sendo assim, cada qual acredita no que quiser, a partir daí criando, para o seu “mundo”, suas próprias verdades. Afinal, se existe alguma “lei”, atuante neste universo, certamente é a da casualidade – ao meu vê. Segundo a lei da casualidade, toda ação gera uma reação e toda reação gera uma nova ação – em um ininterrupto fluxo de acontecimentos. Sendo assim, o que muitos chamam de “castigo de Deus” ou “justiça divina” – na verdade, o nome como chamamos não importa – é, simplesmente, o universo nos respondendo “reagindo”, mediante nossas ações. Além de que não temos como saber qual “reação”, determinada ação provocará no universo. Por outro lado, isso pode também não ser importante, afinal, talvez sejamos apenas seres cósmicos “experimentando”, tudo o que há para experimentar – por algum motivo que, talvez, escape da nossa compreensão.  Contudo – voltando a discussão inicial- outro pensamento confuso em relação a Deus é a de que somos a sua imagem e semelhança,  segundo a bíblia – vale lembrar que foi escrita por homens. Sendo assim, somos semelhantes a Deus em sua divindade, ou é em nossa humanidade que nos assemelhamos a ele? Se a resposta para esta pergunta for a segunda opção, certamente, está explicado o lado “cruel” de Deus no antigo testamento. Por outro lado, diferente do que pregam os dogmas religiosos – um tanto quanto machistas – penso que Deus é uma energia pulsante, a própria alma de todos os universos – ou apenas desse. Por esse ponto de vista, acredito que este “ser”, ou este fluido universal, onipotente, onipresente e onisciente, tanto possua uma essência masculina, quanto feminina, dessa forma, podendo também ser considerado, não apenas o “Pai” de todos nós, mas sim, a grande Mãe.

(*) Jornalista.

 


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nov 30 2016

IURI ANDRADE & LEO DIOLÍ

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IURI


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nov 30 2016

JORNAL DO TOTONHO

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nov 29 2016

QUEM VAI SER OPOSIÇÃO?

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EDITORIAL

QUEM VAI SER OPOSIÇÃO?

Quem vai fazer oposição ao possível governo do PMDB, em Cabo Frio? Os sindicatos? Na pressa de resolver os seus problemas já conversam com o “prefeito oficioso”, cujos problemas com o TSE ainda aguardam julgamento. Nas páginas dos jornais e nos blogs apenas louvações ao “homem do beijo no coração”. Alguns precavidos buscam discretamente o esquecimento mais que oportuno de antigas desavenças recheadas do mais rude palavreado. No fundo, nutrem a esperança que as grosserias e acusações malévolas e outras leviandades sejam esquecidas pela equipe do novo “chefe” para que a adesão possa acontecer com o menor constrangimento possível. Afinal, quem vai ser oposição?


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nov 29 2016

MUSEU DO GOLPE

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GOLPE


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nov 29 2016

CADERNO DE POLÍTICA

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POLITICA

Alairzistas do Plano B.

As “andorinhas” da política cabofriense não têm do que se queixar. Não sofreram nenhuma represália do “governo sereníssimo”, apenas algumas “retaliações” manjadíssimas no blog do prefeito Alair Corrêa (PP). Tiveram até ajuda para montar chapa.

Caminhos a seguir.

As “andorinhas” restam dois caminhos: o de fazer oposição ao “status quo” e sofrer os infortúnios do desemprego no município, o que não é muito a gosto da direita ou então evoluir para o discreto “silêncio obsequioso”. Quando a sociedade “dormir no ponto” as “andorinhas” vão estar dentro do governo.

C

Os camaleões!

A equipe que o deputado Marcos da Rocha Mendes (PMDB) vem montando não difere em quase nada da turma que, com pequenas diferenças governa Cabo Frio há vinte anos. Incrível a capacidade dessa turma em estar em qualquer governo: são camaleões da política cabofriense.

Que papel!!!!!!

Os sindicatos ligados aos servidores públicos municipais continuam conversando com aquele que antecipadamente consideram ser o prefeito de Cabo Frio, o deputado Marcos da Rocha. Não dão a menor bola para as “andorinhas” do vereador Adriano Moreno (REDE) e muito menos para a possibilidade de realização de novas eleições.

Assim não dá!

É de estarrecer que sindicato de servidores procure o Ministério Público para impedir que o governo municipal crie cargos efetivos, que deve ser à base do serviço público como determina a Constituição de 1988, a Constituição Cidadã. Não existe justificativa legal ou administrativa para isso. Dá a entender que o sindicato está mais preocupado em proteger o próximo governo, que os próprios servidores. Assim não dá!

“Tem poder? To dentro!”

O “governo sereníssimo” é tão ruim, que está construindo para o próximo governo um período de calmaria pouco visto na política municipal. Seja qual for o prefeito a assumir terá a paciência dos movimentos sociais. Espera-se, entretanto, que paciência não seja confundida com adesão, criando aquela sensação grudenta de “tem poder, to dentro”.

Coxinhas brancas.

Em meio a tantas crises do governo Temer, particularmente a ética seria interessante e educativo a realização de nova “Marcha dos Coxinhas Brancas”, em Cabo Frio. A “turma do bem” (quem define quem é do ‘bem’?), gente fina, de coxinhas brancas, cristãs, guardiãs da moral e dos bons costumes, bem que poderia fazer nova passeata com concentração na Praça Porto Rocha. Prá gente rir mais uma vez. É claro!

JB

JM

Busto de Leonel Brizola.

A inauguração do busto do ex-governador Leonel Brizola, em Arraial do Cabo, pelo prefeito Luciano Tequinho reuniu no município alguns dos principais representantes do PDT, na Região dos Lagos. As duas fotos acima são do deputado Janio Mendes e do ex-prefeito José Bonifácio Novellino, discursando.

Sacudindo a poeira?

Os novos vereadores eleitos terão grande trabalho se realmente quiserem mudar a imagem da câmara de Cabo Frio. O desgaste do legislativo junto à população, especialmente nas camadas médias urbanas, é muito grande. Talvez os jovens vereadores recém-eleitos sejam realmente jovens de cabeça, capazes de ações, que possam sacudir a poeira do legislativo.

ECOAR

Quer transparência?

A sociedade cabofriense quer mesmo a transparência nas ações e também das contas públicas? Então, é só apoiar com ênfase a regulamentação da Lei de Acesso a Informação, no município. É uma iniciativa do Movimento Ecoar apoiada pela OAB, de Cabo Frio, através de Projeto de Lei de Iniciativa Popular, que está correndo todos os cantos da cidade.


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nov 29 2016

ESTAÇÕES – Ana Angélica Mello.

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ANA

ESTAÇÕES

O despertador tocou às seis horas e abri os olhos, sonolenta e preguiçosa. Era uma manhã fria e uma chuva fina e constante caia desde a madrugada, acompanhada de um vento forte que açoitava as folhas das árvores na rua e fazia os guarda chuvas parecerem meros adereços prestes a voar. Sai de casa e juntei-me aos que, nas calçadas, esgueiravam-se fugindo das goteiras que caiam dos telhados, das calhas entupidas e dos jorros produzidos pelos pneus dos carros nas enormes poças formadas pelo acúmulo de água nas ruas. Era um bom dia para ficar em casa, pensei. Entrei no ônibus e me acomodei silenciosa, como se as palavras, temendo o frio, preferissem flutuar nos pensamentos, aquecidas e lânguidas. Pela janela, como um filme, via a vegetação inclinada pelo vento, os pastos alagados e o céu de nuvens cinza, carregadas, inclementes, pareciam dizer que este seria um longo dia. Enquanto seguia viagem, as palavras guardadas em mim, contavam histórias e, férteis, procriavam ideias, teciam pensamentos, extraiam sabedoria da vida que pulsava diante de mim. Meus olhos viam e entendiam a linguagem silenciosa da natureza ao meu redor. Observava as árvores, grandes e pequenas, envergadas pela impetuosidade do vento e da chuva, seus galhos menores, quebravam e os mais resistentes eram sacudidos até tocarem o chão, mas percebia nelas à firmeza de quem conhece a força de suas raízes e a segurança do solo em que estão plantadas. Suas flores caiam e enchiam o chão de um colorido suave, como uma oferta de gratidão, dádiva de quem compreende os tempos e as estações e sabe que a vida trás no seu bojo, invernos e verões, primaveras e outonos, que há dias de sol tórrido e dias de tempestade, dias de frutos abundantes e dias de caírem às folhas, e em cada uma dessas fases a vida pulsa e se renova!

Ana Angélica 25/11/16.


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nov 29 2016

JORNAL DO TOTONHO

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nov 28 2016

MELANCOLIA OU AÇODAMENTO?

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EDITORIAL

MELANCOLIA OU AÇODAMENTO?

A sociedade cabofriense parece não ter percebido que está vivendo os estertores do Pacto 20 Anos. Na tentativa desesperada de realimentar sonhos e recuperar-se de frustrações as pessoas de forma açodada migram afobadas para aquele que presumem ser o novo “pater familis”, que pretendem que venha reger a vida da cidade. Talvez seja fruto da violenta crise, que se abate ao mesmo tempo sobre o município, o estado e o próprio país, despertando necessidades a serem supridas com urgência. Talvez, a profunda melancolia que o governo do “professor sereníssimo” trouxe a uma sociedade tradicional, conservadora e habituada a benesses, mesmo que pequenas, mas necessárias para adular o ego e o combalido bolso.


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nov 28 2016

GEDDEL

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nov 28 2016

GARÇAS FACEIRAS NA PRAIA DO FORTE – Iva Maria.

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nov 28 2016

INFÂNCIA DESTRUÍDA

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nov 28 2016

QUEBRANTO – Cavi Borges & José Sette.

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QUEBRANTO


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