mar 30 2017

EDITORIAL – ECONOMIA PORCA!

Published by under Jornalismo

EDITORIAL_CINZA

ECONOMIA

A insistência do prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) em detonar o Ensino Médio, pode ser resumida na expressão “economia porca”. O prefeito e seus boquirrotos jogam o papo furado de despesas em espiral geométrica para impressionar os desinformados, os otários e aqueles que fazem uma força danada para acreditarem no governo “farinha pouca meu pirão primeiro”, afinal estão cavando uma “portaria”. Diga-se de passagem, com a cumplicidade da mídia.

A questão é política. É de modelo de gestão! Na estrutura montada pelos “cumpadres” Alair e Marquinhos têm que sobrar dinheiro para portarias, muitos contratos, terceirizações, atendimentos empresariais a compromissos de campanha (o tal fatiamento). Aí, não tem grana que dê, porque agora o “cobertor está mais curto” e para não abrir mão desse modelo irresponsável para a cidade, mas generoso para os amigos, o prefeito quer “limar” o Ensino Médio.

Aos vereadores, tão interessados em prestigiar o ensino público, que tal batalhar para que o percentual a ser investido em educação retorne aos 35%, quando da elaboração da Lei Orgânica Municipal.


No responses yet

mar 30 2017

DESOPILANDO O FÍGADO?

Published by under Jornalismo

MARQUINHO_MENDES12

O seminário “Mulheres empreendedoras” serviu para o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) pudesse ser aliviado das pressões que tem sofrido no dia-a-dia da administração cada vez mais semelhante a do “cumpadre” Alair Corrêa (PP). A mídia local, sempre prestimosa, nada lhe perguntou sobre a demissão do cunhado, do sogro e da mulher (presente no evento), com base na Lei do Nepotismo. E muito menos sobre as andanças do seu aliado e colega de partido, Jorge Picciani (PMDB), na Polícia Federal.


No responses yet

mar 30 2017

TIA ZUZU

Published by under Jornalismo

ZUZU

01 – Dúvida: os quiosques ao longo do Canal do Itajuru, Portinho, Palmeiras e Praia do Siqueira são explorados pelos mesmos aos quais foram feitas as concessões ou foram alugados a terceiros?

02 – Quando o governo de Marquinhos Mendes (PMDB) vai completar a obra do “cumpadre” e instalar os elevadores nos quiosques da Praia do Forte?

03 – A prefeitura de Cabo Frio por uma questão de transparência, se é que sabe o que é isso, poderia fazer uma lista e publicar os locais público/privados onde o cidadão-contribuinte paga a energia e a água, sem saber. A começar pelo Boulevard Canal.

COMPROMISSO

04 – Quer dizer que o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) rasga na cara de pau o documento no qual se comprometeu a manter o Ensino Médio, na rede pública municipal de ensino e tudo bem? O que a mídia local acha da quebra de palavra do prefeito?

05 – Então podemos entender que o documento assinado pelo então candidato Marquinhos Mendes (PMDB) era papo furado de campanha? A mesma coisa dos 40 mil banheiros do “cumpadre” Alair Corrêa (PP)?

06 – Ficou alguém para apagar a luz, no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ)? A Polícia Federal não descobriu nada que a população fluminense não soubesse. A “vergonheira” era pública e notória.

07 – O pessoal do ex-vereador Adriano Moreno (REDE), reconhece em caráter privado, que se quiser chegar à prefeitura, terá que disputar e vencer novas eleições. Agora ou em 2020. Tudo depende do TSE.

08 – O grupo político de Adriano Moreno (REDE) tenta de todas as maneiras possíveis se livrar do “pecado original”. Não tem jeito, nasceu e prosperou dentro do ventre político do “cumpadre” Alair Corrêa (PP). Muitos anos de convivência para serem “rompidos” apenas em tempo de eleição.

MARQUINHO_MENDES_16  X  barroso_0

09 – O “Efeito Barroso” continua assombrando o governo de Marquinhos Mendes (PMDB). Ser usado como mau exemplo de “foro privilegiado” por um ministro do STF não deixa nenhum político tranquilo. Nem mesmo o “imperador”.

10 – A cidade aguarda a definição da Justiça Eleitora. Chega de insegurança, seja ela jurídico-política ou mesmo econômica. Os “cumpadres” já se deram bem e fizeram muito mal a cidade. Tá na hora da sociedade dizer – Basta!


2 responses so far

mar 30 2017

OS CAMINHOS – Paulo Cotias.

Published by under Jornalismo

ARTIGOS_CINZA

PAULO_COTIAS_4

OS CAMINHOS

Paulo Cotias (*) 

Muitos se perguntam para onde irá à cabeça do eleitor daqui por diante. Particularmente, sem querer reduzir a questão, arriscaria três caminhos. Na base comum a todos eles está um sistema político-eleitoral moralmente falido, mas financeiramente bem sucedido. Além disso, as recentes devassas nessas mesmas estruturas trouxeram à luz o que todos já conheciam, mas só admitiam nas sombras: a corrupção é onipresente. Resultado? Há quem acredite num profundo desprezo, ou mesmo numa apatia generalizada. Há previsões ainda mais alarmantes. Vamos então aos três caminhos. Um deles é a radicalização dos discursos e práticas em torno de projetos autoritários. Há muito tempo a extrema-direita vêm militando nessa seara, mas apenas de tempos em tempos as pessoas começam a dar certo crédito ao que eles defendem e praticam. E geralmente esses tempos são os de crise, de fragilidade, de medo. Ou seja, os tempos de hoje. Ainda que não tenham obtido uma vitória significativa no mundo político, seus partidos vêm crescendo de maneira consistente. Eles possuem a vantagem da predisposição das pessoas, ao menos em nosso mundo ocidental, em reverter o mal-estar freudiano e hipotecar consideráveis parcelas da liberdade (que hoje teríamos de sobra) em nome de mais “segurança”, de previsibilidade da existência. Entretanto, o ponto fraco dessa tendência reside na dificuldade, ao menos em tempos de paz, em manter acesa a chama incendiária das falas que culpam determinados segmentos por uma crise, isto é, se possuem um projeto, ele é claustrofóbico e pouco criativo. O segundo traz de volta uma antiga mitologia do século XIX, a de que a solução para o Poder Público é a sua gestão como empresa privada. Nessa onda, o político, figura rançosa e com amplo descrédito, cede lugar à sua antítese, o gestor. Preferencialmente os elegíveis a essa posição não apenas vem do mundo corporativo como também são possuidores de uma condição, não raro, confundida como virtude: A riqueza pessoal. Explica um pouco o porquê de um Trump e talvez muito sobre o que virá a ser um Dória. Essa perspectiva tem apelo. O discurso da eficiência, da numerologia que se constitui em torno de indicadores os mais diversos, dos enxugamentos que se associam como combate ao desperdício faz eco ao interesse popular de um conjunto de serviços mais efetivos. A fragilidade, entretanto, está na natureza do escorpião. Governos dessa coloração costumam ter donos. Poucos donos. E a política transforma-se em zona de convergência dos seus interesses. Traduzindo em miúdos: dão ao povo um conjunto limitado de benefícios em troca, inclusive, dos direitos mais fundamentais. Estamos sentindo esse gostinho com as recentes reformas. Por último, mas não menos importante, o caminho da redescoberta. E ele pertence às correntes progressistas. Com a transformação do comunismo em uma lavoura arcaica, dos partidos de esquerda que escolheram ser viáveis ao poder em troca de tudo e todos, aos que se tornaram seitas caricatas, pouco resta de atraente nos moldes convencionais. Por isso usamos o termo “progressistas”. É uma construção a se fazer. E ela tem excelente apelo. É o que explica um Bernie Sanders, um Mujica ou quaisquer outros líderes que, tendo sua história, souberam usá-las para amadurecer um novo tempo. É a retomada do gosto de um Estado de Bem-Estar Social, mas sem o populismo barato. Da coragem de assumir um projeto de sociedade que leve em consideração as forças produtivas, mas que lembre que um país é feito de pessoas. Que tenha a coragem de ser viável na medida em que não suja as mãos na lama comum. É um projeto que troca o messianismo pela representatividade. É por onde eu gostaria de andar.

(*) Coordenador geral – História – Universidade Estácio de Sá.

 


No responses yet

mar 30 2017

JORNAL DO TOTONHO

Published by under Jornalismo

JORNALDOTOTONHO_2


No responses yet

mar 29 2017

A PORTEIRA FOI ABERTA

Published by under Jornalismo

EDITORIAL_CINZA

EM2

O “acordo” firmado para a manutenção do Ensino Médio, na rede pública municipal de ensino, representa a derrota da ética e a vitória do passado sobre o futuro. Derrota da ética, porque o prefeito rasgou o documento, que havia assinado durante a campanha eleitoral e ficou por isso mesmo. O “acordo” acertado pelos personagens e entidades garante frutos apenas aos que hoje lecionam, aos que hoje estudam e obviamente a aqueles que obtêm ganhos políticos imediatos. É a vitória do princípio “farinha pouca meu pirão primeiro” tão a gosto do prefeito. E os que virão? O “acordo” não assegura nada, ao contrário, compromete o futuro de boa parte da juventude do município, que não terá mais a garantia da manutenção do Ensino Médio. No “acordo” é aceito o princípio mercadológico para a educação pública e com ele as ideias do ‘custo’, da ‘despesa’, como aceitáveis nas futuras negociações. Alguém, em sã consciência, duvida que se “abriu a porteira” para o fim do Ensino Médio?

 


One response so far

mar 29 2017

É ASSIM QUE VAI SER?

Published by under Jornalismo

EM4

O que dirão os atuais estudantes da rede pública municipal de ensino de Cabo Frio, aos seus futuros colegas, que sonham em fazer o Ensino Médio?

- Garantimos o nosso, nossas matrículas estão asseguradas. Os professores também. Quando a “farinha é pouca meu pirão primeiro”


No responses yet

mar 29 2017

TIA ZUZU

Published by under Jornalismo

ZUZU

01 – Os médicos brasileiros que substituíram os cubanos no programa “Mais Médicos” estão com os salários atrasados. O planeta continua dando muitas voltas!

02 – Gente chique é outra coisa! A prisão domiciliar de Adriana Ancelmo, ex-primeira dama do estado, foi autorizada diretamente de Paris pela desembargadora Maria Thereza de Assis Moura.

03 – Os motoristas da Auto Viação Salineira precisam ser educados para aprender a parar nos pontos de ônibus, junto ao meio fio. Na Praça Porto Rocha, invariavelmente param no meio da rua, contribuindo desnecessariamente para retenções no trânsito.

04 – O evento oficial “Águas de Março”, realizado pela prefeitura, no Largo de São Benedito, na Passagem, deu menos gente, que o tradicional “Santo Samba”, organizado pela promotora cultural Luciana Branco. O “Santo Samba” está agora vendo o por do sol, na Praia do Siqueira.

ALAIR_1  MARQUINHO_MENDES_13

05 – Ao final dos oito anos de governo Marquinhos Mendes (PMDB) deixou como “presente” para Cabo Frio a desastrosa reforma da Praça Porto Rocha. A praça sofreu ainda mais quatro anos de degradação com Alair Corrêa (PP). Os compadres são de lascar!

06 – O estado em que se encontram os monumentos históricos e culturais de Cabo Frio são provas irrefutáveis do menosprezo da dupla Alair/Marquinhos com o patrimônio do município. O abandono é a marca registrada.

07 – Não há desculpas para tamanho abandono. Nos últimos vinte anos, jorrou dinheiro dos royalties do petróleo e nada, absolutamente nada, foi feito. A dupla Alair/Marquinho é brega, não entende, não quer entender e tem raiva de quem entende do patrimônio histórico/cultural da cidade.

RODRIGO_CABRAL

08 – Cabo Frio e Região dos Lagos assistem grande quantidade de lançamentos de livros de autores locais. Esse mar de criatividade tem o dedo da Editora Sophia, leia-se Rodrigo Cabral, na Folha dos Lagos.

09 – O Fórum Municipal de Cultura acontece na próxima quinta-feira. Vai discutir o Plano Municipal de Cultura e eleger o Conselho Municipal de Cultura. A previsão do tempo é de muita chuva, trovoadas e até relâmpagos.

10 – Todo prefeito quando entra diz que vai colocar um ponto final na bagunça, que é o aluguel de casas para temporada, na Vila Nova. Depois esquece. Como estamos em 2017 e a próxima temporada é em 2018, que é ano de eleição é preciso pagar pra ver!


4 responses so far

mar 29 2017

O AMIGO DA ONÇA – Péricles (1943-1961)

Published by under Jornalismo

HUMOR_CINZA

1

2

3

4


No responses yet

mar 29 2017

REVISTA NOSSA TRIBO – José Correia Baptista.

Published by under Jornalismo

NOSSA-TRIBO


No responses yet

mar 29 2017

1º FÓRUM DE PROFESSORES DE HISTÓRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Published by under Jornalismo

HISTORIA


No responses yet

mar 29 2017

JORNAL NÁUTICO CONVÉS

Published by under Jornalismo

CONVES


No responses yet

mar 29 2017

DEFESO

Published by under Jornalismo

DEFESO


No responses yet

mar 29 2017

MEDITAÇÃO DE CURA PRÂNICA EM CABO FRIO.

Published by under Jornalismo

MEDITACAO

No dia 31 de março, às 17h30, o Cereall Gourmet oferecerá “Meditação dos Corações Gêmeos” com a Terapeuta Prânica Mary Amorim. Também conhecida como Meditação para a Paz Planetária, a prática já se espalhou pelo mundo e hoje está presente em mais de 100 países. O segredo de receber é dar, como já explicado em muitas filosofias e religiões, quando abençoamos somos abençoados. Certificada pelo Institute For Inner Studies-Filipinas, Mary Amorim atua como terapeuta há oito anos na Região dos Lagos. A meditação traz muitos benefícios, entre eles a redução do stress, o aumento da produtividade e a melhorias na saúde e nos relacionamentos. Segundo pesquisas científicas, após a prática da meditação há um aumento de 300% da melatonina no plasma, um importante hormônio necessário ao equilíbrio do corpo humano. A meditação prânica é gratuita. Pede-se a quem puder, levar um pacote de fralda descartável infantil, que será doado a APAE Cabo Frio. O Espaço de Eventos do Cereall Gourmet Restaurante fica à Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio. Mais informações, telefone (22) 2629-6739.

 


No responses yet

mar 28 2017

PROPOSTA FALSA E ENGANADORA ACABA GRADUALMENTE COM O ENSINO MÉDIO.

Published by under Jornalismo

EDITORIAL_CINZA

EM-1

EM2

EM3

EM4

A proposta da prefeitura, costurada do alto de uma postura autoritária e intransigente é inaceitável. Acatá-la é pretender que Educação não é direito inalienável da cidadania, mas apenas um elemento do mercado e como tal operada na equação investimento x custo. Mesmo dentro dessa perspectiva, a posição da prefeitura de Marquinhos Mendes (PMDB) é mesquinha, canhestra e irresponsável com o futuro dos cidadãos, principalmente os jovens. Acredita que não vale a pena investir na manutenção do Ensino Médio, porque sob a ótica do mercado, certamente tem coisas mais importantes onde colocar o dinheiro público. Foi a partir desse pressuposto mercadológico, negando a cidadania, que o governo municipal foi buscar e conseguiu o apoio da câmara para uma proposta falsa, enganadora, que objetiva esvaziar o movimento da comunidade escolar e eliminar gradualmente o Ensino Médio, rasgando o compromisso assinado em campanha.

 


2 responses so far

mar 28 2017

A PARENTADA E OS AMIGOS DO PEITO CONTINUAM SE DANDO BEM.

Published by under Jornalismo

ALAIR-CAPO   &   MARQUINHO_MENDES7

O velho morubixaba era criticado diariamente por conta dos empregos que distribuiu “a tripa forra” para a parentada e para os “amigos do peito”. Todo mundo esqueceu do “beijo no coração”, que tinha feito oito anos de governo, no mesmo modelo. Eis que o fantasma ressurge, em 2017, repaginado com o lema “farinha pouca meu pirão primeiro”. Tasca a empregar a parentada mais antiga, os neoparentes de Iguaba e adjacências, os amigos de longa data e aqueles que apareceram oriundos de outras paragens e estâncias hidrominerais, inclusive contratos iluminados da Baixada Fluminense. Portanto, está passando da hora do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) explicar a população de Cabo Frio, que é quem paga a conta, que “calamidade financeira” é esta na qual a prefeitura “farinha pouca …” cria mais de 500 cargos, comissionados para parentes e amigos, em menos de 90 dias?


One response so far

mar 28 2017

TIA ZUZU

Published by under Jornalismo

ZUZU

01 – O atendimento da Oi, em sua loja, na Praça Porto Rocha, em Cabo Frio, é péssimo e desrespeitoso para com os consumidores. Merece fiscalização maior do Procon.

02 – O governo do médico ortopedista Marquinhos Mendes (PMDB) não quer mesmo financiar o Ensino Médio. Esse papo de que o custo por aluno é alto é para enganar otário, desinformado, que merece o repúdio da população.

03 – Na campanha a demagogia do candidato Marquinhos Mendes (PMDB) o fez assinar documento se comprometendo a manter o Ensino Médio. Hoje prefeito, falta com palavra e na prática rasga o documento que assinou.

04 – Durante a campanha eleitoral, a educação era sinônimo de investimento. Acabou a campanha, ganhou a eleição e a educação virou custo, revelando que o candidato Marquinhos Mendes (PMDB) era um “lobo em pele de cordeiro”.

05 – É preciso dizer com todas as letras que o prefeito de Cabo Frio, Marquinhos Mendes (PMDB) não quer investir no Ensino Médio, porque não recebe grana do governo federal através do FUNDEB para isso. Pode, mas não quer botar dinheiro da prefeitura. Deve ter outros planos pra essa grana.

06 – A parentada é grande dentro do governo “farinha pouca meu pirão primeiro” e o problema não acaba com a exoneração da mulher do prefeito, seu irmão e também do sogrão. Esse então tinha apanhado logo a vice-presidência da “extinta” Comsercaf. Ora, se a empresa está “extinta”, o que o sogrão faria ali?

LAURA_BARRETO_4   AQUILES_BARRETO_02

07 – Tem mais? Tem! A secretária municipal de educação, Laura Barreto, é mãe do presidente da câmara, Aquiles Barreto (SD). O prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) é primo do presidente da câmara e por aí vai. A turma é grande! Caro e atento leitor, me responda: qual a diferença do antecessor?

LUIS-ROBERTO-BARROSO

08 – As peripécias do prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) são tantas que acabaram por ilustrar o despacho do ministro Luís Roberto Barroso, no STF. Tem também despertado a atenção da imprensa nacional e regional como do G1, O Globo e Extra. Devagar e o prefeito de Cabo Frio vai ficando famoso pelo Brasil.

09 – Entre tantas peripécias, o prefeito de Cabo Frio consegue talvez a maior delas: o carinho da mídia cabofriense, que ao contrário da regional e nacional o reverencia quase que diariamente. Certamente, o prefeito distribui “beijos no coração”. Que lindo!!!

10 – A Comsercaf ainda vai parar no ‘Livro de Recordes. Consegue ser extinta, receber milhões de reais da prefeitura e ser alvo da cobiça política de 9 entre 10 partidários do prefeito “farinha pouca meu pirão primeiro”. Merecia uma boa e fornida CPI. Quem tem coragem?


One response so far

mar 28 2017

DESPEJO “IN NATURA” NO CANAL DO ITAJURU.

Published by under Jornalismo

ESGOTO

O despejo “in natura” de esgoto na margem esquerda do Itajuru, vem aumentando a cada ano, isso em tempo seco, ou seja, esta vazando esgoto, sem chover. O cúmulo é que passa um tronco coletor em toda a extensão da Avenida Wilson Mendes, que na teoria deveria interceptar esse esgoto e bombear pra ETE do JD Esperança”.

(Mário Flávio Moreira – Consultor ambiental)

 


No responses yet

mar 28 2017

REVISTA NOSSA TRIBO – José Correia Baptista.

Published by under Jornalismo

NOSSA-TRIBO


No responses yet

mar 28 2017

JORNAL NÁUTICO CONVÉS

Published by under Jornalismo

CONVES


No responses yet

mar 28 2017

DEFESO!

Published by under Jornalismo

DEFESO


No responses yet

mar 28 2017

HUMOR – NA POLÍTICA!

Published by under Jornalismo

HUMOR_CINZA

FRANKSTEIN

PATO

PM

RATOS


One response so far

mar 28 2017

MANGUINHOS – BÚZIOS – Raul Silvestre.

Published by under Jornalismo

FOTOS_CINZA

MANGUINHOS-BUZIOS-2


No responses yet

mar 28 2017

O VAMPIRO DA ALAMEDA CASABRANCA – Márcia Denser.

Published by under Jornalismo

CRO_E_POE_CINZA

marcia-denser

Márcia Denser

A não ser pelo filme japonês em cartaz, não havia nenhum interessem sair com aquele sujeito, poeta, que se ostentava como “maldito” só para poder filar seu canapezinho de caviar nas altas rodas. Um guru de fachada, meio sobre o charlatão cósmico, adepto que era de uma esotérica seita oriental, babaca como tantas outras, e usando tudo isso em proveito próprio. Pelo menos não era burro. Disso resultavam as sessões de massagem transcendental nas madames com hora marcada, ou mesmo sem ela, ao sabor das prisões de ventre, dores de corno e outras piorréias. Não era mesmo burro. Feioso, devia viver faminto de carne fresca mas, passando-se por espiritual, ia tirando suas casquinhas. A conversa era inconsistente, cheia de expressões pedantes e, até pela sintaxe, tão emaranhada em meandros que obviamente não levavam a parte alguma, notava-se a eterna fome do cara. Uma espécie de vaga ansiedade piedosa de algo que rodeia e rodeia aquilo que seria um alvo não tivesse ele em mira outra coisa. Por exemplo: enquanto sua boca passeava pela evolução da energia cósmica, seus olhos hipnotizavam-se (bem como toda a sua alma) num ponto qualquer entre meus seios, e a energia cósmica ia e vinha, subia e descia, jamais se perdia, enrolava e se desenrolava, mas não chegava a nenhum lugar, uma vez que o verdadeiro objeto daquele papo estéril permanecia fora de alcance. A arenga também seria hipnotizante: eu me sentia como uma criança birrenta que não quer dormir ou um animal relutante em cair na armadilha.

O tal filme japonês fora realmente bom, um monumento poético, um estudo profundo sobre as paixões humanas, etc. e assim eu poderia falar sobre ele ad nauseam, mas o Poeta apenas emitiu suas impressões assim: “É barra! Que barra! É uma barra!” dizendo-as de maneiras diferentes e impostando a voz num diapasão enfático que partia da traquéia, explodindo num ruído seco e rouco, feito um peido bucal, e como se a palavra “barra” contivesse, não digo o significado de todo o universo, mas, pelo menos, de todo o filme. Isso no fim da fita. Durante esteve todo o tempo tentando pegar no meu braço. Um verdadeiro saco. Então eu me perguntava: por que sair com aquele cara? Era desses feriados tediosos, todos os amigos queridos, todos os sujeitos interessantes, todas as amigas disponíveis viajando, restando os neuróticos, os chatos e os vampiros na cidade. Já era uma boa razão. Depois, eu apenas desconfiava de tudo isso, ainda não configurara uma imagem nítida do Poeta na minha cabeça. Na hora “H” fico possuída duma puxa-saquice pânica por agradar, mais preocupada com o efeito que com o objeto propriamente dito. Posso acabar fascinando Drácula em pessoa, sem dar pela coisa. Daí me livrar do monstro já é outra estória.

Como nesses clássicos de horror, ao sairmos do cinema “um vento gélido açoitou-nos os ossos”. Confesso que não fiquei surpreendida quando o Poeta sugeriu passarmos no seu apartamento para pegar um pulôver, coitadinho. Antes tentei aliciá-lo para uma cave de queijos e vinhos, mas ele não entrou. Também não queria ser grossa ou passar por retrô ou sei lá. No fundo, no fundo, estava querendo ver até onde ia o meu fascínio — e eu sei onde vai o meu fascínio — com o Poeta. Sabe-se lá.

No apartamento (não fosse pelo excesso de cartazes politicosos, até que bem jeitoso. Um tanto “artístico-displicente” demais, eu acho, como tantos outros onde eu estivera, de poetinhas, atores de teatro, bichas. São todos iguais. Deve ser a fada madrinha) eu aproveitei meu fascínio ao máximo. Munida dos meus trabalhos, submeti o Poeta a uma intermitente sessão de leitura dos melhores trechos por umas duas horas. Minhas estórias são boas, mas lidas assim, no tapete, bebendo um bom vinho tinto, um fogo aqui dentro, ar condicionado, almofadas e mantas peruanas, música suave e um sujeito querendo me comer ali do lado, não há talento que resista. Então, ele me submeteu a mais duas horas de suas poesias, aliás inéditas. Se fossem boas até que valeria o esforço, o fascínio, a atenção fingida (tinha ganas de estourar de rir cada vez que ele pigarreava, afivelando um ar circunspeto, como se preparando para ler um discurso, um obituário, um testamento, enfim, algo muitíssimo sério), o vinho, aquele apartamento, o filme japonês, os feriados, aquelas profundas crateras que lhe sulcavam o rosto, o ligeiro cheirinho oleoso e adocicado que se desprendia delas, a mania de falar de si próprio na terceira pessoa, como se fosse um fantasma, o fato de ser careca de um lado só, daí o cabelo restante se amontoar num topete atrás da orelha esquerda, enfim, mas não eram. Não eram mesmo. Ocas, delírios vagos, desconexos, de um concretismo de cabeça dura e reticências. Na mesma construção e com a mesma ênfase conviviam vísceras e sangue, cosmos e eternidade, como se essas palavras não significassem nada além de meros sons poéticos convencionais. Quando a coisa começava a esquentar, ele sempre botava as tais palavras definitivas como Deus, Espaço, Eternidade, Morte, e esquecia as preposições, tornando tudo assim delirantemente obscuro, como se possuísse uma chave, um código para sua decifração. Para os leigos, as garotas bonitas e os novos-ricos, quanto menos se entende mais a coisa deve ser boa. Palavras bonitas é igual a idéias bonitas. É gongórico, é elementar. O Poeta conhecia muito bem esse princípio e aplicava-o até à exaustão. A minha, por exemplo. Na verdade, algumas eram até sofríveis, mas parece que o sujeito tinha um cadeado no cérebro. Estava prisioneiro. Não se enfrentava. E se começava a botar a mão na merda, lá vinha ele com seus deuses e demônios anti-sépticos, para levar todos os pecados. Pelo menos os dele. Se achava que os tinha. Ser feio, por exemplo, era um. Equilibrava-se definindo-se “pedante e sofisticado”. Supunha-se, dessa forma, inacessível. Enganava só os trouxas.

Na conversa, Poeta mencionou uma festa. Amigos intelectuais, etc. Então vamos, me animei, e fui emergindo das almofadas, procurando as botas debaixo do sofá, espantando cobertores, relanceando um olhar melancólico para as garrafas vazias, mas ele me reteve. Ainda não, disse, fixando-me um olhar tigrino cor de petróleo. Era como um aquário, a exposição, atrás do vidro córneo, do que havia no interior de suas espinhas mortas: óleo diesel.

O pequeno deus Caracol, o deus dos covardes, deve habitar em mim, pois foi ele que me fez encolher, puxando consigo todas as terminais nervosas, todas as sensações de prazer e dor, toda alegria, todo pranto, e me transformar num penhasco árido, num terreno baldio entregue às varejeiras, aos cacos de vidro, lixo, mato ralo, aos cães vira-latas, e aos teus beijos, Poeta.

Uma zoeira distante no ouvido, uma sensação incômoda nas costelas, a boca seca avisaram-me que bastava. Fui me desprendendo aos poucos. Tarefa, aliás, bastante embaraçosa. Eu diria hilariante, se não fosse parte ativa. Parecíamos atores de um filme do Harold Lloyd. Eu puxando de cá, ele de lá. Um escorregão providencial da minha parte (estávamos em pé) decidiu a contenda. Fomos à festa.

A primeira coisa que chamou minha atenção foi que o dono da casa — por sinal, um belíssimo rapaz — usava, atadas na manga da camisa, duas fitas de seda nas cores da bandeira nacional. Assim como os rapazes da TFP, a juventude de Hitler, os pupilos de Mussolini. Como um ungido, a marca da distinção, do bem-nascido, bem-dotado, bem rico, a nata, a perfeição e vocês fora! E viva Nietzsche e o quarto Reich, logo, o General Pinochet, Idi Amin, Pol Pot, Gengis Khan e a Revolução de 64. Puxei-o pela manga: o que é isso? Sorriu com seus olhos azuis de água doce: Não é um belo país? É. Olhei a mesa: vinhos franceses, queijos suíços, baixela húngara, guarnições de renda austríaca, charutos cubanos, vodca russa, cigarros americanos. Belíssimo país. Belo mesmo é você, pensei cinicamente, cobiçando a belezinha de jovem fascista e seus brinquedinhos, entre eles uma linda esposa loura e psicóloga formada pelo período da tarde do Cursinho Objetivo, altura e peso ideais segundo a revista Cláudia e preocupadíssima com seus encargos de anfitriã (repetiu neuroticamente a noite toda que “a previsão falhou” a propósito de haver terminado o queijo de nozes antes das duas da matina). E os intelectuais? Da “festa” constavam exatamente dez pessoas. Além dos anfitriões, eu e o Poeta/Profeta, havia um outro casal composto de um sujeito enorme, estilo CroMagnon, filho de general, com o curioso nome de Ciro, faixa preta em caratê e que me foi apresentado como um pintor maravilhoso, porém desiludido (o pessoal devia ser positivamente cego) e cocainômano ativo, acompanhado por uma garota misto de Dama das Camélias e Madrasta da Branca de Neve: profundas olheiras azuladas, cabelos crespos e negros acentuando oleosamente o rosto pálido, ossudo, lunar, quase transparente, usando uma camisa branca também transparente (seios nada transparentes) sem sutiã e, a chamar a atenção de todos para os seus pés feridos pelas sapatilha de bailarina? Não sei. A cidade está cheia desses cursinhos de balé e bordado, freqüentados por jovens em idade de casar e manter a forma. Para compensar as festinhas movidas a vinho, coca e mau humor de suas excelências, seus namorados, pelos quais elas são capazes de se foder por toda eternidade, em troca de um sobrenome enganchado no rabo e um apartamento nos Jardins: os homens têm as angústias, as mulheres, os interesses, e por aí vai. Roger, o intelectual oficial, amigo do Poeta de proveta, um sujeitinho magricela, insignificante, (essa palavra é enorme!), apagado na minha memória, acompanhava uma cooperante do governo americano junto ao Brasil, uma garota da Califórnia com cara de porto-riquenha. Ela deveria detestar aquela cara tropical, a pele morena, cabelos negros cortados rente, como se pagando uma pena, os olhos escuros feito morcegos assustados, encolhidos no fundo da fisionomia. Que fazer se sua mãe havia pulado o muro do México? Roger, o colonizado, desmanchava-se em atenções para com o produto de Tio Sam, mas eu imagino que, para ele, bastaria qualquer coisa, uma lata de sopa Campbell, digamos. Que representasse a civilização, a cultura superior, etc. Razões inconfessáveis. Não via nela apenas uma garota assustada num país estranho. Assim como eu não enxergava o aspecto repugnante do meu guru-poeta. Tampava o nariz, os olhos, a boca, e o engolia em nome de uma vaidade idiota. Presentes também um par de primos dentuços e noivos que se despediram cedo. Eu aposto que pra ver televisão e se agarrar no sofá.

A madrugada evoluiu naquele apartamento neoclássico, com ativa movimentação de garrafas de vinho, rodadas de coca, camembert rançoso e conversas idiotas. Já estava amanhecendo e restavam os donos da casa, Ciro, Branca de Neve, Poeta e eu, já me sentindo completamente onipotente. Sentimento provavelmente compartilhado por todos, uma vez que a conversa girava sobre vida extraterrena, enquanto Brinquedinho raspava com uma pazinha de sorvete os restos de pó grudados no bumbum da garota na capa da revista Playboy. Excelente anfitriã. Belo Fascista inquiria o Poeta:

—Você, Klaus, que é um cara ligado nessas coisas, e entende paca, já deve ter tido revelações, não?

— Bem — começou o outro — pode-se dizer que nós (falava sempre no plural, aludindo estranhamente uma cumplicidade invisível. Quem sabe com os deuses.) chegamos a fazer vários contatos realmente inexplicáveis, eu diria, por exemplo, quando morreu a Dorinha…

— A Dorinha não morreu trovejou Ciro, olhos vidrados numa faca de cortar frios.

— Talvez sim, talvez não condescendeu misteriosamente Klaus — muitos de nós já chegaram a…

— Besteiras, não há nada — cortei. Estive lá em cima e vi: estão todos mortos. E voltando-me para o meu anfitrião: Um trechinho de seu autor predileto, beleza…

— Como? — Belo Fascista arregalava os doces olhos azuis.

— Ela divaga — Poeta endereçou-me um olhar enviesado — mas como eu dizia, a Dorinha…

— Agora que estou vendo — interrompi novamente. De repente, Ciro e Branca de Neve me pareceram estranhíssimos: ele enorme, truculento, ela frágil, meio amalucada…

— Vocês não têm nada a ver, não é? Sorria para ambos como abençoando-os. Klaus, desorientado, arreganhava os dentes, desculpando sua convidada.

— Terrível, terrível, arfava Branca de Neve.

— Pensando bem, acho que a garota tem razão, Ciro não tirava os olhos da faca,

—E como é que vocês tre. . . Um violento cutucão do Guru, debaixo da mesa, fez-me engolir o resto da frase.

Depois disso, fui mergulhando cada vez mais fundo num burburinho ácido e esbranquiçado. As frases se sucediam de cá para lá, e eu as acompanhava como bolinhas num jogo de ping-pong, apenas como bolinhas, que não são nada além de bolinhas brancas.

Levantei-me e fui até a janela: É isso, pensei, sufocar a ressaca, afogá-la na boca cinzenta e azeda da manhã como num cesto de roupa suja. Esse é o preço pago pela droga consumida durante a madrugada, porque a droga tem o segredo que afoga a náusea, o vômito, a acidez desse vinho escuro injetado nas veias desde a noite anterior, então, ao amanhecer, foi puxada a descarga, sentido um só tranco, o estômago a brecar e a gemer no alto de um prédio no Pacaembu e isso foi quase tudo. Quase porque eu ainda não terminara. Porque o vazio, após a descarga, é insuportável. O vaso sanitário ficar deserto e se tem medo de tornar a usá-lo e infectar o mundo inteiro. A náusea que se instala expulsa a razão, amedronta as palavras, e eu precisava falar que daquela madrugada ficou um gosto arrepanhado de sal de fruta, a efervescência cinza pérola do antiácido diante dos olhos e uma tristeza secreta e corrompida por me saber mole, dobrável, e ainda uma vez voltar a fazer coisas que não quero, não preciso, não desejo, todavia o álcool e a droga me levam lá, uma espécie de morte incluída nos serviços de buffet; a cada episódio eu morro, e eu morro, e eu morro de novo, e volto a me assassinar, porque contar essa estória é o mesmo que atacar a mesma mulher há anos, violentamente, por trás, e como se ela fosse virgem, então, o toque no ombro, o hálito amanhecido às minhas costas: Klaus. Haviam escurecido a sala. Silenciosamente, colocou-me o casaco e, na condição de irmãozinho mais velho, carregou-me para longe daqueles perigos. Seu apartamento, por exemplo.

Lembro de um café da manhã numa mesa com toalha de plástico, e um enorme queijo de Minas. Eu estava chapadíssima, achando o queijo muito engraçado e porque não podia aparecer em casa de modo algum naquele estado. Klaus, este então parecia esmagado sob o peso da recompensa. Ele tinha mesmo uma cara amassada de vilão do faroeste depois da última briga, versão piorada entre Jack Palance e John Carradine. Cara picada pelo ressentimento e pela varíola, obtinha dormir com a mocinha sem mais aquela. Era demais. Ele vai brochar, pensei.

Havia sol, mas estava frio e úmido e Poeta, muito solícito, uniu duas camas gêmeas, cobriu-as com mantas, enquanto eu me despia, obedientemente, cumprindo um ritual sem escapatória, filha de Maria, sacerdotisa de Astarté, coroinha alimentado e fodido secretamente pelo padre, eu obedecia, apenas. Fiquei de bruços, fechei os olhos, pensando: o prazer puro, o prazer puro. Não poderia ver aquele rosto agora, seria insuportável, seria inconcebível, e eu acho que ele me ficou agradecido. Mesmo assim não conseguia. Estava submerso em droga e álcool, uma chaga viva de excitação que pulsava e gemia, rilhando os dentes, pobre animal sonâmbulo imaginando-se um ser humano de carne, ossos e fezes, se esvaindo entre minhas nádegas numa tortura aplicada de movimentos ineficientes; uma vez que ele não conseguia, o animal depositava-se como um pedaço morto de carne fria junto ao meu corpo. Vamos liquidar isso, pensei. Sentia-me cansada, nauseada, azeda. A excitação esticava-se como um cordão frouxo contudo sem arrebentar. Vi pela janela a manhã alta, cor de magnésia, e disse: chega, vamos dormir. Às minhas costas, ele desabou, barraquinha de campanha, como se o tempo todo estivesse aguardando a ordem que o libertasse da prontidão. Segundos depois ressonava eloqüentemente. Adormeci pensando onde havia me metido, aquele apartamento de solteiro da Alameda Casabranca tinha algo a ver com um túmulo, gente adormecendo ao nascer do sol, falta só o punhal de prata, mas, por alguma razão maluca, não queria ir para casa e não queria ficar ali. O sono me colocou no lugar certo. Estaria sonhando com um jardineiro espanhol ou com tesouras, não sei, e acordei salgadamente sentindo algo vivo se mover, quente e alerta, entre minhas coxas. Pulei da cama, como se impulsionada por retrofoguetes: fugir, pensava, fugir, correr, vomitar, se vestir. E fui apanhando os destroços das roupas atiradas pelo quarto. Ao subir as meias, espiei com o canto do olho a cara atônita, amassada de Klaus, parecendo um pedaço carbonizado de casca de árvore na brancura de areia dos lençóis. A boca entreaberta não ousava protestar, articular nenhum som, com aquele ar de bagre estúpido, aquele ar de fóssil humano: a qualquer palavra minha, viria a réplica de bernardo-eremita na voz de fariseu sufocado e eu não queria deixar nada claro. A coisa, naquele pé, já parecia suficientemente ridícula, uma pornochanchada sinistra: ele, de pau duro debaixo das cobertas, cara de idiota, observando a mocinha se vestir num desespero vertiginoso, como se perseguida por Jack, O Estripador. Faltava vestir o casaco e me lancei para fora do quarto. Uma empregada velhíssima e cheia de varizes abriu-me a porta da rua. Desci pelas escadas. Nem cogitei estar no 15° andar. Alcançando finalmente a rua, parei ofegante. Porra, estava livre. Leve. Livre. Comecei a rir sozinha: até que fora bem gozado. Cambaleante e feliz, ri por dois quarteirões. As pessoas se voltavam, espantadas. Um perfume de pãezinhos frescos me atraiu para uma padaria cheia de colegiais e empregadinhas. Mastigando um enorme sanduíche de presunto, pedi ao vendedor a lista telefônica. Forrando página por página com lascas de pão fresco, procurei o número do Belo Fascista. Não sabia por que, mas precisava salvar a noite. Alô, uma vozinha sonada gemeu do outro lado. Reconheci Brinquedinho. Escute, princesa, falei, diga ao seu marido que preciso fazer uma substituição (era necessário ir direto ao assunto, nada de formalismos idiotas com a família e os cachorros. Tratamento de choque). O quê? A voz prosseguia estremunhando. Uma outra, de homem, metralhava abafadamente qualquer coisa. Era seca e urgente; falando aos soquinhos parecia martelar ordens. Brinquedinho explicava confusamente algo sobre a namorada de Klaus e uma substituição. Afinal, era uma objetiva formada pelo Objetivo. O que está havendo? Belo Fascista pegara o aparelho. Parecia um bocado irritado. Expliquei da melhor forma. Por fim, convidei-o para tomar café da manhã comigo, ali, na Padaria Flor de Lys, que ficava na rua… Pedi para esperar na linha enquanto ia ver. Quanto retomei o fone, apenas o ruído de discar respondeu melancolicamente ao meu apelo. Belo Fascista não tinha mesmo nenhum senso de humor. Tão bonitinho, murmurei cheia de pena. O pão terminara e enquanto esperava o troco, espiei meu rosto no espelho da balança. Borrado de rímel preto, o rouge coloria mais a face esquerda, olheiras azuladas. Igualzinha Branca de Neve. Esfregar o dedo acentuou a palidez, mas servia. Ainda não dava para espantar as crianças. Na saída, resolvi comprar outro sanduíche para ir comendo no caminho. Esquentara e eu amarrei o casaco na cintura — um casaco lindo, de veludo caramelo — e o pessoal continuou me encarando. Sempre comendo o pão, fui subindo a rua cheia de árvores verdinhas e rendilhada de sol. Lembrei de uma passagem de Faulkner no Som e a Fúria. Afinal, alcancei a Avenida Paulista suando e arrotando salame. Em frente à Casa Vogue — que não é mais a Casa Vogue — tentei pegar um táxi. Nada. Decidi ir andando. Até o Paraíso são quatro quilômetros, mas no plano. Achei razoável. Entrei no Jardim do Trianon. Um pouco de ar puro, pensei, ecologia, patos, marrecos, galinhas, desocupados. Ecologia. Comprei um saquinho de pipoca. Um garoto de seus 17 anos atirava farelo aos perus — detesto esse ar superiormente abestalhado que têm as aves em geral — e perguntei a ele se valia atirar pipoca. Lógico, disse, e enfiando a mão no meu saquinho, retirou um punhado e atirou-o aos bichos. Era um encanto de garoto, um ninfeto dos bosques, cabelos alourados de sol e piscina do clube, a camisa xadrez aberta exibia o peito liso, moreno e uma medalhinha de San Genaro. Perguntei se era italiano. Meu pai, respondeu sorrindo. Falava com simplicidade e delicadeza. Como se fosse a coisa mais natural do mundo topar num domingo com uma garota, às onze da manhã, cara toda borrada de pintura, casaco de veludo amarrado nos quadris, um pão semicomido na mão, um saco de pipoca na outra. Ele era a própria manhã: jovem, fresco, belo, puro. Me senti mal. Queria lavar o rosto, tomar um banho, convidá-lo a passear comigo no Ibirapuera, que é o maior parque que eu conheço, sei lá onde. Melhor ir andando. Ele ficou olhando eu me afastar com simpatia, assim, também sem perguntar nada. Uma névoa de cansaço descia sobre o jardim. Senti-me longe, minha casa longíssimo, o apartamento de Klaus ainda mais longe, em outro país, outro tempo. Ajeitei-me num banco de pedra limosa e dormi. Um segundo depois acordei: alguém me cutucava as costas com um objeto duro e pontudo. Outra vez, pensei. Mas era só uma vassoura e o homem devia ser o zelador do parque. Percebi vagamente que anoitecia.

— Levaram sua bolsa e seu casaco, dona, é bom dar parte na polícia, falava com uma voz monótona, anasalada, repetindo sempre sobre o roubo e a polícia.

— Pra que a vassoura?, murmurei idiotamente, ainda aturdida pelo sono. O corpo dolorido. Meu casaco e a bolsa?

— Você tá mal, hein? Deu moleza, já viu, nego passa a mão mesmo, acho bom dar parte na…

— Já vou, já vou. Como fazê-lo calar? Estiquei as pernas. Intactas ainda minha calça de veludo e a camisa de seda. Bem, foi-se, pensei. No que deu o vampirismo poético. Judas, o obscuro, estaria agora em seu lindo apezinho ouvindo Beethoven e jantando carneiro ensopado com legumes, preparado por Lady Varizes, a copeira. Aquela cara amassada, descomposta, mastigando a sobremesa, aqueles olhos duros, machucados, e o animal adormeceria tranqüilamente entre seus panfletos comunistas, fumando cigarros mentolados. Era demais. Vomitei espasmodicamente num canteiro de hortênsias. Resolvi voltar para casa. Lá pagariam o táxi. Então lembrei: estavam todos viajando. Todos os amigos, todos os sujeitos, todas as amigas, etc. Eu estava sem a bolsa, sem as chaves, com frio, fome e precisando de um banho. No táxi, suspirando, dei o endereço de Klaus.


No responses yet

mar 28 2017

1º FÓRUM DE PROFESSORES DE HISTÓRIA

Published by under Jornalismo

HISTORIA


No responses yet

mar 28 2017

ESPAÇO DE BELEZA M & C

Published by under Jornalismo

ESPACO_DE_BELEZA_1


No responses yet

mar 28 2017

CHEGA AO FIM DE MANEIRA MELANCÓLICA O MOVIMENTO QUE DEU SUSTENTAÇÃO AO GOLPE JUDICIAL DE ESTADO NO BRASIL – Florestan Fernandes Júnior.

Published by under Jornalismo

ARTIGOS_CINZA

FF

Florestan Fernandes Júnior.

Chega ao fim de maneira melancólica o movimento que deu sustentação ao golpe judicial de Estado no Brasil. A manifestação desse domingo na Avenida Paulista foi o ‘gran finale’ de uma ópera bufa que provocou o maior retrocesso social, político e econômico da história do país. A plateia foi mínima para um espetáculo que não vai deixar saudades. A bandeira da luta contra a corrupção foi apenas o mote para derrubar um governo. Hoje ela já não importa mais para os que manipularam boa parte da população. Nem os Patos sobreviveram ao “novo velho tempo” que promete aumentos de impostos que garantirão o lucro fácil do setor financeiro. A camisa da CBF volta para o fundo do armário, as panelas voltam para sua função original e nós brasileiros, como no teatro do absurdo, continuamos esperando Godot, continuamos esperando o nada.

 


No responses yet

mar 28 2017

DEGUSTAÇÃO DE CAFÉS ESPECIAIS NO CEREALL EM CABO FRIO.

Published by under Jornalismo

CAFE

Difícil resistir a um delicioso café. Para quem quer aprender a diferenciar aromas e sabores, o Coffee and Drinks apresenta no Cereall Gourmet, dia 29 de março, às 15 horas, uma degustação gratuita de cafés especiais Unique (de Carmo de Minas – MG). Cultivados em uma agricultura familiar que valoriza seus recursos humanos, com incentivos à educação, saúde e lazer, Unique tem características únicas e raras e oferece diversas opções como o orgânico, o descafeinado, o blend, o frutado e o cítrico. De sabor agradável, com aroma irresistível e propriedades terapêuticas, o nosso cafezinho é uma das bebidas mais consumidas no mundo e surgiu na Etiópia no século IX. Aqui no Brasil, o cultivo começou no início do século XVIII. São mais de 25 tipos de café, sendo os mais populares a Robusta (com teor de cafeína mais elevado) e a Arábica (sabor mais suave e quantidade menor de cafeína). A história do café é rica de curiosidades, costumes e rituais. Foi demonizado e santificado por líderes religiosos, e é usado para prever o futuro através da leitura das borras (cafemancia). É servido gelado no Japão, misturado com Chicória na França, com pitadas de canela, alho e gengibre no Oriente Médio e na África. Estudos mostram que, além de acelerar o metabolismo, o café melhora a concentração e estimula a memória. No programa de degustação: a origem do café, tipos de grãos e de torras, a prova técnica e a diferença entre cafés industriais e especiais. Os convites são limitados, reservas pelo telefone (22) 2629-6739. O Cereall Gourmet Restaurante fica à Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio.

 


No responses yet

mar 28 2017

JORNAL DO TOTONHO

Published by under Jornalismo

JORNALDOTOTONHO_2


No responses yet

mar 27 2017

OPINIÃO – AS DERROTAS DE MARQUINHOS MENDES.

Published by under Jornalismo

 

OPINIAO

O prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) iniciou o governo com empáfia, dizendo aquela que virou a frase tema do seu governo: “farinha pouca meu pirão primeiro. Decretou “calamidade financeira” e aproveitando o momento fez inúmeros contratos, sem licitação. Favorecendo empresas amigas? Basta procurar e ter as respostas. A partir daí, muito pela prepotência, pensando que podia tudo, começou a colecionar derrotas: foi obrigado a mostrar os contratos, demitiu a mulher, o cunhado e o sogro por recomendação ou determinação do MP? Por pressão da sociedade está negociando a manutenção do ensino médio na rede pública. E para culminar está morrendo de medo do julgamento pelo TSE.


One response so far

mar 27 2017

TERCEIRIZAÇÃO

Published by under Jornalismo

CHARGES AZUL CLARO

CARTEIRA

CASSO


No responses yet

mar 27 2017

TIA ZUZU

Published by under Jornalismo

ZUZU

01 – Os ex-deputados federais Bernardo Ariston e Paulo César estiveram conversando semana passada. A pergunta é: vai rolar alguma dobradinha, em 2018?

JOSE_CORREIA_2

02 – O jornalista e sociólogo José Correia Baptista acampou na Feira de Livros, na Praça Porto Rocha. É o maior freguês dos livreiros, como acontece todos os anos.

IVANIR

03 – O público que esteve presente ao Charitas, na noite de sábado assistiu a excelente palestra de Ivanir dos Santos, doutorando em História pela UFRJ e o lançamento do livro “Intolerância religiosa no Brasil: relatório e balanço”.

04 – Os temas abordados pela palestra: discriminação racial e intolerância religiosa são dos mais importantes a serem discutidos exaustivamente no Brasil atual. A 28ª Semana Teixeira e Sousa deve aprofundar esse debate urgente para a sociedade brasileira.

SILAS_BENTO_5

05 – Alguém tem que explicar ao “progressista” e “estatista” deputado Silas Bento, que o seu partido, o PSDB, foi o artífice do processo de privatização no Estado do Rio e em todo o país. Quem foi mesmo que privatizou o BANERJ e a própria CEDAE em diversas regiões do estado, inclusive na Região dos Lagos?

06 – É preciso que a pressão popular pela manutenção do Ensino Médio se mantenha. Político tem medo de perder voto e de povo na rua. Marquinhos Mendes (PMDB) só vai recuar se a pressão continuar.

07 – A união dos vereadores na defesa do Ensino Médio, inclusive da bancada fiel a Marquinhos Mendes (PMDB) só aconteceu justamente em função da pressão popular: não são vereadores identificados com a educação, mas o medo de perder votos …

08 – A oposição de Cabo Frio aguarda, com toda a paciência, a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) a respeito do decreto de “calamidade financeira” expedido pelo prefeito Marquinhos Mendes (PMDB).

 


2 responses so far

mar 27 2017

O RECUO DE MARQUINHOS

Published by under Jornalismo

KAMYLLA_MENDES

Demitida junto com o irmão e o pai.

A péssima repercussão política e popular aliada à recomendação do Ministério Público Estadual (MP-RJ) fez Marquinhos Mendes (PMDB) recuar. Desgastado na opinião pública pela vontade explícita de acabar com o Ensino Médio, Marquinhos não teve alternativa. Demitiu a mulher (secretária de assistência social), o cunhado e o sogrão, que estava aboletado, na Comsercaf, como vice de Cláudio Moreira.

 


One response so far

mar 27 2017

ACREDITE SE QUISER!

Published by under Jornalismo

RENATO_VIANNA_04

Em Arraial do Cabo o prefeito Renatinho Vianna, apesar dos inúmeros desmentidos durante a campanha, logo de cara nomeou o pai, o ex-prefeito Renato Vianna, como presidente do Porto do Forno. O discurso da prefeitura diz que não tem nada a ver com Lei do Nepotismo, porque Renato Vianna foi eleito pelo Conselho Administrativo. Pela profunda análise da prefeitura de Arraial do Cabo a nomeação do ex-prefeito não tem nenhuma relação com o fato de ele ser pai do atual prefeito.


No responses yet

mar 27 2017

NOVA ALIANÇA?

Published by under Jornalismo

BERNARDO_ARISTON

A “Família Ariston”, leia-se Rádio Litoral,toda poderosa no período de ouro dos governos de Garotinho/Rosinha, mais uma vez procura ressurgir politicamente na Região dos Lagos. Bernardo Ariston, que foi deputado federal, inclusive presidente da poderosa Comissão de Minas e Energia da Câmara Federal por influência de Eduardo Cunha, agora é coordenador de indústria e comércio do governo de Marquinhos Mendes (PMDB).

 


No responses yet

mar 27 2017

A JUSTIÇA NÃO É CEGA.

Published by under Jornalismo

JUSTICA


No responses yet

mar 27 2017

MANGUINHOS (BÚZIOS) – Raul Silvestre.

Published by under Jornalismo

MANGUINHOS-RAUL-SILVESTRE


No responses yet

mar 27 2017

REVISTA NOSSA TRIBO – José Correia Baptista.

Published by under Jornalismo

NOSSA-TRIBO


No responses yet

mar 27 2017

1º FÓRUM – PROFESSORES DE HISTÓRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Published by under Jornalismo

HISTORIA


No responses yet

mar 27 2017

DEFESO!

Published by under Jornalismo

DEFESO


No responses yet

mar 27 2017

A VELHA GUARDA DO CAFÉ PER TUTTI

Published by under Jornalismo

BROCHAS


No responses yet

mar 24 2017

OPINIÃO – SALVE A SEMANA TEIXEIRA E SOUSA!

Published by under Jornalismo

 

OPINIAO

SALVE A SEMANA TEIXEIRA E SOUSA!

Os prefeitos de Cabo Frio costumam não dar a menor bola para as áreas de cultura, meio ambiente e ciência e tecnologia. São os “patinhos feios” dentro do secretariado ou que nome se queira dar. Sem orçamento! Sem prestígio! Sem espaço político! Lutam com dificuldade para manter a cabeça fora d’água e sobreviver. O desprezo pelo conhecimento. O desrespeito pela arte e cultura, pela tradição e história tem sido a “cereja do bolo” na grande onda de degradação, que como um tsunami varre a nossa cidade. Mesmo assim, são esses setores da vida pública, que são capazes de proporcionar a essa Cabo Frio tão sofrida e desfigurada,  lindas noites como as de quarta e quinta e uma 27ª Semana Teixeira e Sousa, firme e respeitável.


One response so far

mar 24 2017

A “CONSPIRAÇÃO DOS ORTOPEDISTAS”

Published by under Jornalismo

logo-da-ortopedia

O ortopedista Carlos Ernesto foi secretário municipal de saúde de Alair Corrêa (PP), indicado pelo também ortopedista e vereador Adriano Moreno (na época, no PP). Foi candidato a vereador também pelo PP. Não se elegeu, mas nem refrescou o assento e já assumiu a Defesa Civil, no governo do também ortopedista de Marquinhos Mendes (PMDB), onde o secretário de saúde, Roberto Pillar é também ortopedista.

Jornal do Totonho – No anedotário popular os médicos-ortopedistas têm as mesmas características dos oficiais do Exército, na área de cavalaria. O exemplo mais evidente é o do general que virou presidente da república, João Baptista Figueiredo.


One response so far

mar 24 2017

TIA ZUZU

Published by under Jornalismo

ZUZU

01 – Deputada texana apresenta projeto proibindo a masturbação masculina e estabelece multa de 100 dólares para quem for apanhado burlando a lei. A deputada justifica o projeto alegando que é “ato contra uma criança, que ainda não nasceu”.

02 – O ex-prefeito do Arraial do Cabo, Renato Vianna e pai do atual prefeito Renatinho Vianna garante que ele não pode ser enquadrado na Lei do Nepotismo, porque teria sido indicado pelo conselho administrativo do Porto.

RENATO_VIANNA_04

03 – O fato de Renato Vianna ser apenas pai do prefeito e um dos pilares políticos do governo, certamente não tem nada a ver com nepotismo. Como diz o velho ditado popular: “acredite se quiser”.

04 – O modelo de Arraial do Cabo e Cabo Frio é o mesmo, tanto nos governos de Andinho e Renatinho como nos prefeitos Alair Corrêa e Marquinhos Mendes: nepotismo a rola e sem controle e portarias para os amigos do peito. O povo que se dane!

KAMYLLA_MENDES MARQUINHO_MENDES_13

05 – A mídia cabofriense surpreendida e constrangida pela divulgação do jornal “Extra”, “O Globo” e “G1” sobre o nepotismo conjugal do prefeito “farinha pouca meu pirão primeiro” noticiou, bem rapidamente, mas parou por aí. Não tem peito para ir mais longe.

06 – Enquanto tenta arrumar todas as desculpas do planeta para acabar com o ensino médio, na rede pública municipal, Marquinhos Mendes (PMDB) foi surpreendido pela divulgação de nepotismo (mulher, sogro e cunhado e muito mais) em seu governo.

07 – Emprega em gordos cargos comissionados a sua parentada, os parentes da mulher, os amigos do peito, cabos e sargentos eleitorais. Diz que a prefeitura está em “calamidade financeira”, mas faz contratos sem licitação. É muita cara de pau!!!!!

08 – Até mesmo aqueles que por força do “hábito” apoiam o governo “farinha pouca meu pirão primeiro” estão constrangidos (uns mais, outros menos) com a tamanha “canastrice” dessa “nova” prefeitura.

09 - Por incrível que pareça é justamente a secretaria municipal de cultura, sem orçamento, que a prefeitura dá tão pequeno valor, que está salvando a imagem do governo, fazendo uma Semana Teixeira e Sousa de qualidade. Será que um dia os dirigentes vão aprender a respeitar Cabo Frio?

10 - A noite de ontem, quinta-feira, deu um “banho”, com a mesa redonda “Nós e o Samba“, com as palestras da Dra. em Filosofia, Helena Theodoro e o presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães. Para fechar a noite, palestra do poeta e compositor Abel Silva, que recebeu homenagem do Maestro Budega e seus alunos.

NOSSA-TRIBO

A revista Nossa Tribo (José Correia Baptista) está nas bancas Exótica, Cultura e na Feira de Livros, na Praça Porto Rocha.


3 responses so far

mar 24 2017

QUEM SABE, SABE!

Published by under Jornalismo

TJ

A tardia decisão da câmara de vereadores de Cabo Frio, tentando tirar do sufoco e livrar a cara do mandato do prefeito Marquinhos Mendes (PMDB), contrariando a decisão da legislatura anterior, tem o dedo do “imperador”. A preocupação parece ter tomado conta do governo “farinha pouca meu pirão primeiro”. A sessão, entretanto, poderia ter sido bloqueada no Tribunal de Justiça (TJ), com um embargo, porque a matéria é objeto de apreciação judicial.


No responses yet

Next »