ago 17 2017

NOTÍCIA & OPINIÃO.

Published by under Jornalismo

Cartoon man typing at computer royalty free vector clipart from CoolClips.com

Trancos & Barrancos.

MARQUINHO_MENDES7

O governo de Marquinhos Mendes (PMDB de Sérgio Cabral Filho) está reagindo aos “trancos e barrancos” as demandas da população. O mesmo não se pode dizer em relação à parentada e aos “amigos do peito”, sempre com cobertura garantida.

Não era só Alair.

ALAIR_5

Afinal, não era apenas Alair Corrêa (PP, de Francisco Dornelles) que privilegiava a parentada e os “amigos do peito”. Qualquer cidadão contribuinte mais atento vai perceber que Marquinhos Mendes (PMDB) não foge ao modelo criado pelo seu velho professor.

Abrindo alas.

E-1

Foto: Luiz Antônio Nogueira da Guia.

ZE-1

Foto: Gabriel de Mello.

O “Rei da Picanha” de Cabo Frio, o múltiplo empresário, que também opera na área política, José Martins, fez acentuada mudança na frente do seu comércio, o “Restaurante do Zé”. Abriu mão da utilização da área pública e a bela paisagem do Canal do Itajuru apareceu, valorizando ainda mais a casa.

Exemplo a ser seguido.

O exemplo do empresário deveria ser seguido pelos outros comerciantes do local. O estado em que se encontra o Boulevard Canal é de abandono, tanto na questão arquitetônico-urbana, como de segurança. O que acontece naquela região na madrugada é inenarrável. A prefeitura parece não se dar conta do que acontece na área.

Reestruturação do PSOL – 1.

A reestruturação do PSOL, em Cabo Frio, continua a pleno vapor. Os nomes do professor Charles Pimenta, atual presidente, e do cineasta Lucas Müller são os mais cotados para liderarem o partido nessa nova fase.

Reestruturação do PSOL – 2.

CLAUDIO_LEITAO_1

Cláudio Leitão, a maior liderança popular do PSOL, na cidade, duas vezes candidato a prefeito e também a deputado estadual, permanece na executiva do partido, contribuindo para a transição. A convenção municipal acontece no dia 26, a partir das 17 horas, no Auditório da Remmar.

Recursos para o Fundo.

A coordenadoria do meio ambiente anuncia que os recursos gerados pelos estacionamentos no Peró, na alta temporada serão canalizados para o Fundo Municipal do Meio Ambiente. Esses estacionamentos serão explorados pela iniciativa privada, cujas empresas serão escolhidas através de licitação pública.

Tirando dúvidas.

É uma boa iniciativa, mas é preciso que sejam dirimidas algumas dúvidas: serão apenas os recursos dos estacionamentos públicos do Peró destinados a Fundação Municipal do Meio Ambiente? E os outros estacionamentos espalhados pela cidade vão também para o Fundo ou vão ganhar outra destinação?

Quando vão respeitar a Lei Orgânica?

Importante lembrar que a Lei Orgânica Municipal (LOM) estabelece que os recursos gerados pelos estacionamentos devem ser destinados a entidades beneficentes, sem fins lucrativos, situadas no município de Cabo Frio. O problema é que essas entidades nunca viram a cor dessa grana, que não deve ser pequena.

AGENDA-CULTURAL


2 responses so far

ago 17 2017

OS MENINOS QUE ENGANAVAM OS NAZISTAS – Joseph Joffo.

Published by under Jornalismo

DICAS_BORDO

LIVRO

Os meninos que enganavam nazistas

Paris, 1941. O país é ocupado pelo exército nazista, e o medo invade as casas e as ruas francesas. O poder de Hitler se mostra absoluto e brutal… É durante um dos períodos mais turbulentos da História que a emocionante narrativa de Joseph e Maurice se desenrola. Irmãos judeus de 10 e 12 anos de idade, perambulam sozinhos pelas estradas, vivendo experiências surpreendentes, tentando escapar da morte e em busca da zona livre para ganhar a liberdade.

Essa é uma história real, autobiográfica, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da humanidade e da empatia nos momentos mais sombrios, quando o perigo está sempre à espreita… Os meninos que enganavam nazistas conta a fantástica e emocionante epopeia de duas crianças judias durante a ocupação, narrada por Joseph, o mais jovem.


No responses yet

ago 17 2017

ESCORPIÃO DE BANHEIRO – Nelson Rodrigues.

Published by under Jornalismo

CRO_E_POE_BORDO

NR

ESCORPIÃO DE BANHEIRO

Nelson Rodrigues

Viviam como cão e gato. E eram brigas diárias e tremen­das. Numa das vezes, foi até interessante: — Belchior deu um murro, de mão fechada, na testa de Elvira. A pequena virou por cima das cadeiras. Ergueu-se, ainda vesga da pancada e da que­da. Mas não teve dúvidas maiores: — apanhou o aparelho de rádio e o varejou contra Belchior. Este abaixou-se e o projétil acertou em cheio na cristaleira, com um estrondo inimaginável. A esta altura dos acontecimentos, os vizinhos em massa inva­dem a casa. A própria radiopatrulha encostava na porta. Subju­gados, os cônjuges ainda esperneavam. Belchior dava arrancos frenéticos:

— Te arrebento! Te parto a cara!

E ela, feito uma fúria:

— Palhação! Cretino!

Para os vizinhos, a pancadaria recíproca e cotidiana era mo­tivo de fascinação e, além disso, de náusea. Há cinco anos leva­vam essa vida e ninguém entendia que continuassem juntos. Ponderaram:

— Vocês não combinam. Por que não se separam?

Ambos concordavam:

— É o golpe! É o golpe!

Mas a separação vinha sendo adiada através das semanas, dos meses e dos anos. Dir-se-ia que, apesar das incompatibili­dades, existia entre os dois um vínculo qualquer, misterioso e fatal. Por fim, tanto os parentes de Belchior como os de Elvira já rosnavam:

— Isso é falta de vergonha! De brio! No duro que é!

Marina.

Até que, um dia, Belchior conheceu Marina. Com esse no­me de letra de Dorival Caymmi, era um amor de pequena, miú­da e linda, doce de sentimentos e de modos e, de resto, educa­díssima. Acostumado com Elvira, que era violenta, desbocada e neurastênica, adorou a suavidade de Marina. No segundo ou terceiro encontro, a menina pergunta: — “Você é casado?”. Ele hesita na resposta. Mas toma coragem e diz:

— Olha, meu anjo. Quero ser leal contigo. Não sou casa­do, mas vivo com uma pessoa assim, assim, separada do mari­do. Compreendeu?

— Compreendi.

E ele:

— Aliás, quero te dizer o seguinte: — essa pessoa é uma jararaca, uma lacraia, um escorpião de banheiro. Não gosta de mim, nem eu dela. Antes de te conhecer, eu já estava resolvido a chutá-la. E, agora que te conheço, mais do que nunca, natu­ralmente.

Marina deu-se por satisfeita. No dia seguinte, Elvira sai de­pois do almoço. Quando volta, ao cair da noite, vê escrita, na parede, a lápis, com a letra do marido, a seguinte mensagem: “VAI-TE PARA O DIABO QUE TE CARREGUE. ADEUS!”.

Elvira, que abominava o companheiro, devia achar o fato uma delícia. Em vez disso, porém, rolou no chão, espumando em ataques. Quando os vizinhos entraram de roldão, atraídos pela gritaria, ela apontou a parede: — “Olha o que aquele ca­chorro escreveu!”. Os vizinhos lêem e relêem atônitos. Elvira soluça:

— Mas ele há de voltar! — E repetia com uma certeza faná­tica: — Há de voltar!

Felicidade.

Consumada a separação, a felicidade de Belchior foi uma dessas coisas convulsas e patéticas. Como primeira medida, ba­teu o telefone para Marina:

— Estou livre! Livre!

Do outro lado da linha, a pequena chorava:

— Deus te abençoe!

De noite, Belchior, ainda delirante, reuniu os amigos no bar. Bebeu toda a noite. Fez, aos berros, as confidências mais comprometedoras. Em dado momento, com o olho injetado e a bo­ca torcida, esbravejava, numa reminiscência de leitura:

— A consciência não existe! A única consciência que eu re­conheço é o medo da polícia! — Alarga o colarinho, afrouxa o laço da gravata e uiva: — Foi o medo da polícia que me impe­diu de matar Elvira!

Voltou para casa carregado e vomitando nos amigos.

O anjo.

Lera na adolescência um romance ordinaríssimo, que se cha­mava Anjo de redenção. E agora, vendo Marina e sua meiguice consoladora, fez sua tentativa literária ao dizer: — “Tu és o meu anjo de redenção!”. Ela baixou os olhos, arrepiada, e disse:

— Eu faço o que posso!

Apresentou a menina aos pais. E, depois, veio sôfrego sa­ber a opinião dos velhos. A mãe beija-o na testa:

— Uma simpatia!

E o pai, grave:

— Dessa gostei!

Mais quinze dias e houve o pedido oficial. Na tarde em que ficaram noivos, Belchior leva a pequena para a varanda; drama­tiza: — “Quando te conheci, estava na seguinte situação: ou ma­tava ou me matava. Tu me salvaste a vida”.

O idílio.

Pareciam feitos um para o outro. De quinze em quinze mi­nutos, Belchior descobria uma nova afinidade com a menina. De resto, coincidiam em tudo, de uma maneira impressionan­te. Gostavam dos mesmos filmes, das mesmas músicas, das mes­mas paisagens e dos mesmos doces. Ele, que fora tão infeliz na sua anterior experiência sentimental, a ponto de quebrar a ca­beça da amante com um rádio de pilha — agora parecia nave­gar num mar ou, por outra, num lago azul. Viviam sem rixas, sem bate-bocas, numa calma talvez parecida com o tédio. Pouco a pouco, porém, sem que Belchior percebesse, uma certa melancolia se insinuou na sua alma. A noiva acabou estranhando:

— Estou te achando meio assim, triste.

— Eu?

— Você. Anda meio esquisito. Que é que há?

Protestou, rubro:

— Esquisito por quê? Pelo contrário. Nunca me senti tão bem. — Pigarreia e exagera: — “Eu sou o sujeito mais feliz do mundo. Tenho você, quer dizer, tenho tudo”.

A outra.

E, de fato, Belchior era ou devia ser o sujeito mais feliz do mundo. Amava e era amado, livrara-se de uma mulher histérica e desequilibrada, que lhe arruinava a vida, a alma, o fígado. Pois bem. Apesar disso, ou por isso mesmo, deu para andar depri­mido, insatisfeito. Explicava vagamente: — “Deve ser esgota­mento”. Nas proximidades do casamento, encontrou-se com um velho amigo, o Peçanha. Este o chamou de lado:

— A Elvira anda jurando que você volta! Diz que quer ser mico de circo se você não voltar!

Pulou, malcriadíssimo:

— Ela é besta! Não quero ver essa cara nem pintada! Isola!

Estaria certa? Estaria errada? Ninguém podia saber. Havia, porém, quem julgasse ver, no caso Belchior e Elvira, um desses sombrios mistérios do sexo, sem explicação possível.

Noite de núpcias

Finalmente, há o casamento. Na igreja, quando Marina pas­sou a caminho do altar, houve um deslumbramento. Na sua graça frágil e intensa, era uma imagem realmente inesquecível. Após a cerimônia, voltam os dois para a casa dos pais de Marina, on­de passariam a residir. Às onze horas, despede-se o último con­vidado; os velhos, depois de abençoarem o casal, recolhem-se. Marina, transfigurada, sussurra: “Espera um pouco que eu te cha­mo, Belchior. Espera”. Nesse instante, bate o telefone e Belchior, surpreso e inquieto, vai atender. Era Elvira. Está dizendo:

— Olha! Eu te espero. A chave está debaixo do tapetinho. Vem, agora!

E desligou. Belchior encostou-se à parede, com a vista tur­va e as pernas bambas. Houve, nele, uma brusca e violenta nos­talgia da mulher que era o seu ódio e seu desejo. Naquele justo momento Marina entreabriu a porta e avisou:

— Pode vir, meu bem!

Ele, porém, não pensava mais na noiva. Dir-se-ia um mag­netizado. Sem rumor, desliza pela escada, rente à parede. Meia hora depois, desce de um táxi na porta da antiga residência. In­sinua a mão debaixo do capacho, apanha a chave. Entra. Em pé, no meio da escada, com o quimono rosa em cima da cami­sola, os pés nas sandálias de arminho, Elvira o espera. Não há uma palavra entre os dois. Belchior enlaça a pequena e, com raiva e gana, a beija muitas vezes. Então, Elvira ri, pendendo a cabeça: — “Meu!”.

E foi esse orgulho que a perdeu. As mãos de Belchior des­cem e se fecham sobre o pescoço macio. Aperta até o fim, sem saber que a estrangulava, sem saber que a estava matando. De­pois, abraçado ao cadáver, diz arquejante:

— Não te enterrarei nunca! Ficarás comigo aqui!

E pousa a cabeça sobre o coração que não bate mais.


No responses yet

ago 17 2017

CADERNO DE BÚZIOS

Published by under Jornalismo

BBB

Candidatura – 1.

Claudia Carrilho foi vista em São João de Meriti. A ex-secretária do prefeito André Granado (PMDB), foi se encontrar com Sandro Matos, presidente estadual do PHS, e com grande força na Baixada Fluminense.

Candidatura – 2.

Segundo se sabe Cláudia Carrilho pediu a Sandro Matos, que lhe assegure uma vaga como candidata a deputada estadual pelo partido. Quer subir as escadarias da Alerj.Será que a Carrilho terá apoio do resto da família?

Equívoco?

Equivocadamente a vereadora Joice deu moção de aplausos para Neneu Menezes e Fernanda Quintela por serviços prestados e pagos a produtora Céu Aberto de propriedade de ambos. A vereadora esqueceu que, nesse caso, a dupla prestou um serviço remunerado ao Município.

Passou da hora!

A continuar no baixo nível em que se encontra o bate-boca entre as vereadoras Gladys (PRB) e Joice (PP) a imagem da Câmara de Vereadores de Búzios tende a se descredibilizar ainda mais. Passou da hora do presidente João Carlos, o Cacalho, fazer valer sua autoridade.

“Largar o osso” ninguém quer.

HENRIQUE-GOMES-6

O grupo político que vive dentro do esquema de André Granado (PMDB) conversa sobre a possibilidade do prefeito sair do cargo. Ninguém quer “largar o osso” e trabalha uma aproximação ainda maior com o vice-prefeito Henrique Gomes (PP).

A rejeição atrapalha.

Algumas cabeças do grupo de André Granado, que como não tem mais reeleição, tudo pode mudar e buscam alternativas. O problema é que a rejeição ao governo é muito grande. O fechamento do “Rodolfo Perissé” deixou o governo com suas mazelas expostas.

Pressão para a reabertura da emergência.

Não foi por acaso que parte do grupo político governista se rebelou e pressionou para a reabertura da emergência no Hospital Rodolfo Perissé. Sentiu que a concentração da emergência na Policlínica seria ainda mais desastrosa para toda a bancada governista na Câmara.

JANIO-MOVIMENTO-MULHERES

Janio: repercussão da Ação Popular.

Teve grande repercussão a Ação Popular impetrada pelo deputado Janio Mendes (PDT), que vida impedir a prorrogação automática da concessão da Via Lagos. Janio argumenta que existem novos modelos de concessão, que possibilitam tarifas de pedágio mais justas, que podem até mesmo sofrer redução.

 


No responses yet

ago 17 2017

AU – AU HOSTEL – O PARAÍSO CANINO.

Published by under Jornalismo

AUAUHOSTEL


No responses yet

ago 17 2017

FILMAGEM E FOTOGRAFIA AÉREA.

Published by under Jornalismo

LINDGREN


No responses yet

ago 17 2017

JORNAL DO TOTONHO

Published by under Jornalismo

JORNALDOTOTONHO_2


No responses yet

ago 16 2017

NOTÍCIA & OPINIÃO.

Published by under Jornalismo

Cartoon man typing at computer royalty free vector clipart from CoolClips.com

Sardinha em lata?

Como os gabinetes dos vereadores na câmara de Cabo Frio são minúsculos não há necessidade de chamar a Asaerla ou mesmo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Impossível colocar oito assessores dentro do gabinete.

Passe de mágica

Como é impossível guardar móveis, utensílios e oito assessores ao mesmo tempo dentro dos gabinetes da câmara deve-se imaginar que deve existir algum “gênio da lâmpada”, que produz milagres. Talvez meio expediente, não?

Movimento comunitário.

O movimento comunitário em Cabo Frio sempre foi palco de muita demagogia e degrau para voos políticos mais altos. Rende muitos votos, tanto que agora o município tem duas associações, que objetivam congregar as associações dos bairros. Em geral, só as lideranças é que se dão bem.

“… Com a cara na porta”

Os líderes sindicais do funcionalismo público municipal estão em situação política bastante complicada. Apoiaram Marquinhos Mendes (PMDB) e agora estão “batendo com a cara na porta”, porque o prefeito não está nem aí para promessas e compromissos. A quarta-feira é o dia da decisão.

A dívida é da prefeitura.

Marquinhos Mendes pensa que ainda está na época de Hermes Barcellos, quando os prefeitos diziam que as dívidas eram sempre dos outros. Alguém precisa avisar ao prefeito a separar o público do privado. A dívida é da prefeitura.

Paga logo Marquinhos!

Desde o início do governo quando disse a célebre frase “Farinha pouca meu pirão primeiro” o prefeito vem tentando enrolar até mesmo os seus próprios apoiadores. A realidade é a seguinte: aumentou a arrecadação e cresceu o repasse dos royalties do petróleo. Paga logo Marquinhos!

Teatro Ináh de Azevedo Mureb.

Depois de longo e tenebroso inverno, o Teatro Municipal Inah de Azevedo Mureb vai ser reformado. A sociedade cabofriense espera que dessa vez a palavra seja cumprida e aconteça uma reforma, que realmente devolva ao teatro reais condições de funcionamento.

Falta de respeito.

As condições do Cemitério Santa Izabel continuam muito ruins, principalmente na parte relativa às galerias: mau cheiro, falta de ventilação e iluminação precária são permanentes. É uma grande falta de respeito com as famílias cabofrienses.

Cabo Frio não se emenda.

Caso confirmadas as candidaturas a Assembleia Legislativa, que aparecem no noticiário da mídia cabofriense, em 2018 teremos uma chuva de candidatos. A maior parte deles apenas para terem os nomes lembrados ou mesmo para trabalhar a candidatura de um nome de deputado federal.


3 responses so far

ago 16 2017

SÓ COM MUITO HUMOR PARA ATURAR.

Published by under Jornalismo

HUMOR_BORDO

BOLSONARO


No responses yet

ago 16 2017

FILMAGEM E FOTOGRAFIA AÉREA

Published by under Jornalismo

LINDGREN


No responses yet

ago 16 2017

CADERNO DE BÚZIOS

Published by under Jornalismo

BBB

O enfrentamento!

O enfrentamento das vereadoras Gladys (PRB) e Joice (PP), nos termos em que tem sido colocado por ambas, não serve ao legislativo, a democracia e muito menos ao município de Búzios.

Briga paroquial.

GLADYS_1  X  JOICE-COSTA-5

O acirramento das disputas entre as duas vereadoras são reflexo da pouca ou nenhuma representatividade política e ideológica dos partidos políticos. PRB, da Gladys e PP, da Joice são partidos conservadores, com políticas iguais ou extremamente semelhantes. Portanto ….

Os interesses da Universal.

O PRB ainda tem a agravante de misturar em liquidificador a política com os interesses da Igreja Universal do Reino de Deus, do Edir Macedo. Até que ponto esse conflito serve a população? Não está sendo usado para mascarar os verdadeiros problemas da sociedade?

Explicando o Inexplicável.

CACALHO-2

O Presidente da Câmara de Vereadores João Carlos, o Cacalho (DEM), foi às redes sociais tentar explicar o inexplicável. Emitiu uma nota, provavelmente elaborada por um assessor inexperiente e sem a mínima vivência política, dizendo que não é babá de vereador e que não vai se meter em picuinhas entre os mesmos.

Como fica o decoro?

Na nota Cacalho tenta se manter isento em relação às brigas acontecidas durante as sessões na Câmara de Vereadores, mas, ao mesmo tempo alfineta a vereadora Joice Costa (PP), insinuando, de forma equivocada, que vereadores mais experientes têm que ter mais equilíbrio. Ora, manter o decoro é obrigação de todos.

Cabe ao presidente manter o decoro.

Se depender de ação enérgica do presidente a quebra de decoro parlamentar continuará sendo constante na Câmara de Búzios. Palavrões, agressões verbais, palavras de baixo calão têm sido uma constante no plenário. O presidente está esquecendo que cabe a ele preservar a ordem e os bons costumes no ambiente legislativo, o que, definitivamente, não tem acontecido.

Favela – 1.

A APA Pau Brasil pode vir a se transformar numa grande favela. As invasões na área do Bairro Tucuns acontecem, dia a dia, com o consentimento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e na cara do INEA que não tem feito absolutamente nada em defesa dessa área tão importante.

Favela – 2.

As agressões ambientais têm sido tão constantes em nossa Região, principalmente em Búzios, que parece não existir uma Superintendência do INEA em Cabo Frio.

Julgamento – 1

ANDRE-GRANADO-5

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, marcou para o próximo dia 23 o julgamento de André Granado (PMDB), referente ao processo de supostas fraudes em licitações no município. Granado, pode ser afastado de vez da prefeitura.

Julgamento – 2.

A situação de André Granado (PMDB) também não é nada confortável perante o poder legislativo. Na última terça-feira foi notificado pela Câmara de Vereadores que o processo de impeachment será votado segunda-feira dia 21.

Urgência!

O vereador Dom (PEN) teve um pico de hipertensão arterial, desmaiou durante a sessão da câmara de ontem, terça-feira, 15. O vereador foi levado, em caráter de urgência, para o Hospital Municipal Rodolfo Perissé, em Búzios. Foi medicado e se encontra fora de perigo.


No responses yet

ago 16 2017

AU-AU HOSTEL – O PARAÍSO CANINO.

Published by under Jornalismo

AUAUHOSTEL


No responses yet

ago 16 2017

FAMÍLIA e RELEITURA DA SANTA CEIA – Adriana Lima.

Published by under Jornalismo

FAMILIA-ADRIANA-1

FAMÍLIA

Óleo sobre tela – espatulado.

40 X 60

SANTA-CEIA-ADRIANA-2

RELEITURA DA SANTA CEIA

Óleo sobre tela

50 X 60


No responses yet

ago 16 2017

NÔMADE ARTES GRÁFICAS

Published by under Jornalismo

NOMADE


No responses yet

ago 16 2017

RÚSSIA – Orlando Figes.

Published by under Jornalismo

DICAS_BORDO

Capa Uma historia cultura da Russia CG

Uma obra-prima apaixonante e rica sobre a Rússia

O renomado historiador Orlando Figes analisa os grandes artistas e as mais importantes manifestações culturais russas, apresentando o espírito de uma nação com força e poder suficientes para sobreviver a qualquer chefe de Estado. Começando no século XIX com a construção de São Petersburgo e culminando com os desafios impostos à identidade russa pelo regime soviético, Figes reúne os elementos que formaram a nação russa, examinando como artistas, escritores e músicos moldaram a cultura nacional e influenciaram o espírito persistente deste povo.


No responses yet

ago 16 2017

TAZ MUREB EM CUBA.

Published by under Jornalismo

TAZ


No responses yet

ago 16 2017

O NATAL DE TIA CALU – Orígenes Lessa

Published by under Jornalismo

CRO_E_POE_BORDO

OL

O NATAL DE TIA CALU

Orígenes Lessa

Tia Calu deixara a porta semi-aberta, para não correr a todo instante a receber os rapazes. Maria Augusta, sozinha, não daria conta do recado. Eram salgadinhos de toda sorte, delicados pastéis, empadinhas apimentadas, camarões recheados, canapés de salmão importado, caprichosas invenções do seu reconhecido gênio culinário. Entre os presentes recebidos àquela manhã havia dois vidros grandes de caviar. Seriam a surpresa da noite. Cortava, amassava, picava, colocava, com requintes de decoradora, trabalho amoroso e sutil, em que punha a alma. Naquela noite todos viriam! Pela primeira vez todos estariam em sua casa, na doce festa de Natal.
Soaram passos na sala.

— Vai ver quem chegou, Maria Augusta.

A preta espiou à porta, viu um jovem oficial, de malinha na mão, contemplando risonho a grande árvore, fulgurante de luzes.

— Tem um que eu não conheço. Está fardado.

— Fardado?

Seu rosto subitamente se fechou. Tia Calu, em suas festas, não gostava que eles viessem de uniforme e todos sabiam disso. O uniforme era a lembrança viva do perigo permanente, da ceifadora implacável.

Tia Calu, em silêncio, lavou as mãos à torneira, enxugou-as lentamente.

— Você, meu filho?

— Pois é, tia Calu — disse o rapaz, alegre, ligeiramente constrangido. — Tenho que estar no campo às cinco horas. Vou para Assunção. Posso dormir aqui, depois da festa?

— Claro, seu pirata! — disse tia Calu abrindo-lhe os braços, beijando-o na testa.

E já brincalhona:

— Mas quem não trabalha não come e não dorme. Venha ajudar na cozinha, que está tudo atrasado e às dez horas a Maria Augusta vai-se embora. Tem festa também…

O capitão deixou a malinha a um canto, sacou fora o dólmã, arregaçou as mangas da camisa.

— Assim que eu gosto. Soldado enfrenta o inimigo em qualquer terreno. E se adapta… A capacidade de adaptação é tudo…

— Eh! Eh! Eh! — riu Maria Augusta, feliz. Ela gostava daquela rapaziada porque topava tudo, não tinha orgulho. Onde é que já se viu um capitão cheio de medalhas botar pastel na frigideira e ficar todo salpicado de gordura?

— Eh! Eh! Eh! Essa Dona Calu tem cada idéia! Mas já havia rumor novo na sala.

— Ô de casa! Pode-se entrar?

— Rua! — disse tia Calu aparecendo, os claros dentes abertos num sorriso. — Rua! Isto aqui não é casa da sogra! — Rua! Rua!

Estava com as mãos cheias de pacotinhos, que os dois lhe passavam.

— Vocês são umas crianças! Pra que essa bobagem?

E colocou, numa alegria de mãe feliz, os pacotes junto ao embrulhinho que o capitão auxiliar de cozinha depositara timidamente sobre um móvel.

— Vocês são impossíveis!

— Sabem que hoje não vai faltar ninguém?

— Não diga! — exclamou surpreso um dos recém-chegados.

— Não falta ninguém! O Guilherme chegou hoje do Pará. Já me telefonou. O Oto conseguiu habeas-corpus da família. Prometeu que vem. E até o Mesquita. Ele me telegrafou de Bagé. Conseguiu licença. Deve estar chegando…

E já dona-de-casa:

— Vão se servindo. Uísque tem à bessa.

— Uísque? Com os preços que andam por aí?

— Ora! Pra que é que a tia Calu trabalha? Não é pra vocês? Sobe o preço do uísque eu subo o preço das aulas, ora essa! Eu acompanho a marcha do câmbio…

Voltaram-se os três. Dois braços apontavam na porta, cada um terminando por uma garrafa de uísque. Tia Calu sorriu de novo:

— E depois, nem era preciso. Eu trabalho com um corpo incansável de contrabandistas… Eles não falham nunca!

Abraços e gargalhadas festejaram a aparição dos braços e garrafas.

— Gelo é só buscar lá dentro!

Voltou à cozinha:

— Vai fazer sala, capitão de bobagem. Seus companheiros estão chegando. Aqui você serve só para atrapalhar.

Vozes e exclamações festivas animavam a sala. Duas horas da manhã!

— Um uísque só — pediu o oficial que chegara primeiro.

— Guaraná, capitão. Hoje você é donzela. Também, pra que é que foi aceitar serviço para a manhã de Natal? É guaraná, se quiser. Você tem de voar muitas horas. E não amola, não, que daqui a pouco eu te ponho na cama…

Tia Calu se mirava amorosa nos doze rapazes. Estavam todos! Não faltava nenhum. Uma juventude magnífica, alguns prematuramente graves, alguns melancólicos, a família longe. O Heitor, um dos bravos da campanha na Itália, fumava muito sério, o copo de uísque na mão esquerda. No mundo, só tinha tia Calu. O único irmão perecera num desastre, dois anos antes, nas margens do Guaporé. Subira num avião obsoleto, que ele sabia sem condições de vôo. Dois outros recordavam uma viagem por Mato Grosso, em que o avião caíra. Haviam escapado por milagre. O mecânico desaparecera.

Tia Calu contemplava a sua macacada, como sempre dizia.

— Vocês não podiam respeitar um pouco esta casa? Isto é família, tá bem?

— Ora, tia Calu, não chacoalha — sorna um rapaz moreno, de sobrancelhas espessas.

Estava a contar ao amigo a história de uma garota conhecida em Anápolis.

E continuando, já alto de uísque:

— Você não faz idéia! Nunca vi criatura mais clara, cabelos mais louros! Mas louro natural, entendeu? Uma coisa maravilhosa! Custei a acreditar que fosse goiana. A gente sempre acha que goiano tem de ser índio…

— O Lauro era goiano e parecia alemão — disse tia Calu.

Ouve um silêncio pesado. Rápido. Lauro caíra seis meses antes. O motor falhara. O avião fora descoberto uma semana depois, quatro homens carbonizados em plena floresta. Tia Calu sentiu um arrepio. Ouvia ainda as três descargas em funeral, diante da cripta dos aviadores, no São João Batista. Vinte e oito anos.

(— Estou ficando velho, tia Calu. Parece que vou ficar pra semente…)

Tia Calu ergueu o copo de uísque à altura dos lábios. Sorria para o Capitão Eduardo:

— Está com inveja, hem, seu boboca? É pra você não aceitar vôo em véspera de Natal, tá bem?

O rapaz fez um muxoxo infantil:

— Ora, tia Calu.

— É pra aprender, entendeu? Olha, prova esses camarões… Trabalho de mestre… Duvido que você já tenha comido coisa melhor… Alguém cantarolava na cozinha, procurando mais gelo.

— Pára com essa taquara rachada — ordenou uma voz, ligeiramente engrolada.

Tia Calu se ergueu, dirigiu-se para o interior. Voz tinha o Meira. Estava agora em Pistóia. Tia Calu mordeu os lábios. Meira deixara um filhinho, tinha agora oito anos.

(— O que é que você vai ser quando homem, Vadinho?

— Ué! Aviador, tia Calu!)

Ela já estava na cozinha, um amontoado de bandejas, pratos, panelas, garrafas.

— Puxa! Você não presta nem pra tirar gelo, Simão. Nunca vi cara mais sem jeito! Escorre um pouco de água em cima, que eles se desprendem .

O rapaz olhou-a, atarantado. Tia Calu aproximou-se, em voz baixa:

— Você não tinha arranjado uma colocação no Ministério?

— Falhou, tia Calu.

Ela ficou séria, olhando a testa larga, os olhos ingênuos do moço. Fazendo viagens longas, voando em ferro velho, a mulher esperando bebê. Era o mais imprudente de todos. Na escola, até os instrutores tinham medo de subir com ele. Fora várias vezes censurado, até punido. Adorava os malabarismos no espaço. Ficava possuído, ao subir, de verdadeiro delírio. Dos malucos da turma, dos tidos como malucos, era o único sobrevivente. Por que não tivera ainda a sorte de cair e ficar inutilizado para os vôos, arranjando sinecura numa base qualquer, pegando uma promoção, livrando-a daquela agonia permanente?

— Vai ser menino ou menina?

— Pelo jeito, menina.

— Graças a Deus — disse tia Calu, arrumando uns canapés.

Voltou para a sala com a bandeja. O grupo cantava, agora, um dos sambas do pré-carnaval. Tia Calu parou à porta, contente de ver aquela sadia despreocupação. Eram o seu orgulho, aqueles rapazes. Caíam como pássaros atingidos em bando, por invisíveis caçadores. Tinham filhos, mãe, esposa, irmãs, gente que vivia em terra, sempre de coração pequenino. Voavam sempre, os nervos de aço, a vontade inquebrantável. Pela primeira vez os tinha todos ao mesmo tempo em casa. Rapazes de escol, exemplares raros de coragem, de saúde física, de saúde moral. Era como se fossem filhos. Nunca mãe nenhuma tivera tantos filhos, tantos filhos tão jovens, tão fortes, tão belos. Pena que não estivessem todos como Carlos. Ah! antes estivessem! E o coração apertado, pousou os olhos enternecidos em Carlos. Somente Carlos não cantava. Levava aos lábios um pastel de camarão. Uma entrada profunda no frontal, que lhe deformava a cabeça, garantia que Carlos não voaria mais.

Olhou o relógio de pulso.

— Duas e meia, capitão! Berço! Chega de guaraná! Vai dormir! Quer que eu te chame a que horas?

O rapaz, que cantava também, quis protestar.

— Não tem choro não. Vai dizendo boa-noite, dá um beijo na mamãe, vai dormir.

O capitão se ergueu, obedeceu docilmente. Pouco depois, um a um, o grupo se dispersava.

— Bom Natal, tia Calu.

Quando se viu só — o capitão ressonava. Maria Augusta saíra às dez horas, o apartamento em silêncio — tia Calu olhou a sala. Parecia um campo de batalha. Precisava pôr em ordem tudo aquilo, senão Maria Augusta resmungaria o dia inteiro. Começou a reunir os copos numa bandeja. Treze copos, doze de uísque, um dela, e o de guaraná, do capitão que ressonava. Aproximou-se, na mão a bandeja, ficou a observar-lhe o sono vagamente atormentado. A seguir, voltou e, a bandeja sempre na mão, atulhada de copos, enfrentou o retrato do filho na parede principal da sala, medalhas e citações ao lado. Durante toda a noite passara despercebido. Havia como que um acordo tácito. Tia Calu agora encarava o filho. Depois, os olhos enxutos, agitou a cabeça:

— E pensar que vocês eram setenta e oito, tenente, setenta e oito!


No responses yet

ago 16 2017

MARIA BERALDI

Published by under Jornalismo

MARIA-BERALDI


No responses yet

ago 16 2017

JORNAL DO TOTONHO

Published by under Jornalismo

JORNALDOTOTONHO_3


No responses yet

ago 15 2017

NOTICIA & OPINIÃO

Published by under Jornalismo

Cartoon man typing at computer royalty free vector clipart from CoolClips.com

Lei de Acesso a Informação.

O Movimento Ecoar parece ter desistido da coleta de assinaturas para a regulamentação da Lei de Acesso a Informação, através de Lei de Iniciativa Popular, em Cabo Frio. A regulamentação da LAI é fundamental para a transparência dos atos dos órgãos públicos municipais.

Que tal economizar?

Causou espanto na população a divulgação de que cada um dos 17 vereadores tem direito a 400 litros de combustível/mês. Basta multiplicar e chegamos a 6.800 litros/mês. É muito combustível numa época de gasolina tão cara. Vamos economizar?

Que aperto!

Boa ideia seria a convocação da Asaerla (Associação de Arquitetos e Engenheiros da Região dos Lagos) para fazer uma medição nos gabinetes da câmara de Cabo Frio. Como se acomodam 8 assessores em cada gabinete?

Dragagem do Boqueirão.

Nas andanças realizadas periodicamente por Janio Mendes (PDT) pelas cidades da Região dos Lagos, o deputado tem sido procurado por políticos para agradecer os esforços do deputado trabalhista para a dragagem do Boqueirão: melhorou bastante a qualidade da água da Laguna de Araruama.

Boca da Barra.

Janio tem prometido trabalhar junto às autoridades estaduais e federais para conseguir também a dragagem da Boca da Barra, que une a laguna ao oceano, que está cada vez mais assoreada, prejudicando a pesca artesanal e as empresas de pescado.

Psol

O Psol de Cabo Frio deve passar por grande reestruturação. O ex-presidente e candidato a prefeito em duas oportunidades, Cláudio Leitão deve continuar na executiva do partido.

Paga logo, Marquinhos!

Na medida em que o aperto aumenta o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) se revela cada vez mais semelhante à Alair Corrêa (PP). Alguém precisa explicar ao prefeito, que a dívida com os servidores não é dele ou de Alair, é da prefeitura. Chega de enrolar e paga.

Como explicar?

As lideranças sindicais que esqueceram os interesses da categoria para apoiar Marquinhos Mendes (PMDB) estão em difícil posição política. O prefeito não difere de Alair Corrêa (PP) e tem maltratado os funcionários com atrasos de salários e não pagamentos de direitos.

Unificação dos calendários.

A ideia do secretário municipal de cultura, Ricardo Machado, o Chopinho, de unificar os calendários foi muito bem recebida. O passo seguinte pode ser a coordenação com as outras secretarias da Região dos Lagos para que todos possam sair ganhando.

Cadê você prefeitura?

A secretaria municipal de cultura, que tem sido tão criativa nas suas relações com a iniciativa privada bem que poderia ajudar na captação de recursos para que Taz Mureb possa representar Cabo Frio em Cuba. Taz é a única representante brasileira no 13º de hip hop cubano, que acontece entre 24 e 27 de agosto.


2 responses so far

ago 15 2017

CARLOS LATUFF – 2017.

Published by under Jornalismo

HUMOR_BORDO

LATUFF1


6 responses so far

ago 15 2017

ARRAIAL DO CABO – Sérgio Quissak.

Published by under Jornalismo

FOTOS_BORDO

ARRAIAL-DO-CABO-QUISSAK


No responses yet

ago 15 2017

CADERNO DE BÚZIOS

Published by under Jornalismo

BBB

Asfab X André.

As relações entre o prefeito André Granado (PMDB) e a ASFAB continuam enfrentando problemas. A associação dos servidores entrou com mandato de segurança coletivo para assegurar atendimento na área de saúde aos seus filiados, mesmo quando moram em outra cidade.

Desgaste.

Entre tantos pontos de desgaste da administração de André Granado (PMDB) o mais grave foi, sem dúvida, o fechamento da emergência no Hospital Rodolfo Perissé para a Policlínica. Mesmo com a reabertura a marca de descaso com a saúde pública, ficou.

Rejeição alta.

Os níveis de rejeição a André e sua base governo chegaram a percentual altíssimo, fazendo com que até mesmo os setores mais fiéis passassem a reclamar: estavam percebendo, finalmente, que lhes escapava qualquer possibilidade de eleição no próximo pleito.

Reações dentro da base.

Como André não pode mais ser candidato à reeleição o seu grupo político percebeu, que o prefeito estava carregando todos para a “morte política”. Daí, as reações se tornarem mais fortes dentro da própria base: político gosta mesmo é de voto.

Gladys X Joice.

Observadores da política buziana perceberam que a briga entre as vereadoras Gladys e Joice ganhou um toque melodramático e teatral, que chegou ao auge. A tendência é arrefecer, porque o desgaste político tende a crescer, mesmo nas bases das duas.

Redução de jornada.

Os vereadores como sempre tem sido pródigos em indicações. O vereador Miguel Pereira (PMDB) defendeu a redução da jornada de trabalho dos enfermeiros e técnicos de enfermagem para 30 horas semanais. Representa a ampliação dos gastos do governo na área de saúde pública.

Amenizando o desgaste.

O vereador, da base governista, busca amenizar os desgastes políticos, que vem sofrendo no apoio ao governo de André Granado (PMDB). Suas bases dentro do funcionalismo público e em Cem Braças até hoje não o perdoam pelo apoio que deu ao fechamento do Hospital Municipal.

O militante!

O ex-vereador Manoel Eduardo, o Marreco (PDT) é presença marcante nas redes sociais da Internet, em defesa de Búzios. Concordando ou não com suas ideias, é preciso reconhecer o militante desprendido em prol de sua cidade.

 


No responses yet

ago 15 2017

FILMAGEM E FOTOGRAFIA AÉREA.

Published by under Jornalismo

LINDGREN


No responses yet

ago 15 2017

TAZ MUREB EM CUBA – COLABORE!

Published by under Jornalismo

TAZ


No responses yet

ago 15 2017

MARIA BERALDI

Published by under Jornalismo

MARIA-BERALDI


No responses yet

ago 15 2017

EXPOSIÇÃO DE PEDRAS PRECIOSAS E SEMI-PRECIOSAS.

Published by under Jornalismo

PEDRAS-PRECIOSAS


No responses yet

ago 15 2017

COMO LIDAR COM AS DIFERENÇAS

Published by under Jornalismo

IVA

COMO LIDAR COM AS DIFERENÇAS

Palestra em Cabo Frio ensina “Como lidar com as diferenças”

Na próxima quinta-feira, dia 17, às 18h30, o Espaço Cereall Gourmet receberá a palestra de Regina Côrte que abordará, como cita seu tema, as diversas diferenças que ocorrem nas relações interpessoais, sejam elas com o/a companheiro/a, com os pais, com os filhos ou amigos; e como estas diferenças podem dar origem a um crescimento pessoal ou a conflitos, impasses e até rompimentos. Regina Côrte é psicóloga e psicoterapeuta de adulto, casal e família; é pós-graduada em Psicologia Médica e Psicossomática pela UERJ; tem formação em Psicoterapia de Família e Casal; é facilitadora em Terapia Sistêmica Fenomenológica Familiar; e também tem formação em Terapia de Alinhamento Energético Reunindo o seu vasto saber acadêmico e sua experiência profissional, Regina Côrte apresentará durante o encontro propostas positivas sobre a questão em debate: As diferenças. Que possibilidades temos para lidar com elas? Será que o amor é suficiente para superar as diferenças? Será que o problema “sou eu”? Convidamos você para conversar e trocar ideias sobre nossas relações e as dificuldades que vivenciamos diariamente. O Espaço Cereall Gourmet fica na Rua José Bonifácio, 28 – Centro, Cabo Frio. Telefone:(22) 2629-6739. O evento é gratuito, mas aceita-se a contribuição de 2 kg de alimentos não perecíveis para Ong Patotinha da Aldeia Creche-Escola, de São Pedro da Aldeia, que atende cerca de 40 crianças carentes.


No responses yet

ago 15 2017

TARDE LITERÁRIA

Published by under Jornalismo

TARDELITERARIA


No responses yet

ago 15 2017

CORA & ADÉLIA

Published by under Jornalismo

NICA-BOMFIM


No responses yet

ago 15 2017

JORNAL DO TOTONHO

Published by under Jornalismo

JORNALDOTOTONHO_5


No responses yet

ago 14 2017

EDITORIAL – ARROGÂNCIA E CARA DE PAU.

Published by under Jornalismo

EDITORIAL_BORDO

O-Poder-da-Classe-Média-Brasileira-1

Cabo Frio, a cidade que conhecemos e vivemos vem sendo desmontada há bastante tempo por duas figuras, que dominam o cenário político desde 1997. São políticos antigos, que fazem todo o esforço inútil para parecer modernos, e que trabalham com a ótica da política de terra arrasada.

O modelo esbanjador e dilapidador de riquezas, que ambos implantaram, só os beneficia, espargindo migalhas pela classe média tradicional, que se contenta com pequenos privilégios. Portarias (cargos de confiança) de pequena monta, uma bolsa de estudo aqui outra acolá, algumas compras dirigidas, engorda de metros de caiação sobre meios fios e por aí vai.

O grosso dos ganhos e vantagens não beneficia essa classe média em geral pouco estudada, acomodada, que tem medo visceral de concursos públicos. Conservadora tem o discurso que tudo tem que mudar para permanecer igual.

Incrível. A classe média que aceita pra si esses privilégios é a mesma que condena os pobres dos bairros periféricos acusados por ela de trocar votos por materiais de construção, dinheiro e outros badulaques.

É muita arrogância.

Cara de pau!


One response so far

ago 14 2017

EUA X COREIA DO NORTE.

Published by under Jornalismo

HUMOR_BORDO

1


No responses yet

ago 14 2017

NOTÍCIA & OPINIÃO!

Published by under Jornalismo

Cartoon man typing at computer royalty free vector clipart from CoolClips.com

Teatro Quintal.

O Teatro Quintal leia-se Silvana Lima, tem prestado ao longo do tempo, imenso serviço à cultura de Cabo Frio. O Teatro Quintal fica na Rua Américo Ferreira da Silva 03, no Parque Burle.

De rasteirinha!

ANA-PAULA-MENDES

A jornalista e apresentadora do RJTV, Ana Paula Mendes, enche de beleza e charme as telinhas na Região dos Lagos. Na sexta à tarde, a bonitona entrou rápida na Galeria Square Shopping na Praça Porto Rocha. Detalhe: de rasteirinha!

Juntando moedas?

MM-1

O prefeito Marquinhos Mendes, do mesmo PMDB de Sérgio Cabral Filho e Pezão, diz que a crise o impede de cumprir os acordos com os sindicatos dos servidores municipais. Estranho, porque a entrada de royalties aumentou e a arrecadação também se elevou. Intérpretes do gestual do prefeito cabofriense dizem que o problema é grande.

Exagera na esperteza!

O prefeito continua a recusar mudanças no modelo político-administrativo, que é a marca do PMDB, no Estado do Rio. Na base da esperteza, quando tem que dar notícia ruim, convoca a credibilidade do empresário, professor e secretário municipal de fazenda, Clésio Guimarães Farias.

Generosidade da “Viúva”.

camara

Em tempos de alta abusiva no preço dos combustíveis decretada pela dupla Temer/Meirelles, os vereadores de Cabo Frio não tem do que reclamar. Cada vereador tem direito a 400 litros de gasolina por mês: a “viúva” é bastante generosa.

Os vereadores têm 136 assessores.

Cada vereador tem direito a oito assessorias (cargos de confiança/portarias) e como são 17 vereadores, o legislativo contabiliza 136 assessores, número polpudo, levando em conta, inclusive para os padrões da crise vivida pelo município.

Passeio turístico.

Os cidadãos contribuintes, que pagam toda a conta, deveriam ser convidados pela presidência da câmara e demais vereadores para conhecer os espaçosos, bem aparelhados e arejados gabinetes do legislativo municipal.

Engenho & Arte.

Os cidadãos contribuintes e eleitores cabofrienses poderiam verificar, de que forma com engenho e arte, os nobres vereadores conseguem acomodar 8 assessores em cada um dos espaçosos gabinetes.

Ilha do Japonês

A coordenadoria do meio ambiente está elaborando projeto de educação ambiental para uso ordenado e sustentável da Ilha do Japonês, ainda este ano. A ação terá a parceria privada da Universidade Veiga de Almeida, na qual o coordenador de meio ambiente da prefeitura, o professor Eduardo Pimenta, leciona.

Batalha evangélica.

SAMUEL-GONCALVES   X   SILAS_BENTO_7

A anunciada candidatura do pastor Samuel Gonçalves (PSC), da Assembleia de Deus, a uma vaga na Assembleia Legislativa, forçou o deputado Silas Bento (PSDB) a incrementar suas articulações políticas, na tentativa de reeleição. Será uma dura batalha no meio evangélico, cada vez mais dominado pelos conservadores.


3 responses so far

ago 14 2017

JANIO TRABALHA PELAS FAMÍLIAS DE MONTE ALTO.

Published by under Jornalismo

JANIO

O deputado Janio Mendes, do PDT, participou de mais uma reunião do grupo de trabalho, do Conselho do Parque Estadual da Costa do Sol Anita Mureb. O grupo está finalizando o projeto que beneficia moradores de Monte Alto, apoiados por Janio, que residem com suas famílias na região há muitos anos.


No responses yet

ago 14 2017

DEBATE – A CRISE DO RIO DE JANEIRO.

Published by under Jornalismo

JB


No responses yet

ago 14 2017

CADERNO DE BÚZIOS

Published by under Jornalismo

BBB

Quantos rounds?

O confronto entre as vereadoras Gladys e Joice ultrapassou todas as fronteiras da boa prática política e da civilização. Não ajuda a ninguém, muito menos a população de Búzios. Quantos rounds mais serão necessários?

Baixo nível.

O Caderno de Búzios dentro do Jornal do Totonho vem alertando contra a crescente agressividade do linguajar político nas redes sociais da Internet. O baixo nível, entretanto, é geral e parece ter tomado conta da política buziana. Lamentável.

Fascismo deslavado.

As postagens feitas nas redes sociais, em grande parte, são realizadas por “cabos eleitorais”, que ficam se insultando mutuamente, fazendo acusações e ilações de todos os níveis. É de um fascismo deslavado, que certos setores das camadas médias urbanas adoram. Tem gente que até pensa ser de esquerda.

Janio ingressa com Ação Popular.

O deputado pedetista Janio Mendes ingressou com Ação Popular para impedir a prorrogação da concessão da Via Lagos, sem licitação pública. Janio diz que novas normas e regras tem que ser introduzidas, tomando como modelo a Ponte Rio-Niterói, onde os pedágios sofreram redução.

VIA-LAGOS

Solidariedade!

Mirinho Braga se solidarizou com o deputado Janio Mendes a respeito da Ação Popular impetrada pelo deputado. Afinal, é uma unanimidade entre os cidadãos contribuintes a resistência contra o absurdo preço dos pedágios, na Via Lagos.

A transferência!

A transferência do Juiz Marcelo Villas de Búzios para Nova Friburgo deve ter provocado sentimentos bastante diversos. Alguns suspiraram de alívio, outros lamentaram profundamente. Um terceiro grupo não tira o olho do Judiciário, fiscalizando-o para que não ultrapasse seus limites constitucionais.

Conselhos escolares.

André Granado (PMDB) mandou para a Câmara de Vereadores o projeto de lei que institui os conselhos escolares na rede pública municipal de educação. A implantação dos conselhos escolares é meta do Plano Municipal de Educação.

Indicações.

A maior parte das ‘indicações’ feitas pelos vereadores não são propriamente de interesse público. Ao contrário, as ‘indicações’ representam interesse dos cabos eleitorais e dos próprios vereadores para atender reivindicações que os beneficiam. Não tem nenhum efeito prático, exceto mostrar “trabalho”.


No responses yet

ago 14 2017

A ILHA DO JAPONÊS E SUAS MÚLTIPLAS FACES – Antônio Ângelo Trindade Marques.

Published by under Jornalismo

ILHA-DO-JAPONES-2

ILHA-DO-JAPONES-3

ILHA-DO-JAPONES-4

ILHA-DO-JAPONES-5

ILHA-DO-JAPONES-6

ILHA-DO-JAPONES-7


No responses yet

ago 11 2017

NOTÍCIA & OPINIÃO!

Published by under Jornalismo

Cartoon man typing at computer royalty free vector clipart from CoolClips.com

Grande influência!

O advogado Carlos Magno é das figuras mais conhecidas e importantes do governo Marquinhos Mendes (PMDB). Quando a questão está “pegando” na área jurídica ele aparece e depois fica recolhido. Que ninguém se engane, o “imperador” continua com muita influência.

“Havengar”

Outra figura emblemática do governo é o médico Hélcio Azevedo, quase chegando ao papel de 1° Ministro. As “paredes murmurantes” o apelidaram de “Havengar” pelo seu trabalho extremamente discreto, mas com muito poder dentro da equipe do prefeito Marquinhos Mendes (PMDB).

Freixo mais uma vez fazendo demagogia.

DESENGAVETA

O deputado Janio Mendes (PDT) respondeu ao colega de Assembleia Legislativa, Marcelo Freixo (PSOL) no mesmo tom, a respeito de ter tirado sua assinatura da CPI dos Transportes. Segundo Janio, o deputado do PSOL tem nas mãos a CPI dos Incentivos Fiscais e não a implantou e nessa CPI as empresas de transporte poderiam ser investigadas.

Falta coragem a Freixo!

Por que o deputado Marcelo Freixo (PSOL) não tem coragem para implantar a CPI dos Incentivos Fiscais? Não interessa ao PSOL? Com essa CPI poderia investigar os incentivos fiscais para as empresas de transporte. Não o faz, porque o interesse é o populismo, a demagogia, a mesma postura de virgem, que o PT tinha antes de chegar ao poder.

Quebrando promessas

Preocupado, o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) vê suas bases dentro do funcionalismo público se deteriorar. Até mesmo lideranças sindicais, que o apoiaram na campanha eleitoral, dão sinais de impaciência. Uma a uma, o prefeito está quebrando as suas promessas de campanha.

Alair e Marquinhos: semelhanças.

O governo atual está cada vez mais semelhante ao do “velho morubixaba”. Prometeu “mundos e fundos” durante a campanha eleitoral e agora não consegue entregar a mercadoria. Os problemas começaram a pipocar muito cedo, ainda no 1º semestre de 2017, inviabilizando o “empurrar com a barriga”, escancarando a demagogia em ano de eleição.

Dilapidador de riquezas.

O prefeito e sua equipe se recusam a abrir mão do modelo político-administrativo inaugurado, em 1997, época em que os royalties do petróleo começaram a jorrar sobre o município. A legislação mudou, o país e o estado vivem crise profunda e o prefeito de Cabo Frio não quer mudar. Talvez não possa, sem o modelo dilapidador ele e seu grupo não existiriam.

Crises & Crises

A insistência na manutenção do modelo permite dizer que as pressões para que o funcionalismo público recue nas suas conquistas serão cada vez mais intensas. O governo pode perder suas bases dentro do funcionalismo ou cooptá-las ainda mais, mesmo que de forma discreta, para não descredibilizá-las.

O Brasil e a América Latina.

A página 2 da Folha dos Lagos continua a melhor do “jornal cabralino” e trouxe, na quinta-feira, 10, outro excelente artigo de Paulo Roberto Araújo. O jornalista analisa as relações da elite brasileira com a América Latina, ao longo da história.

JB


3 responses so far

ago 11 2017

BARRA DE SÃO JOÃO – Sérgio Quissak.

Published by under Jornalismo

FOTOS_AZUL

BARRA-DE-SAO-JOAO-SERGIO-QUISSAK


No responses yet

ago 11 2017

TEMER!!!!!!

Published by under Jornalismo

HUMOR_AZUL

CHARGE-6

CHARGE-3


No responses yet

ago 11 2017

CADERNO DE BÚZIOS

Published by under Jornalismo

BBB

“Cara de pau”

A vereadora Joice Costa está conseguindo se superar no quesito “cara de pau”. A moça que, em vários momentos, serviu de leva e trás durante a crise instalada no governo, vai dar uma medalha José Bento Ribeiro Dantas a Henrique Gomes que até ontem ela, nos bastidores do poder, combatia.

Bastidores

Essa questão dos bastidores na política é sempre interessante e traz surpresas quando iluminada pelos dias de sol. Nem sempre o que aparece para o grande público é o que acontece na realidade. Em Búzios, os bastidores são ricos em informação.

“Travessuras”

Há na cidade movimentos nada ideológicos de alguns partidos, que são a cara da envelhecida estrutura político-partidária brasileira. Solução para esse tipo de “travessuras” só uma profunda reforma política.

De olho no poder.

O PSC que já teve em seus quadros André Granado, hoje no PMDB, sentindo o cheiro eminente do poder, através do dublê de pastor, político e empresário Samuel Gonçalves, se aproxima cada vez mais de Henrique Gomes.

Urgência!

O PSD que, outrora, tinha o ex-vereador Felipe Lopes como a solução para a cidade, começa a costear o alambrado e já vê, através de seu presidente e meia dúzia de seguidores, o impeachment de André Granado como uma saída para suas necessidades mais urgentes.

Lamentável!

Na última quinta-feira clima esquentou de vez Câmara de Vereadores de Búzios. Gladys Costa (PRB) chamou, literalmente, a também vereadora Joice Costa (PP) para saírem na mão, ali dentro da Câmara ou na Rua.

Adjetivos!

Ardilosa, maquiavélica, surucucu, naja, negociante do poder público, foram alguns adjetivos usados por Gladys contra Joice, mas o curioso mesmo foi quando a esposa do ex-vereador Evandro Costa a chamou de assistencialista.

Recados de Gladys – 1.

Não tenho medo de você e, tão pouco, de seu marido que vive por aí expondo uma arma na cintura. Não sou hipócrita, quando passar por mim nos corredores da Câmara, não fale comigo“.

Esse foi mais um recado de Gladys para Joice.

Recados de Gladys – 2.

É muito fácil falar que político é safado, mas o povo não fica atrás não, pois na hora do voto é um tal de pede pede, pensam só no próprio umbigo e não verificam em quem estão votando e acabam elegendo gente como essa surucucu.”

No final do pronunciamento, Gladys partiu para cima do povo e suas escolhas.

 


No responses yet

ago 11 2017

LAMENTO DO PINTO.

Published by under Jornalismo

LAMENTO


No responses yet

ago 11 2017

NEW BOSSA NA FESTA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO.

Published by under Jornalismo

NEW-BOSSA


No responses yet

ago 11 2017

REVISTA NÁUTICO CONVÉS

Published by under Jornalismo

NAUTICO-CONVES-2


No responses yet

Next »