out 25 2014

FALTA RESPEITO A GUARDA MUNICIPAL

Published by under Jornalismo

SEM-RESPEITO

A implicância e perseguição do “governo sereníssimo” com a Guarda Municipal provoca muita revolta entre os seus componentes. Os guardas municipais para poderem trabalhar com um mínimo de dignidade tem que levar tudo ou quase tudo de casa. Por incrível que possa parecer, até mesmo água e papel higiênico. A falta de respeito do “governo sereníssimo” com a Guarda Municipal é um dos tantos absurdos, de uma administração, na qual não existe bom-senso.

No responses yet

out 25 2014

O DINHEIRO NÃO É DO PREFEITO, MAS DA PREFEITURA

Published by under Jornalismo

REABILITACAO

O “governo sereníssimo” parece não entender perfeitamente o que é dinheiro público e que evidentemente ele não pertence, cabe a ele, apenas, o gerenciamento. Portanto, é inadmissível que o Centro de Reabilitação do Novo Portinho, o Asilo de Idosos, o Posto de Saúde do Jacaré e o Restaurante Popular do Jardim Esperança não tenham sido concluídos apenas porque foram idealizados e construídos no governo anterior.

 

No responses yet

out 25 2014

MUITO GATA!

Published by under Jornalismo

REFRESCO_BORDO

000

No responses yet

out 25 2014

QUAL É?

Published by under Jornalismo

caminho1

O prefeito Alair Francisco (PP), finalmente, vai fazer a sua parte no apoio a candidatura do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). É um apoio de última hora e muito sensível a restrições, na medida em que liberou o seu pessoal e colocou o secretário de governo Dirlei Pereira (PRB) para coordenar a candidatura do senador Marcelo Crivella (PRB), em Cabo Frio. O prefeito não sabe exatamente para onde vai, mas parece querer agradar a todo mundo.

 

No responses yet

out 25 2014

PURO ENGANO!

Published by under Jornalismo

C

As constantes entrevistas de políticos conservadores, aqui na Região dos Lagos, sempre procuram trabalhar pela despolitização, como se fosse péssimo para a sociedade. Ao contrário, ao se politizar a discussão se abre caminho para a melhor compreensão dos problemas, que preocupam a população. Os conservadores usam aquele velho papo, que o debate político prejudica a população. Nada mais enganoso.

No responses yet

out 25 2014

CARREATA DE PEZÃO, EM CABO FRIO

Published by under Jornalismo

JANIO-ROMARIO-PEZAO-MARQUINHO

JB-JESPERANCA

A carreata, no Jardim Esperança, reuniu ontem Janio Mendes, José Bonifácio, Romário e Marquinho Mendes em torno da candidatura  do governador Luiz Fernando Pezão.

No responses yet

out 25 2014

BONITONA

Published by under Jornalismo

REFRESCO_BORDO

004

No responses yet

out 24 2014

GANHE MAIS UM VOTO PARA DILMA

Published by under Jornalismo

10620579_10152545720092798_8290555316538634254_n

No responses yet

out 24 2014

BAGUNÇA PROGRAMADA

Published by under Jornalismo

GOVERNO-DAS-LATINHAS-2

Cenas como esta se repetem no dia a dia de Cabo Frio.

Os réveillons armados pelo “Sereníssimo” costumam ser de tão baixo nível, que muitos moradores de Cabo Frio já estão planejando viagem para o fim do ano. A bagunça que se instala na cidade, a sujeira pelas ruas, as filas intermináveis em todos os restaurantes, padarias, enfim, onde quer que se vá, é completada por shows popularescos bem a gosto do “Chefe”, que como se sabe é uma figuraça, basta ver a “Disneylândia do Guarany”, que pretende montar.

2 responses so far

out 24 2014

O “CHORORÔ” QUE NÃO PARA

Published by under Jornalismo

chororo

O “CHORORÔ” QUE NÃO PARA

Os candidatos da base alairzista, que foram fragorosamente derrotados, em 5 de outubro, ainda não deram tempo no “chororô”. Em qualquer lugar que aparecem, na “mídia amiga” ficam chorando “pitangas”, criando mil desculpas para o óbvio: o povo os rejeitou. Já deu! Tá na hora de sacudir o esqueleto e tocar a vida pra frente. Os ouvintes e telespectadores penhoradamente agradecem.

No responses yet

out 24 2014

PENSA QUE TODO MUNDO É BOBO

Published by under Jornalismo

PEZAO   X   CRIVELLA

É muita cara de pau. No primeiro turno, depois de fazer campanha para o ex-governador Anthony Garotinho (PR), o “Sereníssimo” percebeu nas pesquisas que o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) iria para o segundo turno. Então pulou para o colo do governador, inventando desculpas de repasse de verbas do estado, de compromisso com Dornelles etc. No segundo turno assustado com o crescimento inicial do “senabispo” Marcelo Crivella (PRB) liberou seu staff, comandado por Dirlei Pereira (PRB) para fazer campanha para o senador. Agora, que as pesquisas mostram grande vantagem de Pezão, vai fazer uma carreata dia 25 para o governador. Tá brincando!

No responses yet

out 24 2014

QUE PAPEL!!!!!

Published by under Jornalismo

NOTICIAS

QUE PAPEL!!!!!

O vereador Adriano Moreno (PP) novamente fez críticas ao governo federal sobre a campanha de vacinação contra o HPV. Mas “esqueceu” de falar do governo municipal, comandado pelo “Sereníssimo”, que não cumpriu e não deu a menor bola para a lei de autoria do próprio vereador, aprovada por unanimidade, na câmara de Cabo Frio. Falar mal do governo federal, estando ele tão longe, é mole. Difícil éfalar do “Chefe”, aqui do lado. Que papel !!!!!!!

APENAS UMA QUESTÃO DE COERÊNCIA

O vereador Adriano Moreno fez, em seu discurso na sessão de 5ª feira pesadas críticas a corrupção no Ministério da Saúde, especialmente ao ex-ministro Alexandre Padilha, taxado de corrupto e mais alguma coisa. O vereador é filiado ao PP, partido de Jair Bolsonaro, Francisco Dornelles, Paulo Maluf e aqui no município, o prefeito Alair Francisco Corrêa,  É claro que uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra. É só uma questão de coerência. Só isso. Coerência.

 

No responses yet

out 24 2014

LINDA & CHARMOSA

Published by under Jornalismo

REFRESCO_BORDO

0050

No responses yet

out 24 2014

O “HOMEM DO OBELISCO”

Published by under Jornalismo

PORTO-ROCHA-OBELISCO-PICHADO

O “HOMEM DO OBELISCO”

Novamente, a sessão da “câmara do silêncio” foi muito rápida e como não havia quórum para qualquer deliberação, chegou ao seu final. Entretanto, como não poderia deixar de ser, o vereador Celso Caetano de Farias, mais conhecido como Celso Campista (PSB) fez o seu tradicional discurso para deleite dos assistentes e dos telespectadores da Jovem TV e ouvintes da Rádio Ave Maria. Como diria o nosso querido e inenarrável Vovô Bibiu, o “Homem do Obelisco”, imperdível.

No responses yet

out 24 2014

JOSÉ BONIFÁCIO E TIME JANIO, NA CAMPANHA DE DILMA E PEZÃO.

Published by under Jornalismo

JOSE-BONIFACIO

O ex-prefeito de Cabo Frio José Bonifácio (PDT), atual secretário de estado do desenvolvimento da pesca e o grupo Time Jânio, na Praça Dom Pedro I, no centro de Cabo Frio, na tarde de quinta-feira (23), fazendo campanha para Dilma Rousseff (PT) e Luiz Fernando Pezão (PMDB).

No responses yet

out 24 2014

O “CHEFE” SATISFEITO?

Published by under Jornalismo

alfredo_goncalves5  ALAIR_1  VINICIUS_CORREA_1

Apesar da pequena votação que os candidatos de sua base tiveram nas eleições de 5 de outubro, o prefeito Alair Francisco (PP) parece satisfeito. Afinal, segundo alairzistas bem próximos ao poder, conseguiu “baixar a bola” de Paulo César Guia (PR) e conseguiu colocar Alfredo Gonçalves (PV) sob seu controle político. Afinal, a campanha do candidato do PV, no 2º Distrito de Tamoios, foi coordenada pelo seu sobrinho, o vereador Vinícius Corrêa (PP).

No responses yet

out 24 2014

“TURISMO DE POCILGA” ?????

Published by under Jornalismo

PORCOS

1) Vinícius Corrêa (PP) é aquele vereador, que foi a tribuna para elogiar a Comsercaf pela captura das varas de porcos, que infernizavam a vida dos moradores de alguns bairros de Cabo Frio. Algum tempo depois, talvez num lapso de memória, o prefeito Alair Francisco (PP) disse em longa entrevista, na televisão, que os porcos não foram capturados e sim comprados, além de ter aumentado o número de barrões de 200 para 300.

2) Na ocasião da entrevista, o prefeito Alair Francisco (PP) “esqueceu” de dar ciência ao distinto público a quem pertencia tão mimosa vara. Disse apenas, que eram do bairro Manoel Corrêa. Da boca do ínclito chefe do poder público municipal não se soube também se os porcos foram comprados com dinheiro público ou se ele coçou o próprio bolso, com o nobre objetivo de livrar as ruas do município do “turismo de pocilga”, já que a qualquer hora do dia e da noite, lá estavam leitões, barrões, cuícas, passeando alegremente pelas ruas do município.

 

No responses yet

out 24 2014

“CHOQUE DE ORDEM” – VEXAME PERMANENTE

Published by under Jornalismo

VALDEMIR-MENDES-1

Quem caminha pela cidade percebe claramente, que o 3º Choque de Ordem, agora liderado pelo secretário municipal de desenvolvimento, Waldemir Mendes, não conseguiu se encaixar na cultura do cotidiano da cidade. O slogan tantas vezes colocado pelo “governo sereníssimo”, de que Cabo Frio seria a “cidade mais limpa do Brasil” não colou por absoluta falta de contato com a realidade. Nem mesmo a “mídia amiga”, sempre tão dócil aos encantos do governo não comprou esta: afinal, o vexame seria muito grande.

No responses yet

out 24 2014

SENSUAL

Published by under Jornalismo

REFRESCO_BORDO

001

No responses yet

out 24 2014

O AMIGO NORTE-AMERICANO – Kosztolányi Dezsö

Published by under Jornalismo

CRO_E_POE_BORDO

kosztolanyi_dezso

Kosztolányi Dezsö  (*1) (*2)

Há seis ou sete anos travei conhecimento com um rapaz norte-americano muito simpático. Tendo descido de Viena pelo Danúbio em seu barco desmontável, passou ele o verão em Budapeste. Tinha cabelos louros da cor do mel, dentes alvos, cintilantes, camisa “de apache”, de colarinho aberto. Foi-me apresentado num grupo de amigos. Fez-nos várias visitas, e nós também fomos vê-lo uma vez. Não me lembro de mais nada a respeito dele. Depois, foi-se embora. Trocamos cartões de visita e prometemos que escreveríamos um ao outro. Porém, nenhum de nós escreveu.

Há tempos recebi, de um dos hotéis da cidade, um bilhete escrito por outro norte-americano que viera também passar uma temporada aqui em companhia da mulher. Há muitos norte-americanos no mundo. Referindo-se ao meu amigo de cabelos de mel, perguntou-me quando poderia visitar-nos. Ao mesmo tempo, informou-me de que, de certa maneira, era parente do outro. Com efeito, o meu amigo se tinha casado no decorrer de todos aqueles anos e se tinha também divorciado; pois ele, o autor do bilhete, era cunhado da ex-mulher do meu amigo.

O parentesco pareceu-me um pouco vago. Fosse como fosse, respondi que teríamos o maior prazer em recebê-los, tanto mais quanta desejávamos ter notícias do nosso amigo, mas no momento, toda a nossa família estava gravemente gripada. Julguei ter liquidado a assunto por meio dessa mentira inocente.

Enganara-me. Uma semana depois o norte-americano perguntou-me, noutro bilhete amável, se estávamos passando melhor. Respondi-lhe, por um bilhete não menos gentil, que estávamos inteiramente bem, e convidei-os a tomar chá conosco na fim da semana.

Foi quando efetivamente todos nós fomos acometidos de gripe. Alegar doença era impossível; pareceria mentira deslavada. Mandei, pois, telefonar que tivéramos de viajar com urgência. Mas, envergonhado, não esperei uma terceira carta. Eu mesmo escrevi longamente, num tom humilde, como que implorando perdão, rogando que eles mesmos marcassem o dia e a hora da visita. Para nós qualquer momento servia; fazíamos questão era de vê-los. Chegou a resposta ansiosamente esperada: vinham visitar-nos domingo, às seis da tarde.

Por mim, sempre tenha sido cortês com os estrangeiros. Inspiram-me simpatia e, ao mesmo tempo, compaixão. Ser estrangeiro na país dos outros é como que sofrer de doença orgânica. Longe da minha pátria, eu mesma sinto-me um aleijado. Vou de um lado para outro às apalpadelas, não conheço as pessoas, ignoro a cotação das palavras e das expressões. Aguardava, pois, a visita com sincero arrependimento, ansioso da expiação. Acontece, porém, que na domingo me encontrei mergulhado no trabalho. Acometera-me uma verdadeira febre de escrever, e escrevia cada vez mais enlevado. Olhava desesperado para os ponteiros, que corriam rápidos. À medida que o tempo passava, acabaria dando a vida para que não se realizasse aquele encontro.

Que podia fazer? A doença, a viagem, já constituíam desculpas esfarrapadas. Passei algum tempo numa revolta estéril. Por fim, no começo da tarde, tive uma idéia luminosa. Aqueles bons norte-americanos não me conheciam. Conheciam, isto sim, um conhecido meu, a quem, aliás, eu mal conhecia. Telefonei, pois, a um velho amigo, engenheiro desempregado, e pedi-lhe que me substituísse. Primeiro, não queria atender-me. Afinal, ante a promessa de uma indenização, concordou. Telefonei depois à uma professora de inglês para que, mediante o dobro do que cobrava por aula, desempenhasse as funções de dona de casa. Ela aceitou, também.

Os dois chegaram-me à casa às quatro da tarde, coma dois conspiradores. Apresentei-os um ao outro e expliquei-lhes o papel que lhes cabia desempenhar. De modo geral, tinham de comportar-se como nós mesmos nos comportaríamos na ocorrência; dizer “sim” a maioria das vezes, “não” de vez em quando. A respeito do tempo deviam observar que era bonito, em relação à situação mundial, que era horrível. Haviam de mostrar às visitas a nosso apartamento, eventualmente os retratos da família. O chá já estava sendo preparado. Deixei-os.

O êxito da reunião superou toda a expectativa. As visitas ficaram até às nove e meia e tardaram a ir-se embora. O meu amigo engenheiro recebeu os cumprimentos com grande modéstia, qualificou a minha atividade de bobagem insignificante, fez entrar as visitas no meu gabinete (na realidade, foi na sala de jantar, mas isso não fez a menor diferença), e escutou com um sorriso entre meditativo e saudoso o relatório da vida do meu amigo de cabelos cor de mel. A professora, por sua vez, desempenhou às mil maravilhas o papel de esposa ideal, cortando a cada instante a palavra do marido e contradizendo-o a propósito de tudo.

No dia seguinte o mensageiro do hotel trouxe-nos um lindíssimo ramo de lilases brancos acompanhado de uma carta. Os americanos, cheios de gratidão, afiançaram-nos que em toda a sua vida nunca se tinham divertido tanto; por mais que o meu amigo nos tivesse elogiado, não acreditaram que eu possuísse um espírito tão irresistivelmente encantador e minha mulher um senso de hospitalidade tão cativante.

O casal voltou à América do Norte, onde contaram ao meu amigo de cabelos cor de mel a magnífica recepção que tiveram. Ele agradeceu-nos a gentileza numa carta comovidíssima. Desde então não paramos de nos corresponder, e a nossa amizade está ficando cada vez mais profunda. Por outro lado, vim a saber que o engenheiro e a professora deram para encontrar-se com certa freqüência.

A mentira é como um grão de poeira. Eu esperava que se diluísse no ar. Em vez disso, está-se avolumando cada vez mais. Aguardo os acontecimentos com verdadeira ansiedade.

*1 Kosztolányi Dezsö (Desidério Kosztolányi, 1885-1938), poeta e prosador húngaro, era um dos escritores mais integrados na literatura européia, sendo conhecido por seus contos de trama exígua, quase sem acontecimentos, mas de grande profundidade psicológica e de amplas perspectivas. É autor dos romances “Édes Anna”, “O Papagaio de Outro”, “O Poeta Sangrento”. O conto acima consta do livro “Novelas” e foi extraído da antologia “Contos Húngaros”, com tradução, apresentação e notas biográficas de Paulo Rónai e revisão de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

*2 – Projeto Releituras.

 

No responses yet

out 24 2014

A FORÇA DA INTERNET E DAS REDES SOCIAIS – Teresa Cruvinel

Published by under Jornalismo

ARTIGOS_BORDO

Teresa-Cruvinel

Teresa Cruvinel

Em nenhuma eleição anterior a Internet teve papel tão importante

Como pesquisa é pesquisa e eleição é outra coisa, ninguém pode apostar hoje no resultado de domingo. Mas é certo que o eleitorado fez movimentos importantes nos últimos dias, que resultaram na inversão da vantagem numérica a favor de Dilma, apontada por duas pesquisas Datafolha seguidas. O instituto talvez tenha feito uma logo depois da outra como resposta aos questionamentos iniciais da candidatura de Aécio. Dilma pode não ter 52% (teria 49% no limite mínimo da margem de erro), e ele pode não ter 48 (tendo 51% no teto da margem de erro), persistindo, a rigor, a situação de empate técnico. Mesmo assim, a vantagem numérica está sendo um aceno da vitória para Dilma, embora até domingo muita coisa ainda possa acontecer. Haverá um debate na sexta-feira em que ambos apostarão todas as fichas.

Para o que aconteceu nos últimos dias e horas, muitas são as explicações. A Folha de São Paulo atribuiu hoje o crescimento de Dilma ao aumento do otimismo com os principais indicadores da economia: inflação, emprego e situação econômica geral, apesar do crescimento pífio do PIB este ano, projetado em 0,3%.

Outra explicação, esta já ensaiada pelo próprio PSDB, responsabiliza os ataques da campanha de Dilma a Aécio pelo crescimento dela, e em particular a exploração da crise hídrica de São Paulo. Há que se discutir isso. O Datafolha pesquisou a reação dos eleitores à pancadaria e colheu uma desaprovação geral de 71% dos entrevistados. Mas 36% apontaram Aécio como o mais agressivo, contra 24% que apontaram Dilma como tal. Outros 27% disseram que ataques fazem mesmo parte das campanhas. Pode ser (e isto é uma especulação) que a percepção maior de agressividade em Aécio tenha origem na forma com que ele se dirigiu à presidente-candidata, chamando-a de mentirosa e leviana, embora ela tenha desferido ataques contundentes, mas sem adjetivar: acusou-o de empregar parentes, fazer aeroporto em benefício próprio e recusar-se a fazer o teste do bafômetro, entre outras coisas. A Folha sugere que o conjunto de mensagens contra Aécio – somando horário eleitoral, debates e redes sociais – impactou negativamente os eleitores que recentemente haviam aderido ao tucano.

Aqui, entra o elemento Internet, que nunca teve tanta força como nesta campanha. O assunto eleições adquiriu uma predominância inédita nos conteúdos publicados e nas mensagens pelas redes sociais. A pesquisa Datafolha realizada na segunda-feira (20) apurou que para 19% dos entrevistados, as redes sociais “influenciaram muito” o voto no primeiro turno. Outros 20% disseram que “influenciaram um pouco”. O hábito de declarar o voto nas redes sociais também foi medido: 20% disseram ter feito isso no primeiro turno e 22% já o fizeram agora, no segundo. Segundo a pesquisa, 75% dos internautas inscritos em redes sociais estão lendo notícias sobre as eleições por meio de suas contas: 68% usam o Facebook, 41% o WhatsApp e 11% o Twitter. A soma dá mais de 100% porque alguns usam mais de uma rede. De cada 10 eleitores, seis têm acesso à Internet. Metade destes conectados (47%) conta em alguma rede social e 46% deles dizem compartilhar notícias sobre o pleito.

Os serviços de monitoramento de redes sociais não oferecem ainda dados precisos sobre a força da “militância virtual” de cada candidato. Petistas e tucanos trocaram chumbo pesado o tempo todo e a artilharia de Dilma deve ter tido um peso particular em sua recuperação. Tanto é que os tucanos reclamam muito do bombardeio com “calúnias e infâmias” contra o candidato. Na selva da Internet, vale tudo, e quem tiver mais pontos vulneráveis levará a pior.

E há também, nesta nova força das redes sociais nas eleições, diz o professor Cristiano Henrique, professor da Escola de Comunicação da UFRJ, um ganho para democracia: as redes impulsionaram a ressurreição da política como espaço de reflexão, debate e participação da sociedade, ainda que tenham tratado mais de aspectos pessoais dos candidatos do que de suas propostas. Mas isso já é bem melhor que a passividade e a alienação. Sinais de amadurecimento democrático. Os candidatos que se preparem para estes novos tempos, em que as redes terão tanto peso quanto o horário eleitoral e os debates e o papel da grande imprensa e seus formadores de opinião será cada vez menor.

 

No responses yet

out 23 2014

IMPERDÍVEL!!!!!!!!!!!!

Published by under Jornalismo

CELSO-CAMPISTA

IMPERDÍVEL!!!!!!!!!!!!

Na sessão da “câmara do silêncio” na última terça-feira, não teve nada. Sessão muito rápida, como se os vereadores não tivessem nada para fazer e se preocupar. Apenas dois vereadores discursaram da tribuna, mas nada de importante foi debatido. Como sempre, uma “tonelada” de indicações: a cidade não tem problemas. Mas, nem tudo está perdido, o vereador Celso Caetano de Farias, o Celso Campista (PSB) não deixou por menos e discursou. Imperdível. Não é?

No responses yet

out 23 2014

ENQUANTO ISSO …..

Published by under Jornalismo

DISNEYLANDIA

ENQUANTO ISSO …..

Mais uma vez, milhões e milhões de reais serão gastos pela prefeitura, no verão de Cabo Frio, com shows caríssimos, fogos de artifício e muita propaganda. Enquanto isso, os hospitais e postos de saúde continuam sem remédios, exames, ou seja, quase nada, deixando a população completamente desamparada. Certamente, não faz parte das preocupações do “governo sereníssimo”, ligado na “Disneylândia do Guarany”, na orla da Praia do Forte e nas festas. Em 5 de outubro, a população rejeitou esta forma de administrar e tudo leva a crer que em 2016, o “fenômeno” pode se repetir.

One response so far

out 23 2014

QUELÉ, A PORTARIADA!

Published by under Jornalismo

ZUZU

QUELÉ, A PORTARIADA!

Lullu: Quelé, ELE vai fazer uma grande carreata, em Cabo Frio.

Quelé: Quero ir na frente, no carro que vai puxar a carreata. Se fizer sol, vou de biquíni.

Lullu: Não dá Quelé. Maria Portaria vai puxando a carreata, com a camisa do Crivella.

Quelé: Nem vem que não tem. Vou tá no mesmo carro, com a camisa do Pezão.

Lullu: Hiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!

No responses yet

out 23 2014

ÚLTIMA CHANCE

Published by under Jornalismo

ALAIR_19

ÚLTIMA CHANCE

As paredes murmurantes do Palácio Tiradentes estão atentas as movimentações políticas do “governo sereníssimo”, que após as eleições de 5 de outubro está partindo para tentar recuperar o prestígio político. O resultado da eleição assustou o “Sereníssimo”, que não esperava que a rejeição ao seu nome tivesse influência tão grande no resultado: todos de sua base política foram muito mal votados. O “Sereníssimo” desconversa, mas quer a qualquer custo a reeleição, porque sabe, até pela idade, que é sua última chance de continuar governando Cabo Frio.

No responses yet

out 23 2014

QUE POSE!

Published by under Jornalismo

REFRESCO_BORDO

003

No responses yet

out 23 2014

MARMITA

Published by under Jornalismo

MARMITA

MARMITA

Várias denúncias chegam ao Jornal do Totonho quanto à qualidade da comida, no Hospital São José Operário. Funcionários tem levado marmita de casa, para poder se alimentar no plantão: a comida do hospital estaria intragável. O fornecedor alega grande atraso no pagamento. O prefeito e os vereadores deveriam estar muito preocupados com os pacientes e funcionários do hospital. Será esta é uma preocupação dos representantes do povo?

No responses yet

out 23 2014

ECONOMISTA?

Published by under Jornalismo

Coins On See-Saw

ECONOMISTA?

Dando a desculpa da falta de grana, o Doutor Prefeito mantém abandonados o centro de fisioterapia do novo portinho, o asilo dos idosos, o posto de saúde do bairro jacaré, o restaurante popular. Não tem grana? Como? Para a obra faraônica e desnecessária da “Esplanada das Secretarias”, no Guarany, não falta dinheiro. O Doutor Prefeito precisava explicar ao povo esta matemática do outro mundo, que ele faz com o dinheiro público. É um economista? Contador? Arquiteto? Urbanista? Deve ser tudo isso junto. Não é?

No responses yet

out 23 2014

QUAL O PAPEL DO VEREADOR?

Published by under Jornalismo

PAULO_HENRIQUE_CORREA

Paulo Henrique Corrêa

QUAL O PAPEL DO VEREADOR?

Dias desses em uma entrevista, pós derrota nas eleições, o vereador Paulo Henrique Corrêa (PR) disse que vai continuar seu mandato de vereador, como um “fiscalizador” do povo, nas ruas, e aonde ele achar algo errado, vai ligar para o prefeito ou para os secretários. Será essa a função de um vereador? Confunde fiscalizar o governo, com fiscalizar para o governo. São duas atitudes completamente diferentes. Seria interessante que Paulo Henrique Corrêa, eleito como representante do povo e não do governo revisasse sua posição.

No responses yet

out 23 2014

MARAVILHA!!!!!!!!!!

Published by under Jornalismo

REFRESCO_BORDO

006

Uma homenagem do Jornal do Totonho ao nosso amigo Dacinho.

No responses yet

out 23 2014

AÉCIO NEVES DEIXARIA O BRASIL SEM SAPATOS – Breno Altman

Published by under Jornalismo

ARTIGOS_BORDO

Breno-ALTMAN

Breno Altman

O diplomata Celso Lafer, chanceler durante o governo Fernando Henrique Cardoso, teve seus minutos de fama em 2002. Diante de exigências das autoridades de segurança, ao chegar nos Estados Unidos em missão oficial, o ministro tucano tirou os sapatos. De meias, aceitou o ultraje colonial contra o pais que deveria representar com altivez.

Este episódio virou símbolo de uma época.

A política internacional brasileira funcionava como apêndice dos interesses norte-americanos, submetida à estratégia econômica do governo tucano.

A dinâmica do desenvolvimento não era determinada pela expansão do mercado interno, mas pela atração incondicional de capitais internacionais.

Privatizações e juros estratosféricos eram os principais elementos financeiros de sedução. Uma diplomacia submissa, sem sapatos, o instrumento político para conquistar o favorecimento das potências ocidentais.

O Brasil, naquela época, tinha como principal projeto a integração na Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA. Proposto pela Casa Branca, esse bloco eliminaria todas as barreiras alfandegárias e extra-alfandegárias nos mercados ao sul do Rio Grande, com exceção de Cuba.

A indústria norte-americana, beneficiada pela capacidade tecnológica e o poderio financeiro, ganharia um novo mercado com 500 milhões de consumidores potenciais, além de acesso mais fácil a matérias-primas e mão-de-obra barata. As demais nações consolidariam um perfil extrativista e agroexportador.

Tal modelo, calcado no aprofundamento dos laços de dependência, era de interesse do agronegócio e do capital financeiro local. O primeiro grupo lucraria com a abertura comercial. O segundo, com a intermediação de negócios, o crédito ao consumo e o financiamento das trocas internacionais. Estas eram, e continuam sendo, as frações de classe mais vinculadas ao PSDB.

Alguns setores industriais conseguiriam sobreviver, mas o Brasil estaria condenado a perder sua cadeia produtiva, vítima da desnacionalização, com a exportação de empregos industriais para o norte do continente. Mesmo a agricultura de alimentos, menos competitiva que a de grãos, estaria sob perigo de sucumbir às grandes corporações.

Iniciativas regionais

Este processo foi bloqueado com a eleição de Hugo Chávez e Lula, logo seguida por novas vitórias progressistas na América Latina. A ALCA foi fulminada no novo cenário. Abriu-se espaço para uma outra estratégia de crescimento, na qual o Brasil tornou-se peça decisiva.

Talvez em nenhuma outra questão foi tão profunda a mudança conduzida pelas administrações petistas. O centro da política internacional passou a ser o esforço para a integração autônoma da América Latina, como espaço prioritário para a consolidação da própria economia brasileira.

Nos últimos doze anos, além da expansão do Mercosul, assistimos a criação da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e da Comunidade dos Estados Latinoamericanos e Caribenhos (Celac). O comércio e o investimento dentro do bloco subcontinental cresceram fortemente, abrindo fronteiras para um caminho de desenvolvimento através do qual os países sulistas preservem e ampliem sua soberania industrial, alimentar e financeira.

As iniciativas regionais foram complementadas pela construção de pontes com a África e a Ásia, além do fortalecimento de relações com as demais nações emergentes.

A principal conquista dessa ofensiva foi a consolidação do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) como aliança geopolítica. A criação de um banco comum dessa coalizão, decidida na Cúpula de Fortaleza, em julho deste ano, pode ajudar a romper com a hegemonia das potências ocidentais sobre instituições financeiras que controlam o crédito mundial.

Ao longo dos últimos doze anos, o Brasil multiplicou por quatro suas exportações e quintuplicou seu intercâmbio comercial. Diversificou parceiros e encontrou novos mercados. Apesar das enormes dificuldades internacionais, começou a lenta transição entre o predomínio da venda de bens e serviços para a centralidade da exportação de capitais e tecnologia.

Os avanços não foram apenas econômicos ou regionais. O país vem desempenhando papel de relevo na luta pela superação do mundo unipolar que emergiu do colapso soviético.

Ganhou destaque o empenho pelo direito dos povos à autodeterminação, contra as guerras de agressão, pela democratização das instituições internacionais, contra o neocolonialismo e pela defesa ambiental.

Propósito restauracionista

Infelizmente este temário pouco foi discutido na atual campanha presidencial. Mas o PSDB não deixa dúvidas que gostaria de dar um cavalo de pau na política internacional estabelecida pelo PT.

Seu principal porta-voz para esta agenda, o diplomata Rubens Barbosa, tem deixado claro os fundamentos da orientação que gostaria de implantar.

Alegando defender “uma política externa pragmática, fugindo das ideologias”, o ex-embaixador brasileiro em Washington sustenta que o país não deve mais “ficar amarrado ao Mercosul”. A opção seria estabelecer unilateralmente acordos de livre-comércio com a União Europeia, o Japão e os Estados Unidos.

Também critica a relação dos governos petistas com Cuba e seu afastamento da abordagem norte-americana sobre direitos humanos, sempre funcional para deslegitimar processos nacionais que fogem do controle da Casa Branca e se chocam contra seus interesses.

A linguagem melíflua mal esconde o propósito restauracionista. A verdade é que o programa tucano representa alternativa antagônica ao curso seguido por Lula e Dilma em política internacional.

A eventual eleição de Aécio Neves teria fortes consequências regionais, provavelmente abalando o atual desenho geopolítico latino-americano e enfraquecendo o diálogo sul-sul. Não é à toa a torcida descarada e pró-tucano das elites financeiras internacionais e seus meios de comunicação.

Os centros imperialistas de poder não querem outra coisa: o Brasil, novamente sem sapatos, facilitaria enormemente a manutenção de sua hegemonia planetária.

No responses yet

out 23 2014

A ESTANTE – Ferreira Gullar

Published by under Jornalismo

CRO_E_POE_BORDO

FERREIRA-GULLAR

Ferreira Gullar

A ESTANTE

Naquele novo apartamento da rua Visconde de Pirajá pela primeira vez teria um escritório para trabalhar. Não era um cômodo muito grande mas dava para armar ali a minha tenda de reflexões e leitura: uma escrivaninha, um sofá e os livros. Na parede da esquerda ficaria a grande e sonhada estante que caberia todos os meus livros. Tratei de encomendá-la a seu Joaquim, um marceneiro que tinha oficina na rua Garcia D’Avila com Barão da Torre.

O apartamento não ficava tão perto da oficina. Era quase em frente ao prédio onde morava Mário Pedrosa, entre a Farme de Amoedo e a antiga Montenegro, hoje Vinicius de Moraes. Estava ali há uma semana e nem decorara ainda o número do prédio. Tanto que, quando seu Joaquim, ao preencher a nota da encomenda, perguntou-me onde seria entregue a estante, tive um momento de hesitação. Mas foi só um momento. Pensei rápido: “Se o prédio do Mário é 228, o meu, que fica quase em frente, deve ser 227. “Mas lembrei-me de que, ao ir ali pela primeira vez, observara que, apesar de ficar em frente ao do Mário, havia uma diferença na numeração.

— Visconde de Pirajá 127 —  respondi, e seu Joaquim desenhou o endereço na nota.

— Tudo bem, seu Ferreira. Dentro de um mês estará lá sua estante.

— Um mês, seu Joaquim! Tudo isso? Veja se reduz esse prazo.

— A estante é grande, dá muito trabalho… Digamos, três semanas.

Contei as semanas. Não via chegar o momento de ter no escritório a estante sonhada, onde enfim poderia arrumar os livros por assunto e autores. E,mais que isso, sentir-me um escritor de verdade, um profissional, cercado de livros por todos os lados. No dia da entrega, voltei do trabalho apressado para ver minha estante.

— Como é, veio? — perguntei ao entrar.

— Veio o quê?

— Como o quê? A estante!

Não viera. Seu Joaquim não cumprira com a palavra empenhada, ah português filho de… Telefonei para ele sem dissimular, no tom da voz, minha irritação. E ele:

— Como não cumpri? Andei com dois homens de cima para baixo da rua e não encontrei o tal número que o senhor me indicou. Não existe na rua Visconde de Pirajá o número 127, senhor Ferreira.

Fiquei sem ação. Dera a ele o número errado.

— Diga-me o número certo e sua estante estará em sua casa amanhã mesmo.

Fiquei sem palavra. Se não era 127, qual número seria? Não era 227, disso
tinha certeza… E o Joaquim ao telefone:

— Qual o número, seu Ferreira?

— É 217, seu Joaquim… É isso, 217.

— Muito bem, 217. Já anotei. Amanhã terá sua estante.

Não tive. Ao chegar em casa e verificar que a estante não estava lá, conclui que havia dado de novo o número errado ao marceneiro. E corri para o telefone a fim de me desculpar.

— Seu Joaquim, é o senhor Ferreira… da estante.

— O senhor está querendo brincar comigo?

Fui tomado por um frouxo de riso, enquanto seu Joaquim, indignado, dizia que não ia mais entregar estante nenhuma, que eu fosse buscá-la, pois já era a segunda vez que subira e descera a Visconde de Pirajá, carregando aquela estante enorme, etc. etc…

 

No responses yet

out 22 2014

QUEM NOS REPRESENTA??? – Silvana Braga

Published by under Jornalismo

ARTIGOS_BORDO

SILVANA_BRAGA

Silvana Braga

QUEM NOS REPRESENTA???

Estive reparando em minhas postagens e percebi que periodicamente estou criticando a Auto Viação Salineira/ Montes Brancos. Também notei que durante o período eleitoral do primeiro turno, diversos dos 14 vereadores de Cabo Frio entraram na minha página, indiscriminadamente, para pedir voto para si ou para seus candidatos, mas em tempo algum nenhum deles se manifestou em minhas postagens relativas a empresa de ônibus…
Inspirada pelo passado, quando um vereador da oposição contou com meu apoio na coleta de assinaturas para uma ação coletiva contra a referida empresa de ônibus em 2001 e obteve o desconto da passagem da linha Jardim Esperança, pensei: Hoje, quem de fato, nos representa??? Elegemos 17 cidadãos que deveriam nos representar e parece que ao ser investido pelo cargo pleiteado, toda a realidade do povo deixa de ser uma bandeira para eles…
Então, listei por alto o que mais deixa o cidadão indignado com relação ao transporte coletivo: os horários não estão sendo cumpridos; os carros estão transportando uma média de cem passageiros em horário de pico ( e isso pode ser conferido com os cobradores de passagem); quando acontece episódio de violencia os onibus simplesmente param de circular e o passageiro que se vire (lembremos que o transporte alternativo é proibido); a empresa não está mais fazendo o Cartão Dignidade tendo como desculpa o fato de que os empresários da cidade deixaram de fornecer o vale transporte aos seus trabalhadores para que os mesmos utilizem o referido cartão ( o que torna Cartão Dignidade hoje um fator de exclusão, já que muitos moradores estão impedidos de ter o seu).
Como a cidade de Cabo Frio “não tem condições de ter sua própria empresa de onibus”, municipal, para atender as necessidades de mobilidade urbana, optou por manter o monopólio da Empresa Salineira /Montes Brancos para a manutenção deste serviço obrigatório por lei, estruturando, portanto, a Secretaria de Transporte para organizar a prestação deste serviço.
Então, entendo que isto não é um monopólio, é uma cessão. A Auto Viação Salineira/ Montes Brancos tem que ser vista como uma concessionária de transporte coletivo, bem como a Ampla e a Prolagos o são, repectivamente, para fornecimento de energia elétrica e abastecimento de água. Se é uma concessão, tem que ter um contrato de prestação de serviço. Lembro bem quando a Camara de Vereadores fez a Prolagos apresentar e discutir seu contrato em audiência pública e acredito que o mesmo deve ser feito com relação à Salineira.
E já que ninguém de nenhum dos poderes se manifesta para resolver os desmandos da empresa de onibus, vou lançar aqui uma proposta e preciso da ajuda de todos que estão tão indignados quanto eu com a péssima qualidade de serviço prestado pela Auto Viação Salineira / Montes Brancos. Estou preparando as folhas para coletarmos assinaturas para entrarmos com uma ação coletiva na justiça contra esta empresa. Da pauta de reivindicações consta:
- apresentação do contrato de cessão do serviço. Precisamos saber se e o que foi tratado e o que está sendo cumprido. Lembremo-nos de que a passagem que pagamos 0,50 centavos, tem o valor de diferença subsidiado pela prefeitura, ou seja, em tempo algum a empresa está no prejuízo;
- cumprimento de todos os horários de todas as linhas, sobretudo, dos que estão postados no site da empresa.
- aumento da frota em circulação nos horários de pico.
- retorno da confecção do Cartão Dignidade, já que, é bom frizar, o valor é subsidiado pela prefeitura, a empresa não tem prejuizo e a questão dos empresários não pode ser argumento ou instrumento de exclusão deste direito.
- criação de um PROTOCOLO DE SEGURANÇA PARA O TRANSPORTE PÚBLICO para quando houver situações de violência na cidade, o usuário não seja punido com a suspensão do serviço.
- boa qualidade na prestação do serviço, e isto inclui: manuteção dos coletivos, limpeza, serviço de informação, preparo de funcionários, entre outros.
Precisamos coletar o maior número possível de assinaturas e para tanto é necessário a ajuda de todos, pois o beneficio será coletivo. Se algum vereador quiser ajudar, será bem vindo, mas se ninguém se manifestar, ainda assim avançaremos.
No mais, seria bem interessante encher a secretária eletrônica do serviço de reclamação, bem como o e-mail da empresa, com nossas queixas relativas à qualidade do serviço prestado.
Os interessados em ajudar deixe recado aqui nos comentários para a gente se organizar ou mandem e-mail para: silvanabragalc@gmail.com
Conto com todos e com cada um.
Valeu pela atenção.

 

One response so far

out 22 2014

CHURRASCÃO DA GENTE DESINFORMADA

Published by under Jornalismo

10743712_707822312637813_731496406_n

No responses yet

out 22 2014

CINE SCLIAR

Published by under Jornalismo

CINE-SCLIAR

No responses yet

out 22 2014

DILMA 13

Published by under Jornalismo

DILMA-VITORIA

No responses yet

out 22 2014

QUAL O FUTURO DO PV?

Published by under Jornalismo

fracasso

QUAL O FUTURO DO PV?

O PV não elegeu ninguém no estado. Bancou um vexame total. Em Cabo Frio, autorizados pelo diretório estadual, o PV foi invadido por personagens políticos, que não tinham nenhuma contribuição na área da militância ambiental. Os militantes da causa ambientalista foram obrigados a se retirar do partido, sob a acusação, que não tinham articulação política e muito menos, votos. O “feitiço virou contra o feiticeiro”: os “bons de voto”, articulados e com o apoio do governo municipal, levaram um redondo ‘Não’ da população. Qual o futuro de um partido que trata tão mal seus militantes?

No responses yet

out 22 2014

POR ONDE ANDA A SECRETARIA DE TRANSPORTES?

Published by under Jornalismo

CADE

As reclamações contra a inaninação em que vive a secretaria municipal de transportes são constantes. O secretário Vitor Moreira até hoje não instalou o Conselho Municipal de Transportes, uma das reivindicações das manifestações acontecidas em Cabo Frio. Por que será que o Conselho nunca sai? O prefeito não quer ou a Auto Viação Salineira não deixa? Afinal, quem manda no transporte em Cabo Frio, a prefeitura ou a Salineira?

One response so far

out 22 2014

CLICK DO LEITOR – PODE ISSO, ARNALDO?

Published by under Jornalismo

HOSPITAL-CAO

Hospital Otime Cardoso dos Santos, no Jardim Esperança. Sem comentários.

No responses yet

out 22 2014

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA É CRIME!

Published by under Jornalismo

INTOLERANCIA-RELIGIOSA

No responses yet

out 22 2014

NEM A “MÍDIA AMIGA” CONSEGUE AJUDAR

Published by under Jornalismo

INCOMPETENCIA

NEM A “MÍDIA AMIGA” CONSEGUE AJUDAR

Quem costuma circular por Cabo Frio percebe a bagunça quase institucionalizada, na cidade. Todo mundo faz o que quer, desde que seja amigo do Doutor Prefeito. Vale tudo!!! Sinal que o 3º Choque de Ordem, agora comandado pelo secretário de desenvolvimento, Waldemir Mendes, também não funcionou. Inaugurado pelo ex-prefeito do Arraial do Cabo, Renato Vianna (PR), então secretário municipal de serviços públicos, o “Choque de Ordem” foi um dos fracassos mais retumbantes do governo municipal. Nem a “mídia amiga” consegue ajudar.

No responses yet

out 22 2014

SEBO DO LANATI

Published by under Jornalismo

FABIO-SEBO

No responses yet

out 22 2014

A INCOMPETÊNCIA É GENERALIZADA

Published by under Jornalismo

REMEDIO-INCOMPETENCIA

A INCOMPETÊNCIA É GENERALIZADA

O prefeito Alair Francisco (PP), trancado em seu gabinete, revela estar preocupado unicamente com seus projetos de caráter faraônico. Não acompanha o dia a dia da cidade, entregando este acompanhamento aos seus auxiliares, com ele comprometidos politicamente. O problema maior é que de um modo geral os assessores e auxiliares se esmeram na arte da bajulação, mas são despreparados e incompetentes. Como não existe uma coordenação que abranja todo o governo, cada um vai tocando o seu barco de maneira canhestra ou simplesmente ficam paralisados. A administração não anda.

No responses yet

out 22 2014

CASA NO JARDIM ESPERANÇA – 85 MIL

Published by under Jornalismo

KIM-CASA

No responses yet

out 22 2014

OLHAR DE PAISAGEM?

Published by under Jornalismo

REFRESCO_BORDO

0016

No responses yet

Next »