mai 19 2012

“TEMPO DE AROEIRA” – Antônio Ângelo Trindade Marques

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TEMPO DE AROEIRA – APA DO PAU BRASIL – CABO FRIO – RJ

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mai 19 2012

OS CANDIDATOS A CÂMARA VIVEM CLIMA DE INCERTEZA

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LARANJEIRAS & GUARÚS

O processo eleitoral em Cabo Frio está irremediavelmente ligado as eleições de 2014 quando vão se bater os grupos de Sérgio Cabral Filho (PMDB) e Anthony Garotinho (PR). Não é por acaso que alguns políticos fazem a ponte rodoviária com o Rio de Janeiro e outros com Campos para uma visita a incomparável República do Chuvisco.

Portanto, todas as ações políticas no município de Cabo Frio terão ligação direta ou indireta, quer queiram ou não os líderes locais, com o ambiente político no estado.

MARQUINHO MENDES AINDA NÃO FALOU

O grande assunto de todas as rodas políticas da cidade é o esvaziamento da candidatura do vereador Alfredo Gonçalves (PMDB). O próprio vereador e ex-chefe de gabinete revelou a conversa que teve com o prefeito Marquinho Mendes (PSDB), dentro de um automóvel. Até o momento, o prefeito Marquinho Mendes não se pronunciou, nem mesmo sobre a entrevista dada pelo vereador.

O QUE SAI HOJE NA IMPRENSA?

O meio político aguarda ansiosamente o que vão comentar os jornais da cidade, tanto o diário “Folha dos Lagos”, como os semanários “Completo” e “Jornal de Sábado”. Espera-se, principalmente, o que vão escrever os principais analistas políticos do município, que de um modo geral refletem a posição política dos proprietários dos jornais.

A TÔNICA É A INCERTEZA

Os candidatos a sentar nas confortáveis poltronas da câmara de vereadores de Cabo Frio continuam trabalhando, mas travados pela incerteza política. Não se sabe exatamente o que vai acontecer daqui para a frente e os candidatos começam a se mexer conversando com diversos “prefeitáveis”. Repetindo um clichê, “muita água ainda vai correr embaixo dessa ponte”.

SHOW DE MILTON NASCIMENTO NA PRAIA DO FORTE

 

SILAS ESTÁ INDECISO

O presidente da câmara, Silas Bento (PSDB) está indeciso quanto ao seu futuro político. O vereador usa tudo o que pode enquanto presidente do legislativo, mas lançou a candidatura do seu filho a câmara. Silas não abandonou a ideia de uma composição com o seu ex-desafeto Alair Francisco (PP), mas teve que o ex-prefeito seja barrado pela Lei da Ficha Limpa.

BAIXO NÍVEL

Há algum tempo, o presidente da câmara bateu boca com o veterano ex-deputado e ambos extrapolaram os limites da civilidade, um e outro fizeram denúncias envolvendo as respectivas vidas privadas. A postura de ambos foi e é inadmissível, misturando a vida pública com a privada e deixaram a sociedade boquiaberta com tamanho baixo nível.

QUE COISA FEIA!!!

O mais engraçado é que ambos, Silas e Alair, se dizem cristãos e homens voltados para Deus. Nenhuma frase lhes escapa: é Deus pra cá, Deus pra lá. Até aí, tudo bem. Louvável! Entretanto, na primeira briga séria que têm deixam Deus de lado e passam para ofensas, envolvendo suas próprias famílias, as primeiras a serem desrespeitadas.

BOAS ENTREVISTAS

O Programa Sidnei Marinho, na Litoral News, fez nesta sexta-feira duas boas entrevistas com o professor Carlos Sepúlveda e o médico Paulo Barroso. O primeiro muito objetivo e elegante em sua análise política. O segundo, claro e bem humorado em suas explicações sobre o universo da medicina. Se resolvesse fazer um programa de TV seria um apresentador de sucesso.

MATERIAL DE SALVATAGEM

 

“Os bons amigos são aqueles que a ausência é percebida e não aqueles que impõe a presença. Algo mais ou menos assim, dita pelo Bob Marley. Isto dito porque o sumiço do velho marinheiro Tota está por conta das aulas de natação em seu apartamento e o resto do dia fica de boreste. Solidários os editores do Jornal Náutico Convés enviam material de salvatagem para garantir a segurança do bom papo”. (Antônio Ângelo)

Valeu!!!

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mai 19 2012

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mai 19 2012

AS MEIAS VERDADES DOS MENDES

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01. Entre as reveladoras discussões que rolam nos cafés e bares da cidade, um desses gaiatos “de marca maior” saiu-se com essa:

- Alair fala por parábolas. Pensa que é Deus.

02. O Governo Marquinho Mendes (PSDB) resolveu abafar as repercussões do desabafo do vereador Alfredo Gonçalves (PMDB), no Programa Sidnei Marinho: a mídia consentida e agregada praticamente não comentou o assunto.

03. O veterano ex-deputado Alair Francisco (PP) só comparece a reuniões pré-marcadas e só chega no local quando praticamente todas as pessoas estão presentes. Procura evitar os pedidos que vão de vestido de noiva a patrocínios de aniversários de 15 anos.

04. A informação dada pelo vereador Alfredo Gonçalves (PMDB), que recebeu a solidariedade dos irmãos Mendes (Carlos Victor e Wilson Mendes Jr.) é uma meia-verdade: os três irmãos, obviamente aí incluindo Marquinho, trabalham em conjunto. Portanto ……

05. Não teve a repercussão merecida o pronunciamento do advogado José Geraldo Carvalho, representante da OAB-Cabo Frio, na Tribuna da Câmara. O advogado criticou a Lei de licitação do transporte coletivo na cidade.

06. Espantou a passividade dos vereadores diante das contundentes críticas feitas pelo advogado José Geraldo Carvalho. Os vereadores engoliram em seco, em clara demonstração que não queriam falar sobre o assunto e seguiram em frente.

07. O representante da OAB, advogado José Geraldo Carvalho também citou afrontas a lei na privatização dos estacionamentos públicos e na construção do Shopping Park Lagos.

08. A Lei de Acesso à Informação entrou em vigor na quarta-feira, 16, com o objetivo de garantir aos cidadãos acesso aos dados oficiais do Executivo, Legislativo e Judiciário. Cada órgão público terá um Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) para garantir a transparência dos dados públicos.

09. Búzios é a 16ª cidade brasileira no ranking das que mais recebem eventos internacionais, segundo a Associação Internacional de Congressos e Conveções, O setor cresceu cerca de 400% nos últimos anos.

10. O bate-papo da oposição buziana com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Melo (PMDB), foi intermediado pela deputada do Psol, Janira Rocha. Paulo Melo apoia em Búzios a candidatura do vereador Evandro Oliveira. Que coisa!!!!!

11. O deputado Janio Mendes (PDT) retornou a Cabo Frio e passou a sexta-feira em intensa atividade política. As reuniões se sucederam durante toda a tarde e viajaram noite a dentro. O deputado está procurando se mover neste novo cenário político com todo cuidado.

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mai 19 2012

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mai 19 2012

O RETORNO AO ESTADO – Mauro Santayana

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O RETORNO AO ESTADO

 

O governo conservador da Espanha foi obrigado a estatizar a Bankia, uma das instituições dedicadas ao financiamento imobiliário, a fim de evitar o desmoronamento geral do sistema. Não foi uma escolha, mas a única saída a fim de buscar solução para uma crise que levará ao caos, se não houver medidas paralelas e urgentes. O povo já se prepara para voltar à Praça do Sol e suas adjacências.

Na Inglaterra, em uma manifestação inesperada, 30.000 policiais se somam aos demais empregados públicos em greve. É uma advertência severa. Na Grécia se tenta coligação de centro-direita com o desmoralizado Pasok, dos que se diziam socialistas e se curvaram às exigências “austeras” de Berlim. Não se espera que a tentativa de formação desse governo à direita seja bem sucedida.

A França aguarda o que fará Hollande, uma vez que ele caiu na esparrela de aceitar a convocação de Ângela Merkel para visitar Berlim, logo depois de empossado. A chanceler alemã não titubeia. “Garante” ao mercado financeiro internacional, em nome de não sabemos bem o que, que a Europa cumprirá as medidas de restrição fiscal a que chegaram ela, Sarkozy e esse arremedo de primeiro ministro britânico, David Cameron. A arrogante senhora fala, provavelmente, em nome dos grandes bancos, que controlam as finanças mundiais, e entre os quais se destaca o Goldman Sachs.

A crise européia é uma crise dos estados: ao tentar criar um super-estado confederado, com soberania sobre os povos nacionais, os líderes europeus acabaram com as instituições históricas e não puderam substituí-las por outras mais eficazes. O caso do Banco Central Europeu é nisso clássico. Os bancos centrais nacionais, por mais se arrogassem independência, estavam sujeitos ao controle político dos governos, sob a pressão dos parlamentos e da cidadania. Vale a pena lembrar um editorial de Le Monde, de há alguns meses, sobre o tema. Diz o grande jornal:

Historicamente, a primazia do político, isto é, sua capacidade de “enquadrar” os interesses financeiros, teve como instrumento essencial os bancos centrais. Não se pode perder de vista esta realidade: é por intermédio do poder monetário que é possível fazer prevalecer o interesse coletivo. Isso supõe que o Banco Central esteja colocado sob a autoridade do poder político. É o que se observa nas grandes democracias. Apesar dessa arquitetura, que se mostrou efetiva, ela não foi adotada pela zona do euro. Um Banco Central Europeu, separado da política, é uma péssima coisa. É, em si mesma, a expressão de uma crise muito profunda da democracia européia, de sua impotência congênita”.

Convém relembrar que a mais inteligente e mais antiga das instituições humanas, o Estado, vem sendo erodido por dentro e por fora, há mais de trinta anos, a partir da deregulation de Reagan e de Mme Thatcher. Na mesma medida em que o Estado se encolhia, e as grandes corporações financeiras cresciam, os trabalhadores passaram a ser coisas descartáveis.

A razão de ser das empresas deixou de ser a criação de empregos e a inovação em produtos e serviços. Submetidas ao assalto de predadores, passaram a ser dirigidas por administradores alugados pelos grandes bancos comerciais, autorizados a atuar como bancos de investimentos. A “reengenharia” dessas empresas, umas menores e outras gigantescas, se limitou a demitir, demitir, demitir. No auge da privatização e da globalização, alguém decretou que os incapazes de seguir o novo ritmo deviam contentar-se em tornar-se meros servidores domésticos dos vencedores.Voltando ao editorial de Le Monde: a moeda vinha sendo despolitizada, entregue à ilegítima soberania do mercado financeiro.

Era isso o que ocorria em nosso país, e que começa a ser diferente agora. Ao atuar lateralmente, determinando aos grandes bancos oficiais a redução do spread, a presidente Dilma Rousseff está recuperando para a chefia do Estado a autoridade sobre o Banco Central e colocando a moeda, como se deve, sob o controle político da sociedade que a elegeu. Mas há mais coisas que o Estado deve fazer na economia, e no cumprimento de seu dever de exercer a justiça.

Nisso, temos uma boa notícia, com a prisão do comandante da operação policial responsável pelo massacre dos trabalhadores sem-terra em Eldorado dos Carajás, o coronel Marcos Colares Pantoja. Não obstante essa prisão – que se faz diante do imenso clamor nacional contra a chacina, ocorrida há 16 anos – continua a violência no campo. O Estado não consegue cumprir nem mesmo o Estatuto da Terra, aprovado durante o regime militar.

Os grandes êxitos do governo, nos últimos dez anos, não podem ocultar os problemas que crescem, ao crescerem as expectativas, internas e externas, sobre o nosso futuro imediato. Temos que sujeitar o nosso entusiasmo a algumas reflexões sobre a situação atual, e continuar colocando na expansão da produção e do consumo interno os nossos esforços maiores. Só podemos, na realidade, contar com o próprio povo. Com sua inteligência, seu trabalho, seu amor ao país. 

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mai 19 2012

21 DE MAIO – 19H – FASSBINDER NO BATE PAPO CAFÉ

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mai 18 2012

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mai 18 2012

4º FÓRUM – A CIDADE QUE QUEREMOS

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mai 18 2012

CANDIDATOS – INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA

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NO MAR – APA DO PAU BRASIL – CABO FRIO – RJ

FOTO – ANTÔNIO ÂNGELO TRINDADE MARQUES

 

ENCONTRO INUSITADO

Neste período de tantas conversas políticas, acordos e desacordos, o vereador Alfredo Gonçalves (PMDB) não ficou parado. Entre idas e voltas ao Rio de Janeiro teve um bate-papo quase informal com um velho personagem da vida política de Cabo Frio, que sonha em voltar a ter em mãos aquela caneta cheia de tinta da prefeitura. Não se sabe exatamente o teor da conversa, mas a imaginação dá muitas voltas. E como!!!

SEGREDOS & SIGNIFICADOS

O encontro, cercado de segredos, mas também de significados, refletiu-se na entrevista dada por Alfredo Gonçalves (PMDB), que apesar de ter ativado sua metralhadora giratória, poupou o velho personagem da política de Cabo Frio. De alguma forma, já se percebia no noticiário da mídia ligada ao “velho personagem” um abrandamento nas críticas a Alfredo Gonçalves. Esta mesma mídia que o recheou de apelidos, inclusive o desrespeitoso “cavalo manco”.

TENSÃO & EMOÇÃO

Emocionado e irritado, o vereador Alfredo Gonçalves (PMDB) começou a entrevista dizendo que o prefeito Marquinho Mendes (PSDB) estaria desmoralizado caso não o apoiasse, quebrando sua palavra dada em outro momento. No decorrer da entrevista, foi se acalmando e disse que aceitaria o apoio de Marquinho Mendes caso o prefeito voltasse atrás. Na medida em que a entrevista foi transcorrendo, o vereador foi amansando o discurso e disse, inclusive, que havia sido procurado por Wilson Mendes Jr e Carlos Victor Mendes. A tensão deu lugar a um pouco mais de tranquilidade.

O INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA

Alfredo Gonçalves garantiu na entrevista que conta com o irrestrito apoio do deputado Paulo Melo que, com Pezão, Picciani e Sérgio Cabral Filho, forma o quarteto que comanda o PMDB. Mesmo que mantenha o controle do partido, sem espaço na estrutura político-administrativa da prefeitura, ficará muito complicado para Alfredo manter os cabos eleitorais e vereadores colados a sua candidatura. O instinto de sobrevivência é o mais apurado em uma campanha eleitoral.

QUAL SERÁ A REAÇÃO?

Como se comportará aquela turma formada por cabos eleitorais e ex-vereadores, que tentou se filiar ao PT para colocar o partido sob o controle de Alfredo Gonçalves? Todo o grupo é formado por candidatos a sentar naquelas macias poltronas da câmara municipal e pelo que se sabe nenhum deles tem, digamos assim, convicção político-ideológica profunda. Todos são identificados com a velha política paternalista e assistencialista, norma do Governo Marquinho Mendes (PSDB). Sem o apoio do governo, este grupo não sabe fazer política. Qual será a reação?

COMO MEDIR A TEMPERATURA?

O comportamento do prefeito Marquinho Mendes (PSDB) vai ser decisivo para medir esta temperatura. Até agora, o prefeito tem mantido todos os privilégios dos vereadores e cabos eleitorais que estão vinculados a campanha do veterano ex-deputado Alair Francisco (PP). Se Alfredo Gonçalves conseguir manter o controle do PMDB e o prefeito continuar dando todas as benesses aos candidatos a câmara, a situação muda muito pouco.

QUEM SABE NÃO É ISSO MESMO QUE MARQUINHO QUER?

Nesse caso, Alfredo faria sua campanha com o discurso para o grande público da “traição” do prefeito, mas isso não atingiria seus candidatos a câmara. Dificilmente teria chances de ganhar a eleição, mas preservaria seu futuro, porque sendo um político jovem tem possibilidades de voltar a cena política e eleitoral mais lá na frente. Caso esta possibilidade se confirme, o único favorecido seria o candidato que embora muito rejeitado tem sólidas intenções de votos. Quem sabe não é isso mesmo que o prefeito quer?

JANIO – MOMENTO DE DISCRIÇÃO

O deputado Janio Mendes (PDT) tem se comportado nessas últimas semanas com a maior discrição, tanto nas suas intensas caminhadas na periferia de Cabo Frio, como nas entrevistas na mídia. Isto não quer dizer que o “prefeitável” trabalhista esteja parado: Janio tem se dedicado as costuras políticas, solidificando alianças partidárias e conversando com lideranças locais e estaduais.

LEI ANTI-ÉTICA E IMORAL

O advogado José Geraldo Carvalho representante da OAB-Cabo Frio, ocupou a tribuna da câmara municipal e desmontou a Lei, que autoriza a licitação para o transporte público em Cabo Frio. A OAB já representou junto ao Ministério Público contra a Lei e conta com o apoio de toda a sociedade. A Lei atenta contra todos os princípios da Ética, na relação entre o público e o privado. A Lei é imoral.

ISENÇÃO FISCAL PARA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

A Assembleia Legislativa aprovou na quarta-feira,16, em primeira discussão, o Projeto de lei 3.216/10, que cria regime tributário especial com alíquota de 11% de ICMS (o percentual normal é de 19%) para atração de empresas para áreas socialmente degradadas. O projeto é assinado pelo deputado licenciado Christino Áureo, secretário de agricultura.

CONFERÊNCIA DISCUTE O SETOR ELÉTRICO E AS NOVAS FRONTEIRAS GLOBAIS

A Conferência Brazil Energy Frontiers 2013 vai discutir entre 25 e 26 de abril do próximo ano visões globais para o tema “O Setor Elétrico e as Novas Fronteiras Globais. O objetivo é construir cenários robustos para suportar as decisões empresariais, acadêmicas, governamentais e regulatórias que definirão as fronteiras do negócio “energia” nas próximas décadas. O evento será realizado São Paulo.

BÚZIOS – EVENTOS INTERNACIONAIS

A International Congress and ConventionAssociation (ICCA) divulgou a lista de cidades que, cumprindo todas as normas de exigências da entidade (eventos itinerantes, com periodicidade fixa e no mínimo 50 participantes) receberam mais eventos internacionais em 2011 e Búzios está entre elas. O Brasil alcançou o 7º lugar no ranking mundial e o Rio de Janeiro figurou o 1º lugar no ranking do Brasil entre as cidades que mais sediaram congressos e convenções estrangeiras no ano passado. 

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mai 18 2012

OSWALDO GUIMARÃES NO ETÍLICO – 12 DE JUNHO

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mai 18 2012

GOVERNO MARQUINHO MENDES: DISPUTA POR ESPAÇO POLÍTICO AUMENTA A TPE.

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01. A entrevista do vereador Alfredo Gonçalves (PMDB) na manhã de ontem no Programa Sidnei Marinho dominou as atenções do mundo político em Cabo Frio. O entrevistador entendeu o momento político e se manteve discreto e contido em suas perguntas.

02. Entrevistada por Dill Quaresma, a memorialista Meri Damaceno, rebateu a acusação de “ambientalista de ocasião”. Só quem não conhece Meri Damaceno poderia imaginar que ela deixaria passar uma bobagem dessa em branco.

03. O casal Eloísa e José Américo Trindade (Babade) saiu para uma rápida temporada de descanso em Minas Gerais: Ouro Preto, Mariana e Tiradentes fazem parte do circuito turístico. O trepidante professor promete que vai aproveitar o tempo para descansar dos seus estudos marxistas-leninistas.

04. Tamanha indefinição política, véspera de decisões importantes, tem provocado aumento desmesurado da TPE (Tensão Pré Eleitoral), especialmente dos candidatos a câmara de vereadores. A disputa por espaços políticos, principalmente dentro do governo é muito grande.

05. Os internautas frequentadores da rede social Facebook tem apoiado de maneira decisiva a luta dos ambientalistas contra a construção do Shopping Park Lagos, entre Palmeiras e Portinho. O apoio é também muito grande para a criação do Parque Natural urbano de Cabo Frio.

06. Os adversários de Mirinho Braga (PDT) aproveitaram matéria de O Globo para dizer que Búzios é o último município em educação no estado. “Esqueceram” de dizer que  a classificação se refere ao Colégio Estadual Oliveira Bothas.

07. O colégio de ensino médio, criado e administrado pela prefeitura de Búzios, durante o Governo Mirinho Braga (PDT) é o “Paulo Freire”, considerado de excelência nas avaliações dos técnicos em educação.

08. Os telespectadores estão aguardando o programa com o advogado Walmer Machado prometido pela Lagos TV. Se por acaso o veterano ex-deputado Alair Francisco (PP) tiver algum problema com a Lei da Ficha Limpa, o programa deve voltar para dar alguma explicação.

09. O deputado Paulo César Guia (PSD) manteve a versão que vai ter o PTB, sob sua liderança política, mas que vai garantir a candidatura a câmara de vereadores da advogada Cris Mansur, que continua com seu programa de televisão.

10. Os economistas conservadores sempre convocados para palpitar pelo Jornal da Globo tentam “rogar praga” contra a política econômica do Governo Dilma Rousseff: falam em diminuição do crescimento, mas esquecem de dizer que em meio a crise internacional, o Brasil é um dos poucos países que mantém o crescimento da economia. 

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mai 18 2012

4º FÓRUM A CIDADE QUE QUEREMOS

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mai 17 2012

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mai 17 2012

ELEIÇÕES LIMPAS

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mai 17 2012

DE MANHÃ É DOSE! – Rafael Alvarenga

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Rafael Alvarenga (*)

DE MANHÃ É DOSE!

Era manhã já. Eu ia rumo ao trabalho com preguiça. Ainda havia muito sono na face. Precisava alterar essa informação estampada em meu painel. Durante àquela hora fria da manhã todos os painéis ambulantes mostravam a mesma informação: estavam apagados. A única expressão era o desligamento. Nenhum número aceso, nenhum ponteiro atinado.Parei, então, e esperei o sinal fechar. Percebi alguns painéis do outro lado da rua não mais expressando atonia. Embora o resto do corpo ainda incubasse o desejo de querer voltar para a cama. Reparei como aos poucos eles entravam e saiam de uma minúscula porta. A única ainda não incandescida sob o fogo frio de uma placa em neon. Espremido, porém teimoso, o boteco antigo sobrevivia escapando ao luxo dos arredores. Prédios, bistrôs, delicatesses. Entrei. Homens diversos encostavam-se ao balcão e afoitos entornavam, goela a baixo, cada qual a sua bebida um tanto quanto conveniente para àquela hora. Conhaque, menta, cachaça, catuaba… O cheiro de álcool na manhã pequena do boteco estreito despertava. O espaço retangular e profundo lembrava uma garganta bêbada. Depois de tragar o estimulante, o painel assumia sua primeira forma. O ser despertava. Sentia calor. A cusparada na calçada. O gosto ruim cujo gerava um grunhido animalesco. Pronto, enfim o sono era esquecido e o dia começava. O painel ligado anunciava o ser agora mais humano que nunca. Depois do trago saiam todos arrojados pelo corredor. Bolsa ao ombro. Barriga roçando qualquer coisa. Olhos vermelhos.

Eu dentro do boteco, sentado frente ao balcão de vidro, apoiado nos cotovelos, cochilava. Quando olhei para o atendente, ele me perguntou:

– E aí?

Só assim me atinei que deveria pedir algo. Olhei para as garrafas como a escolher. Demorei. Nesse ínterim, o senhor atendeu outro freguês chegado como todos os outros. Pediu um conhaque e antes de beber conferiu o relógio. Lembrei-me da hora. Pedi uma média. Bebi em dois goles e saí. Estava atrasado.

(*) Rio de Janeiro, julho de 2006 

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mai 17 2012

BLOGS QUE A GENTE GOSTA DE LER

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www.kynoma.blogspot.com

www.faixadegazah.blogspot.com

www.bandeiranegrarep.blogspot.com/

www.fabioemece.blogspot.com

www.blogpodegiz.blogspot.com

www.rafaelpecanha.blogspot.com

www.englucianosilveira.blogspot.com

www.reporterrenatacristiane.blogspot.com

www.blocodoclovis.blogspot.com/

http://www.anddrecarvalho.blogspot.com.br/

www.carlinhosbuzios.wordpress.com

www.viniciuspeixotoblog.blogspot.com

www.ginasticavivocomsaude.blogspot.com

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mai 17 2012

MARQUINHO RETIROU SEU APOIO A ALFREDO

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MARQUINHO RETIROU SEU APOIO A ALFREDO

O vereador Alfredo Gonçalves (PMDB) acabou de dizer no Programa Sidnei Marinho que já não tem mais o apoio do prefeito Marquinho Mendes (PSDB) na sua candidatura a prefeito de Cabo Frio. Segundo Alfredo Gonçalves, o PMDB continua com ele e que ainda espera que o prefeito cumpra sua palavra “dada lá atrás” e mantenha o apoio ao seu nome.

ALFREDO – SITUAÇÃO POLÍTICA DIFÍCIL

O vereador garante que o PMDB fica com ele, mas sem o apoio da estrutura da prefeitura, sua candidatura fica numa situação extremamente difícil. Alfredo Gonçalves fez um discurso de traído e disse que o prefeito Marquinho Mendes (PSDB) ficará desmoralizado se não apoiá-lo, não cumprindo sua palavra.

CRÍTICAS A JANIO E ACENOS PARA ALAIR

Alfredo Gonçalves (PMDB) fez pesadas críticas ao deputado Janio Mendes (PDT) e conclamou as forças políticas de Cabo Frio a se juntarem a ele. Disse ainda que aceita o apoio político do veterano ex-deputado Alair Francisco (PP) que, segundo ele, não deverá passar pelo crivo da Lai da Ficha Limpa.

MARQUINHO – FAVORECENDO O “ADVERSÁRIO”

Como disse o Jornal do Totonho, o prefeito Marquinho Mendes (PSDB) manteve sua estratégia: cumpre sua palavra com o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), a quem se diz que deve o mandato, mas divide as forças políticas da cidade, favorecendo o seu “adversário”, o veterano ex-deputado Alair Francisco (PP).

ALFREDO TENTA MANTER A CANDIDATURA

Fica muito complicado para Alfredo Gonçalves (PMDB) manter sua candidatura, apoiada na estrutura político-administrativa do Governo Marquinho Mendes (PSDB). A tendência é o esvaziamento, mas se tiver ainda a legenda, Alfredo Gonçalves tentará manter a candidatura, mesmo que saiba ser ela inviável eleitoralmente, pensando no seu futuro político.

DE ‘CAVALO MANCO’ A HERÓI

Ao acenar para o veterano ex-deputado Alair Francisco (PP), Alfredo Gonçalves (PMDB) aposta na possibilidade de Alair não conseguir passar pela Lei da Ficha Limpa e conseguir o seu apoio, direto ou indireto. A mídia alairzista já refletia essa tentativa de aproximação, recrudescendo os ataques a Janio e ao mesmo tempo aliviando Alfredo Gonçalves (PMDB) a quem agrediam direto com apelidos desrespeitosos, entre eles “cavalo manco”.

O TOM DE ALFREDO GONÇALVES NA CÂMARA

A sessão da câmara, na próxima terça-feira, deve bater recorde de audiência. A tradicional claque deve ser substituída por muitos observadores e militantes políticos interessados em perceber o tom do vereador Alfredo Gonçalves em relação ao governo Marquinho Mendes (PSDB). Ninguém vai perder essa sessão.

ALFREDO – ESTACIONADO NAS PESQUISAS

A candidatura do vereador Alfredo Gonçalves (PMDB) se baseou na estrutura político-administrativa da prefeitura, mas não conseguiu unificá-la em prol de seu projeto político. A esta questão acrescenta-se o fato do candidato nunca ter conseguido levantar vôo nas pesquisas, permanecendo estacionada, sem dar ao meio político perspectivas de ascensão. Agora, sem o apoio do prefeito, a tendência da candidatura é sofrer um processo de esvaziamento.

O PMDB É UMA INCÓGNITA?

A reunião de hoje que o vereador Alfredo Gonçalves (PMDB) fará com seu grupo político é uma tentativa de reagrupar forças, fazer um balanço do que aconteceu até o momento e o que é mais importante para ele, tentar manter o PMDB. Quem conhece o PMDB sabe que o partido é extremamente heterogêneo e não costuma embarcar em candidaturas que não lhe propicie ganhos políticos futuros.

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mai 17 2012

OAB OCUPA HOJE A TRIBUNA DA CÂMARA DE CABO FRIO

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01. José Martins, presidente da ACIA, tem se desdobrado. Preside a entidade, organiza a Feira Forte e ao mesmo tempo trata de política partidária. É muita coisa de uma só vez, mas o empresário não dá mostras de cansaço.

 

02. Presença em votações e intervenções na Assembleia Legislativa e participação em intensas conversações políticas e partidárias marcaram o dia (quarta-feira) do deputado Janio Mendes (PDT), no Rio de Janeiro.

 

03. O maior centro de fofocas políticas de São Pedro da Aldeia é a Praça do Canhão. Tá certo! Mas tem muitos antigos cabofrienses que reclamam e dizem que o canhão da praça de São Pedro foi devidamente surrupiado do Forte São Matheus, em Cabo Frio.

04. A mídia alairzista está muito desorientada. Alguns correm para os braços do deputado Paulo César Guia (PSD) e outros namoram e até chegam ao noivado com quem ontem chamavam de cavalo manco, o vereador Alfredo Gonçalves (PMDB).

05. O professor e blogueiro Rafael Peçanha está se virando como pode, mas atualizando seu blog diariamente: www.rafaelpecanha.blogspot.com Vale a pena pela qualidade do que se lê. O “garoto” é bom e muito bem informado.

 

06. O vídeo em que aparece Amena Mayall (teremos pelo menos mais um) é a prova inconteste do que é uma verdadeira mostra de artesanato, que comunga interesse cultural e turístico. Muito longe do que aparece nas degradadas “feirinhas” de Cabo Frio.

07. O Botafogo faz sua preparação em Saquarema depois de derrotas consecutivas que sofreu contra o Vitória na Copa do Brasil e Fluminense, na final do Campeonato Carioca. Acontece que Saquarema é a terra do Surf.

08. Amanhã, quinta-feira,17 de maio, a partir das 15h, terá ato público na Praça Porto Rocha, na comemoração do Dia Municipal Contra a Homofobia, fruto da lei criada pelo então vereador Aires Bessa (PSDB).

09. Em 26, 27 e 28 de junho acontece a eleição para a direção do Sepe-Lagos, parte das eleições gerais no sindicato. São quatro chapas nas quais estão professores e funcionários de apoio. Essas são as primeiras eleições após a crise que envolveu o sindicato.

10. O prefeito Marquinho Mendes (PSDB) continua em intensa articulação política, embora tente assumir o papel de “Pilatos”. O prefeito quer o maior número de candidaturas para tentar manter o seu discretíssmo acordo político com o ex-aliado e agora “adversário”, Alair Francisco (PP).

11. Ao estimular candidaturas, o prefeito procura impedir a consolidação de novas lideranças, o que poderia atrapalhar substancialmente o seu tão sonhado retorno ao poder em 2016. Lembrando que, em função da idade, ele pode esperar.

12. O grande beneficiado é o seu “adversário”, o veterano ex-deputado Alair Francisco (PP), que apesar de ter altíssimo grau de rejeição, mantém uma quota fiel de eleitores, que pode lhe garantir sucesso em outubro, se conseguir passar pela Lei da Ficha Limpa.

13. O veterano ex-deputado não é exatamente o prefeito que Marquinho Mendes quer, mas o que ele pode, a quem ele já conhece e derrotou. As outras candidaturas, até pela própria idade, podem “enterrar” seus sonhos de retorno à prefeitura.

14. Para o prefeito e seu grupo mais chegado é melhor um discreto acordo (não poderia ser de outra maneira) com uma liderança felpuda já conhecida. Acordo com uma nova liderança representaria muitas incertezas e grande possibilidade do grupo ser alijado da vida pública.

15. O meio político conhece há tempos à relação entre Marquinho Mendes e Alair Francisco. Tiveram momentos de muita aspereza, disputando o mandato, mas esse capítulo já se encerrou. Desde então vivem uma espécie de “paz romana” onde mantém suas diferenças, mas preservam a relação.

16. Essa relação cheia de cuidados não pode chegar ao grande público, porque dificílmente as massas, ou melhor, o povão, entenderia esta conciliação de interesses entre essas duas lideranças. As agressões que ambos trocaram seriam engolidas pela população?

17. Outro ponto complicado é que as eleições de 2012 estão conectadas a 2014. O veterano ex-deputado está ligado ao ex-governador Anthony Garotinho (PR). O apoio mesmo que discreto do prefeito a um esquema político que possa favorecer a República do Chuvisco é considerada inaceitável pelo grupo do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB).

18. Teria o prefeito peito para tentar driblar o grupo político do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB)? O prefeito tem dito em rodas de conversas políticas que o seu candidato a prefeito é o nome que o governador indicar. Até agora, Marquinho tem tido posições bem conflitantes com este discurso. O que vai acontecer nas próximas semanas?

19. Em conversas com grupos políticos de ambos os lados uma frase tem sido dita com frequência: – “Alair não existiria hoje sem Marquinho”. Resta saber o que esta frase quer realmente dizer e a que campos se refere?

 

20. O empresário e jornalista Moacir Cabral anda muito inquieto. O “Menino de São Fidélis” expressa esta inquietude no Informe dos Lagos, a coluna mais lida da Folha dos Lagos. Os amigos mais chegados dizem que o jornalista quer mesmo é entrar para a Academia Cabofriense de Letras.

21.  A OAB vai usar a tribuna da câmara amanhã, quinta-feira, para falar sobre a Lei 2.409, que autoriza o executivo a realizar a licitação do transporte coletivo público, que além de trazer irregularidades, ainda direciona para a empresa que hoje explora o serviço.

 

 22. A Avenida Victor Rocha alagada em função das chuvas que cairam sobre Cabo Frio nos últimos dias. É justamente na Avenida Victor Rocha onde se encontra a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cabo Frio.

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mai 17 2012

FASSBINDER NO BATE PAPO CAFÉ – 21 DE MAIO – 19H.

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mai 17 2012

“VELA” & “BOCA DA BARRA” – Antônio Ângelo Trindade Marques

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VELA – CABO FRIO – RJ

BOCA DA BARRA – CABO FRIO – RJ

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mai 17 2012

OSWALDO GUIMARÃES – ACÚSTICO

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mai 17 2012

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mai 17 2012

BLOGS QUE A GENTE GOSTA DE LER

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mai 16 2012

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mai 16 2012

TENSÃO NA POLÍTICA DE CABO FRIO

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VAI SAIR FAÍSCA

As conversas políticas e as alianças estabelecidas durante esta e a próxima semana serão decisivas para o processo eleitoral que vai desembocar em outubro deste ano. De frente as eleições municipais, mas tendo como pano de fundo as eleições para o governo do estado, em 2014. Como “capital da Região dos Lagos”, Cabo Frio é considerada uma cidade decisiva. A temperatura vai assumir ainda mais e vai sair faísca.

AUDIÊNCIA PÚBLICA

O acompanhamento do contrato de concessão da BR-101 Norte e do cronograma de obras e melhorias da rodovia será tema de audiência pública realizada amanhã, às 11 horas, na Alerj. A reunião é uma iniciativa das comissões de Assuntos Municipais e Desenvolvimento Regional, presidida pelo deputado Janio Mendes (PDT), e da comissão de Transportes, comandada pelo deputado Marcelo Simão (PSB).

SERÁ QUE APRENDE?

Seria muito interessante e educativo se os vereadores, particularmente o líder do governo Fernando do Comilão (PSDB), perdesse um pouco do seu precioso tempo para ver o vídeo sobre Amena Mayall. Quem sabe ele percebe o que é uma Feira de Artesanato, que está muito longe dessa bagunça generalizada que se vê hoje, oferecendo aos turistas produtos industrializados legais e ilegais. Será que aprende?

SÓ NA QUINTA

Aguardada pelo meio político de Cabo Frio, a entrevista do vereador Alfredo Gonçalves, no Programa Sidnei Marinho, na Litoral News foi adiada a pedido do próprio “prefeitável”. A alegação apresentada pelo vereador, segundo o apresentador Sidnei Marinho, foi que hoje é um dia de muitas conversações políticas e que amanhã, quinta-feira, as novidades seriam muito grandes.

VEREADORES NÃO SE DEFINEM

O debate em torno da construção do Shopping Park Lagos, entre o Portinho e Palmeiras, continua quente nas redes sociais da Internet. Os vereadores debateram muito, mas não resolveram nada. Ora, se os vereadores são contra a construção do shopping no local, que pressionem o prefeito para revogar a licença. Os moradores de Cabo Frio sabem muito bem que, quando querem e interessa, os vereadores sabem muito bem correr ao gabinete do prefeito e resolver a questão. 

PARQUE NATURAL URBANO

Independente do governo ou da cor partidária é evidente que a questão da preservação e promoção ambiental sempre perdeu de longe para a especulação imobiliária no município de Cabo Frio. Basta olhar em volta e essa realidade é clara. As elites cabofrienses sempre tiveram uma visão de curto prazo, ansiosas por lucro imediato e pouco se preocuparam com o futuro da cidade. Cabo Frio não tem parque urbanol: está mais que na hora de ter um.

CABO FRIO NÃO TEM NEPOTISMO?

Incrível, mas segundo a reportagem da Intertv, não existem casos de nepotismo no município de Cabo Frio. Os municípios de Búzios e São Pedro da Aldeia pagam o pato aqui na Região dos Lagos. Ora, quer dizer que na prefeitura de Cabo Frio não existem casos de nepotismo? Tem hora que o cidadão não sabe mesmo a quem apelar.

SEM SORTE

O prefeito Carlindo Filho (PMDB), de São Pedro da Aldeia anda sem sorte. Além de ter sido obrigado a abrir mão da reeleição, acabou por não comemorar o aniversário do município, nos seus últimos meses de gestão. Baseado em informações metereológicas que anunciavam chuvas, cancelou o desfile comemorativo marcado para hoje. Foi uma decepção geral, porque o dia amanheceu ensolarado. É mole?????

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mai 16 2012

AVIFAUNA – APA DO PAU BRASIL – Antônio Ângelo Trindade Marques

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AVIFAUNA – APA DO PAU BRASIL – CABO FRIO – RJ

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mai 16 2012

INTERNET SE TORNA A MÍDIA MAIS CONSUMIDA NO BRASIL, APONTA ESTUDO

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INTERNET SE TORNA A MÍDIA MAIS CONSUMIDA NO BRASIL, APONTA ESTUDO

Priscila Fonseca (*)

A internet é o meio de comunicação mais consumido pelos brasileiros, segundo estudo realizado pelo IAB Brasil divulgado nesta terça-feira, 15. A pesquisa apontou que o usuário navega pelos menos duas horas por dia na rede, em quatro aparelhos diferentes.

O estudo revelou que não é só em casa que as pessoas estão conectadas. Trabalho, escola, restaurantes e shoppings também são lugares em que os internautas acessam a rede. De 40% que navegam duas horas por dia, somente 25% conseguem gastar o mesmo tempo com a TV.

O levantamento mostrou que o público feminino é o que mais usa a internet, sendo que 84% das internautas usam “várias vezes” e 65% assistem TV enquanto estão navegando.

As redes sociais também foram analisadas. De acordo com os dados, elas estão mais presentes do que nunca, na vida do internauta. Foi apontado que um terço das pessoas prefere navegar mais do que qualquer outra atividade.

(*) Comunique-se

SEGURANÇA MIDIÁTICA

A cobertura que a mídia de Cabo Frio dá a segurança pública é ridícula. A política é sempre de puxar-saco das autoridades e ao mesmo tempo fazer do crime estímulo para aumentar a audiência. Os jornalistas tratam os comandantes do 25º BPM e os delegados da polícia civil com subserviência e nunca os questionam verdadeiramente, tocando nas questões fundamentais que interessam a população.

QUEM PAGA?

A Jovem TV está cobrindo as ações da secretaria municipal de turismo de Cabo Frio, leia-se Paulo Massa, em Buenos Aires. Boa iniciativa. Mas resta uma pergunta apropriada para o momento: quem paga as passagens e a hospedagem dos jornalistas da emissora? Pela ética da profissão jornalística, devem ser pagas pela empresa e não pelo poder público para que a cobertura possa ser isenta. Seria interessante saber a posição da Jovem TV e da Secretaria de Turismo.

SHOPPING: OPOSIÇÃO SE INTENSIFICA

A oposição contra a construção do Shopping Park Lagos as margens da Laguna de Araruama, no limite entre Palmeiras e Portinho se intensifica nas redes sociais da Internet. Com a campanha, aumenta também o debate em torno da questão. Espera-se a ação prometida em discursos calorosos pelos vereadores e o compromisso da prefeitura com a população.

QUAL É A DE MARQUINHO?

O prefeito Marquinho Mendes (PSDB) participou da festa promovida pelos empresários do Shopping Park Lagos, no Costa Azul Iate Clube, dando inclusive depoimento como um autêntico “garoto propaganda”. Os que lutam pela construção do Parque Natural Urbano de Cabo Frio, que seria o primeiro do município, esperam que o prefeito que já se declarou candidato em 2016, mude de opinião.

SAMBAQUIS E SAMBAQUIS – 1

 

A mais importante unidade de conservação do município que nos chancela com o belo patrimônio paisagístico, remete Cabo Frio a cidade turística mais visitada da Região. Esta unidade de conservação consolidada pelo governo estadual após a repaginada duvidosa da falecida Apa do Pau-Brasil, transformou-se no Parque da Costa do Sol. Sob tutela do Estado a demarcação do novo Parque deixou fora áreas antes relevantes na Apa do Pau-Brasil. As ações engatinham no varejo assim como a insurgência ambiental praticado no município, que só aparece quando o ambiente próximo é ameaçado. (Antônio Ângelo)

SAMBAQUIS E SAMBAQUIS – 2

 

A construção do shopping revela que sambaquis e patrimônio ambiental dependem do tipo da ocupação para serem ou não destruídos. Um exemplo clássico são os sambaquis e a relevância vegetal no entorno da Ilha do Japonês. Ilustres e conhecidos de todos gestores que a décadas por aqui passaram e outros que permanecem,homeopaticamente vem sendo destruídos pelo uso desordenado. Os sambaquis por lá existentes, foram estudados pelo Museu Nacional comprovando sua importância na ocupação do Brasil e são usados como trilha de motos sem ter nunca visto uma bandeirinha  acenando a socorrê-los. (Antônio Ângelo)  

PREFEITURA: AÇÃO RESTRITA

Quando se trata de Cultura e Meio Ambiente a ação do Poder Público é sempre restrita. Basta olhar para Cabo Frio onde os responsáveis pela cultura e meio ambiente, José Correio Baptista e Júlio Rodriguez, são pessoas qualificadas e decentes, mas cujo poder e capacidade de intervenção são bastante restritos em um governo que ao longo dos seus oito anos demonstrou pouca aptidão para atuar nessas áreas fundamentais para o município.

O RESTO É DISCURSO – 1

Os candidatos a prefeito falam muito em geração de empregos e se esfalfam dizendo que trarão indústrias para a Região dos Lagos. Tem candidato querendo até mesmo criar um condomínio industrial em Búzios. Mostram que não andam lendo nada de economia contemporânea, da chamada “pós modernidade” ou era “pós industrial”. Hoje, os empregos concentram-se no setor de serviços e é por aí, que a Região tem tudo a ganhar, com o turismo, meio ambiente e cultura. O resto é discurso. E falta de estudo. 

O RESTO É DISCURSO – 2

Falta aos candidatos a prefeito na Região dos Lagos ter programas a curto e a longo prazo de investimentos pesados em educação, que qualifiquem os jovens da região para que possam competir e ocupar os empregos de boa qualidade que a indústria do petróleo está gerando, em nosso entorno. Ao mesmo tempo proteger, promover o patrimônio histórico e ambiental e criar política pública para o turismo, gerando recursos que serão mais importantes que o próprio petróleo.

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mai 16 2012

FASSBINDER NO BATE PAPO CAFÉ NA NOITE DE 21 DE MAIO

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mai 16 2012

“A CIDADE QUE QUEREMOS”

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01. Algumas pessoas desavisadas perguntam: por que o vereador Alfredo Gonçalves não permaneceu no PPS, já que o PMDB é tão instável? Ora, ora, esqueceram que o PPS não pertence à base do Governo Sérgio Cabral Filho?

02. Por falar em PPS, o deputado Roberto Freire, líder máximo do partido e ex-presidente do Partido Comunista Brasileiro (PCB) tem levado muitas cacetadas dos petistas no twitter. O pernambucano Roberto Freire, hoje é deputado federal por São Paulo. Quem diria?

03. A 4ª edição do fórum “A Cidade que Queremos” será realizada no próximo sábado, dia 19, às 9h, na Associação de Moradores de Aquárius, e terá como tema “Os Desejos dos Cidadãos de Tamoios”.

04. A Assembleia Legislativa aprovou, em primeira discussão, o projeto da deputada Inês Pandeló (PT) a inscrição do nome de Dom Hélder Câmara, no livro dos heróis do Estado do Rio de Janeiro. O projeto teve o apoio do deputado Janio Mendes (PDT)

 

05. O Arcebispo Dom Hélder Câmara está sendo homenageado pela sua trajetória de vida na Igreja e por sua intensa dedicação a defesa dos direitos humanos. Dom Hélder Câmara, sem dúvida, foi um dos maiores brasileiros de todos os tempos. Um nome que orgulha o Brasil.

06. A Assembleia Legislativa aprovou nesta terça, em discussão única, o projeto de lei 1.485/12, no qual o reajuste de aposentadorias e pensões dos servidores estaduais será feito com base no INPC (Índice Nacional e Preços ao Consumidor). O estado vinha aplicando o índice do INSS,

07. A claque da câmara municipal de Cabo Frio não resistiu à chuva constante e a queda de temperatura, não apareceu quase ninguém na sessão de terça-feira, com exceção evidentemente do “vereador mor” – Reinan dos Santos.

 

08. O presidente da câmara Silas Bento (PSDB) aproveitou mais uma vez a sessão para aparecer. O vereador aparteou os colegas na tribuna e aproveitou para cutucar o PT, atribuindo ao partido o percentual de 90% dos mensaleiros. Silas não tocou na “privataria tucana”.

09. O presidente da câmara se esmerou na sessão de ontem, terça-feira. Difícil ver discurso tão populista. Silas Bento (PSDB) está competindo com o vereador Fernando do Comilão (PSDB), mas superar o líder do governo é uma tarefa “hercúlea”, como diria o grande Vovô Bibiu.

 

10. O vereador Marcello Corrêa (PP) se emocionou quando aparteou o vereador Silas Bento (PSDB), que falava da necessidade de prevenção e tratamento a dependência química. Lembrou e homenageou com algumas palavras o seu irmão Márcio Corrêa.

11. O líder da oposição, Taylor Jasmin, criticou duramente a administração do Ibascaf e fez um libelo na tribuna pelos direitos da cidadania e contra a corrupção. Em tempo: o vereador Taylor Jasmin está no PRB e apoia a candidatura de Alair Francisco (PP). Sem comentários.

12. Será realizada, dia 19, sábado, a 2ª Exposição Internacional de Cães de Raça, em Araruama. O evento será realizado no Parque de Exposições, no bairro Fazendinha. Os animais também participarão de duas competições panamericanas e uma competição internacional.

13. A secretaria de cultura inaugurou, na quinta-feira, dia 10, no Museu José de Dome – Charitas, a exposição retrospectiva de desenhos e guaches do artista plástico carioca Fnax – Fernando Naxcimento. No dia,18, também no Charitas, Alberto Leal lança o livro “Cabo Frio -1503” a partir das 19h.

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mai 15 2012

LIBERDADE RELIGIOSA – O MUNDO É PLURAL

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mai 15 2012

SHERON & CAROL

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SHERON

CAROL

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mai 15 2012

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA – CABO FRIO – RJ

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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA – CABO FRIO

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mai 15 2012

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mai 15 2012

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mai 15 2012

NÔMADE ARTES GRÁFICAS

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mai 15 2012

4º FÓRUM – A CIDADE QUE QUEREMOS

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mai 15 2012

ELOGIO DA SOMBRA – Jorge Luis Borges

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Jorge Luis Borges

ELOGIO DA SOMBRA

A velhice (tal é o nome que os outros lhe dão)
pode ser o tempo de nossa felicidade.
O animal morreu ou quase morreu.
Restam o homem e sua alma.
Vivo entre formas luminosas e vagas
que não são ainda a escuridão.
Buenos Aires,
que antes se espalhava em subúrbios
em direção à planície incessante,
voltou a ser La Recoleta, o Retiro,
as imprecisas ruas do Once
e as precárias casas velhas
que ainda chamamos o Sul.
Sempre em minha vida foram demasiadas as coisas;
Demócrito de Abdera arrancou os próprios olhos para pensar;
o tempo foi meu Demócrito.
Esta penumbra é lenta e não dói;
flui por um manso declive
e se parece à eternidade.
Meus amigos não têm rosto,
as mulheres são aquilo que foram há tantos anos,
as esquinas podem ser outras,
não há letras nas páginas dos livros.
Tudo isso deveria atemorizar-me,
mas é um deleite, um retorno.
Das gerações dos textos que há na terra
só terei lido uns poucos,
os que continuo lendo na memória,
lendo e transformando.
Do Sul, do Leste, do Oeste, do Norte
convergem os caminhos que me trouxeram
a meu secreto centro.
Esses caminhos foram ecos e passos,
mulheres, homens, agonias, ressurreições,
dias e noites,
entressonhos e sonhos,
cada ínfimo instante do ontem
e dos ontens do mundo,
a firme espada do dinamarquês e a lua do persa,
os atos dos mortos,
o compartilhado amor, as palavras,
Emerson e a neve e tantas coisas.
Agora posso esquecê-las. Chego a meu centro,
a minha álgebra e minha chave,
a meu espelho.
Breve saberei quem sou.

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mai 15 2012

A LOTERIA DA BABILÔNIA – Jorge Luis Borges

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Jorge Luis Borges (*)

A LOTERIA DA BABILÔNIA

Como todos os homens da Babilônia, fui pro-cônsul; como todos, escravo; também conheci a onipotência, o opróbrio, os cárceres. Olhem: à minha mão direita falta-lhe o indicador. Olhem: por este rasgão da capa vê-se no meu estômago uma tatuagem vermelha: é o segundo símbolo, Beth. Esta letra, nas noites de lua cheia, confere-me poder sobre os homens cuja marca é Ghimel, mas sujeita-me aos de Alep, que nas noites sem lua devem obediência aos de Ghimel. No crepúsculo do amanhecer, num sótão, jugulei ante uma pedra negra touros sagrados. Durante um ano da Lua, fui declarado invisível: gritava e não me respondiam, roubava o pão e não me decapitavam. Conheci o que ignoram os gregos: a incerteza. Numa câmara de bronze, diante do lenço silencioso do estrangulador, a esperança foi-me fiel; no rio dos deleites, o pânico. Heraclides Pôntico conta com admiração que Pitágoras se lembrava de ter sido Pirro e antes Euforbo e antes ainda um outro mortal; para recordar vicissitudes análogas não preciso recorrer à morte, nem mesmo à impostura.
Devo essa variedade quase atroz a uma instituição que outras repúblicas desconhecem ou que nelas trabalha de forma imperfeita e secreta: a loteria. Não indaguei a sua história; sei que os magos não conseguem por-se de acordo; sei dos seus poderosos propósitos; o que pode saber da Lua o homem não versado em astrologia. Sou de um país vertiginoso onde a loteria é a parte principal da realidade: até o dia de hoje, pensei tão pouco nela como na conduta dos deuses indecifráveis ou do meu coração. Agora longe da Babilônia e dos seus estimados costumes, penso com certo espanto na loteria e nas conjecturas blasfemas que ao crepúsculo murmuram os homens velados.

Meu pai contava que antigamente — questão de séculos, de anos? — a loteria na Babilônia era um jogo de caráter plebeu. Referia (ignoro se com verdade) que os barbeiros trocavam por moedas de cobre, retângulos de osso ou de pergaminho adornados de símbolos. Em pleno dia verificava-se um sorteio: os contemplados recebiam, sem outra confirmação da sorte, moedas cunhadas de prata. O procedimento era elementar, como os senhores vêem.

Naturalmente, essas “loterias” fracassaram. A sua virtude moral era nula. Não se dirigiam a todas as faculdades do homem: unicamente à sua esperança. Diante da indiferença pública, os mercadores que fundaram essas loterias venais começaram a perder dinheiro. Alguém esboçou uma reforma: a intercalação de alguns números adversos no censo dos números favoráveis. Mediante essa reforma, os compradores de retângulos numerados expunham-se ao duplo risco de ganhar uma soma e de pagar uma multa, às vezes vultosa. Esse leve perigo (em cada trinta números favoráveis havia um número aziago) despertou, como é natural, o interesse do público. Os babilônios entregaram-se ao jogo. O que não adquiria sortes era considerado um pusilânime, um apoucado. Com o tempo esse desdém justificado duplicou-se. Eram desprezados aqueles que não jogavam, mas também o eram os que perdiam e abonavam a multa. A Companhia (assim começou então a ser chamada) teve que velar pelos ganhadores, que não podiam cobrar os prêmios se nas caixas faltasse a importância quase total das multas. Propôs uma ação judicial contra os perdedores: o juiz condenou-os a pagar a multa original e as custas, ou a uns dias de prisão. Todos optaram pelo cárcere, para defraudar a Companhia. Dessa bravata de uns poucos nasce todo o poder da Companhia: o seu valor eclesiástico, metafísico.
Pouco depois, as informações dos sorteios omitiram as referências de multas e limitaram-se a publicar os dias de prisão que designava cada número adverso. Esse laconismo, quase inadvertido a seu tempo, foi de capital importância. Foi o primeiro aparecimento, na loteria, de elementos não pecuniários. O êxito foi grande. Instada pelos jogadores, a Companhia viu-se obrigada a aumentar os números adversos.

Ninguém ignora que o povo da Babilônia é devotíssimo à lógica, e ainda à simetria. Era incoerente que se computassem os números ditosos em moedas redondas e os infaustos em dias e noites de cárcere. Alguns moralistas raciocinaram que a posse das moedas não determina sempre a felicidade e que outras formas de ventura são talvez mais diretas.

Inquietações diversas propagavam-se nos bairros desfavorecidos. Os membros do colégio sacerdotal multiplicavam as apostas e gozavam de todas as vicissitudes do terror e da esperança; os pobres (com inveja razoável ou inevitável) sabiam-se excluídos desse vaivém, notoriamente delicioso. O justo desejo de que todos, pobres e ricos, participassem por igual na loteria, inspirou uma indignada agitação, cuja memória os anos não apagaram. Alguns obstinados não compreenderam (ou simularam não compreender) que se tratava de uma ordem nova, de uma necessária etapa histórica… Um escravo roubou um bilhete carmesim, que no sorteio lhe deu direito a que lhe queimassem a língua. O código capitulava essa mesma pena para o que roubava um bilhete. Alguns babilônios argumentavam que merecia o ferro candente, na sua qualidade de ladrão; outros, magnânimos, que se devia condená-lo ao carrasco porque assim o havia determinado o azar… Houve distúrbios, houve efusões lamentáveis de sangue; mas a gente babilônica finalmente impôs a sua vontade, contra a oposição dos ricos. O povo conseguiu plenamente os seus generosos fins. Em primeiro lugar, conseguiu que a Companhia aceitasse a soma do poder público. (Essa unificação era indispensável, dada a vastidão e complexidade das novas operações.) Em segunda etapa, conseguiu que a loteria fosse secreta, gratuita e geral. Ficou abolida a venda mercenária de sortes. Iniciado nos mistérios de Bel, todo homem livre participava automaticamente dos sorteios sagrados, que se efetuavam nos labirintos do deus de sessenta em sessenta noites e que demarcavam o seu destino até o próximo exercício. As conseqüências eram incalculáveis. Uma jogada feliz podia motivar-lhe a elevação ao concílio dos magos ou a detenção de um inimigo (conhecido ou íntimo), ou a encontrar, nas pacíficas trevas do quarto, a mulher que começava a inquietá-lo ou que não esperava rever; uma jogada adversa: a mutilação, a infâmia, a morte. Às vezes, um fato apenas — o vil assassinato de C, a apoteose misteriosa de B — era a solução genial de trinta ou quarenta sorteios. Combinar as jogadas era difícil; mas convém lembrar que os indivíduos da Companhia eram ( e são) todo-poderosos e astutos. Em muitos casos, teria diminuído a sua virtude o conhecimento de que certas felicidades eram simples fábrica do acaso; para frustrar esse inconveniente, os agentes da Companhia usavam das sugestões e da magia. Os seus passos e os seus manejos eram secretos. Para indagar as íntimas esperanças e os íntimos terrores de cada um, dispunham de astrólogos e de espiões. Havia certos leões de pedra, havia uma latrina sagrada chamada Qaphqa, havia algumas fendas no poeirento aqueduto que, conforme a opinião geral, levavam à Companhia; as pessoas malignas ou benévolas depositavam delações nesses sítios. Um arquivo alfabético recolhia essas notícias de veracidade variável.
Por incrível que pareça, não faltavam murmúrios. A Companhia, com a sua habitual discrição, não replicou diretamente. Preferiu rabiscar nos escombros de uma fábrica de máscaras um argumento breve, que agora figura nas escrituras sagradas. Essa peça doutrinal observava que a loteria é uma interpolação da casualidade na ordem do mundo e que aceitar erros não é contradizer o acaso: é confirmá-lo. Salientava, da mesma maneira, que esses leões e esse recipiente sagrado, ainda que não desautorizados pela Companhia (que não renunciava ao direito de os consultar), funcionavam sem garantia oficial.

Essa declaração apaziguou os desassossegos públicos. Também produziu outros efeitos, talvez não previstos pelo autor. Modificou profundamente o espírito e as operações da Companhia. Pouco tempo me resta; avisam-nos que o navio está para zarpar; mas tratarei de os explicar.

Por inverossímil que seja, ninguém tentara até então uma teoria geral dos jogos. O babilônio é pouco especulativo. Acata os ditames do acaso, entrega-lhes a vida, a esperança, o terror pânico, mas não lhe ocorre investigar as suas leis labirínticas, nem as esferas giratórias que o revelam. Não obstante, a declaração oficiosa que mencionei instigou muitas discussões de caráter jurídico-matemático. De uma delas nasceu a seguinte conjectura: Se a loteria é uma intensificação do acaso, uma periódica infusão do caos no cosmos, não conviria que a casualidade interviesse em todas as fases do sorteio e não apenas numa? Não é irrisório que o acaso dite a morte de alguém e que as circunstâncias dessa morte — a reserva, a publicidade, o prazo de uma hora ou de um século — não estejam subordinadas ao acaso? Esses escrúpulo tão justos provocaram, por fim, uma reforma considerável, cujas complexidades (agravadas por um exercício de séculos) só as entendem alguns especialistas, mas que intentarei resumir, embora de modo simbólico.

Imaginemos um primeiro sorteio que decrete a morte de um homem. Para o seu cumprimento procede-se a um outro sorteio, que propõe (digamos) nove executores possíveis. Desses executores quatro podem iniciar um terceiro sorteio que dirá o nome do carrasco, dois podem substituir a ordem infeliz por uma ordem ditosa (o encontro de um tesouro, digamos), outro exacerbará (isto é, a tornará infame ou a enriquecerá de torturas), outros podem negar-se a cumpri-la… Tal é o esquema simbólico. Na realidade o número de sorteios é infinito. Nenhuma decisão é final, todas se ramificam noutras. Os ignorantes supõem que infinitos sorteios requerem um tempo infinito; em verdade, basta que o tempo seja infinitamente subdivisível, como o ensina a famosa parábola do Certame com a Tartaruga. Essa infinitude condiz admiravelmente com os sinuosos números do Acaso e com o Arquétipo Celestial da Loteria, que os platônicos adoram… Um eco disforme dos nossos ritos parece ter reboado no Tibre: Ello Lampridio, na Vida de Antonino Heliogábalo, refere que este imperador escrevia em conchas as sortes que destinava aos convidados, de forma que um recebia dez libras de ouro, e outro, dez moscas, dez leirões, dez ossos. É lícito lembrar que Heliogábalo foi educado na Ásia Menor, entre os sacerdotes do deus epônimo.

Também há sorteios impessoais, de objetivo indefinido; um ordena que se lance às águas do Eufrates uma safira de Taprobana; outro, que do alto de uma torre se solte um pássaro, outro, que secularmente se retire (ou se acrescente) um grão de areia aos inumeráveis que há na praia. As conseqüências são, às vezes, terríveis.

Sob o influxo benfeitor da Companhia, os nossos costumes estão saturados de acaso. O comprador de uma dúzia de ânforas de vinho damasceno não estranhará se uma delas contiver um talismã ou uma víbora; o escrivão que redige um contrato não deixa quase nunca de introduzir algum dado errôneo; eu próprio, neste relato apressado, falseei certo esplendor, certa atrocidade. Talvez, também, uma misteriosa monotonia… Os nossos historiadores, que são os mais perspicazes da orbe, inventaram um método para corrigir o acaso; é de notar que as operações desse método são (em geral) fidedignas; embora, naturalmente, não se divulguem sem alguma dose de engano. Além disso, nada tão contaminado de ficção como a história da Companhia… Um documento paleográfico, exumado num templo, pode ser obra de um sorteio de ontem ou de um sorteio secular. Não se publica um livro sem qualquer divergência em cada um dos exemplares. Os escribas prestam juramento secreto de omitir, de intercalar, de alterar. Também se exerce a mentira indireta.

A Companhia, com modéstia divina, evita toda publicidade. Os seus agentes, como é óbvio, são secretos; as ordens que distribui continuamente (talvez incessantemente) não diferem das que prodigalizam os impostores. Para mais, quem poderá gabar-se de ser um simples impostor? O bêbado que improvisa um mandato absurdo, o sonhador que desperta de súbito e estrangula a mulher a seu lado, não executam, porventura, uma secreta decisão da Companhia? Esse funcionamento silencioso, comparável ao de Deus, provoca toda espécie de conjecturas. Uma insinua abominavelmente que há séculos não existe a Companhia e que a sacra desordem das nossas vidas é puramente hereditária, tradicional; outra julga-a eterna e ensina que perdurará até a última noite, quando o último deus aniquilar o mundo. Outra afiança que a Companhia é onipotente, mas que influi somente em coisas minúsculas: no grito de um pássaro, nos matizes da ferrugem e do pó, nos entressonhos da madrugada. Outra, por boca de heresiarcas mascarados, que nunca existiu nem existirá. Outra, não menos vil, argumenta que é indiferente afirmar ou negar a realidade da tenebrosa corporação, porque a Babilônia não é outra coisa senão um infinito jogo de acasos. 

(*) Projeto Releituras

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mai 15 2012

ELEIÇÕES 2012 – FICHA LIMPA

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mai 15 2012

PODER DA MÍDIA: DIFERENÇAS ENTRE BRASIL E INGLATERRA

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Venício Lima (*)

PODER DA MÍDIA: DIFERENÇAS ENTRE BRASIL E INGLATERRA

Ao contrário da Inglaterra, onde a denúncia sobre o News of the World se tornou pública pela ação de um veículo da grande mídia (The Guardian), aqui a primeira reação – salvo uma rede de TV (Record) e uma revista semanal (Carta Capital) – foi ignorar o envolvimento da mídia no escândalo Carlinhos Cachoeira.. 

(*) Publicado originalmente na revista “Teoria e Debate.”

A Inglaterra do século 17 constitui a referência moderna obrigatória para o entendimento da liberdade de expressão republicana centrada na vita activa e no autogoverno. A terra de John Milton e Tom Paine tem sido um dos palcos fundamentais do debate entre republicanos e liberais em torno da ideia de liberdade, ao mesmo tempo em que lá se constituíram modelos importantes de prestação do serviço público de radiodifusão (BBC), de regulamentação (OfCom) e de autorregulamentação (PCC) das atividades da mídia.

Por tudo isso, as revelações tornadas públicas originalmente pelo tradicional The Guardian, no início de 2011, de práticas “jornalísticas” criminosas desenvolvidas rotineiramente pelo tabloide News of the World, do grupo News Corporation, desencadearam reações imediatas por parte do governo britânico, de instituições privadas e de cidadãos.

Uma investigação já foi concluída na Comissão de Cultura, Mídia e Esporte da Câmara dos Comuns e seu relatório divulgado no último dia 30 de abril; pelo menos outras três ainda estão em andamento no âmbito da polícia (Weeting, Eldeven e Tutela); várias ações civis impetradas por cidadãos que se consideram vítimas de invasão de privacidade também estão tramitando. E o inquérito mais importante de todos, mandado instalar pelo primeiro-ministro com o objetivo de esclarecer “o papel da mídia e da polícia no escândalo de escutas telefônicas ilegais” (Inquérito Levison), em julho de 2011, prossegue interrogando, entre outros, jornalistas e empresários.

Uma das consequências mais concretas das denúncias até agora foi o anúncio da agência autorreguladora (PCC), em fevereiro passado, de que estava sendo descontinuada para dar lugar a outra, com poderes de interferência mais eficazes.

E no Brasil?

Nas últimas semanas os brasileiros estão tomando conhecimento de atividades criminosas entre grupos empresariais privados, políticos profissionais no exercício do mandato, setores da polícia e do Judiciário, além da aparente cumplicidade de importantes órgãos da mídia tradicional. A se confirmar, estaríamos diante de um gravíssimo desvirtuamento profissional e ético do papel da imprensa, colocada a serviço de interesses políticos e empresarias privados e criminosos.

Escutas telefônicas apontam para uma relação que vai muito além daquela admissível entre o jornalista e sua fonte. Há indícios não só de um comando da fonte criminosa sobre a pauta jornalística, mas, sobretudo, de uma cumplicidade em relação a objetivos empresariais e políticos.

Lá e cá

Ao contrário da Inglaterra, onde a denúncia sobre o News of the World se tornou pública pela ação de um veículo da grande mídia (The Guardian), aqui a primeira reação – salvo uma rede de TV (Record) e uma revista semanal (Carta Capital) de menor circulação – foi ignorar o envolvimento da mídia no escândalo. Num segundo momento, a solidariedade explícita e ameaçadora dos principais grupos privados de mídia com o grupo sob suspeita.

Uma CPMI foi instalada no Congresso Nacional, mas até agora não há indicação clara sobre a disposição de investigar o envolvimento de grupos de mídia com as ações criminosas.

No Brasil não há órgão de regulação ou de autorregulação da mídia, portanto, ações específicas nessas áreas não existem nem existirão.

Já o governo brasileiro tem revelado total inapetência para assumir o papel de protagonista em relação à regulação democrática do setor de mídia. Nem mesmo os princípios e normas da Constituição de 1988 foram regulamentados, e portanto, na sua maioria, não são cumpridos. Há décadas se anuncia um projeto de marco regulatório para o setor de comunicações que, até agora, não se materializou.

Ao contrário da Inglaterra, no Brasil não há compromisso histórico com a liberdade de expressão. Nosso liberalismo nunca foi democrático e prevalece uma interdição branca até mesmo do debate público das questões ligadas à regulação do setor de mídia. Recentemente, a bandeira da liberdade de expressão foi indevidamente apropriada pelos mesmos grupos que apoiaram o golpe de 1964, responsável pela censura oficial que vitimou, inclusive, seus próprios apoiadores por mais de duas décadas.

Aparentemente, todavia, temos algo em comum com a Inglaterra: graves desvios no comportamento de jornalistas e de seus patrões. Mas ainda não temos no Brasil nem os instrumentos institucionais, nem a vontade e a força políticas para enfrentar o poder desmesurado da grande mídia.

(*) Professor Titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor, dentre outros, de Regulação das Comunicações – História, poder e direitos, Editora Paulus, 2011. 

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mai 15 2012

BLOGS QUE A GENTE GOSTA DE LER

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mai 15 2012

BROMÉLIA – Antônio Ângelo Trindade Marques

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BROMÉLIA – APA DO PAU BRASIL – CABO FRIO – RJ

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mai 15 2012

O FALSO DISCURSO DE OPOSIÇÃO

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O FALSO DISCURSO DE OPOSIÇÃO

Os candidatos nanicos ou alternativos, digamos assim, a prefeitura de Cabo Frio participam da estratégia da prefeitura. Fazer discurso de oposição para dela retirar o número necessário de votos, garantindo assim sobrevida ao sistema que vigora desde 1997. Os interesses na manutenção desta estrutura de poder político e econômico são muitos e se interligam permanentemente.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

A mudança de comportamento da chamada mídia alairzista em relação ao “prefeitável” Alfredo Gonçalves (PMDB) chamado tantas vezes desrespeitosamente de “cavalo manco” e outros apelidos chulos, começa a ser desvendada. Os contatos são cada vez mais frequentes, especialmente de maneira discreta dentro dos gabinetes.

A MÍDIA ALAIRZISTA CONCENTRA ATAQUES EM JANIO

 

Janio com sua mãe na festa em que a Ação da Mulher Trabalhista comemorou o “Dia das Mães”.

Há bastante tempo à mídia alairzista concentra seus ataques sobre a candidatura do deputado Janio Mendes (PDT), na tentativa de desconstruí-la. Alguns tentam alimentar a imagem de independentes e até de esquerdistas, fazendo uma crítica pequena e tímida ao ex-deputado Alair Francisco (PP) e sentam o sarrafo no candidato trabalhista, “culpado” de tudo que acontece sobre a face da Terra.

MUDAR COM ALAIR? CONTA OUTRA!!!

Essa postura faz parte de uma estratégia para manter o “status quo”, embora o discurso seja de mudança. Diria o Vovô Bibiu: mudar com Alair? Conta outra, que essa não cola. Consta que os próprios “chefes” tiveram um encontro. O que teriam conversado? Bem, essa é uma outra história, que vai ser contada em outro momento.

SUPERPORTO DO AÇU RECEBEU R$ 200 MILHÕES

 

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, investiu quase R$ 200 milhões no Superporto do Açu, no primeiro trimestre de 2012, o maior investimento em infraestrutura portuária das Américas, em construção pela companhia em São João da Barra. Entre 2007 e março de 2012 foram investidos R$ 2,6 bilhões no empreendimento. O Superporto do Açu terá capacidade para movimentar até 350 milhões de toneladas por ano.

CONSELHOS DE EDUCAÇÃO SE REUNEM EM BÚZIOS

Representantes dos 92 municípios do estado que atuam na educação, se reunirão amanhã, 15, em Búzios. O 11º Encontro Estadual dos Conselhos Municipais de Educação acontece no One Hotel, em Baía Formosa, a partir das 8h. O evento é promovido pela União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME). O coral da Escola de Música VilaLobos fará apresentação especial no evento.

SERVIDOR DO ESTADO: PRESTE ATENÇÃO, AS TAXAS DE JUROS ESTÃO BAIXANDO – FIQUE ESPERTO

O Bradesco anunciou nesta segunda cortes de juros em linhas de crédito para pessoas físicas. A taxa mensal máxima do cheque especial recuou de 8,9% para 4,7%. No rotativo de cartões de crédito, a taxa máxima também caiu para 4,7%, o mesmo teto que será aplicado no uso do limite de crédito pessoal. As condições valem para clientes que aderirem a um pacote de serviços do banco e optarem por receber seus salários por meio da instituição financeira. 

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mai 15 2012

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