ago 05 2015

EDITORIAL – CRÔNICA DE UM FRACASSO ANUNCIADO

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CRÔNICA DE UM FRACASSO ANUNCIADO

Apesar de tentar criar uma imagem diferente, de realizador, o “doutor” (com minúscula é mais correto) sempre foi péssimo administrador. Basta lembrar que na iniciativa privada nunca obteve qualquer sucesso, mesmo tentando muitas vezes. Na área pública, o primeiro mandato foi um desastre e o funcionalismo público sofreu demais, inclusive com atrasos no recebimento de salários de até três meses: o final foi melancólico. No segundo e terceiro mandatos deu uma sorte incrível. Logo no início, o município passou a receber royalties como produtor, o que representou um crescimento geométrico no dinheiro em caixa. Não poderia acontecer outra coisa, o “doutor” meteu os pés pelas mãos: realizou uma infinidade de obras de perfumaria e gastou uma verdadeira fortuna com o lixo, sem investir um tostão em infraestrutura. Sempre autoritário e centralizador, não admitiu dissidências e os funcionários da prefeitura tratados na base do abono, quando o humor e os interesses do prefeito coincidiam. Retornou para o quarto mandato prometendo “mundos e fundos” para todo mundo e se deparou com uma cidade muito diferente que imaginava, não deu outra: fracassou.

 

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ago 05 2015

TEM QUE AGUENTAR!

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MONSTRO

Esta é a cara do governo de Cabo Frio. É mole?

TEM QUE AGUENTAR!

A folha salarial de julho, ainda não foi totalmente paga, contratados e alguns comissionados ainda não receberam: até amanhã dia 5, a prefeitura tem que fazer esses pagamentos. Será que a dificuldade em conseguir os milhões de reais, seja da dívida ativa, ou do adiantamento dos royalties (novo empréstimo), comprometendo o futuro do município, está deixando o prefeito desesperado? A ponto de pensar em renunciar? Claro que não, agora tem que aguentar até o fim. O pior da história é que a população tem que aguentar junto.

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ago 05 2015

PRECARIEDADE, FRUTO DA INVEJA.

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PARQUINHO-1

PARQUINHO-2

PARQUINHO-3

PRECARIEDADE, FRUTO DA INVEJA.

Meu caro leitor, preste atenção no estado precário, sem qualquer cuidado, em que se encontra o parquinho das crianças, na Praça da Cidadania, na Praia do Forte. As lâmpadas estão queimadas e o estado em que se encontram os brinquedos mostram o abandono que a prefeitura patrocina, com pouco caso de fazer inveja a qualquer administrador, que não tem o menor respeito pela criançada. O desmazelo total deve ser fruto da inveja: afinal, não foi ele que construiu.

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ago 05 2015

TENTANDO CONSERTAR A BOBAGEM QUE FEZ

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TENTANDO CONSERTAR A BOBAGEM QUE FEZ

O “doutor”, sempre com letras minúsculas, vai reabrir o HCE, que ele mesmo fechou no início de 2013. O HCE voltará a ter os mesmo serviços que o “doutor” fechou: UPG e 8 leitos e o atendimento de emergência a portas fechadas, isto é, só receberá pacientes trazidos por ambulância, seja dos bombeiros ou dos hospitais municipais, tudo como era até o final de 2012. A promessa, repetida mais de mil vezes, de abrir o pronto atendimento, igual ao da UPA, ele não vai cumprir. É só enganação. mas vai ter festa, banda de música, fogos etc.

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ago 05 2015

MAIS UM VEXAME!

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PREGUICOSO

MAIS UM VEXAME!

Mais uma vez os “moloides e preguiçosos” passam por vexame. Na linguagem do “prefeito”, talvez por pena e condescendência eles vão ficar no governo. Cá entre nós meu caro leitor, para eles que foram chamados pelo “prefeito” de “moloides e preguiçosos” e publicamente proibidos de utilizarem o “ZapZap”, mais uma, menos uma descompostura faz alguma diferença? É claro que não! Todos fazem aquele jogo de cena cheio do visgo do “alairzismo” que, quando cola, não tem mais jeito.

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ago 05 2015

O DESASTRE É MAIOR QUE SE IMAGINAVA

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SALAO-AZUL

O DESASTRE É MAIOR QUE SE IMAGINAVA

Os secretários e assessores especiais, mesmo aqueles que estão no “salão azul” não estão mais frequentando bares, cafés e até restaurantes (comem como gente grande) com a assiduidade de antes. Tem medo da gozação dos cabofrienses, que estão pasmos, mas tem bom humor, com o péssimo “governo carro velho”. Cabo Frio inteiro sabia que o governo ia ser muito complicado, mas ninguém de sã consciência imaginava que o governo fosse o desastre que é.

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ago 05 2015

MUDANDO O FOCO?

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MUDANDO O FOCO?

O “prefeito” tem tentado mudar o foco da mídia e da opinião pública. É uma tática que ele sempre usa quando está num aperto e dessa vez o aperto é bravo. O que ele faz? Começa a dar declarações estapafúrdias, promove cenas ridículas, com o objetivo que as pessoas concentrem seus comentários, gastando o fôlego com coisas nem tão importantes, desviando daquilo que é essencial, que ele teme, que as pessoas prestem atenção.

 

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ago 05 2015

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

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ALAIR_1   X   JANIO-MENDES-3

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

O que o “prefeito” está querendo esconder dos observadores políticos e da opinião pública? Resultados de pesquisas quantitativas e qualitativas? Algum impedimento gerado por problemas com a justiça? Está tentando passar para outro membro da família a candidatura, empurrando pela goela da população? Ora, não se sabe exatamente o que está acontecendo, mas se percebe grande nervosismo entre protagonistas e coadjuvantes do “governo sereníssimo”. O deputado Jânio levantou essa questão, em recente entrevista. O que está escondendo o prefeito?

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ago 05 2015

JORNAL NÁUTICO CONVÉS

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CONVES

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ago 05 2015

REVISTA NOSSA TRIBO

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NOSSA_TRIBO

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ago 05 2015

BÚZIOS EM PAUTA

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BRIGITE-BARDOT-ESTATUA

Sandálias da humildade

Mirinho Braga, não é bobo e passou por muitas experiências na vida política, recheada de vitórias, mas também de decepções. Sabendo disso, o líder pedetista recebeu com muita tranquilidade, vestiu as “sandálias da humildade” em relação à pesquisa que lhe dá ampla frente no município.

Rei do baixo clero

Felipe Lopes aproveitou a “janela eleitoral” e se mandou do PDT e foi estrelar a festa de Eduardo Cunha, no velho e carcomido PMDB, o “rei do baixo clero”, substituto do “monarca” Severino Cavalcanti, em Brasília.

O “escolhido”

Alexandre Martins, empresário, vice-prefeito na gestão de Mirinho Braga, adotou a junção do religioso com o político e se julga o “escolhido”. Resta saber, quem o escolheu.

MESSIAS-CARVALHO-3

O “senador”

Messias Carvalho, o “senador” sonha em ser vice de alguém, muito provavelmente na chapa do prefeito André Granado (PSC). Mesmo no PDT, Messias tem sido instrumento político de defesa do governo municipal.

Renovação

Alguns observadores da vida política buziana garantem que a renovação na Câmara Municipal vai ser muito grande. Tem gente que aposta algo em torno de sIFFete vereadores. Será?

Retorno?

Nos corredores da Câmara recrudesceu a notícia de que a ex-presidente da Casa, Maria Alice Gomes, derrotada na sucessão de Mirinho Braga por Toninho Branco, está preparando o terreno para retornar a vida pública.

MOACIR-CABRAL-3

Levantando voo

A Folha dos Lagos, leia-se Moacir Cabral, publicou ampla reportagem com o presidente da Câmara Municipal, Henrique Gomes (PP). Preparação para voos políticos mais altos?

“Meninas dos olhos”

O vereador Henrique Gomes (PP) tem duas “meninas dos olhos”: o projeto Câmara-Comunidade e a construção do prédio próprio da Câmara Municipal. O presidente da Câmara é politicamente ligado ao vice-governador, Francisco Dornelles (PP).

IFF

IFF – Importância precisa ser reconhecida

Até hoje nenhum político buziano deu o devido valor ao IFF (Instituto Federal Fluminense), que pode dar imensa contribuição ao município. O instituto está localizado no “Centrinho”, antigo prédio da prefeitura de Cabo Frio, construído pelo então prefeito José Bonifácio.

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ago 05 2015

EVOCAÇÃO DA ROSA – Abdias do Nascimento.

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CRO_E_POE_VERMELHO

ABDIAS

Abdias do Nascimento

EVOCAÇÃO DA ROSA
Para Yemanjá – no seu décimo aniversário)

Era uma vez uma rosa
que não era vegetal
nem rosa mineral
carecia até da cor de rosa
era uma gata formosa
negra amarela e brancosa
irrequietamente caprichosa
vestida de suave pêlo multicor

Bichana terrivelmente amorosa
dos laços dos seus encantos
nenhum gato jamais se livrou
pelos telhados miava dengosa
suspirava a noite inteira
seduzindo namoradeira
toda a gataria ao
luar da lua alcoviteira

Certo dia Rosa pariu
uma ninhada de gatinhos
de várias cores engraçadinhos
os mais lindos eram os pretinhos
mamavam de patinhas entrelaçadas
ronronando de olhos cerrados
boquinhas rosadas coladas
às rosadas tetas de Rosa

Num desses momentos
um gatão assassino
pêlo sujo debotado
miando feio saltou felino
matando gatinho por todo lado

A mãe valente e briosa
socorri de porrete na mão
ajudei a defesa de Rosa
esbordoando estridente
perseguindo o ladrão
ele fugiu espavorido
um gatinho levando nos dentes
outros sangravam na agonia
Rosa fuzilava os olhos dementes
miando plangente a dor que lhe doía
noites a fio seu gemer se ouvia
ó doce e carinhosa Rosa
era de cortar o coração
ver-te enlouquecida
recusar enfurecida
aquela felina traição
ir definhando entristecida
até a completa inanição

Rosa cheirosa e macia
que ao morrer no
meu jardim plantei
sob a terra desapareceu
aos cuidados da minha
pobre primavera de
uma gata demente e morta
a rosa-gata enternecida
em rosa-flor floresceu
foram ambas a
única rosa que
a infância me deu

Buffalo, 30 de janeiro de 1981
(antecipando o 15 de setembro de 1981)

 

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ago 04 2015

EDITORIAL: A TENDÊNCIA É PIORAR

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EDITORIAL: A TENDÊNCIA É PIORAR

A atuação da dupla Alair Francisco e Renato Vianna pode até estar rendendo muito dinheiro para os cofres municipais, mas tem provocado forte reação da sociedade cabofriense, que não tolera a postura autoritária da dupla, cujo comportamento agride a população. A Guarda Municipal é uma instituição civil, criada para guarnecer e preservar o patrimônio público. A Guarda deveria estar em todas as escolas públicas municipais, protegendo crianças e adolescentes, preservando prédios públicos e os patrimônios históricos, culturais e ambientais. Os dois últimos prefeitos de Cabo Frio erraram feio na condução da Guarda Municipal, seguindo a corrente de dar a corporação caráter cada vez mais militar e vinculado a Polícia Militar (PM). Para infelicitar a população mais pobre e estimular a intolerância, o Congresso Nacional em momento do mais puro desvario autorizou a utilização e o treinamento das guardas municipais com armas. Seguiu o exemplo do Corpo de Bombeiros, que foi transformado em uma corporação militar: os resultados são péssimos para a sociedade brasileira. A tendência é piorar!

 

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ago 04 2015

HORA DO LANCHE – O lanche certo na hora certa!

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LANCHE

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ago 04 2015

QUE LIMPEZA!!!

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LIXO-RUA-JOSE-ANTONIO-SAMPAIO

Lixo, na tarde de ontem, segunda-feira, 3 de agosto, na Rua José Antônio Sampaio, Parque Riviera, na “cidade mais limpa do Brasil”, segundo o “doutor”, que se julga um especialista no assunto. O “doutor” encontra-se, no momento, treinando canções para serem despejadas com o talento, que lhe é peculiar, nas redes sociais. Oremos!!!

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ago 04 2015

TRIO PARADA DURA

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TRIO PARADA DURA

O PDT parece estar construindo, com bastante rapidez, a formatação do ano político-eleitoral de 2016. O “trio parada dura” para as eleições majoritárias está praticamente constituído com Janio, em Cabo Frio, José Bonifácio em Arraial do Cabo e Mirinho Braga, em Búzios. São as principais lideranças pedetistas, na Região dos Lagos, responsáveis pelo crescimento do partido.

CENÁRIO POLÍTICO

O café de Wilmar e Alessandra Mureb, no Shopping da Lagoa, na manhã de ontem, segunda-feira, serviu de cenário para animado papo político entre o deputado Janio, Thiago Moura, Osmar Sampaio e Jefferson Buitrago. Predominaram o bom humor e as análises descontraídas sobre as últimas atitudes do “Sereníssimo”, que parecem contraditórias, mas não são, apenas reverberariam pesquisas e problemas de ordem jurídico-políticas.

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ago 04 2015

PASSAGEM DESASTROSA PELA SAÚDE

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PASSAGEM DESASTROSA PELA SAÚDE

Finalmente, o “doutor” Alair vai deixar a saúde, após sua desastrosa passagem pela pasta. Depois de uma midiática e “triunfal” passagem pela saúde, se dizendo até secretário, o prefeito vai “deixar” daqui há 15 dias, muito pior que estava. Na prática, tirando os factoides, nada fez por lá: a saúde continua sem remédios, e hoje nem fornecedor tem, pois tentou comandar uma nova licitação no começo de julho, que foi suspensa por denúncia de vários fornecedores, de irregularidades do processo licitatório. Portanto, há um mês não tem quem forneça medicamentos. O mesmo ocorreu com os laboratórios e prestadores de exames, por falta de pagamento. Deve cerca de 5 milhões de reais, a esses fornecedores, quase todos paralisaram suas atividades, os maiores credores são os laboratórios e a UTI privada.

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ago 04 2015

FILAS ATÉ NO IBASCAF

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FILAS ATÉ NO IBASCAF

As filas continuam (até no Ibascaf tem fila de madrugada), pois faltam médicos, e os técnicos demitidos, em todas as áreas, do faturamento ao ESF, fizeram e estão fazendo muita falta, piorando, em muito, o andamento da saúde. A única ação que ele ainda promete para fechar com “chave de ouro” é reabrir a UPG no HCE. Ora, UPG, que ele mesmo fechou há 2 anos, e agora anuncia como uma “grande realização” do seu governo. Nem o centro de reabilitação do Novo Portinho, pronto há quase 3 anos, conseguiu inaugurar.

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ago 04 2015

ARAPUCAS

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Arapuca

ARAPUCAS

Aqueles que dependem do carro para alcançar o centro comercial de Cabo Frio choram na mídia a avalanche de multas e reboques por conta do tal estacionamento. Por outro lado, prolifera na área central da cidade um modelo de mini shopping ou shopping puxadinho, que é a expressão mais correta, sem oferecer estacionamento. Não cabe mais as autoridades municipais aprovarem este tipo de empreendimento, pois são arapucas para os usuários.

PRA RIR OU PRA CHORAR?

Apesar de todas as implicações danosas ao trânsito e aos bolsos nos motoristas e cidadãos em geral, é esperar demais das nossas autoridades municipais, que tomem alguma providência, que não seja multar e faturar. Está no DNA da turma que hoje governa Cabo Frio o autoritarismo, contrastando com o governo anterior cujo DNA era a bagunça e a falta de autoridade em muitos casos: não se sabe exatamente o que é pior.

 

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ago 04 2015

BIOCOMBUSTÍVEIS NO BRASIL SUPERAM OCDE EM CINCO VEZES

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BIO

BIOCOMBUSTÍVEIS NO BRASIL SUPERAM OCDE EM CINCO VEZES

A participação da bioenergia (etanol e biodiesel) na matriz de transportes brasileira em 2014 atingiu 17,6%, percentual cinco vezes superior ao verificado nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de apenas 3,6%. Esse percentual é 44 vezes superior à fatia de 0,4% verificado nos demais países, fora da OCDE. O indicador consta da Resenha Energética Brasileira, divulgada em junho de 2015, produzida pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

A produção de biodiesel, no acumulado do ano até maio, atingiu 1.609 mil m³, um acréscimo de 28,4% em relação ao mesmo período de 2014. Apenas em maio, a produção foi de 339 mil m³. O crescimento é estimulado com a adoção de maior percentual de biodiesel no diesel convencional, a mistura B7 (7% de biodiesel), iniciada em novembro de 2014.

A capacidade instalada de produção de biodiesel foi de 7.349 mil m³/ano. Segundo o MME, dessa capacidade, 94% dos produtores são empresas detentoras do selo Combustível Social, criado para estimular a inclusão social na agricultura dentro da cadeia produtiva do biodiesel.

Quanto ao etanol (hidratado), a produção em maio (safra 2015/2016) foi de 1,9 bilhão de litros. Foram consumidos no mês 1,4 bilhões de litros de etanol.

Leilões de biodiesel

Até maio deste ano, foram realizados três leilões para a compra de biodiesel pelas distribuidoras de combustível, totalizando 43 desde o início do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, informou o MME. No último realizado, o 43º Leilão de Biodiesel, foram arrematados 661,5 milhões de litros, sendo 99,8% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio foi de R$ 2,171/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 1,44 bilhão, refletindo um deságio médio de 11,35% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,449/L).

Segundo o ministério, ainda neste ano serão realizados mais três leilões – o L44 (entrega em setembro e outubro), o L45 (entrega em novembro e dezembro) e o L46 (que é realizado no final do ano para entrega de biodiesel em janeiro e fevereiro de 2016).

(*) Setorial News Energia.

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ago 04 2015

JEFFERSON BUITRAGO IMÓVEIS

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BANNER-BUITRAGO

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ago 04 2015

RAPIDINHAS DO JORNAL DO TOTONHO

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RABUGENTO-RINDO

Desviando o foco

Pitis, siricuticos e achaques do “doutor” (com minúscula mesmo) têm sido cada vez mais frequentes no Facebook. Segundo os que o conhecem bem, tudo é armado, pensado para desviar o foco do desastre em que se transformou seu governo.

Glostora

No cabelo só …..Glostora

Enquetes, pesquisas quantitativas e qualitativas tem deixado o “doutor” (com minúscula mesmo) não com os cabelos em pé, porque não os possui, mas a peruca ficou eriçada, logo amansada pelo poderoso creme Glostora, condizente com a idade.

Inelegibilidade?

O reforço da secretaria de ação social, com distribuição de cestas básicas e presença maciça da bancada governista, na “câmara do silêncio” estaria ligada a problemas com a Justiça? Inelegibilidade a vista? A prazo?

“O Falastrão”

“O Falastrão” bem que poderia ser o título de uma comédia pastelão, tendo como roteiro as incursões de um vetusto prefeito, no Facebook. Os constantes destemperos bem poderiam dar vida ao “volume morto”, mas não tem jeito: fazer o que?

SILAS_BENTO_3

Os Bento vão largar o osso?

As rodas políticas cabofrienses mostram que a continuar assim a debandada vai ser geral. Quando até a Família Bento ameaça largar o osso é porque a situação está mesmo muito feia.

BUITRAGO-RAFAEL-PECANHA

Conversas políticas

O professor Rafael Peçanha e o empresário Jefferson Buitrago escolheram a Livraria do Boulevard para confidências políticas. Na mesa ao lado o secretário de turismo Dirlei Pereira, acompanhado pelo ex-vereador Wilmar Monteiro, de olhos e ouvidos atentos.

Muita matéria

Quem apareceu na Livraria do Boulevard para um café foi Silvana Braga, professora de História e colunista do site Radar Público do jornalista Alessandro Teixeira. A professora escutou bem mais do que falou, mas deve ter acumulado muita matéria para suas colunas.

O que rola?

O que rola na Rua Finlândia, tão citada em jornais, sites e blogs? Alguma espécie de carteado? Bingo? Caça- níqueis? Bacalhoada a portuguesa? Café ou lanche do operário ou do trabalhador?

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ago 04 2015

BÚZIOS EM PAUTA

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BRIGITE-BARDOT-ESTATUA

Pão duro

Mirinho Braga tem aproveitado o tempo que resta antes da campanha oficial para almoçar com antigos companheiros, consolidando apoios e reforçando a nominata de candidatos a Câmara. Mesmo assim, continua com fama de pão duro: sempre divide as despesas.

Mirinho & Henrique

Mirinho, acompanhado do presidente da Câmara, Henrique Gomes, esteve à semana passada em Macaé, representando o secretário estadual de saúde Felipe Peixoto, na inauguração de unidade de saúde. Segundo consta, teria aproveitado para uma conversa política com Dr. Aluízio, prefeito de Macaé.

Inauguração requentada

Na tentativa de resgatar a popularidade perdida, o prefeito “doutor”, André Granado (PSC) está inaugurando qualquer coisa que lhe aparece pela frente, mesmo que seja requentada: o importante é a festa. A orientação é do marketing político.

Ficou difícil

Muitos vereadores que não cumpriram seus compromissos políticos, nas eleições de 2014, com os candidatos a deputado estadual e federal, agora estão “cortando dobrado” para tentar arrumar recursos para as eleições de 2016.

Grana curta

Em função da crise gerada pela apuração dos casos de corrupção nos contratos entre as empreiteiras e as diversas instâncias governamentais e os poderes constituídos, a previsão é de que a grana vai ser curta para as eleições de 2016.

Manequins de funerária

Empresas e órgãos públicos dos mais variados devem acreditar que tons escuros e até pretos, sejam sinônimos de respeito e moralidade. Por que então, num país tropical e numa região como a nossa, obrigam os funcionários a se vestirem como “manequins de funerária”, de gosto bastante duvidoso e que ainda absorvem mais calor?

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ago 04 2015

ARTIGO – DITADORES BRASILEIROS, CÃES DE GUARDA DO ANTICOMUNISMO – Rodrigo Martins

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ARTIGOS_VERMELHO

DITADORES BRASILEIROS, CÃES DE GUARDA DO ANTICOMUNISMO

Rodrigo Martins (*)

O regime militar cogitou invadir o Uruguai para evitar uma vitória da esquerda.

FRENTE-AMPLA-URUGUAI

Segundo documentos dos Estados Unidos, a invasão ocorreria se a Frente Ampla ganhasse as eleições de 1971.

Sob o monitoramento dos Estados Unidos, a ditadura brasileira planejou invadir o Uruguai caso a coalizão de esquerda Frente Ampla saísse vitoriosa das eleições de 1971. Em telegrama datado de 24 de agosto daquele ano, o embaixador americano no Brasil, William Manning Rountree, informou às autoridades de seu país que os militares não iriam tolerar um governo socialista tão próximo da fronteira. “Se a Frente assumir o poder, o governo brasileiro consideraria de forma relevante uma intervenção militar direta, incluindo uma demonstração pública de poderio bélico.”

A correspondência integra um lote de 538 documentos secretos dos anos 70 que tiveram o sigilo desclassificado total ou parcialmente pelo governo de Barack Obama, em decorrência da recente visita de Dilma Rousseff aos EUA. A maioria dos papéis foi produzida pelo Departamento de Estado, especialmente pelas embaixadas e consulados no Brasil. São telegramas, memorandos e relatórios. O acervo revela que os americanos estavam muito bem informados sobre as mortes e graves violações aos direitos humanos nos porões da ditadura, mas optaram por esconder os pecados de seu principal aliado na luta contra os movimentos de esquerda no continente.

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Menos de um mês após o desaparecimento de Rubens Paiva, Washington foi informada de que o ex-deputado não havia resistido ao interrogatório dos agentes da repressão. Temia-se que o episódio viesse a público e comprometesse a imagem do presidente Richard Nixon, aliado do regime brasileiro. Da mesma forma, os Estados Unidos souberam que Virgílio Gomes da Silva, mentor do sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969, morreu sob a custódia do Estado. E jamais acreditaram na versão oficial sobre o atentado no Riocentro, tramado pelos próprios militares.

No caso do Uruguai, o telegrama de Rountree lança luzes sobre um episódio tratado por muitos anos como teoria conspiratória. Desde 1964, o país era observado com muita atenção pelos militares nativos. Além da posição geográfica estratégica na região platina, o vizinho abrigava grande número de exilados, entre eles, o ex-presidente João Goulart e o ex-governador gaúcho Leonel Brizola, observa Ananda Simões Fernandes, do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. A historiadora sustenta que o plano de intervenção emergiu logo após a formação da Frente Ampla, em 1971. Para o governo dos EUA e a ditadura brasileira, havia o temor de a esquerda conquistar o poder, a exemplo do ocorrido no Chile dois anos antes, com a vitória da Unidade Popular, de Salvador Allende.

“O Brasil arquitetou um plano de invasão a Montevidéu, que ficou conhecido, nos meios militares, como Operação Trinta Horas. Tal plano seria executado em caso de vitória da Frente Ampla nas urnas”, afirma a pesquisadora. O jornalista Paulo Schilling, assessor e braço direito de Brizola, foi o primeiro a denunciar a trama, ainda no início dos anos 1970, nas páginas do semanário uruguaio Marcha. Desacreditado por sua militância de esquerda, Schilling viu suas denúncias serem corroboradas em meados dos anos 1980 pelo coronel brasileiro Dickson Grael, oficial que apoiou o golpe de 1964, mas, desiludido com os rumos da ditadura, registrou em livro um detalhado depoimento sobre o episódio.

Segundo Grael, a Operação Trinta Horas foi montada no III Exército. À época, o coronel era oficial do Estado-Maior do Quartel-General da 2ª Divisão de Cavalaria, sediada em Uruguaiana, fronteira com a Argentina. Novas declarações vieram a público em janeiro de 2007, quando, em um programa de tevê gaúcho, o general Ruy de Paula Couto, ex-chefe do III Exército, afirmou ter sido o então presidente uruguaio Jorge Pacheco Areco quem solicitou apoio das tropas brasileiras. A coalização de esquerda saiu derrotada da disputa presidencial, mas elegeu cinco senadores, 18 deputados e 51 vereadores. Com o golpe de 1973 no Uruguai, a intervenção foi definitivamente descartada.

“A Frente Ampla se espelhava na Unidade Popular do Chile, com forte discurso anti-imperialista. À época, Allende era a principal ameaça aos EUA no continente, pois chegou ao poder pelo voto, desmistificando a tese de que o socialismo era incompatível com a democracia”, avalia a historiadora Fernandes. “O Brasil insere-se, nesse contexto, como o principal aliado da administração Nixon na América do Sul. Não por acaso, a ditadura brasileira participou ativamente do golpe na Bolívia em 1971 e financiou grupos extrema-direita no Chile para derrubar Allende. Esse telegrama revelado agora mostra como o Brasil exerceu ingerência sobre o Uruguai.”

No informe, Rountree observa um esfriamento das relações entre Brasil e Uruguai por causa do fracasso nas negociações pela libertação do cônsul brasileiro Aloysio Gomide, sequestrado pelos tupamaros em 1970. O diplomata só seria libertado após sete meses de cativeiro, mediante pagamento de resgate pela família. Embora considerasse improvável uma intervenção direta no Uruguai, o diplomata pondera que o Brasil poderia patrocinar um golpe preventivo de Pacheco. “A ajuda provavelmente se daria na forma de armas, treinamento, assistência financeira etc.”

Sobre o desaparecimento de Rubens Paiva, um memorando, datado de 11 de fevereiro de 1971 e assinado pelo diplomata John W. Mowinckel, é taxativo: “Paiva morreu durante o interrogatório, de ataque cardíaco ou de outras causas”. No texto, ele pede ao embaixador para “convencer” o governo brasileiro a “punir ao menos alguns desses responsáveis”. Embora destacasse o episódio como mais um exemplo das táticas “irresponsáveis” da ditadura, Mowinckel parecia mais preocupado com a repercussão do crime nos Estados Unidos. “Quando os fatos vierem à tona, não será possível varrê-los para debaixo do tapete”, observa. “Os pecados do governo brasileiro respingarão sobre nós, causando assim mais um problema no Parlamento e na imprensa para a administração Nixon.”

RIOCENTRO

Em nenhum momento a versão oficial para as bombas do Riocentro convenceu a diplomacia dos EUA. Créditos: Otávio Magalhães – Agência Globo.

Luiz Antônio Dias, chefe do Departamento de História da PUC de São Paulo, observa que o documento foi produzido menos de um mês após a prisão e o desaparecimento de Paiva. À época, o Exército divulgou a versão de que ele havia sido resgatado por um grupo de terroristas durante sua transferência para uma unidade militar. “Ninguém jamais acreditou nessa falácia. Mas, naquele momento, a família ainda tinha esperanças de encontrá-lo vivo. Preso e possivelmente submetido à tortura, mas vivo.”

Somente 15 anos depois surgiram as primeiras revelações sobre o real destino de Paiva, brutalmente assassinado sob a guarda do Estado. Em 1986, o tenente-médico do Exército Amílcar Lobo confirmou à Polícia Federal ter atendido o ex-deputado às vésperas de sua morte. Em seu relato, ele enfatiza que o preso chegou aos seus cuidados em situação deplorável, “na condição de abdome em tábua, o que em linguagem médica pode caracterizar uma hemorragia abdominal”.

Outro telegrama, datado de 30 de setembro de 1969, confirma a prisão de Virgílio Gomes da Silva por agentes da Operação Bandeirante (Oban). Segundo o texto, produzido pelo consulado dos EUA em São Paulo, o militante da Ação Libertadora Nacional “morreu enquanto estava sendo questionado”. A correspondência ressalta que “possivelmente a polícia vai não dar conhecimento público de que ele foi preso”.

Silva havia sido assassinado no dia anterior, aos 36 anos, após ser preso em uma emboscada na Avenida Duque de Caxias, na capital paulista. Encapuzado, foi encaminhado diretamente à sala de tortura, de onde sairia morto após 12 horas de suplício, concluiu a Comissão Nacional da Verdade. Vários presos políticos presenciaram os maus-tratos sofridos por ele e as denunciaram em auditorias militares. Apesar das significativas evidências que atestam as circunstâncias de sua morte, os órgãos de segurança até hoje não se posicionaram de forma clara sobre o caso.

Um relatório do Ministério do Exército, emitido pelo CIE em outubro de 1969, afirma que Silva teria se “evadido” após a prisão. O Serviço Nacional de Informação de São Paulo emitiu outro documento, em 3 de outubro de 1969, afirmando que o “terrorista” Virgílio Gomes da Silva, vulgo “Jonas”, teria falecido após resistir à prisão. Já o Relatório dos Ministérios Militares, emitido em 1993, o aponta como “desaparecido”.

Os EUA também tinham conhecimento da farsa montada pelos militares no atentado do Riocentro, em 1981. “De nosso ponto de vista, não há dúvida de que tanto o sargento Guilherme Pereira do Rosário, morto, e o capitão Wilson Luís Chaves Machado, gravemente ferido, eram os pretensos autores e não as vítimas de um ataque à bomba”, diz um relatório, preparado para o Departamento de Defesa.  “Parece claro que os dois indivíduos, como membros do DOI-Codi, agiam sob ordens oficiais no momento em que a bomba acidentalmente explodiu no carro deles.”

Os norte-americanos nem sequer cogitaram aceitar a versão oficial: “Porta-vozes militares de alta patente anunciam continuamente que os socialistas/comunistas tentam comprometer a abertura política e frustrar os esforços do presidente para desenvolver uma democracia. Isso tem sido repetido tantas vezes que alguns estão começando a acreditar, mesmo que não haja nenhuma evidência para apoiar a acusação”.

Os documentos desclassificados comprovam que os Estados Unidos jamais deixaram de monitorar a situação no Brasil, e sua influência não ficou restrita ao golpe de 1964, avalia Dias: “A violência praticada pelo Estado foi percebida pelos americanos. E eles sabiam que não eram casos isolados perpetrados por alguns ‘desajustados’ dentro do sistema repressivo montado. Por mais que recriminassem os excessos da ditadura, pareciam satisfeitos com o papel desempenhado pelo Brasil na contenção aos movimentos de esquerda, dentro e fora das fronteiras”. 

(*) Carta Capital.

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ago 03 2015

ASSIM SE COMPORTA A “CÂMARA DO SILÊNCIO”

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ASSIM SE COMPORTA A “CÂMARA DO SILÊNCIO”

O fenômeno da perda de importância do legislativo, especialmente as câmaras de vereadores não é exclusivo de Cabo Frio e muito menos da Região dos Lagos, acontece no país inteiro: a hipertrofia do executivo e a anemia do legislativo. Em muitos municípios, entretanto, existem vereadores, que resistem a esta hegemonia, e mesmo em outras cidades da Região dos Lagos se percebe a resistência de minorias articuladas, que brecam o excesso de poder concentrado em mãos dos prefeitos. Não é o que acontece em Cabo Frio, onde a bancada governista corresponde a 100% da câmara. Alguns vereadores ainda tentam enganar a opinião com algumas manifestações tardias de inconformismo, geralmente provocadas por algumas perdas no campo dos interesses pessoais. A maioria, entretanto, é mais pragmática e sabe que esses contorcionismos oratórios pecam, entre outras coisas, pela falta de credibilidade deles vereadores junto à sociedade civil organizada. Ficam então quietinhos votando sempre com o governo e mudos, porque é assim que se faz e se comporta a “câmara do silêncio”.

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ago 03 2015

GASTRONOMIA DA PASSAGEM

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ago 03 2015

NÔMADE ARTES GRÁFICAS

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ago 03 2015

PODE SER DIFERENTE

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PODE SER DIFERENTE

O prefeito aldeense Cláudio Chumbinho tem levado muita cacetada na mídia tipicamente cabofriense e ligada ao prefeito Alair Francisco (PP). O que desperta a ira servil ao “governo sereníssimo”? Algum acerto não cumprido pelo esquema político de sustentação de Chumbinho? Talvez a administração do prefeito, que inovou nas parcerias entre o poder público municipal e o capital privado, atraindo importantes empresas para o seu município. Muitas podem ser as razões, mas certamente uma delas é a demonstração que política pode ser feita de maneira diferente do esquema que está montado em Cabo Frio tem 20 anos.

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ago 03 2015

DISCURSO MAIS APIMENTADO

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DISCURSO MAIS APIMENTADO

Observação de muita gente que participa do cenário político de Cabo Frio. Segundo essas pessoas, que participam direta e indiretamente da vida pública cabofriense, se o deputado Janio Mendes (PDT) quiser mesmo ser candidato a prefeito de Cabo Frio vai ter que colocar o discurso com o mesmo calibre da época em que era vereador. A população, que não aguenta mais a mesmice que domina a política do município exige essa postura de mudança, do político, que não quer dar continuidade a uma situação, que está no cerne de toda a crise ética, em que vive a cidade de Cabo Frio.

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ago 03 2015

SEM EXPRESSÃO POLÍTICA

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SEM EXPRESSÃO POLÍTICA

Como as eleições de 2016 estão bem próximas, a tendência é que os vereadores de Cabo Frio aumentem o número de indicações, moções de aplausos e outras duvidosas honrarias a cabos eleitorais e toda sorte de gente que, de preferência tenha família bem grande. A “câmara do silêncio” não perde oportunidade para agradar a si mesma e tentar projetar, se possível, a reeleição de todos os vereadores: o legislativo municipal é cada vez mais um poder sem expressão política e caudatário do executivo comandado pelo “prefeito sereníssimo”.

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ago 03 2015

BÚZIOS EM PAUTA

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BRIGITE-BARDOT-ESTATUA

De olho nas poltronas

O número de candidatos a sentar nas macias poltronas da Câmara de Vereadores cresce dia a dia: a relação candidatos e vagas em Búzios deve ser uma das maiores no estado. Um autêntico vestibular.

Eleição mais difícil

Gente experimentada na vida política diz, sem pestanejar, que a eleição mais dura e difícil que existe é a de vereador. Muitos candidatos, famílias envolvidas, gerando grande entrelaçamento de interesses.

Quem fica e quem sai

Na medida em que o processo eleitoral vai se aproximando muita gente começa a fazer as contas, tentando analisar, na Câmara, quem tem chance de voltar a sentar nas confortáveis poltronas a partir de 2017.

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O desgaste

O desgaste do governo de André Granado (PSC) junto à população tem se solidificado, mesmo o governo fazendo inauguração até em aniversário de criança. O clima não está nada bom na administração e alguns vereadores da base começam a pular do barco.

Pulando fora?

Todo vereador, quando senta naquela macia poltrona, só pensa numa coisa: como vou fazer para me reeleger? Ser vereador da base governista é muito bom, desde que a imagem do governo não seja tão ruim a ponto de atrapalhar o sonho de reeleição do vereador. Quando isso acontece, o vereador pula fora.

Assessoria de luxo

Assessoria de primeira é aquela feita pela jornalista Alessandra Amantea, servidora concursada e responsável pela comunicação social, da Câmara de Vereadores de Búzios: coisa rara no universo da mídia local.

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Mirinho, encorpando o PDT

As notícias que estão correndo soltas em Búzios deixaram Mirinho Braga em estado de graça. O líder pedetista resolveu acelerar a reformatação do PDT, modernizando e encorpando o partido para enfrentar as eleições de 2016.

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Vai acontecer?

A lei do vereador Gugu de Nair (PT do B) aprovada antes do recesso parlamentar procura melhorar e agilizar o atendimento a população nas agências bancárias, agências dos correios e casas lotéricas. É uma boa lei, mas que vai exigir muita fiscalização por parte do executivo. Vai acontecer?

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Articulação política

O vereador e presidente da Câmara, Henrique Gomes (PP) tem se revelado como articulador político, mantendo a relação institucional com o prefeito André Granado (PSC), mas ampliando as relações com todas as correntes políticas da Casa: a publicação dos Boletins Oficiais é um exemplo claro de um ganho político de Henrique Gomes.

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ago 03 2015

ANGÚSTIA – Anton Tchekhov

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Anton Tchekhov (*)

ANGÚSTIA

A quem confiar minha tristeza?(1)

Crepúsculo vespertino. Uma neve úmida, em grandes flocos, remoinha preguiçosa junto aos lampiões recém-acesos, cobrindo com uma camada fina e macia os telhados das casas, os dorsos dos cavalos, os ombros das pessoas, os chapéus. O cocheiro Iona Potapov está completamente branco, como um fantasma. Encolhido o mais que pode se encolher um corpo vivo, está sentado na boléia, sem se mover.

 Tem-se a impressão de que, mesmo que caísse sobre ele um montão de neve, não consideraria necessário sacudi-la… Seu rocim está igualmente branco e imóvel. Graças a sua imobilidade, à angulosidade das formas e à perpendicularidade de estaca de suas patas, parece mesmo, de perto, um cavalinho de pão-de-ló de um copeque. Seguramente, ele está imerso em meditação.

Não pode deixar de meditar quem foi arrancado do arado, da paisagem cinzenta e familiar, e atirado nessa voragem, repleta de luzes monstruosas, de um barulho incessante e de gente correndo…

Faz muito tempo que Iona e seu rocim não se mexem do lugar. Saíram de casa ainda antes do jantar, e, até agora, não apareceu trabalho. Mas, eis que a treva noturna desce sobre a cidade. A palidez das luzes dos lampiões cede lugar a cores vivas e a confusão das ruas torna-se mais barulhenta.

- Cocheiro, para a Víborgskaia! – ouve Iona. – Cocheiro!

Estremece e vê, através das pestanas cobertas de neve, um militar de capote com capuz.

- Para a Viborgskaia! – repete o militar. – Está dormindo? Para a Víborgskaia!

Em sinal de consentimento, Iona puxa as rédeas, e a neve cai em camadas de seus ombros e do dorso do cavalo…

O militar senta-se no trenó. O cocheiro faz ruído com os lábios, estende o pescoço à feição de cisne, ergue-se um pouco e agita o chicote, mais por hábito que por necessidade. O cavalinho estica também o pescoço, entorta as pernas, que parecem estacas, e desloca-se com indecisão…

- Onde vai, demônio?! – ouve, logo depois, Iona exclamações partidas da massa escura de gente, que se desloca em ambos os sentidos. – Para onde te empurram os diabos? Mantenha-se à direita!

- Não sabe dirigir! Olha a direita – zanga-se o militar.

O cocheiro de uma carruagem solta impropérios; um transeunte, que atravessou a rua correndo e chocou-se com o ombro contra a cara do rocim, lança um olhar rancoroso e sacode a neve da manga. Na boléia, Iona parece sentado sobre alfinetes e aponta com os cotovelos para os lados; seus olhos tontos perpassam pelas coisas, como se não compreendesse onde se encontra e o que está fazendo ali.

- Que gente canalha! – graceja o militar. – Eles se esforçam em chocar-se contra você ou cair embaixo do cavalo.

Combinaram isso.

Iona volta-se para o passageiro e move os lábios…

Sem dúvida, quer dizer algo, mas apenas uns sons vagos lhe saem da garganta.

- O quê? – pergunta o militar.

Iona torce a boca num sorriso, faz um esforço com a garganta e cicia:

- Pois é, meu senhor, assim é… perdi um filho esta semana.

- Hum!… De que foi que morreu?

Iona volta todo o corpo na direção do passageiro e diz:

- Quem é que pode saber! Acho que foi de febre… Passou três dias no hospital e morreu… Deus quis.

- Dá a volta, diabo! – ressoa nas trevas uma voz. – Não está mais enxergando, cachorro velho? É com os olhos que tem que olhar!

- Anda, anda… – diz o passageiro. – Assim, não chegamos nem amanhã. Mais depressa!

O cocheiro estica novamente o pescoço, ergue-se um pouco e agita o chicote, com uma graciosidade pesada. Depois, torna a olhar algumas vezes para o passageiro, mas este fechou os olhos e parece pouco disposto a ouvir. Depois de deixá-lo na Víborgskaia, pára diante de uma taverna, encurva-se sobre a boléia e fica novamente imóvel… A neve molhada torna a pintá-lo de branco, juntamente com o rocim. Decorre uma hora… outra…

Três jovens passam pela calçada, fazendo muito barulho com as galochas e trocando impropérios: dois deles são altos e magros, o terceiro é pequeno e corcunda.

- Cocheiro, para a Ponte Politzéiski! – grita o corcunda, com voz surda. – Damos vinte copeques… os três!

Iona sacode as rédeas e faz ruído com os lábios. Vinte copeques são um preço inadequado, mas, agora, pouco lhe importa o preço… Tanto faz seja um rublo ou cinco copeques, contanto que haja passageiros… Empurrando-se e soltando palavrões, os jovens acercam-se do trenó e sobem para os assentos, os três ao mesmo tempo. Começam a discutir a questão: dois deles irão sentados, e quem vai ficar de pé?

Depois de uma longa troca de insultos, manhas e recriminações, chegam à conclusão de que o corcunda é quem deve ficar de pé, por ser o menor.

- Bem, faz o cavalo andar! – grita com voz trêmula o corcunda, ajeitando-se de pé e soprando no pescoço de Iona. – Dá nele! Que chapéu você tem, irmão! Não se encontra um pior em toda Petersburgo…

- Hi-i… hi-i… – ri Iona. – Assim é…

- Ora, você assim é, bate no cavalo! Vai andar desse jeito o tempo todo? Sim? E se eu te torcer o pescoço?

- Estou com a cabeça estalando… – diz um dos moços compridos. – Ontem, em casa dos Dukmassov, eu e Vaska(2) tornamos quatro garrafas de conhaque.

Não compreendo para que mentir! – irrita-se o outro moço comprido. – Mente como um animal.

- Que Deus me castigue, é verdade…

- Tão verdade como um piolho tossindo.

- Hi-i! – ri Iona entre dentes. – Que senhores alegres!

- Irra, com todos os diabos!… – indigna-se o corcunda. – Você vai andar ou não, velha peste? É assim que se anda? Estala o chicote no cavalo! Eh, diabo! Eh! Dá nele!

Iona sente, atrás de si, o corpo agitado e a voz trêmula do corcunda. Ouve os insultos que lhe são dirigidos, vê gente, e o sentimento de solidão começa, pouco a pouco, a deixar-lhe o peito. O corcunda continua os impropérios e, por fim, engasga com um insulto rebuscado, descomunal, e desanda a tossir. Os moços compridos começam a falar de uma certa Nadiejda Pietrovna. Iona volta a cabeça para olhá-los. Aproveitando uma pausa curta, olha mais uma vez e balbucia:

- Esta semana… assim, perdi meu filho!

- Todos vamos morrer. – suspira o corcunda, enxugando os lábios, após o acesso de tosse. – Bem, bate nele, bate nele! Minha gente, decididamente, não posso continuar andando assim! Esta corrida não acaba mais?

- Você deve animá-lo um pouco… umas pancadas no pescoço!

- Está ouvindo, velha peste? Vou te moer o pescoço de pancada! Não se pode fazer cerimônia com gente como você, senão é melhor andar a pé! Está ouvindo, Zmiéi Gorínitch(3)? Ou você não se importa com o que a gente diz?

E Iona ouve, mais que sente, os sons de uma pancada no pescoço.

- Hi-i… – ri ele. – Senhores alegres… que Deus lhes dê saúde!

- Cocheiro, você é casado? – pergunta um dos compridos.

Eu? Hi-i… que senhores alegres! Agora, só tenho uma mulher, a terra fria… Hi-ho-ho… O túmulo, quer dizer!… Meu filho morreu, e eu continuo vivo… Coisa esquisita, a morte errou de porta… Em vez de vir me buscar, foi procurar o filho…

E Iona volta-se, para contar como lhe morreu o filho, mas, nesse momento, o corcunda solta um suspiro de alívio e declara que, graças a Deus, chegaram ao destino. Tendo recebido vinte copeques, Iona fica por muito tempo olhando os pândegos, que vão desaparecendo no escuro saguão. Está novamente só e, de novo, o silêncio desce sobre ele… A angústia que amainara por algum tempo torna a aparecer, inflando-lhe o peito com redobrada força. Os olhos de Iona correm, inquietos e sofredores, pela multidão que se agita de ambos os lados da rua: não haverá, entre esses milhares de pessoas, uma ao menos que possa ouvi-lo? Mas a multidão corre, sem reparar nele, nem na sua angústia… Uma angústia imensa, que não conhece fronteiras. Dá a impressão de que, se o peito de Iona estourasse e dele fluísse para fora aquela angústia, daria para inundar o mundo e, no entanto, não se pode vê-la. Conseguiu caber numa casca tão insignificante, que não se pode percebê-la mesmo de dia, com muita luz…

Iona vê o zelador de uma casa, carregando um embrulho, e resolve travar conversa.

- Que horas são, meu caro? – pergunta.

- Mais de nove… Por que você parou aqui? Passa!

Iona afasta-se alguns passos, torce o corpo e entrega-se à angústia… Considera já inútìl dirigir-se às pessoas. Mas, decorridos menos de cinco minutos, endireita-se, sacode a cabeça, como se houvesse sentido uma dor aguda e puxa as rédeas… Não pode mais.

“Para casa”, pensa, “para casa”.

E o cavalinho, como se tivesse compreendido seu pensamento, começa a trotar ligeiramente. Uma hora e meia depois, Iona está sentado junto ao fogão grande e sujo. Há gente roncando em cima do fogão, no chão e sobre os bancos. O ar é abafado, sufocante… Iona olha para os que dormem, coça a cabeça e lamenta haver voltado tão cedo para casa…

“Não ganhei nem para a aveia”, pensa. “Daí essa angústia. Uma pessoa que conhece o ofício… que está bem alimentada e tem o cavalo bem nutrido também, está sempre calma…”

Num dos cantos, levanta-se um jovem cocheiro, funga, sonolento, e arrasta-se para o balde d’água.

- Ficou com sede? – pergunta Iona.

- Com sede, sim!

- Bem… Que lhe faça proveito… Pois é, irmão, e eu perdi um filho… Está ouvindo? Foi esta semana, no hospital… Que coisa!

Iona procura ver o efeito que causaram suas palavras, mas não vê nada. O jovem se cobriu até a cabeça e já está dormindo. O velho suspira e se coça… Assim como o jovem quis beber, assim ele quer falar. Vai fazer uma semana que lhe morreu o filho e ele ainda não conversou direito com alguém sobre aquilo… É preciso falar com método, lentamente…

É preciso contar como o filho adoeceu, como padeceu, o que disse antes de morrer e como morreu… É preciso descrever o enterro e a ida ao hospital, para buscar a roupa do defunto. Na aldeia, ficou a filha Aníssia… É preciso falar sobre ela também… De quantas coisas mais poderia falar agora? O ouvinte deve soltar exclamações, suspirar, lamentar… E é ainda melhor falar com mulheres. São umas bobas, mas desandam a chorar depois de duas palavras.

“É bom ir ver o cavalo”, pensa Iona. “Sempre há tempo para dormir…”

Veste-se e vai para a cocheira, onde está seu cavalo. Iona pensa sobre a aveia, o feno, o tempo… Estando sozinho, não pode pensar no filho… Pode-se falar sobre ele com alguém, mas pensar nele sozinho, desenhar mentalmente sua imagem, dá um medo insuportável…

Está mastigando? – pergunta Iona ao cavalo, vendo seus olhos brilhantes. – Ora, mastiga, mastiga… Se não ganhamos para a aveia, vamos comer feno… Sim… Já estou velho para trabalhar de cocheiro… O filho é que devia trabalhar, não eu… Era um cocheiro de verdade… Só faltou viver mais…

Iona permanece algum tempo em silêncio e prossegue:

- Assim é, irmão, minha egüinha… Não existe mais Kuzmá Iônitch… Foi-se para o outro mundo… Morreu assim, por nada… Agora, vamos dizer, você tem um potrinho, que é teu filho… E, de repente, vamos dizer, esse mesmo potrinho vai para o outro mundo… Dá pena, não é verdade?

O cavalinho vai mastigando, escuta e sopra na mão de seu amo… Iona anima-se e conta-lhe tudo…

_____________________________________________________________________________

(1). Versículo de um canto da Igreja Russa.

(2). Diminutivo de Vassíli.

(3). Nas lendas russas, um dragão que repreeenta o mal. No entanto, o nome Gorínitch dá também idéia de tristeza, aflição.

(1886).

Tradução: Boris Schnaidermann

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ago 02 2015

A FALTA DE RESPEITO COM A LAGUNA DE ARARUAMA

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As fotos, da leitora Sandra Sant’Anna Mureb, feitas nesta tarde do dia 2, mostram que o esgoto  ”in natura” continua sendo jogado na Laguna de Araruama. O que o Shopping Park Lagos, a Prefeitura de Cabo Frio e a Prolagos tem a dizer.

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As fotos mostram o entorno do Shopping Park Lagos.

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ago 01 2015

PERÍODO DE DEFESO

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ago 01 2015

REVISTA NOSSA TRIBO

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ago 01 2015

MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO – 400 ANOS DE HISTÓRIA

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MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO – 400 ANOS DE HISTÓRIA

Aconteceu ontem, a partir das 17:30h, a cerimônia de entrega à comunidade, da belíssima reforma e restauração do grande patrimônio histórico, cultural e religioso, representado pela Matriz de Nossa Senhora da Assunção. Presentes no evento o prefeito Alair Francisco, que se retirou antes da Missa, o comandante do 25º BPM, tenente-coronel Rui França e o deputado Janio Mendes, que fez a leitura e descrição do Brasão Comemorativo dos 400 anos da Matriz de Nossa Senhora da Assunção.

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jul 31 2015

O 4º CENTENÁRIO DA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

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O 4º CENTENÁRIO DA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

A comunidade católica e a população de Cabo Frio receberam na noite de hoje a reforma e restauração da Matriz Histórica de Nossa Senhora da Assunção que, junto com a cidade completa 400 anos. A ação da Igreja contrasta com a inércia e a falta de criatividade da prefeitura e da sua secretaria de cultura, que até agora não disse a que veio, na comemoração do 4º Centenário.

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jul 31 2015

JORNAL NÁUTICO CONVÉS

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jul 31 2015

JOSÉ BONIFÁCIO É O CANDIDATO DO PDT, EM ARRAIAL DO CABO

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JOSÉ BONIFÁCIO É O CANDIDATO DO PDT, EM ARRAIAL DO CABO

O PDT de Arraial do Cabo escolheu seu candidato a prefeito, o presidente estadual do partido José Bonifácio Novellino, nome dos mais expressivos da história política, na Região dos Lagos. A escolha se deu depois de uma série de debates dentro do partido, envolvendo nomes como do ex-prefeito Henrique Melman.

 

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jul 31 2015

SÓ OS OTÁRIOS ACREDITAM

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SÓ OS OTÁRIOS ACREDITAM

“Meu coração está no PC do B, mas vou me filiar ao PP, por causa do tempo de televisão da propaganda eleitoral, que é muito importante para a eleição”. Alair Corrêa, em 2012.

Hoje o prefeito anuncia, que vai liberar da sua base eleitoral seus aliados de 2012. Irá abrir mão do PSDB de Silas, que é o maior partido da sua base? Também não mais contará com o PR, de Walmir Porto e Paulo Cesar? E o PRB de Dirlei Pereira, também vai sair? Com isso Alair perde 2/3 do seu tempo de tv e com 10 candidatos ficará com apenas 2 minutos para a propaganda na TV. É para levar a sério, mais esse factoide? Só os otários acreditam numa dessa.

OPOSIÇÃO? NEM CACOETE!

Pelo menos em termos de partido, a oposição na “câmara silêncio” ganha reforços. São os vereadores do PSDB, PR e PRB, Wanderlei Bento, Paulo Henrique e Doutor Jasmim. Com a pré-candidatura de Silas (PSDB), Paulo Cesar e Walmir Porto (PR) e também Dirlei (PRB), a base do governo na câmara fica menor. Qualquer pessoa com o mínimo de discernimento vai morrer de rir, imaginando essa turma fazendo oposição. Eles não têm nem cacoete.

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jul 31 2015

VALE CONFERIR?

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VALE CONFERIR?

O veículo Santanna, da Marinha, continua na manhã de ontem, quinta-feira, 30, na área antes frequentada pelo carro da Guarda Municipal. O que faz ali o veículo da indômita Marinha do Brasil? Ora, dentro da mesma esfera não custa nada fazer outra pergunta: será que o secretário municipal de ordem pública, o bravo Renato Vianna, tem coragem de multar e rebocar o carro da Marinha do Brasil? É questão de conferir!

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jul 31 2015

CÂMARA TOMA A BENÇÃO AO PREFEITO

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CÂMARA TOMA A BENÇÃO AO PREFEITO

Os nobres vereadores poderiam ter um raio de ação bem maior, mas não tem porque não querem e não podem, porque significaria trabalhar contra os seus próprios interesses. Portanto, o que o presidente da Casa disse, em acesso de sinceridade ou mesmo descuido, a “câmara do silêncio” é o 2º Poder. Com efeito, nem poder é, porque no dia a dia abre mão de quase todas as suas prerrogativas para tomar a benção ao distinto e ínclito prefeito Alair Francisco e a qualquer outro, que venha sentar na cadeira (não seria poltrona?) de gestor da cidade de Cabo Frio.

E MAIS NADA

A “câmara do silêncio” continua sem respeitar a opinião pública, em Cabo Frio. A administração do “Doutor” Alair é considerada caótica pela população, que não encontra nos vereadores nenhuma resposta e muito menos indignação. Apesar de uma bagunça governamental generalizada, os vereadores são incapazes de exercerem seus mandatos como fiscais da sociedade. Os interesses pessoais falam mais alto e hoje fica claro, que os vereadores se representam e mais nada.

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jul 31 2015

LIXO – POR QUE NÃO?

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LIXO – POR QUE NÃO?

A chamada “Questão do Lixo”, em Cabo Frio continua, no governo do “Doutor” Alair, na mesma situação em que estava no governo do “Doutor” Marquinho. Nenhum dos dois e muitos menos os nobres vereadores se dispuseram a tocar, sequer roçar na “Questão do Lixo”, no município. Quem olha para os preços praticados imagina por que os “nossos” políticos não resolvem trabalhar sobre o problema, o que numa época de crise, que eles mesmos fazem questão de frisar a todo o momento, representaria uma baita economia para as “combalidas” finanças públicas. Por que não o fazem?

 

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jul 31 2015

AS CHANCES MELHORARAM

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jul 31 2015

BÚZIOS EM PAUTA

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Apontando o dedo

O vereador Felipe Lopes, sempre tão ansioso para apontar o dedo e fazer inúmeras acusações, como uma metralhadora giratória, bem que poderia explicar a origem de suas relações com o deputado Eduardo Cunha, o prefeito de Itaboraí Helil Cardozo e o vice-prefeito de Cabo Frio, Silas Bento.

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Vocabulário chulo

As eleições de 2016 prometem sem qualquer indulgência, se apresentarem como as de vocabulário mais chulo da curta história de Búzios como município. O nível das acusações em 2015 é tão baixo, que 2016 até assusta para quem gosta de manter o nível de civilidade nas relações políticas.

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Divisor de águas

Quem conhece a política buziana acredita piamente que mais uma vez, apesar de inúmeros candidatos, que se apresentam, a tendência será a polarização tendo Mirinho Braga (PDT) como divisor de águas. O ex-prefeito buziano é o principal líder político da cidade e considerado o único capaz de recolocá-la nos eixos.

Que “novo” é este?

Com um discurso do “novo”, o vereador Felipe Lopes tem buscado apoio de velhas raposas da política buziana, recentemente foi visto saindo do Porto Veleiro, de propriedade do senhor Kadú Bueno empresário do setor náutico e personagem mal visto pelos pescadores da cidade.

Novo abrigo?

Assessores de Paulo Melo que estão firmes na candidatura, de Felipe Lopes, a prefeito de Búzios, garantem que o deputado vai colocar o PMDB de Búzios nas mãos do vereador que está de saída do PDT e procura, com urgência, um partido para se abrigar.

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Furando fila

O ex-vereador Evandro Oliveira declarou guerra a Felipe Lopes. O ex-vereador, que um dia sonhou em ser prefeito de Búzios, acredita que Felipe está tentando “furar a fila” e que não poderia ser candidato, em 2016.

MANOEL-EDUARDO-MARRECO

Carta do ex-vereador Marreco (Manoel Eduardo da Silva)

Aos senhores vereadores de Armação dos Búzios, em face da falta do quadro formal de direção em nosso Hospital Municipal, tive dificuldades de obter as informações desejadas em relação ao Gerador de Energia daquela unidade, (patrimônio Público), adquirido por R$ 75.000,00 (setenta mil reais) e que foi substituído por um outro, alugado por uma empresa no Município de Macaé ao valor de R$ 6.000,00 e realocado ao nosso Município ao valor de R$ 14.000,00 no início de abril de 2013. Diante das prerrogativas de Vossas Excelências, pedimos que requeiram a senhora secretária municipal de saúde Raquel Soares de Addad e ao prefeito as devidas informações: Qual a empresa que realocou o gerador? Qual o endereço da empresa? Qual o valor mensal da relocação? Por qual período foi realocado? Qual o número do procedimento administrativo que deu origem ao contrato desta relocação? O que foi feito com o gerador substituído (patrimônio do município)? Aonde ele se encontra? Manoel Eduardo da Silva – Marreco – ex-vereador de Búzios.”

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