fev 09 2018

NOTÍCIA & OPINIÃO

Published by at 5:20 under Jornalismo

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Quais os objetivos da obra?

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A movimentação de máquinas na área da Ilha do Japonês, com evidências de aterramento para a construção de estacionamento e outros empreendimentos ainda não definidos tem licenças do Inea e da prefeitura de Cabo Frio. A população não gostou e está de olho para verificar quais os reais objetivos da obra.

Rafael exige apresentação das licenças.

RAFAEL_PECANHA_12

O único vereador a se manifestar foi Rafael Peçanha (PDT), que requereu junto à coordenadoria municipal do meio ambiente, leia-se Eduardo Pimenta, a apresentação das licenças para que a obra seja realizada. O restante da câmara encontra-se em ‘silêncio obsequioso’. Será em função do Carnaval ou está querendo seguir a anterior?

Quem vai dar explicações?

CLAUDIO_BASTOS_1 EDUARDO_PIMENTA MARQUINHO_MENDES12

No caso do aterramento das áreas na Ilha do Japonês, seja para qualquer empreendimento, estacionamentos ou de qualquer outra natureza, a prefeitura deve explicações claras a sociedade. No caso da prefeitura leia-se o secretário do desenvolvimento/planejamento, Cláudio Bastos (PRB) e o coordenador municipal do meio ambiente, Eduardo Pimenta e obviamente o prefeito Marquinhos Mendes (MDB).

Cadê a transparência?

Até hoje a questão dos estacionamentos não foi bem explicada pela prefeitura de Cabo Frio. É preciso transparência com a grana auferida pelos estacionamentos públicos e seguir o que determina a Lei Orgânica Municipal – LOM. Pela LOM a grana dos estacionamentos deveria ir para as entidades reconhecidamente filantrópicas com sede em Cabo Frio.

População desatenta?

Esse tipo de ação, que fere o interesse público, geralmente acontece em datas em que a população está com os olhos voltados para outras coisas. Tipo véspera de “réveillon”, Natal e Carnaval. Não deu outra, aconteceu mais uma vez, tentando deixar a população “chupando dedo”.

No grito!

Ontem, quinta-feira, foi dia de pagamento aos servidores da Comsercaf e também da Agrisa, na Agência do Bradesco na Praça Porto Rocha. Em meio a uma infinidade de clientes o sistema eletrônico falhou e os caixas tiveram que chamar no grito. Foi uma loucura.

Uma zona!

Passados cerca de 30 anos da criação do calçadão, na Rua Erico Coelho, no governo de José Bonifácio (PDT), centro da cidade, em Cabo Frio, o que se vê é uma zona, isto é, bagunça sem qualquer qualificação. O calçadão está inteiramente deteriorado.

Outra face.

Não se imaginava um governo com tamanha inabilidade política, em Cabo Frio. A prefeitura de Marquinhos Mendes (MDB) descontentou a todos os sindicatos de representação dos servidores municipais e olha, que muitas das lideranças apoiaram o prefeito nas eleições de outubro de 2016.

Todo castigo é pouco?

Muitos observadores e gozadores da vida política e eleitoral de Cabo Frio repetem velho ditado popular, dizendo que “todo castigo é pouco”. A observação é feita sobre a atitude de algumas lideranças sindicais, que apoiaram Marquinhos Mendes (MDB) e esvaziaram propositalmente assembleias e passeatas dos servidores. Como fica a cara agora?

Quem sabe?

Quem sabe os cabofrienses finalmente aprendem que discursos vazios, sorriso fácil grudado no rosto não são sinônimos de boa administração? Muitos tentam culpar os pobres, mas os mapas da justiça eleitoral permitem dizer que são os eleitores do centro da cidade os que mais são seduzidos pelas vantagens oferecidas pelos políticos em campanha.

 


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