abr 21 2017

CHEGA DE INTOLERÂNCIA!

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TERREIROS


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abr 21 2017

ATO EM CABO FRIO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA – 28 DE ABRIL – 15 HORAS – PRAÇA PORTO ROCHA

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PREVIDENCIA


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abr 21 2017

ANTÔNIO DE GASTÃO – MEMÓRIA É TRABALHO

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AG-1

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abr 21 2017

“CABO FRIO: PATRIMÔNIO DESCONHECIDO DO BRASIL”

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BARRA-1

O Cereall Gourmet e a Rede Rio Astronomia, com apoio do MART-Ibram, da Universidade Estácio de Sá, do Convention & Visitors Bureau e da UERJ, realizam palestra gratuita, dia 22 de abril, às 17h30, para apresentar novas formas de percepção do patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental presentes na cidade de Cabo Frio. O evento faz parte da celebração do Global Astronomy Month – GAM. Em seguida acontecerá observação planetária dos astros, com auxílio de telescópio, e monitorada por um astrônomo, no Museu de Arte Religiosa e Tradicional, antigo convento Nossa Senhora dos Anjos.

A partir do aniversário da descoberta do Brasil, 22 de abril, a palestra “Cabo Frio: Patrimônio Desconhecido do Brasil” convida os participantes à reflexão de como podemos nos apropriar da riqueza patrimonial cabo-friense e assim enriquecer não apenas nossa vivência particular e coletiva nessa que é a “capital” da Região dos Lagos, como também sugerir possibilidades de negócios e investimentos. Público alvo: alunos, professores e interessados nas questões históricas e patrimoniais de um modo geral, assim como comerciantes e empresários.

A palestra acontece às 17h30, no espaço de eventos Cereall Gourmet Restaurante, que fica à Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio. E a observação planetária dos astros em evidência, no gramado do antigo convento Nossa Senhora dos Anjos, às 19 horas. Para participar do evento é só levar 2 quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a APAE em Cabo Frio. Vagas limitadas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site http://cereallgourmet.com.br, ou pelo telefone (22) 2629-6739.

 


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abr 21 2017

JORNAL DO TOTONHO

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JORNALDOTOTONHO_5


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abr 20 2017

EDITORIAL – ANSIEDADE E PREOCUPAÇÃO CONTINUAM NO GOVERNO DO PMDB.

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EDITORIAL_VERDE

TSE-1

Apesar de ter vencido ontem no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), o que gerou festejos, não se sabe exatamente a razão, na mídia local (só faltou o foguetório), o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) não respirou aliviado. A vitória aqui no Estado do Rio era esperada e por placar avantajado, o que aconteceu.

O problema maior do político cabofriense ainda está pendente, entre tantas questões jurídicas, que responde a muitos quilômetros daqui, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília.

Na capital federal as relações político-jurídicas são bem mais complicadas e o momento não é nada bom para os políticos, que estão vendo a rejeição da sociedade ao “foro privilegiado”. O próprio prefeito Marquinhos Mendes foi usado pelo ministro Luís Roberto Barroso (daí a expressão “Efeito Barroso”) para exemplificar o mau uso do “foro privilegiado”.

O processo, cuja relatora é a ministra do STF, Rosa Weber, considerada muito dura, deve ser julgado na próxima semana, mais exatamente na terça-feira.

A ansiedade e preocupação do governo continuam.


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abr 20 2017

A PREOCUPAÇÃO TOMOU CONTA DO GOVERNO DE MARQUINHOS

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RP-1

A preocupação tomou conta do governo de Marquinhos Mendes (PMDB). Consta que o próprio prefeito pediu ao ex-procurador geral do município, o advogado Carlos Magno para entrar como interessado no mandato de segurança que os vereadores Oseias Couto e Rafael Peçanha assinaram para derrubar a votação que anulou a rejeição de contas dele Marquinhos Mendes (PMDB).

 RAFAEL_PECANHA OSEIAS_COUTOAQUILES_BARRETO

No mandado de segurança, o presidente da câmara de vereadores Aquiles Barreto (Solidariedade) que, além de parente é também aliado político do prefeito de Cabo Frio, é réu. Caso Marquinhos Mendes (PMDB) seja afastado, quem assume e convoca novas eleições é justamente o presidente do legislativo municipal.


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abr 20 2017

TIA ZUZU

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ZUZU

01 – A Ilha do Japonês recebe número de visitantes muito acima de sua capacidade. É preciso normatizar para que um patrimônio tão importante não se perca.

02 – O nervosismo e a ansiedade do prefeito de Cabo Frio não passaram despercebidos pelas “paredes murmurantes” do Palácio Tiradentes. O mandato de deputado federal teria sido bem mais tranquilo.

03 – Eita!!! Os ex-secretários, assessores e outros saudosos da “Era Alair Corrêa” estão todos nas redes sociais, posando de vestais, criticando a corrupção e defendendo o ex-vereador Adriano Moreno (REDE).

04 – A turma que perdeu os gordos empregos (não está se falando de trabalho) com o fim da “Era Alair Corrêa” e não foi aproveitada no atual governo está desesperada e não poupa o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB).

ADRIANO-ALAIR

05 – A turma de Alair Corrêa (PP) encontrou no ex-vereador Adriano Moreno (REDE) o que considera ser a “tábua de salvação”. Na medida em que os meses vão passando o “bico” vai abrindo e muita gente pula fora.

06 – A Biblioteca Walter Nogueira, novamente está em prédio alugado, embora a antiga casa de Carlinhos Massa tenha sido desapropriada, justamente para abrigá-la. Será o destino a sua transformação em biblioteca itinerante? E se a prefeitura atrasar o aluguel, vai ser despejada novamente?

07 – Muita gente de Cabo Frio deu risadas com a afirmação de Marquinhos Mendes, que a firma contratada, na emergência, conseguiu trocar cerca de 4 mil lâmpadas. Ontem no café um dizia, que o seu bairro está parecendo mais casa de vampiro, tal a escuridão.

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08 – Na entrevista que o prefeito de Cabo Frio deu na InterTV algum jornalista poderia ter perguntado por que é uma firma de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, está cuidando da iluminação pública na cidade.

09 – Ficaram famosas em Cabo Frio as “entrevistas coletivas” dadas pelo velho morubixaba, quando prefeito. De entrevistas não tinham nada. O prefeito falava “pelos cotovelos”, dava broncas nos jornalistas e ainda saía aplaudido freneticamente pelos profissionais de imprensa.

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10 – Muita gente tem perguntado ao editor do Jornal do Totonho sobre o livro de Charles Fourier, o Guia dos Cornudos. É gente temerosa de ser reconhecida dentro de um dos modelos estabelecidos pelo pensador francês. Que tal o ‘cornudo prévio ou antecipado’? Ou ainda o ‘imaginário’, “é o que não sendo ainda, já se desola….”

 


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abr 20 2017

FECHADA A RAMPA QUE SUJAVA A AREIA DA PRAIA DO FORTE.

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RAMPA-ANTONIO-ANGELO-1

MURETA-AA

A coordenadoria municipal de meio ambiente, finalmente acatou pedido do Ministério Público que vinha desde administração do Doutor Alair Corrêa (PP). A degradante e fatídica rampa, que pela gozação do povão ganhou o apelido de Rampa Antônio Ângelo, justamente um dos que mais se empenhou para que ela fosse fechada. A rampa permitia mais um acesso à Praia do Forte e contribuía para sujar a areia do cartão postal de Cabo Frio.

 


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abr 20 2017

A ÁRVORE DA AMIZADE – Luiz Antônio N. Guia.

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CRO_E_POE_VERDE

ARVORE

Em pleno coração da Praça Porto Rocha era alvo de piadas um pé de árvore, ou melhor, um galho mal ajambrado, chamado de “árvore da amizade”. Doado por alguma instituição era plantado e replantado a cada nova cerimônia, que acontecia anualmente, no “Dia da Árvore”. Imagino que sempre sob os auspícios de algum político, em geral, o prefeito da vez.

O problema é que a “árvore da amizade” nunca cresceu e floresceu o que fez surgir o boato que o galho não pegava pra valer, porque tinha sido plantado e regado pelas mãos dos políticos, os “seca pimenteiras”, como sempre os principais alvos das fofocas da terra.O fato é que durante muitos anos aquela coisa mirrada ia fenecendo até que morria de vez.

Em discurso enfezado um vereador exigiu que o prefeito determinasse ao chefe da “briosa” Guarda Municipal que vigiasse a recém-nascida para que pudesse atingir a adolescência e por fim a maturidade. O inventivo vereador, de espírito udenista, fã ardoroso de Carlos Lacerda, estava convencido que a árvore era sabotada pelos comunistas para apoquentar o prefeito da ocasião, ardoroso membro da Arena, o partido do coração dos militares: “a mais pura subversão”, enfatizou aos berros, do alto da tribuna da câmara, mais vermelho que a bandeira do “partidão”.

De nada adiantou. Plantava-se a árvore, ou melhor, o galho, sob os acordes dos dobrados da “furiosa”, discursos empolgados de “dessa vez vai”, rezas pressurosas, algumas contritas, da legião das “filhas de Maria” e em horários diferentes para não dar confusão no pedaço, um renomado pai de santo e um pastor interessado numa candidatura a vereador. Todo o aparato político-religioso e militar não surtiu efeito.

A “árvore da amizade” nunca vingou.

Mais tarde sucessivos prefeitos foram transformando a praça em cemitérios de concreto onde não havia lugar para árvores de espécie alguma, principalmente a da “amizade”.

TOTONHO-CHARME

Luiz Antônio N. Guia.


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abr 20 2017

ATO EM CABO FRIO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA – 28 DE ABRIL – 15 HORAS – PRAÇA PORTO ROCHA.

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PREVIDENCIAATO


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abr 20 2017

ANTÔNIO DE GASTÃO – MEMÓRIA É TRABALHO.

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abr 20 2017

“CABO FRIO: PATRIMÔNIO DESCONHECIDO DO BRASIL”

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BARRA-1

“CABO FRIO: PATRIMÔNIO DESCONHECIDO DO BRASIL”

No Mês Global da Astronomia, palestra com o geógrafo Rodrigo Fernandes, membro do Programa de pós graduação da PPGEO-UERJ, e observação planetária com o astrônomo Marcelo Fernandes.

O Cereall Gourmet e a Rede Rio Astronomia, com apoio do MART-Ibram, da Universidade Estácio de Sá, do Convention & Visitors Bureau e da UERJ, realizam palestra gratuita, dia 22 de abril, às 17h30, para apresentar novas formas de percepção do patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental presentes na cidade de Cabo Frio. O evento faz parte da celebração do Global Astronomy Month – GAM. Em seguida acontecerá observação planetária dos astros, com auxílio de telescópio, e monitorada por um astrônomo, no Museu de Arte Religiosa e Tradicional, antigo convento Nossa Senhora dos Anjos.

A partir do aniversário da descoberta do Brasil, 22 de abril, a palestra “Cabo Frio: Patrimônio Desconhecido do Brasil” convida os participantes à reflexão de como podemos nos apropriar da riqueza patrimonial cabo-friense e assim enriquecer não apenas nossa vivência particular e coletiva nessa que é a “capital” da Região dos Lagos, como também sugerir possibilidades de negócios e investimentos. Público alvo: alunos, professores e interessados nas questões históricas e patrimoniais de um modo geral, assim como comerciantes e empresários.

A palestra acontece às 17h30, no espaço de eventos Cereall Gourmet Restaurante, que fica à Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio. E a observação planetária dos astros em evidência, no gramado do antigo convento Nossa Senhora dos Anjos, às 19 horas. Para participar do evento é só levar 2 quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a APAE em Cabo Frio. Vagas limitadas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site http://cereallgourmet.com.br, ou pelo telefone (22) 2629-6739.


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abr 20 2017

FELIZ DIA INTERNACIONAL DO CAFÉ – CAFETERIA PIAZZA NAVONA

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CAFE-CEREALL

Segundo estimativas da OIC o mundo consome cerca de 152 milhões de sacas de café por ano. Você aceita um cafezinho? Nada melhor que uma boa xícara fumegante do líquido precioso para celebrar o Dia Internacional do Café, que é comemorado no dia 14 de abril. São mais de 25 tipos de café, sendo os mais populares a Robusta (com teor de cafeína mais elevado) e a Arábica (sabor mais suave e quantidade menor de cafeína). De sabor e aroma inconfundíveis, o café é sinônimo de acolhimento, quebra barreiras e combina muito bem com qualquer situação. Segundo a Organização Internacional do Café (OIC), o mundo consome cerca de 152 milhões de sacas de café por ano. Uma bebida estimulante, com propriedades especiais, que entre outros benefícios, aumenta o nível da nossa memória e da nossa concentração. Você ainda precisa de mais razões para tomar um café? A Cafeteria Piazza Navona, na Região dos Lagos, celebra todos os dias essa bebida que dá prazer, une pessoas e proporciona energia. Não é preciso necessariamente entender dos tipos de grãos e torras, degustar café é uma pausa “quase musical”, é dar um intervalo para a rotina, é relembrar histórias e viver emoções. Do grão à xícara, café é arte. Para o empresário Francisco Carlos Maurício, oferecer um bom café passa pela qualidade dos grãos e dos serviços, “por isso trabalhamos com o Café Gourmet Santa Mônica, 100% arábica. Um expresso com baixa acidez e baixo amargor, com doçura natural e after-taste maravilhoso”. O nome da Cafeteria remete ao glamour e a efervescência cultural de uma das mais famosas praças de Roma, a Piazza Navona. Por isso, o local pretende se tornar em breve, um ponto de encontro e de performances artísticas. Se você é artista, a casa abre espaço para apresentações e exposições, mais detalhes pelo telefone (22) 97402-7400. E aí, vai um cafezinho hoje? A Cafeteria Piazza Navona fica em Cabo Frio (no Shopping Park Lagos) e em São Pedro da Aldeia (na Loja Havan).


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abr 20 2017

JORNAL DO TOTONHO

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abr 19 2017

EDITORIAL – CABO FRIO: DECADÊNCIA E VIOLÊNCIA.

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A espiral de decadência vivida por Cabo Frio é sentida por todos, que procuram observar, mais ou menos intensamente a cidade.

Os vinte anos de hegemonia política da dupla formada por Alair Corrêa (PP) e Marquinhos Mendes (PMDB), concomitante a enxurrada de dinheiro proporcionada pelos royalties do petróleo, não trouxeram progresso, sequer o desenvolvimento equilibrado e qualificado.

Ao contrário, geraram tremendo inchaço capaz de trazer para o município problemas vividos pelas grandes cidades, sem as vantagens oferecidas por elas.

A cada dia a cidade está mais partida, dividida mesmo entre uma classe dominante inculta e predadora e a grande maioria da população, sem qualificação, futuro e esperança.

No seio dessa realidade brota e se dissemina a violência, que não para de crescer, que acaba sitiando a todos.


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abr 19 2017

A HISTÓRIA POLÍTICA DE CABO FRIO PODE MUDAR HOJE.

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TSE-1

Não é por acaso que o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB), tem se revelado tenso e irritadiço. O seu nome saiu do anonimato e ganhou espaço como do político favorecido pelo uso indevido do chamado “foro privilegiado”, que, posteriormente ficou conhecido como “Efeito Barroso”. A votação do recurso especial eleitoral nº 266-94.2016.6.19.0096, Classe 32, Cabo Frio, RJ, tem como relatora a ministra Rosa Weber e como recorrente o Ministério Público Eleitoral. Recorrentes: Janio Mendes e outros advogados Vitor Martim de Almeida Leite e outros recorrentes. A história política de Cabo Frio pode mudar hoje.


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abr 19 2017

TIA ZUZU

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ZUZU

01 – A degradação da pista de skate e do “piscinão de alair”, na orla da Praia do Forte, são reveladores do quanto foi desperdiçado de dinheiro público, nos últimos 20 anos.

02 – Não fica atrás o estado lastimável em que se encontra a mais importante praça da cidade, a histórica Praça Porto Rocha. A cidade quer não uma reforma, mas outro projeto, que não se assemelhe a shopping.

03 – Apesar da mídia local não querer incomodar, o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) não estava de alto astral quando foi ao Programa Sidnei Marinho, na Litoral News e muito menos na InterTV. A cara não anda nada boa.

04 – O governo de Marquinhos Mendes (PMDB) seguindo a mesma trilha de Alair Corrêa (PP) deslocou a Biblioteca Walter Nogueira para outro endereço: Avenida América Central, 200 – sala: 01, ficando o acervo de livros raros no Solar dos Massas.

BIBLIOTECA

05 – Acontece que o prédio ‘Solar dos Massa’ foi desapropriado e restaurado, no Governo José Bonifácio (1993-1996) para nele ser instalada a Biblioteca Pública Municipal Walter Nogueira, que desde Alair Corrêa (PP) não tem mais paradeiro. Vai se deslocando de prédio em prédio alugado pelo poder público municipal.

06 – No governo de Alair Corrêa (PP) a Biblioteca Municipal Walter Nogueira foi fechada para reforma e lá ficou sem reforma alguma quase até o final do governo. Foi feito então um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com empresário local e a reforma foi concluída.

07 – Durante todo esse tempo parte do acervo da Biblioteca Walter Nogueira foi deslocado para novo endereço, em instalações alugadas, na Avenida Júlia Kubitschek. O aluguel não foi pago e a prefeitura teve que encontrar outra pousada para a biblioteca.

08 – O novo endereço da Biblioteca Walter Nogueira, na Avenida América Central, 200 – sala 1 – São Cristovão, que também é alugado. Ao que parece, por coincidência, ao ex-secretário de educação, o engenheiro, Paulo Massa.

09 – A fama da prefeitura de Cabo Frio não é de boa pagadora e como os planos de prefeito para prefeito costumam mudar, com bastante frequência, a Biblioteca Municipal Walter Nogueira pode acabar como biblioteca itinerante.

10 – Durante todo esse tempo nunca foi informado corretamente a sociedade o estado em que se encontra o acervo da biblioteca, em especial os chamados “livros raros”, que, segundo os responsáveis estão sendo catalogados. Uma pergunta que não quer calar: a biblioteca tem pessoal especializado?


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abr 19 2017

JANIO FAZ PROJETO PARA SUSTAR A RENOVAÇÃO DA CONCESSÃO DA VIA LAGOS, SEM LICITAÇÃO.

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JANIO_MENDES

O deputado Janio Mendes (PDT) denunciou, mais uma vez na Alerj, a renovação, sem licitação, da concessão, por mais 25 anos, da rodovia RJ-124 ao grupo CCR ViaLagos. Janio deu entrada em projeto legislativo sustando a renovação sem licitação. A falta de contrapartida da concessionária e as altas tarifas cobradas por ela exigem segundo Janio, nova licitação e obviamente redução das tarifas, como na renovação da concessão da Ponte Rio-Niterói.


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abr 19 2017

O CHORO VAI COMER – SÁBADO – 17 HORAS – HOTEL LA BRISE.

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CHORO

Maestro Budega, Maestro Jessé, Lucas Trindade, David Salgado, Lorival, Gabriel Leite, Normando.

Sábado às 17:00

Hotel La Brise

Rua Alberto Gabbay, s/n Braga, 28908-150 Cabo Frio


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abr 19 2017

“CABO FRIO: PATRIMÔNIO DESCONHECIDO DO BRASIL”

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BARRA-1

“CABO FRIO: PATRIMÔNIO DESCONHECIDO DO BRASIL”

No Mês Global da Astronomia, palestra com o geógrafo Rodrigo Fernandes, membro do Programa de pós graduação da PPGEO-UERJ, e observação planetária com o astrônomo Marcelo Fernandes.

O Cereall Gourmet e a Rede Rio Astronomia, com apoio do MART-Ibram, da Universidade Estácio de Sá, do Convention & Visitors Bureau e da UERJ, realizam palestra gratuita, dia 22 de abril, às 17h30, para apresentar novas formas de percepção do patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental presentes na cidade de Cabo Frio. O evento faz parte da celebração do Global Astronomy Month – GAM. Em seguida acontecerá observação planetária dos astros, com auxílio de telescópio, e monitorada por um astrônomo, no Museu de Arte Religiosa e Tradicional, antigo convento Nossa Senhora dos Anjos.

A partir do aniversário da descoberta do Brasil, 22 de abril, a palestra “Cabo Frio: Patrimônio Desconhecido do Brasil” convida os participantes à reflexão de como podemos nos apropriar da riqueza patrimonial cabo-friense e assim enriquecer não apenas nossa vivência particular e coletiva nessa que é a “capital” da Região dos Lagos, como também sugerir possibilidades de negócios e investimentos. Público alvo: alunos, professores e interessados nas questões históricas e patrimoniais de um modo geral, assim como comerciantes e empresários.

A palestra acontece às 17h30, no espaço de eventos Cereall Gourmet Restaurante, que fica à Rua José Bonifácio, 28, Centro, Cabo Frio. E a observação planetária dos astros em evidência, no gramado do antigo convento Nossa Senhora dos Anjos, às 19 horas. Para participar do evento é só levar 2 quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a APAE em Cabo Frio. Vagas limitadas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site http://cereallgourmet.com.br, ou pelo telefone (22) 2629-6739.


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abr 19 2017

BARRAS DE ACCESS – Palestra em Cabo Frio.

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BARRA

BARRAS DE ACCESS

. Palestra em Cabo Frio.
A carioca Terapeuta Marcia Manhães, estará no espaço de eventos do Cereall Gourmet, no dia 20 de abril, às 18 horas, para falar sobre “Barras de Access Consciousness”. Segundo a facilitadora, o objetivo é esclarecer aos interessados, o que é e quais os resultados que podem ser obtidos com essa técnica. Podem participar todos que querem melhorar a vida e expandir a consciência. As Barras de Access são 32 pontos de energia que correm ao redor da cabeça e se conectam a diferentes aspectos da vida.

A limpeza energética é iniciada quando esses 32 pontos são tocados com suavidade. Essas 32 barras armazenam componente eletromagnético de todos os pensamentos, sentimentos, emoções, conclusões, decisões e as crenças que temos sobre qualquer coisa. Seria como apertar a tecla “delete”, do computador, e assim, apagar esses condicionamentos que não servem, para permitir mais espaço e com isso, receber e criar experiências novas. Há barras para várias áreas da vida: corpo, controle, envelhecimento, sexo, dinheiro, criatividade, poder, cura, etc.

A participação é gratuita, é só se inscrever pelo telefone (22) 2629-6739, ou pelo site http://cereallgourmet.com.br


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abr 19 2017

ANTÔNIO DE GASTÃO – MEMÓRIA É TRABALHO.

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Fotos: Pablo Vergara.


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abr 19 2017

PEQUENAS CRÔNICAS SOBRE TUDO – Luciana Branco.

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LIVRO-LUCIANA


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abr 19 2017

ESTÁ FALTANDO UMA DISCIPLINA NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: A DEMOCRACIA. – Mauro Santayana

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ARTIGOS_VERDE

Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul): colunista político do Jornal do Brasil, jornalista Mauro Santayana durante debate sobre debate os desafios e perspectivas para a América do Sul, relacionados a crise, estado e desenvolvimen

Duas vereadoras paulistanas tiveram seus números de telefone celular divulgados e estão sendo alvo de uma campanha fascista de pressão, com insultos e mensagens em massa, por não apoiarem as teses do tal “Escola sem Partido”.

Pelo comportamento daqueles que as estão insultando, pela tática de pressão covarde e anônima adotada, pela covardia de quem divulgou seus números de telefones celulares, dá para adivinhar o partido, não oficial, nem declarado, que está por trás dos ataques: o do fascismo.

Enquanto isso, outro vereador paulistano resolveu dar uma de Dória – a quem apoiou nas eleições – ou seria de Jânio Quadros? – e decidiu invadir e fiscalizar pessoalmente escolas públicas, para verificar o conteúdo das aulas e pressionar professores, no contexto do mesmo “movimento”, descaradamente partidário e ideológico – o de impedir – fazendo exatamente o que condena- uma suposta “politização” do ensino.

CONSTITUICAO

Tudo isso ocorre no mesmo momento em que o MEC encaminha, ao Conselho Nacional de Educação, a proposta da nova Base Nacional Comum Curricular, que contempla 10 diferentes “competências” que devem ser buscadas na formação dos alunos, nenhuma delas explicitamente voltada para sanar o maior déficit do sistema educacional brasileiro: o da formação política e cidadã da nossa gente.

Não tendo a menor ideia do que está escrito na Constituição, do equilíbrio institucional e democrático que deveria reger o convívio em sociedade, tanto de cidadãos como de segmentos sociais;  do funcionamento de nosso sistema político; do papel de cada um dos Três Poderes; dos limites e atribuições dos agentes do Estado; do que é o Estado de Direito; dos direitos e deveres individuais; as crianças brasileiras não podem se situar no contexto da Nação, da sociedade e da República, nem aprender a votar com consciência, porque não sabem sequer para que serve o Congresso, qual o papel dos vereadores, prefeitos, deputados,  senadores, e como funciona – como se pode ver pelos mitos que cercam a utilização das urnas eletrônicas – o sistema eleitoral vigente.

Caso já houvesse esse tipo de ensino, há alguns anos, as bestas quadradas que estão por trás da campanha do Escola sem Partido teriam aprendido na escola que a educação é um direito democrático, que deveria possibilitar às escolas e professores – ao contrário do que existe hoje, principalmente nas escolas particulares, com a disseminação apenas do discurso único direitista – estabelecer livremente a abordagem que pretendem dar à formação de seus alunos e estimular o debate como método de desenvolvimento político do cidadão.

Entre os equívocos dos setores populares e nacionalistas, nos últimos 15 anos, está o fato de não terem estabelecido, para a população, uma opção ao padrão político-educacional imperante, aprovando a obrigatoriedade do ensino da Constituição Federal no ensino público, ou, no mínimo, estimulando a criação de dezenas, centenas de cooperativas de ensino, em todo o país, que pudessem dar a seus filhos a possibilidade de ter acesso a uma narrativa alternativa à estabelecida pela midiotização imposta majoritariamente no Brasil pelos grandes veículos de comunicação.

A Democracia estabelece-se pela diversidade, e não apenas pela diversidade de gênero, de origem étnica e cultural,  de comportamento, mas, sobretudo, pela diversidade  de pensamento POLÍTICO.

Pelo direito que as pessoas devem ter de ter acesso a diferentes informações e visões de mundo e de aprender, por meio delas, a pensar, a analisar as diferentes abordagens que estão à sua frente, e estabelecer com total liberdade, incluída a do debate, o seu caminho na vida e a uma prática de cidadania plena.

Hoje, os filhos e netos daqueles  que não se alinham com o pensamento único dominante sabem o que estão passando na maioria das escolas, e, principalmente nas particulares, em que o “partido” e a “filosofia”, determinante e majoritária, são o consumismo e o preconceito, a busca superficial do dinheiro e do “sucesso” como principal objetivo na vida – que deve incluir numerosas idas à Disney e a Miami como ritual de passagem para a adolescência e a idade adulta –  a manipulação midiática, a vira-latice com relação aos estrangeiros, a ignorância política, e a sua filha dileta, a “antipolítica”, a desinformação e o fascismo.

Em uma situação como essa, agora piorada com a possibilidade de um professor  ou de uma escola serem acusados de comunismo, caso se afastem do que é imposto pelo “estado de direita” em que vivemos cotidianamente,  as escolas privadas – e as públicas, patrulhadas por malucos, como está ocorrendo na cidade de São Paulo  - não ousam se arriscar a sair, nem por um milímetro, do figurino.

Nesse quadro, para além – salvo poucas e honrosas exceções – do universo muitas vezes engessado e reprimido do ensino público, a saída para preservar o bolso dos pais, um salário mais alto para os professores, uma melhor formação para os alunos, bolsas para crianças carentes e  liberdade para todos, pode, para resolver pelo menos em parte o problema, o associativismo e o cooperativismo de ensino.

Que tal pensar no assunto?


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abr 19 2017

O SOL, A CAFONICE E O COLONIALISMO CULTURAL – Luiz Antônio N.Guia.

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Alguém pode explicar por que os bancos das praças de Cabo Frio são colocados fora da área de sombra das árvores, que são poucas? Alguma explicação botânica? Talvez a necessidade de martírio numa época de aquecimento global? Será a forma que as autoridades encontraram para disseminar a vitamina D, sem investimentos na saúde pública, em profunda penúria?

Ora, ora, tudo é possível, inclusive a falta de traquejo de arquitetos e engenheiros, tão habituados em desenhar e construir shoppings e áreas de lazer fechadas em prédios para a alta classe média: na Praça Porto Rocha, no centro, erraram até nas medidas dos bancos. Não há cristão que por ali se abolete com conforto.

É só espichar o olhar pra cima e se dar conta que os conceitos arquitetônicos levam muito pouco em conta a realidade local como a incidência de sol, luminosidade, ventos e tantas outras características. Tornam a cidade mais quente e a conta de luz salgada, quando bastava respeitar a natureza, mulher cheia de sábios caprichos, a quem devemos procurar agradar sob pena de rebeliões e infortúnios.

O colonialismo cultural, percebido em todos os cantos da orla da Praia do Forte e do centro, espalha cafonice. Atrai a pretensa elite, a empinar o nariz pelos “falsos brilhantes” dos prédios com fachadas espelhadas e nomes pretensamente pomposos, com expressões em inglês e francês, embora mal saiba falar e escrever a própria língua.

TOTONHO-CHARME

 Luiz Antônio N.Guia.


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abr 19 2017

K – 36 – O ZEPPELIN QUE CAIU NO CABO – Leandro Miranda.

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LIVRO


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abr 19 2017

SALINAS – Paulo Cotias.

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SALINAS


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abr 19 2017

CHEGA DE INTOLERÂNCIA.

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abr 19 2017

ATO EM CABO FRIO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA.

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abr 19 2017

JORNAL DO TOTONHO

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abr 18 2017

EDITORIAL – PEGOU MAL!

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EDITORIAL_VERDE

MARQUINHO_MENDES_16

A entrevista do prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) ao jornal da InterTV foi ruim para o prefeito e para o jornalismo da emissora, afiliada a Rede Globo.

O prefeito, sem o sorriso de “Galã da Baixada” colado ao rosto estava visivelmente ansioso, nervoso e desconfortável.

Mesmo assim deu muita sorte, porque a entrevista foi “risível”, preparada para não chatear, como todas que também eram realizadas com o antecessor.

Os jornalistas perguntam quase pedindo desculpas por possível incômodo e parecem ficar ainda mais aliviados quando a entrevista acaba.

Nenhuma pergunta relevante e que demandasse maior preparo para responder foi feita, revelando que a InterTV não destoa das autoridades públicas municipais.

Empresa, jornalistas e prefeito perderam grande oportunidade para ficarem quietos.

Pegou mal!


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abr 18 2017

PIU-PIU-PIU-PIU-PIU!!!!!!

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ANDORINHAS-DE-BICO-ABERTO

As “andorinhas” ou “neoalairzistas” continuam acreditando na possibilidade de acontecer à queda de Marquinhos Mendes (PMDB) nos próximos meses e a posse imediata do segundo colocado, no pleito de 2 de outubro de 2016. Segundo analistas políticos experimentados, a expectativa não é plausível, porque aconteceram modificações na Lei Eleitoral. No caso do atual prefeito perder o mandato, por decisão do TSE, assumiria o presidente da câmara de vereadores e haveria novo processo eleitoral.

Confirmada, não seria uma boa notícia para o grupo político de apoio ao ex-vereador Adriano Moreno (REDE) constituído basicamente por ex-secretários, portariados, assessores de Alair Corrêa (PP) e do próprio Adriano, na câmara. O tempo fora do poder está sendo esticado e os “bicos” começam a abrir: piu-piu-piu-piu-piu!


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abr 18 2017

TIA ZUZU

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ZUZU

01 – Na entrevista que deu a Intertv, 1ª edição, o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) disse que ele fez a festa de réveillon. Como, se ainda não era prefeito? Quais as empresas que fizeram a “caridade” com a prefeitura?

02 – Questionado sobre a operação tapa buracos que a prefeitura tem realizado nos bairros, pediu paciência a população. Disse que a prefeitura está sem dinheiro e que tem contado com a ajuda de amigos, que emprestam os caminhões. Que amigos? Que empresas? Não disse e nem lhe foi perguntado.

03 – Ao responder sobre a Lei do Nepotismo, e a demissão da mulher, do sogro e do cunhado o prefeito demonstrou irritação. Citou o exemplo de outros municípios e acusou o MPE de ter dois pesos, duas medidas ao tratar esse tipo de caso.

04 – O prefeito fez questão de afirmar que a mulher, o sogro e o cunhado são técnicos. Também não disse e nem lhe foi perguntado técnicos em que e se eram os únicos capacitados no município e na Região dos Lagos para exercer os cargos.

05 – Na entrevista, o prefeito teve a coragem de afirmar que a empresa, que está em Cabo Frio através dos “contratos emergenciais”, trocou cerca de 4 mil lâmpadas, o que leva a crer que a cidade virou Las Vegas.

06 – O jornalismo da InterTV e o prefeito não estavam em um bom dia: a jornalista, que recebia as perguntas dos internautas chegou a dar uma “ajudinha” ao prefeito, empurrando a palavra ‘paliativa’. Ora, Marquinhos é bem grandinho e está ali pra responder.

07 – O editorial de ontem sobre a morte da menina Maria Luiza teve grande repercussão, na Região dos Lagos. Estava mais que na hora dos órgãos competentes darem esclarecimentos à opinião pública sobre o andamento das investigações.

08 – O processo eleitoral informal começou? O ex-deputado federal Paulo César Guia (PSDB) estava no fim da tarde de ontem, segunda-feira, no Mercado Econômico, no centro da cidade, com sorriso e cumprimentando todo mundo que passava por perto.

09 – A defesa da comunidade de Monte Alto, no Arraial do Cabo e a necessidade de proteção à área do Mangue de Pedra, em Búzios, tem feito o deputado Janio Mendes (PDT) aprofundar seu trabalho no sentido da redelimitação do Parque Estadual da Costa do Sol.

JANIO1

10 – Na audiência realizada na câmara municipal de Arraial do Cabo, Janio conseguiu o apoio unânime dos técnicos do INEA, da secretaria do ambiente, dos ambientalistas locais para a necessidade de se fazer justiça à população de Monte Alto.


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abr 18 2017

UM ANO DE GOLPE!

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HUMOR_VERDE

PATO


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abr 18 2017

JORNADA NACIONAL DE LUTAS PELA REFORMA AGRÁRIA.

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MST


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abr 18 2017

FAZENDA CAMPOS NOVOS – Sérgio Quissak.

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FOTOS_VERDE

FAZENDA-CAMPOS-NOVOS


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abr 18 2017

“k – 36 – O ZEPPELIN QUE CAIU NO CABO” – Leandro Miranda & “SALINAS” – Paulo Cotias.

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DICAS_VERDE

LIVRO

SALINAS


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abr 18 2017

O BRASIL SAUDOSO DO PASSADO PROPÕE UM GOLPE: JOGAR A CONSTITUIÇÃO NO LIXO – Leonardo Sakamoto.

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ARTIGOS_VERDE

LEONARDO-SAKAMOTO

Você já parou para pensar o que faz com que alguém afirme que vivemos uma ”ditadura dos direitos humanos” ou do ”politicamente correto” num país racista, machista, homofóbico e preconceituoso como o nosso? Em que a existência de diferenças não é tolerada por muita gente?

Pelo menos se vivessemos uma situação de pleno cumprimento dos direitos fundamentais, em que pessoas não fossem vítimas de agressões simplesmente por serem quem são, e no qual indivíduos e grupos fossem devidamente punidos por incitar a violência e cometer crimes de ódio, poderíamos até entender esse discurso dodói. Para, depois, celebrar o fato dele vir de uma minoria.

Mas a realidade é outra. Não apenas nas relações sociais do dia a dia, mas na forma como o Estado brasileiro e seus operadores tratam os que mais precisam dele: em grande parte das vezes, com desprezo.

Não temos sido competentes para por em prática a garantia da dignidade humana que está prevista na Constituição Federal, seja pela falta de regulamentação, seja pelo não cumprimento da letra escrita.

Promulgada em 5 de outubro de 1988, ela não é perfeita, longe disso. Mas, olhando para trás, é incrível como, ao menos, os legisladores conseguiram que o respeito aos direitos mais básicos do ser humano estivesse presente no texto final como está.

O grande problema da Constituição não é estar ultrapassada., como afirmam alguns que temem que ela saia totalmente do papel. Foi nunca ter sido efetivada.

Temos visto juristas, empresários e nobres políticos defendendo uma revisão profunda da Carta Magna para a remoção de determinados entraves que impedem o desenvolvimento desta nação. Leia-se como ”entraves” os instrumentos para proteger minorias, por exemplo, em nome de um suposto ”bem-estar” da maioria.

Não sei se é ignorância ou má fé de quem tem aspirações políticas e econômicas maiores e quer surfar com a falta de informação alheia, mas diariamente são questionadas cláusulas pétreas (que não poderiam ser mudadas nem que a vaca tussa) da mesma forma que se discute a cobertura da pizza da noite de sábado.

Liberdade, dignidade, função social da propriedade. Em nome das necessidades políticas e do mercado, tudo precisa ser adaptado.

As discussões mais amplas envolvendo o assunto versam sobre alterar a representação política e o processo eleitoral, incluindo aí seu financiamento. Ou o sistema tributário brasileiro, com a desoneração de algumas áreas. Na esteira desses debates, inserem-se outros.

Lobistas que sussurram nos corredores do Congresso Nacional, cutucam daqui e dali, visando a mudanças que diminuam a proteção ao trabalhador. Outros pressionam pela revisão das regras na área fundiária, reforçando a necessidade de se garantir o direito de propriedade mesmo sem função social. Isso sem contar os que querem alterações profundas para que a concentração midiática continue sendo um dos pilares de nossa democracia. Noves fora, grupos religiosos que sonham transformar o país em uma teocracia, proibindo a interpretação do Supremo Tribunal Federal a favor dos direitos já previstos em 1988.

E há aqueles que acreditam que o artigo 5o, sobre garantias fundamentais do ser humano, é um grande mimimi. Mal sabem eles que direitos humanos também incluem o direito de professar uma fé, abrir um negócio, ter uma casa, não ser agredido na rua, poder votar e ser votado, respirar ar limpo, não ser escravizado, viajar para fora do país e voltar, não passar fome, usar a internet sem ter suas mensagens lidas por estranhos.

E que o artigo 3o, que afirma que, além de garantir o desenvolvimento nacional”, também são objetivos fundamentais da República ”construir uma sociedade livre, justa e solidária”, ”erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdade sociais e regionais” e ”promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”, é um libelo comunista.

No atual contexto, e por mais profunda que seja sua crise de legitimidade, ninguém foge da democracia representativa. Nem a extrema esquerda, nem a extrema direita. E, por mais que a Constituição tenha virado uma colcha de retalhos, segue sendo de vanguarda em um país que, nem de longe, e apesar das conquistas, conseguiu efetivar direitos fundamentais.

A Constituição de 1988 foi um compromisso de equilíbrio, um pacto político que criou regras de convivência entre grupos e classes sociais após o fim da ditadura. O discurso de uma nova e abrangente Assembleia Constituinte, que vez ou outra volta com força ao Congresso, significa repactuar a sociedade. Mas para quê repactuar uma sociedade que não conseguiu colocar em prática o que propôs? E não por que não podia, mas porque não quis mexer com estruturas que garantem muito a poucos e pouco a muitos.

Seguimos diante dos desafios propostos por aquele texto sem a devida coragem de enfrentá-los. E não apenas isso.
Neste ano, em que a Constituição faz 29 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completará 69 anos. Muitos criticam a Declaração, afirmando que é um documento com uma visão por demais ocidental de mundo, que não traz respostas para uma ideia global de dignidade, coletiva e individual ao mesmo tempo. E não traz mesmo. Mas se, apesar dos avanços, Estados e sociedades ainda não conseguiram fazer com que grande parte do documento se transformasse em prática cotidiana, imagine-se como seria se não tivéssemos nem esse pacote mínimo para usar como referência.

O mundo, ainda em choque com os horrores da Segunda Guerra Mundial, produziu a Declaração. O Brasil, ainda olhando paras as feridas de 21 anos de ditadura militar, sentou-se para escrever uma Constituição. É depois de grandes momentos de dor que estamos mais abertos para olhar o futuro e desejar que sofrimento igual nunca mais se repita. Desde então, não vivemos uma guerra como aquela entre 1939 e 1945, muito menos um período de exceção quanto 1964 e 1985.

Acabamos nos acostumando. E esquecendo. E banalizando.

A Constituição continua sendo norte e farol. Herdamos um texto da geração de meus pais e, agora, precisamos mostrar isso à de nossos filhos, sob o risco de que o espírito presente em 1988 se perca por desconhecimento da própria história.
O problema é que parte da geração que ajudou a escrever aquele texto esqueceu dos debates que levaram até ele, em nome da governabilidade. E tentaram enterrar a razão de ser do Estado brasileiro atrás de negociatas e corrupção. Para permanecer no poder ou para alcançá-lo.

Não precisamos reinventar todas as regras em uma Assembleia Constituinte ampla, que jogue espírito da Constituição Federal de 1988 no lixo. Precisamos tirar o que está lá do papel. E há demandas por reformas, desde que amplamente discutidas com a população e não feitas à toque de caixa como acontece hoje. Começando por uma Reforma Política, aí sim, por Assembleia específica (com pessoas eleitas que não tenham mandato parlamentar) a fim de tentar tirar a nossa democracia representativa da UTI. E por uma Reforma Tributária, que combata as desigualdades.

Dizem que o poder público não consegue por em prática os direitos previstos na Constituição por não ter recursos. Ironicamente, se a Constituição fosse seguida, incluindo os princípios de justiça social, o que inclui redistribuição, e de priorização de políticas aos mais vulneráveis, haveria mais recursos para efetivar os direitos. O povo, ao se tornar mais consciente de si e de sua cidadania, tem reivindicado que isso aconteça cada dia mais. Portanto, aos privilegiados, as regras precisam mudar para que tudo fique como está. E rápido.

Ainda há cidadãos com vontade e ética para essa boa briga ou estamos fadados a, de tempos e tempos, ficarmos com medo do futuro e dar meia volta em direção ao passado.


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abr 18 2017

A NOSSA ÁGORA – Luiz Antônio N. Guia.

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AGORA

Não existe melhor lugar pra arrumar assunto que a rua. Dizem que Rubem Braga montou seu jardim suspenso, justamente para observar as ruas do entorno de sua cobertura. De lá, enquanto regava as plantas, quando não entretido com Tônia Carrero, dava conta do que acontecia. No dia seguinte a crônica quentinha estava nas páginas dos jornais.

Cabo Frio é uma cidade de poucas praças e bairros inteiros, sem nenhuma. Pior, as praças que existem são bregas e mal cuidadas. Deve ser porque os políticos não circulam mais a pé. Não bebem um cafezinho em pé no balcão e muito menos sentam em um banco de praça para olhar, conhecer e conversar com as pessoas de sua cidade. Como numa adaptação de George Orwell, em “1984” eles nos olham através das câmeras de segurança, através dos vidros “fumês” dos seus carros blindados e imaginam que nos conhecem pelas pesquisas encomendadas a preço de ouro.

Andando pelo centro um amigo me chamou a atenção para a Praça Porto Rocha, o resumo do mau gosto e desleixo, que tomou conta de Cabo Frio. Notou algo melhor, mais bonito, como é próprio do seu espírito. Apesar da degradação imposta à praça histórica ela é cheia de vida, gente de todas as idades, principalmente estudantes, que no final da tarde ocupam o lugar pra bater papo e namorar.

É o espaço público, livre, onde passa gente de todas as cores, formas e conteúdos, que deve se tornar cada vez mais acolhedora, capaz de receber seu povo, que a tomará nos braços para fazer dela sua ‘Ágora’, no exercício pleno da democracia.

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Luiz Antônio N. Guia.


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abr 18 2017

CABO FRIO CAPITAL DA MODA PRAIA – LEI 7548/17 – JANIO MENDES!

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abr 18 2017

JORNAL DO TOTONHO

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abr 17 2017

É PRECISO SE INDIGNAR!

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EDITORIAL_VERDE

LANCHA

Atropelada por uma lancha na Praia do Forte, em Cabo Frio, a menina Maria Luiza, de apenas 10 anos morreu decapitada e pedaços do seu corpo foram sendo encontrados pelos que participaram das buscas. O condutor e proprietário da lancha envolvido no evento tenebroso, corrido em dezembro de 2016, foi imediatamente colocado em liberdade. A mídia simplesmente esqueceu assunto tão “desagradável”, talvez preocupada com os efeitos que possa causar ao turismo e ninguém toca mais no assunto. Qualquer dia desses as pessoas vão começar a acreditar que um fato dessa natureza não aconteceu em nossa cidade, na principal praia da região. Que é pura invenção de algum novelista ansioso por cenas de horror, até porque cenas de horror estão acontecendo diariamente em nossa cidade. Mas é preciso continuar se indignando, caso contrário, perderemos em definitivo nossa humanidade.

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 Maria Luiza.


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abr 17 2017

VESTAIS DO POPULISMO, NA REGIÃO DOS LAGOS.

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NOTICIAS

SERÁ QUE APRENDEM?

A Lei do Nepotismo fez verdadeiro estrago, na Região dos Lagos. Atingiu praticamente todos os prefeitos da região acostumados a nomear parentes de todos os calibres. Os mais atingidos foram os prefeitos de Arraial do Cabo e Cabo Frio, respectivamente Renatinho Viana, que viu seu pai Renato Vianna deixar a presidência do Porto do Forno e Marquinhos Mendes (PMDB), que foi obrigado a exonerar sua mulher da secretaria municipal de assistência social. Será que finalmente eles vão aprender a separar o público do privado?

freiras

A VESTAL DO ALAIRZISMO

Os “alairzistas” encontraram durante a campanha eleitoral de 2016 um jeito de escapar ao escracho da população: a adesão a campanha a prefeito do vereador Adriano Moreno, que migrou do PP de Alair Corrêa para a REDE. O rápido exame de toda a turma que, direta ou indiretamente apoiou Adriano Moreno indica participação no governo alairzista. É bom não esquecer que o então vereador indicou cerca de 108 contratados e portariados, no governo do “Chefe”, inclusive o secretário de saúde. Não dá para tirar uma onda de vestal. Entendido?


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abr 17 2017

TIA ZUZU

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ZUZU

01 – Impressiona a cara de pau de integrantes da alta cúpula do governo de Alair Corrêa (PP), isto é, secretários e outros gordos cargos comissionados, que se manifestam nas redes sociais como vestais. Óleo de peroba neles!

02 – Os “alairzistas arrependidos” migraram para as candidaturas de Adriano Moreno (REDE), Marquinhos Mendes (PMDB) e também de Janio (PDT). Quem recebeu menos gente foi justamente o candidato apoiado oficialmente por Alair Corrêa (PP), o ex-deputado federal Paulo César Guia (PSDB).

03 – Afinal, quem manda pra valer no ninho tucano de Cabo Frio? Silas Bento ou Paulo César Guia? Quem vai dar a direção política do partido, que parece meio desgovernado no estado?

04 – O vereador Vanderlei Bento (PMB) quer explicações da prefeitura do PMDB sobre a arrecadação dos estacionamentos públicos, em Cabo Frio. Podia perguntar também, por que a grana não é repassada para as entidades filantrópicas do município, como determina a LOM – Lei Orgânica Municipal.

05 – Por onde anda o abaixo-assinado organizado pelo Movimento Ecoar, com o apoio da OAB, para a regulamentação da LAI (Lei de Acesso a Informação), em Cabo Frio? O objetivo é o projeto de lei de iniciativa popular para ser encaminhado à câmara de vereadores.

06 – Fim da Semana Santa cresce a especulação sobre o futuro dos “verdinhos”. Após a entrevista do prefeito Marquinhos Mendes (PMDB), falando da necessidade de cortes. A expectativa não é nada boa.

07 – Muitos dos “verdinhos” foram, durante a eleição de 2 de outubro de 2016, “cabos eleitorais” dos vereadores da bancada governista. Os cortes serão horizontais, na faixa de 20% do pessoal ou alguns vereadores serão privilegiados?

08 – Quem conhece a câmara de vereadores de Cabo Frio pode imaginar a “briga de foice”, que acontece nos bastidores para definir quem vai perder e quem é mais igual que os iguais. Quem viver verá!

09 – Há quem aposte que quatro vereadores serão privilegiados e que o fato provoca acentuado desconforto na bancada governista: Guilherme Moreira (PPS), Luis Geraldo Azevedo (PRB), Miguel Alencar (PPS) e Aquiles Barreto (SD).

10 – Em Cabo Frio, o sistema partidário parece ter vida própria. Aqui, um partido de massa como o PT, sofre interferência interna de adversários ferrenhos em nível nacional: PMDB, PPS e Solidariedade. Deve ser o efeito do vento nordeste.


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