abr 19 2017

TIA ZUZU

Published by at 5:18 under Jornalismo

ZUZU

01 – A degradação da pista de skate e do “piscinão de alair”, na orla da Praia do Forte, são reveladores do quanto foi desperdiçado de dinheiro público, nos últimos 20 anos.

02 – Não fica atrás o estado lastimável em que se encontra a mais importante praça da cidade, a histórica Praça Porto Rocha. A cidade quer não uma reforma, mas outro projeto, que não se assemelhe a shopping.

03 – Apesar da mídia local não querer incomodar, o prefeito Marquinhos Mendes (PMDB) não estava de alto astral quando foi ao Programa Sidnei Marinho, na Litoral News e muito menos na InterTV. A cara não anda nada boa.

04 – O governo de Marquinhos Mendes (PMDB) seguindo a mesma trilha de Alair Corrêa (PP) deslocou a Biblioteca Walter Nogueira para outro endereço: Avenida América Central, 200 – sala: 01, ficando o acervo de livros raros no Solar dos Massas.

BIBLIOTECA

05 – Acontece que o prédio ‘Solar dos Massa’ foi desapropriado e restaurado, no Governo José Bonifácio (1993-1996) para nele ser instalada a Biblioteca Pública Municipal Walter Nogueira, que desde Alair Corrêa (PP) não tem mais paradeiro. Vai se deslocando de prédio em prédio alugado pelo poder público municipal.

06 – No governo de Alair Corrêa (PP) a Biblioteca Municipal Walter Nogueira foi fechada para reforma e lá ficou sem reforma alguma quase até o final do governo. Foi feito então um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com empresário local e a reforma foi concluída.

07 – Durante todo esse tempo parte do acervo da Biblioteca Walter Nogueira foi deslocado para novo endereço, em instalações alugadas, na Avenida Júlia Kubitschek. O aluguel não foi pago e a prefeitura teve que encontrar outra pousada para a biblioteca.

08 – O novo endereço da Biblioteca Walter Nogueira, na Avenida América Central, 200 – sala 1 – São Cristovão, que também é alugado. Ao que parece, por coincidência, ao ex-secretário de educação, o engenheiro, Paulo Massa.

09 – A fama da prefeitura de Cabo Frio não é de boa pagadora e como os planos de prefeito para prefeito costumam mudar, com bastante frequência, a Biblioteca Municipal Walter Nogueira pode acabar como biblioteca itinerante.

10 – Durante todo esse tempo nunca foi informado corretamente a sociedade o estado em que se encontra o acervo da biblioteca, em especial os chamados “livros raros”, que, segundo os responsáveis estão sendo catalogados. Uma pergunta que não quer calar: a biblioteca tem pessoal especializado?


3 responses so far

3 Respostas to “TIA ZUZU”

  1. Julioon 19 abr 2017 at 13:11

    Tia Zuzu só a senhora mesmo , para aguentar esses programetes das emissoras da cidade . É só entrevistas com esses políticos mentirosos da cidade . AFF!

  2. Marcoson 19 abr 2017 at 15:15

    A construção da pista de skate do governo anterior foi um dos mais escabrosos casos de malservação do dinheiro do municipio. A anterior, construída por MM, estava estalando de nova quando foi demolida para dar lugar aos já famosos quiosques de ouro e à atual praça de skate.
    Com dinheiro dos outros é moleza!
    A seguinte observação vale também para as outras obras faraônicas dos tempos de dinheiro fácil (Praça das Águas, Porto Rocha, Deck dos Transatlânticos, calçadão de aço inox e blindex, etc): Em respeito ao cidadão que agora se ressente daquele dinheiro mal gasto, não podemos deixar que tudo se acabe por desleixo e falta de manutenção mínima.

  3. Marcoson 19 abr 2017 at 15:48

    Sou fã de livros eletronicos. Seja Kobo ou Kindle, recomendo a todo leitor assíduo, principalmente àquele que gosta de ter sempre um livro à mão.
    Acho também que deveriam ser considerados em qualquer debate sério sobre livros didáticos.
    Ainda assim afirmo: Não existe, nem existirá tão cedo nada que substitua o bom e velho livro de papel.
    Mas livro não é barato (único quesito em que o eletrônico leva vantagem).
    Eis aí a importância das bibliotecas como centros de integração e acesso democrático à cultura, seja através dos livros, seja proporcionando interação entre seus frequentadores.
    Desconfio que muitos jovens já em idade escolar jamais tenham colocado os pés na biblioteca municipal simplesmente porque, na prática, ela não existe.
    Tratar a biblioteca como deposito de livros velhos, estorvo ou questionável fonte de renda (aluguel de salas!) revela muito sobre como são tratados os demais ativos do patrimônio municipal.

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